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Provas de concursos
Tipologia: Provas
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04.05.
PMSP0702/03-EnfermeiroClasseI-V1 4
08. Assinale a alternativa em que todas as palavras estão acentua- das de maneira correta.
(A) Você se esqueceu de responder a dois ítens da prova.
(B) Em 1808, a corôa portuguesa decidiu vir para o Brasil.
(C) Ela têm um encanto especial, quando fala e ri.
(D) Entre os animais em extinção estão o tatú e o sagüí.
(E) Saímos pela manhã, depois de pôr as coisas no carro.
09. Assinale a alternativa em que todas as vírgulas estão corre- tamente empregadas.
(A) Dom João VI viajou em um navio e, sua esposa, em um outro diferente.
(B) Charles Darwin o grande naturalista britânico, viajou, no Beagle.
(C) Em 2008, o Jardim Botânico do Rio de Janeiro completa 200 anos.
(D) O homem, que possui pele negra, é menos sensível aos raios solares.
(E) Veja uma história, real um drama, contado em cartas, por Ingrid Betancourt.
10. Assinale a alternativa em que o acento indicativo da crase está empregado de modo correto.
(A) O livro O Gene Egoísta foi doado à nossa biblioteca na semana passada.
(B) Recebemos notícias de que, à partir de amanhã, teremos novas tarefas.
(C) Pedimos à Vossa Excelência que procure providenciar uma outra data.
(D) Ontem, fomos à uma reunião onde foram tratados pro- blemas de segurança.
(E) É preciso muito cuidado com aquilo que compramos à prazo.
11. A Constituição da República Federativa do Brasil estabelece que compete ao Sistema Único de Saúde
(A) “controlar e fiscalizar procedimentos, produtos e subs- tâncias de interesse para a saúde”, o que se estende aos equipamentos destinados à prática de esportes.
(B) “dispor sobre as condições e requisitos para a remoção de órgãos e tecidos”, o que abrange a autorização para descarte de embriões humanos.
(C) “incrementar o desenvolvimento científico e tecnológico em sua área de atuação”, o que resulta na pertinência da definição de prioridades para o financiamento de pesquisas em saúde.
(D) “participar da formulação da política e da execução das ações de saneamento básico”, o que inclui definir as formas de acondicionamento, tratamento e destino do lixo urbano.
(E) “colaborar na proteção do meio-ambiente”, o que implica manter em conformidade com as normas anti-poluição, os veículos destinados a transportes de materiais e pessoas para os serviços de saúde.
12. A Lei n.º 8.080/90 prevê que, para integrar e articular recursos, técnicas e práticas voltadas para a cobertura total das ações de saúde, o Sistema Único de Saúde – SUS,
(A) no nível municipal, poderá organizar-se em distritos.
(B) no nível estadual, deverá estimular os consórcios entre as diferentes unidades da federação.
(C) no Distrito Federal, articular-se-á com os Estados para encaminhamento direto de personalidades políticas a serviços de saúde especializados.
(D) no nível federal, precisará ter suas ações propostas pelas Comissões Tripartites.
(E) em todos os níveis de governo, necessitará de aprovação da territorialização mediante participação popular.
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13. A Lei n.º 8.142/90 dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde – SUS e sobre
(A) as regras para a destinação de recursos da saúde pelo Poder Legislativo.
(B) as formas de fiscalização dos recursos financeiros da saúde pelo Poder Judiciário.
(C) as transferências intergovernamentais de recursos finan- ceiros na área da saúde.
(D) os mecanismos de ação do Poder Executivo na proposição de gastos com saúde.
(E) as instâncias de governo responsáveis pela implementa- ção das políticas de saúde.
14. A Portaria n.º 399/GM, de 22 de fevereiro de 2006, que divulga o Pacto pela Saúde 2006 – consolidação do SUS e aprova as diretrizes operacionais do referido pacto, estabelece que, dentre as prioridades do Pacto pela Vida e seus objetivos, está
(A) a vigilância do câncer de órgãos ligados à reprodução humana.
