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Propagação de Erro e Densidade, Trabalhos de Física Experimental

Relatório de Física Experimental I

Tipologia: Trabalhos

2020

Compartilhado em 20/02/2020

jpedro123
jpedro123 🇧🇷

4.7

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Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Engenharia Elétrica
Física Experimental 1
Profº: Ivo Aparecido Goulart
Disciplina: EL21B Turma: E22
Atividade 09 Propagação de Erros e Densidade
Nome João Pedro Horácio da Silva RA: 2101580
Jonas Bonoto Estevam RA:2100576
Lucas Rosalin Chaves de Sousa RA:2051958
Fernando Landgraf Egea Pereira RA:1915967
Cornélio Procópio
2019
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Universidade Tecnológica Federal do Paraná

Engenharia Elétrica

Física Experimental 1

Profº: Ivo Aparecido Goulart

Disciplina: EL21B Turma: E2 2

Atividade 09 – Propagação de Erros e Densidade

Nome − João Pedro Horácio da Silva RA: 2101580

− Jonas Bonoto Estevam RA:

− Lucas Rosalin Chaves de Sousa RA:

− Fernando Landgraf Egea Pereira RA: 1915967

Cornélio Procópio

2

1. TÍTULO DO EXPERIMENTO

Propagação de erros e densidade.

2. OBJETIVO

Familiarizar com a teoria de propagação de erros.

3. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

3.1 ERROS

O ato de medir é, em essência, um ato de comparar, e essa comparação

envolve erros de diversas origens (dos instrumentos, do operador, do processo

de medida etc.). Quando se pretende medir o valor de uma grandeza, pode-se

realizar apenas uma ou várias medidas repetidas, dependendo das condições

experimentais particulares ou ainda da postura adotada frente ao experimento.

Em cada caso, deve-se extrair do processo de medida um valor adotado como

melhor na representação da grandeza e ainda um limite de erro dentro do qual

deve estar compreendido o valor real.

3.1.1 TIPOS DE ERROS

Erros grosseiros: são erros que resultam de uma desatenção do

experimentador.

Erros sistemáticos: são erros oriundos de causas constantes e que afetam as

medidas de um modo uniforme, deslocando o melhor valor sempre de uma

constante.

Erro estatístico: mede de alguma forma a dispersão dos dados ao redor da

média.

Erro absoluto: Diferença entre o valor exato de um número x e o seu valor

aproximado x’.

Erro relativo: como dependendo das grandezas envolvidas o erro absoluto

pode não ser muito significativo, portanto empregamos o erro relativo que é o

erro absoluto dividido pelo valor aproximado x’.

3.2 INCERTEZAS

Quando a medição de uma grandeza R de interesse é feita de maneira

indireta, sendo esta grandeza obtida a partir de medidas de n grandezas

primárias {a 1 , a 2 , a 3 , ..., ak, ..., an}, o cálculo de R é feito a partir de uma função

conhecida das grandezas primárias.

Estas grandezas são também denominadas grandezas de entrada, enquanto

a grandeza R é denominada grandeza de saída.

Fazendo um desenvolvimento matemático apropriado, temos uma expressão

para o cálculo da incerteza padrão da grandeza de saída.

4

σρ =

2

∗ σV² + (

2

∗ σM²

σρ = ρ ∗

−σV

2

σM

2

Equação 5. Equação para obtenção do desvio da densidade.

Da mesma forma que foi calculado o volume, desvio do volume, densidade e

desvio da densidade com a régua foi feito com o paquímetro obedecendo a

mesma sequência acima

5. RESULTADOS

5.1 RÉGUA

Os valores mostrados abaixo foram medidos a partir do uso da régua.

Espessura: E = (1,69 ± 0,05) cm

Diâmetro: D = (11,92 ± 0,05) cm

Massa: M = (1509,22 ± 0,01) g

Tabela 1 – valores da Espessura, Diâmetro e Massa com a régua.

Substituindo os valores encontrados com as medidas feitas pela régua na

Equação 2 obteve-se:

π ∗ ( 11 , 92 )

2

∗ ( 1 , 69 )

Encontrou-se o valor de V = 188,594532 cm³.

Com o valor do volume e através da equação 3 obteve que a incerteza foi de:

σV =

π ∗ 11 , 92

2 ∗ 1 , 69

2

2

Após feitos os cálculos, o valor encontrado para o desvio do volume foi de:

σV = 188 , 60580 cm³.

Assim temos que a variação do volume foi igual a:

VOLUME = (189 ± 6) cm³.

A partir da equação 4 temos que a densidade do corpo de prova foi de:

ρ =

1509 , 22

188 , 594532

O valor da densidade encontrado foi de ρ = 8,

𝑔

𝑐𝑚³

Substituindo os valores encontrado durante todo o experimento na

equação 5, chegou-se então na seguinte equação:

σρ = 8 , 00245 ∗

2

2

5

O valor obtido do desvio da densidade foi de σρ = 0 , 25459

𝑔

𝑐𝑚³

Assim temos que a variação da densidade foi igual a:

DENSIDADE = (8,0 ± 0,3)

𝑔

𝑐𝑚³

5.2 PAQUÍMETRO

Os valores mostrados abaixo foram medidos a partir do uso do

paquímetro.

Espessura: E = (1,72 ± 0,005) cm

Diâmetro: D = (12,20 ± 0,005) cm

Massa: M = (1509,22 ± 0,01) g

Substituindo os valores encontrados com as medidas feitas pelo

paquímetro na Equação 2 obteve-se:

π ∗ ( 12 , 20 )

2 ∗ ( 1 , 72 )

Equação 1. Equação com os dados substituídos.

Encontrou-se o valor de V = 201,065699 cm³.

Com o valor do volume e através da equação 3 obteve que a incerteza

foi de:

σV =

π ∗ ( 12 , 20 )

2 ∗ 1 , 72

2

2

Após feitos os cálculos, o valor encontrado para o desvio do volume foi de:

σV = 0 , 607 cm³.

Assim temos que a variação do volume foi igual a:

VOLUME = (201,1 ± 0,6) cm³.

A partir da equação 4 temos que a densidade do corpo de prova foi de:

ρ =

1509 , 22

201 , 065699

O valor da densidade encontrado foi de ρ = 7,

𝑔

𝑐𝑚³

Substituindo os valores encontrado durante todo o experimento na

equação 5, chegou-se então na seguinte equação:

σρ = 7 , 50610 ∗

2

2

O valor obtido do desvio da densidade foi de σρ = 0 , 02239

𝑔

𝑐𝑚³

Assim temos que a variação da densidade foi igual a: