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Projeções cartográficas, Provas de Geodésia e Cartografia

Prova de Projeções cartográficas

Tipologia: Provas

2021

Compartilhado em 18/03/2022

thiago-ualace-1
thiago-ualace-1 🇧🇷

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bg1
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
Instituto de Geociências - Departamento de Geodésia
Curso de Engenharia Cartográfica
Disciplina: Projeções Cartográficas
Aluno: Thiago Ualace Nascimento Paz 00262792
Segunda avaliação semestral 2021/1
1. (1,5) Tendo como base os conceitos e definições estudados sobre a teoria das
distorções, mostre geometricamente que: “O diâmetro conjugado de uma curva
plana é o lugar geométrico dos meios de todas as cordas paralelas a uma mesma
direção. Deste modo, toda a corda que passar pelo (meio) centro da elipse é um de
seus diâmetros. Dois diâmetros são ditos conjugados quando um deles divide ao
meio as cordas paralelas ao outro.” Explique a sua demonstração.
O conhecimento das propriedades geométrica das curvas cônicas nos ajuda a
solucionar os problemas gráficos, relativo a essas curvas cônicas, ao determinar o
ponto de tangência para essa solução. Essa resolução gráfica pode ser obtida através
de diâmetros conjugados das curvas que, assim como a elipse e a hipérbole, possuem
centro geométrico a partir da aplicação das cordas paralelas.
Analisando esse sistema de cordas paralelas e que as tangentes nos extremos do
diâmetro são paralelas entre si e às referidas cordas, podemos concluir que “um
sistema de cordas paralelas tem seus pontos médios sobre a mesma reta que é o
diâmetro conjugado do diâmetro paralelo a estas cordas;” e ainda ‘’se um diâmetro
encontra a cônica em dois pontos próprios, as tangentes em seus extremos são
paralelas e tem a direção do diâmetro conjugado daquele.’’ (Carvalho, B - Desenho
Geométrico, 1982).
De acordo com Carvalho (1982) podemos identificar um dos diâmetros conjugados ao
passar uma reta entre dois pontos médios de duas cordas paralelas, e através desta,
podemos obter o ponto médio para determinar a elipse e ainda possibilita traçar outro
diâmetro conjugado (uma reta) que passa perpendicular, pelo centro entre duas
cordas paralelas entre si.
Levando em conta o ponto de tangencia, podemos traçar uma reta tangente paralela à
direção dada como consta na demonstração geométrica a seguir:
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

Instituto de Geociências - Departamento de Geodésia

Curso de Engenharia Cartográfica

Disciplina: Projeções Cartográficas

Aluno: Thiago Ualace Nascimento Paz – 00262792

Segunda avaliação semestral 2021/

1. (1,5) Tendo como base os conceitos e definições estudados sobre a teoria das

distorções, mostre geometricamente que: “O diâmetro conjugado de uma curva

plana é o lugar geométrico dos meios de todas as cordas paralelas a uma mesma

direção. Deste modo, toda a corda que passar pelo (meio) centro da elipse é um de

seus diâmetros. Dois diâmetros são ditos conjugados quando um deles divide ao

meio as cordas paralelas ao outro.” Explique a sua demonstração.

O conhecimento das propriedades geométrica das curvas cônicas nos ajuda a

solucionar os problemas gráficos, relativo a essas curvas cônicas, ao determinar o

ponto de tangência para essa solução. Essa resolução gráfica pode ser obtida através

de diâmetros conjugados das curvas que, assim como a elipse e a hipérbole, possuem

centro geométrico a partir da aplicação das cordas paralelas.

Analisando esse sistema de cordas paralelas e que as tangentes nos extremos do

diâmetro são paralelas entre si e às referidas cordas, podemos concluir que “um

sistema de cordas paralelas tem seus pontos médios sobre a mesma reta que é o

diâmetro conjugado do diâmetro paralelo a estas cordas;” e ainda ‘’se um diâmetro

encontra a cônica em dois pontos próprios, as tangentes em seus extremos são

paralelas e tem a direção do diâmetro conjugado daquele.’’ (Carvalho, B - Desenho

Geométrico, 1982).

De acordo com Carvalho (1982) podemos identificar um dos diâmetros conjugados ao

passar uma reta entre dois pontos médios de duas cordas paralelas, e através desta,

podemos obter o ponto médio para determinar a elipse e ainda possibilita traçar outro

diâmetro conjugado (uma reta) que passa perpendicular, pelo centro entre duas

cordas paralelas entre si.

Levando em conta o ponto de tangencia, podemos traçar uma reta tangente paralela à

direção dada como consta na demonstração geométrica a seguir:

Aplicação das cordas paralelas no problema de tangência em curvas cônicas

Através destas análises, podemos afirmar então, que a obtenção do ponto de

tangência e da reta tangente às curvas cônicas, é feita a partir da informação em qual

direção a reta está e utilizando as propriedades relativas as cordas paralelas entre si

(na figura acima, nos pontos p e q) e paralelas à direção da reta dada a partir da

interceptação de dois pontos na curva, e nos dois pontos nas cordas. E por fim

obtemos o ponto de tangência passando uma reta por estes dois pontos interceptando

a curva no ponto de tangência (T).