(B) a implantação da política nacional de saúde da pessoa idosa.
(C) a redução da mortalidade materna por câncer de útero.
(D) o fortalecimento da resposta do sistema de saúde à febre amarela.
(E) o empenho no aumento da resolutividade do Programa de Saúde da Família.
15. A Portaria n.º 2.048/2002 classifica as ambulâncias em seis tipos. São tripuladas por médico e enfermeiro as dos tipos
(A) A e B.
(B) B e C.
(C) C e D.
(D) D e E.
(E) E e F.
16. Conforme a Portaria n.º 1.863/2003, entende-se como com- ponente pré-hospitalar fixo:
(A) unidades básicas de saúde e unidades de saúde da família, equipes de agentes comunitários de saúde, ambulatórios especializados.
(B) serviço de atendimento móvel de urgência e os serviços associados de salvamento e resgate, sob regulação médica de urgência.
(C) portas hospitalares de atenção às urgências das unidades hospitalares gerais de tipo I e II e das unidades hospita- lares de referência tipo I, II e III, bem como toda a gama de leitos de internação.
(D) leitos gerais e especializados de retaguarda, de longa permanência e os de terapia semi-intensiva e intensiva, mesmo que estejam situados em unidades hospitalares que atuem sem porta aberta às urgências.
(E) modalidade de atenção domiciliar, hospital-dia e projetos de reabilitação integral com componente de reabilitação de base comunitária.
17. A Portaria n.º 1.864/GM de 2003 estabelece
(A) o Regulamento Técnico dos Sistemas Estaduais de Ur- gências e Emergências, definindo a organização estrutural e funcional dos sistemas, bem como a responsabilidade das três esferas gestoras da saúde pública brasileira.
(B) a Política Nacional de Atenção às Urgências, a ser im- plantada em todas as unidades federais, respeitadas as competências das três esferas de gestão.
(C) os princípios e diretrizes dos Sistemas Estaduais de Ur- gências e Emergência, as normas e critérios de funciona- mento, a classificação e o cadastramento de serviços.
(D) a Regulação Médica das Urgências e Emergências, atendimento pré-hospitalar, atendimento pré-hospitalar móvel, atendimento hospitalar, transporte inter-hospitalar e a criação de Núcleos de Educação.
(E) o componente pré-hospitalar móvel da Política Nacional de Atenção às Urgências, por intermédio da implanta- ção de Serviços de Atendimento Móvel de Urgência em municípios e regiões de todo o território brasileiro: SAMU – 192.
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22. Celeste trata de Tuberculose e de Hanseníase na Unidade Básica de Saúde e acertadamente recebeu, da enfermeira Alda, a
(A) dose de rifampicina requerida para tratar hanseníase e não para tratar tuberculose.
(B) medicação para tratar Strongiloides stercoralis para evitar disseminação do parasita como o uso de prednisona.
(C) orientação sobre medidas de anticoncepção a serem adotadas durante o tratamento porque a talidomida tem efeito abortivo.
(D) vacina BCG ID, que diminui a disseminação de ambos os vírus para os comunicantes.
(E) recomendação de não se expor ao sol por causa da pos- sibilidade de instalação de ictiose com a dapsona.
23. O processo saúde-doença, tal como compreendido na organi- zação do Sistema Único de Saúde – SUS, deve ser entendido como
(A) situação de vida do ser humano, que tende a se manter saudável quando adequadamente assistido pelos serviços de saúde, exceto na velhice, quando tende à doença.
(B) socialmente determinado e, por esse motivo, passível apenas de intervenções de natureza coletiva, quando se quer promover a saúde, e individual, quando se quer recuperá-la.
(C) forma de funcionamento do corpo humano biológico tomado coletivamente, que está presente nas sociedades organizadas nas quais a convivência é condição de vida e sobrevivência.
