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PROJETO INTEGRADOR 1 PERIODOXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas
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Uma das mais relevantes estratégias para aumentar sua eficiência. Em tradução livre, pode ser traduzido como “ponto de referência”. Trata-se um minucioso processo de pesquisa que permite aos gestores compararem produtos, práticas empresariais, serviços ou metodologias usadas pelos rivais, absorvendo algumas características para alçarem um nível de superioridade gerencial ou operacional. O benchmarking encoraja as empresas a pensarem além de suas limitações, a buscarem fatores-chaves que aumentem exponencialmente sua competitividade (BENCHMARKING ENDEAVOR , 2019).
Fazer qualquer coisa diferente na sua empresa (uma mudança, uma atitude, uma ideia, uma invenção,) que traga uma redução de custos, um maior aproveitamento dos recursos, e, principalmente, novos produtos ou serviços para seu mercado, ou até, que abra mercados com novas soluções. A semelhança entre todos estes tipos de inovação é que traz mais dinheiro para a empresa e gerar valor agregado (INOVAÇÃO DE RESULTADOS ENDEAVOR , 2019).
Visa estabelecer uma posição lucrativa e sustentável contra as forças que determinam a competição industrial: clientes, fornecedores, concorrentes, novos entrantes e produtos substitutos. Por meio dessa estratégia a empresa se posiciona no processo de tomada de decisões quanto à corporação e à competitividade, ou seja, a definição de como fazer o direcionamento da organização a fim de agir diante das ameaças da concorrência.
Figura 1: Fatores que influenciadores da vantagem competitiva (CARVALHO, 2017).
Salim Ismail é fundador, diretor executivo e embaixador mundial da Singularity University. Ele e seus colegas cunharam o termo “organizações exponenciais”, empresas que desenvolvem soluções pelo menos 10 vezes melhores, mais rápidas e de menor custo que as empresas estabelecidas no mercado. Sua palestra no auditório principal da HSM Expo 2017 destacou os rápidos avanços tecnológicos que estão mudando diversos setores da economia. Para Salim, é preciso que aconteça a transição do conceito linear para o exponencial. “Tanto nossa educação formal quanto nossa intuição nos moldaram para fazer associações lineares, mas os dados hoje são exponenciais. Em dez ou 15 anos de crescimento da internet nos
Etnia, cor de pele, idade, gênero, religião, orientação sexual, identidade de gênero, deficiências, classe social…A lista de singularidades humanas é tão diversa quanto a própria sociedade. Felizmente, algumas empresas já começam a acolher toda essa diversidade como uma fonte de riqueza, algo que torna as organizações e o mundo mais sustentáveis e justos. Ao reconhecerem a diversidade como fator de inovação, criatividade e vantagem competitiva, elas se esforçam para criar um ambiente de trabalho onde todos se sentem bem e confortáveis em se expressar, um exercício que exige dedicação e esforços diários. Durante o Forum EXAME Diversidade, nesta quarta-feira (27), quatro empresas de referência em seus respectivos setores discutiram como os negócios podem contribuir para a valorização da diversidade, impactando positivamente a sociedade e as próprias companhias. Carrefour “Como uma empresa de varejo, temos o desafio de lidar com a diversidade e inclusão todos os dias. O varejo é um recorte da sociedade brasileira, temos todos os perfis representados na nossa companhia e lidamos com milhões de consumidores”, afirmou a pernambucana Karina Chaves, gerente de diversidade e inclusão do Carrefour. Em 2013, a rede criou um comitê dedicado à diversidade com atuação transversal, por entender que este não é um tema específico de uma área, mas do negócio como um todo. O Carrefour montou uma plataforma de diversidade que opera em quatro frentes:
Accenture Na consultoria Accenture, a agenda de diversidade está totalmente conectada com o negócio, que lida com perfis de clientes variados, do varejo ao financeiro. Para Beatriz Sairafi, diretora de RH da empresa, a promoção de valores de inclusão não acontece sem “patrocínio da liderança”.