2. (1,0) Considerando que as escalas particulares sobre os meridianos são denominadas

pela letra h e as escalas particulares sobre os paralelos pela letra k, por que para as

projeções de aspecto normal pode-se assumir que:

(a) quando as projeções são conformes h = k; e

Quando é tangente ela tem um paralelo padrão, então sabemos que no aspecto

normal podemos considerar que h=k.

(b) quando as projeções são equivalentes h * k = 1,0.

Aplicando a equação acima:

Temos as coordenadas de projeção (x,y) e vamos calcular com as fórmulas já

fornecidas na questão.

𝑥 = 𝑟𝑔 ∗ Δλ

Δ𝑥 = λ − 𝜆

0

y = rg ∗ ln [tan (45° +

)]

Para os pontos informados na questão, usamos a fórmula 𝑥 = 𝑟𝑔 ∗ Δλ e

y = rg ∗ ln [tan (45° +

𝜑

2

)] :

Ponto 1:

𝜑 = 30°N e λ = 30°E

𝑟𝑎𝑑

y = 53. 03 ∗ ln [tan (45° +

30°

2

)] (30° 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑟𝑎𝑑𝑖𝑎𝑛𝑜𝑠)

y = 29 , 1636 mm

Ponto 2:

𝜑 = 45 °N e λ = 45 °E

𝑟𝑎𝑑

y = 53. 03 ∗ ln [tan (45° +

45°

2

)] (45° 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑟𝑎𝑑𝑖𝑎𝑛𝑜𝑠)

y = 46 , 7936 mm

As fórmulas para calcular o valor de h e k são:

Ponto 1:

𝜑 = 30°N e λ = 30°E

ℎ = 𝑘 = sec 30 ° → ℎ = 𝑘 = 1 , 2

Ponto 2:

𝜑 = 45 °N e λ = 45 °E

ℎ = 𝑘 = sec 45 ° → ℎ = 𝑘 = 1 , 4

E por fim calculamos o exagero de área com a seguinte fórmula:

2

Ponto 1:

𝜑 = 30°N e λ = 30°E

2

2

Ponto 2:

𝜑 = 45 °N e λ = 45 °E

2

2

Tabela gerada

Aplicando a equação acima:

As coordenadas são calculadas a partir das fórmulas:

𝟎

𝒓𝒂𝒅

Ponto 1:

𝜑 = 30°N e λ = 30°E

𝑟𝑎𝑑

Ponto 2:

𝜑 = 45 °N e λ = 45 °E

𝑟𝑎𝑑

As fórmulas para calcular o valor de h e k são:

Ponto 1:

𝜑 = 30°N e λ = 30°E

𝑘 = sec(30°) → 𝑘 = 1 , 2

ℎ = cos(30°) → ℎ = 0 , 9

Ponto 2:

𝜑 = 45 °N e λ = 45 °E

𝑘 = sec(45°) → 𝑘 = 1 , 4

Para calcular o valor de ∆𝒖𝒎𝒂𝒙 =

(𝒔𝒊𝒏 𝝋)²

𝟏 + (𝒄𝒐𝒔 𝝋)²

fazemos:

Ponto 1:

𝜑 = 30°N e λ = 30°E

sin 30 °

2

1 + (cos 30 °)

2

Ponto 2:

𝜑 = 45 °N e λ = 45 °E

(sin 45 °)

2

cos 45 °

2

Calculando os raios das elipses temos:

Ponto 1:

𝜑 = 30°N e λ = 30°E

bem como para a determinação do exagero de área (p), para dois pontos cujas

latitudes e longitudes você pode escolher, com exceção do meridiano central e do

Equador terrestre. 𝑥 = 1 2 𝑙𝑛 ( 1 + 𝑐𝑜𝑠 𝜑 𝑠𝑖𝑛 𝛥𝜆 1 − 𝑐𝑜𝑠 𝜑 𝑠𝑖𝑛 𝛥𝜆 ) ∆λ = λ – λ0 𝑦 = 𝑎𝑟𝑐

Onde ( 𝜑 , λ) são as coordenadas geográficas, latitude e longitude; rg é o raio do globo

gerador e Δλ é a diferença em longitude entre o meridiano do ponto e o meridiano

central do mapa; h e k são as escalas particulares na direção dos meridianos e dos

paralelos, respectivamente; e p é o exagero de área.

𝟎

𝟐

𝟐

𝟏

𝟐

𝟐

𝟐

Rg é o raio do globo e pode ser encontrado pela equação:

Sendo Rt o raio da Terra.

Escala 1 : 120. 000. 000

Aplicando a equação acima:

Podemos rearrumar as equações das coordenadas cartesianas regulares planas (x,y) da

seguinte forma:

𝟎

𝟎

Podemos simplifica-las ainda mais:

Começando com 𝜑 = 0°

Y = 0mm

Para 𝝀 = 𝟏𝟓°𝑬

Fazendo com 𝜑 = 3 0°𝑁

1

𝑐𝑜𝑠𝜆

então:

Para 𝝀 = 𝟏𝟓°𝑾

𝑦 = 53 , 09 ∗ 33 ,69006686° (converto de graus para radianos)

𝑦 = 53 , 09 ∗ 30 , 86747752 ° (converto de graus para radianos)

Calculando as escalas particulares com a fórmula:

Para 𝜆 = 0°

2

2

Para 𝜆 = 15 °

2

2

Para 𝜆 = 0°

2

2

2

2

Para encontrar o exagero de área usamos a fórmula:

𝟐

𝟐