“Temos a meta de alcançar equidade de gênero de 50% até 2030”, conta. “Um dos pilares da empresa está ligado às práticas, que devem ser abertas e inclusivas para todos”. Na Accenture, o nascimento de um filho dá direito à licença igual tanto para as mães quanto para os pais, além do benefício de creche para ambos. “O que transforma o ambiente interno é ter praticas que empoderam os colaboradores”, acrescenta a executiva. E lá, isso é praticamente um mantra. “Certa vez, um dos profissionais da empresa nos procurou dizendo que faria uma transformação de identidade de gênero, e que queria nossa ajuda. Era um homem que passou a se identificar socialmente como mulher, de um dia para o outro, e que foi muito bem recebido na empresa”, contou orgulhosa a diretora de RH. Grupo Boticário No Grupo Boticário, além de um valor, diversidade é uma das seis competências pelas quais os gestores são avaliados. Há inclusive uma área de dados que permite estratificar todos os 12 mil colaboradores do grupo por singularidades, como etnia, cor de pele, gênero e classe social. “É uma fonte rica de insight para os gestores trabalharem o aperfeiçoamento de pessoas e grupos na empresa”, destaca Alvaro Garcia, diretor de marketing de “quem disse, berenice”, uma das marcas do Grupo Boticário, ao lado de O Boticário, Eudora , The Beauty Box , Multi B e Vult. Além de fazer parte dos valores organizacionais da companhia, o tema da diversidade envolve todos os públicos do Grupo. E os consumidores não são exceção. “Por meio do nosso programa de consumidor oculto, pessoas de diferentes perfis visitam nossos pontos de venda se passando por um consumidor comum para avaliar o atendimento, conforme suas necessidades específicas. A partir dessa experiência, melhoramos o que for preciso, como treinar um colaborador para ajudar uma pessoa com deficiência visual a se maquiar ou falar sobre cores”, exemplificou o executivo. Se a diversidade faz parte da cultura e dos valores organizacionais da companhia, ainda carrega estigmas pesados na sociedade brasileira. O Grupo “sentiu na pele” esses preconceitos quando lançou em 2015 a campanha de Dia dos Namorados, do Boticário, que mostrou diferentes tipos de casais, heterossexuais e homossexuais, trocando presentes. A propaganda virou alvo de protestos e ameaça de boicote à marca nas redes sociais e até de denúncia ao Conar. No ano passado, o alvo das críticas foi o comercial da marca retratando uma família negra para o Dia dos Pais. “Em ação recente, quem disse berenice? Retratou casais héteros, amigos e homossexuais se beijando. Perdemos mais de 14 mil seguidores nas redes sociais, mas ganhamos mais de 10 mil”, conta Álvaro. Para o executivo, há um aprendizado em todos os esforços das empresas para promover a diversidade, tanto internamente quanto externamente. “Diversidade não é um fim, mas uma jornada. Há sempre oportunidades para dar novos passos. Se cada indivíduo colocar seu tijolinho ali e fizer a sua parte, nós construiremos o monumento da diversidade. É um trabalho em conjunto”(EXAME DIVERSIDADE, 2019).
encontra recicladores cadastrados por região e por material coletado, além de poder negociar valores de coleta diretamente com os profissionais. Segundo Melchior, essa rede de catadores é um problema social, inerente à realidade brasileira, mas que acaba por favorecer a reciclagem. Graças a ela, por exemplo, o Brasil é um dos países que mais recicla alumínio no mundo. Uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) mostra que os catadores são responsáveis por 90% do lixo reciclado no país. A existência dessa rede de recicladores é, de fato, um problema econômico e social. O número de catadores informais cresceu 48% entre 2014 e 2018, período que contempla a maior recessão econômica do país (2014-2016), na qual o PIB acumulou uma queda de 8,2%. Em dezembro do ano passado, a categoria somava 268 mil trabalhadores, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), do IBGE, compilados pela Fundação Getúlio Vargas. Em 2018, a renda mensal dos catadores era de 690 reais, inferior ao salário mínimo na época (954 reais) e equivalente a menos de um terço da renda média nacional (2.243 reais). Os negros representam quase 70% dessa população e apenas três em cada dez recicladores completaram o ensino fundamental. Embora a situação não seja a ideal, para Melchior, pior seria não fazer nada. “Vamos evoluir com o tempo. O momento agora é de repensar as embalagens”, diz ele. Isso pode significar a retomada de alguns frascos que caíram em desuso, como as latas e as garrafas de vidro. Durante um bom tempo, os antigos recipientes metálicos foram sendo substituídos por garrafas pet, de plástico, ou as chamadas caixas “tetra”, como as de leite longa vida. “Talvez a gente precise revisitar antigas soluções”, afirma Melchior. A Nestlé deve intensificar o uso de latas de alumínio, de acordo com o executivo. O Leite Moça, por exemplo, aos poucos deixará de ser vendido nas caixinhas tetra. Essa mudança exige investimentos. Nos últimos três anos, a empresa destinou 200 milhões de reais para ações e tecnologias nas fábricas, parcerias com instituições do terceiro setor, como os projetos Tamar e Reciclar pelo Brasil, e ações de conscientização ambiental. Para 2019, estão previstos mais de 400 milhões de reais em investimentos no parque industrial (em diversas frentes, não apenas em sustentabilidade). O custo da mudança, no entanto, não é um problema. “A maioria dos materiais, quando se tem escala, apresenta custos semelhantes”, diz Melchior. A dificuldade está mesmo na adaptação do processo produtivo. No caso das garrafas pet, a produção é muito simples. “Você coloca o recipiente na máquina e enche de produto”, afirma o executivo. Por esse motivo, a indústria optou pelo plástico nas últimas décadas. “A barreira de entrada, com o pet, é muito menor”. O uso de latas, por outro lado, exige a instalação de um setor de lataria na fábrica, bem mais complexo. Há uma dificuldade adicional: encontrar fornecedores. A empresa teve dificuldades para obter um canudo de papel adequado ao Prontinho. “Mesmo a indústria de celulose não estava preparada”, relata o CEO. Neste ano, a Nestlé promoveu um concurso de design para o desenvolvimento de uma solução de embalagem que permita o consumo do achocolatado sem o acessório. A ideia vencedora transformou a aba da caixinha em um cone, por onde passará o líquido. O projeto se encontra em fase de execução. Ao mesmo tempo, o consumidor terá de aceitar a perda de algumas comodidades. Foi a indústria que introduziu o plástico no mercado de consumo. Mas, segundo Melchior, as pessoas se acostumaram com a praticidade de, por exemplo, comprar uma garrafinha de 510 ml de água mineral. O que se estabeleceu foi uma relação simbiótica, na qual as empresas não renunciam ao plástico por medo de perderem vendas, e os consumidores relutam em voltar a beber diretamente do copo, sem um canudinho, ou a carregar uma garrafa de vidro. Daí a necessidade de se realizar campanhas de conscientização, como a do Ecobot. Talvez a tecnologia possa recriar essa simbiose, de uma forma que beneficie o meio ambiente (EXAME NESTLÉ, 2019).
O Magazine Luiza está fazendo o maior investimento da história em uma única campanha de marketing , voltada para Black Friday. Às 22h30 do dia 28 de novembro, a quinta-feira que antecede a data da megaliquidação, a rede coloca no ar um show ao vivo de duas horas no canal Multishow , da TV paga. O show vai mesclar entretenimento e venda para ampliar a comercialização de cerca de 12 milhões de itens disponíveis para compra no aplicativo da empresa. Destes, um milhão de produtos foram negociados com fornecedores para serem ofertados com desconto de até 80% na Black Friday deste ano. A rede não revela a cifra investida na campanha de marketing. Só diz que o desembolso é o triplo do que gastou na mesma data do ano passado. Batizado de “ Black das Black ”, o show será comandado pelo apresentador Luciano Huck. Com a participação de cantores, humoristas e influenciadores digitais, as barganhas da Black Friday serão oferecidas ao telespectador de forma lúdica, por meio de competições e brincadeiras entre os artistas. Dependendo de quem vence o jogo, por exemplo, o produto terá um determinado desconto. Os artistas também farão apresentações. E, nesse meio de tempo, o consumidor que já baixou o aplicativo da empresa no celular, poderá comprar os produtos. “Não vamos só fazer a venda de balcão, mas apresentar as ofertas de forma contextualizada”, diz Ana Paula Rodrigues, diretora de marketing. Ela frisa que a estratégia da marca Magalu é fazer a transformação digital do consumidor. Solteiros Segundo a executiva, esse formato de campanha num canal de TV fechada é inédito no Brasil. A inspiração veio do outro lado do mundo. No Dia dos Solteiros, a megaliquidação celebrada hoje na China, o Alibaba , gigante do comércio online do país, promove eventos semelhantes para engajar o consumidor e vender mais. Hoje, 14 milhões de pessoas por mês usam o aplicativo do Magalu. A empresa não revela quais são as metas para conquistar novos usuários. Atualmente o comércio online responde por quase 50% das vendas da companhia. Dias antes do show , Ana Paula conta, serão feitas chamadas de 10 a 15 segundos em todos os canais da Globosat , no YouTube , no Facebook e na Globo, incentivando o consumidor a baixar o app da empresa para poder comprar com desconto. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo (EXAME MAGAZINE LUIZA, 2019).