(D) estado de equilíbrio biológico em que as adaptações do organismo humano ao meio ambiente preservam a sua capacidade de participar socialmente, nos limites de sua cultura e classe social.
(E) modo pelo qual ocorre o processo biológico de desgaste e reprodução, no qual a doença é um momento particular de presença de um funcionamento biológico diferente, com conseqüências para o desenvolvimento da atividade humana.
24. É exemplo clássico de agravo à saúde do trabalhador:
(A) dengue em agentes comunitários de saúde.
(B) silicose em técnicos em informática.
(C) anemia aplástica em farmacêuticos.
(D) obesidade em cozinheiros.
(E) LER em cabeleireiras.
Leia o texto para responder às questões de números 25 a 29.
Estela é enfermeira do Programa de Saúde da Família da Secretaria de Saúde do Município de São Paulo que, ao visitar pela primeira vez um domicílio localizado na área atendida por sua equipe, encontrou o senhor Alcebíades, o avô, no leito, queixando-se de dor nas costas após uma queda, a neta de quinze anos – Fátima, cuidando dele e de Jurema, a filha de dois anos de uma amiga de sua mãe, que mora do outro lado da cidade. Os três ficam sozinhos quase todo o tempo, até que Lucélia e Vânia, as respectivas mães de Fátima e de Jurema, que moram na casa da família em que são empregadas domésticas durante os dias úteis da semana, retornem aos respectivos domicílios no sábado à tarde. Jurema freqüentou o serviço de saúde regularmente até a idade de um ano e dois meses, quando sua mãe arranjou o em- prego em que trabalha atualmente e nunca mais foi às consultas. Lucélia tem cinqüenta anos, sofre de eczema e já não menstrua mais, segundo informações de Fátima. Esta, por sua vez, afirma ter descoberto que estava grávida, por causa desse mesmo sintoma, quando assistiu a uma palestra no Centro de Saúde ao acompanhar seu avô diabético, à consulta de rotina há dois meses, numa das folgas da mãe. Ao entrevistar o Sr. Alcebíades, Estela soube que tinha sido levado ao pronto-socorro no domingo por Lucélia e que o médico lhe disse que não havia fraturas ou luxações, mas que a queda poderia ter sido causada aparentemente por causa da perda da visão. De fato, no exame físico realizado por Estela, o olho direito do Sr. Alcebíades se apresentava muito vermelho, com pupila dilatada. Ele lhe garantiu que, embora sentisse dor, não o machucara na queda, motivada por um empurrão da neta. A caderneta de vacinas de Jurema ficara na casa da vizinha e Fátima foi buscá-la para que Estela verificasse a situação da criança. Quando voltou, Fátima estava pálida e disse que se assustou porque, na volta, sentiu uma “torção na barriga, como se tivesse uma lombriga gigante se remexendo”. Contou que já tinha tratado de parasitose intestinal na escola, mas que, agora que deixou de freqüentá-la, precisa ir à farmácia para pedir ao balconista que lhe venda um remédio para esse problema.
25. Considerando as necessidades de saúde de Jurema e a situa- ção em que vive, Estela acertadamente concluiu que, além de encaminhar o caso para a assistente social que atende essa comunidade, a lactente precisa voltar a ter seu crescimento e desenvolvimento acompanhados pelo serviço de saúde e completar o esquema de vacinação com doses de
(A) tetravalente e rotavírus.
(B) tríplice viral e hepatite B.
(C) tríplice bacteriana e anti-poliomielite.
(D) dupla infantil e anti-hemofilus B.
(E) anti-pneumocócica e anti-gripe.
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26. Considerando as necessidades de saúde de Vânia e a situação em que vive, Estela acertadamente ponderou que deve enca- minhar o caso para
(A) o Conselho Tutelar da Infância e Juventude da região.
(B) a associação de moradores do bairro onde ela mora.
(C) a assistente social da creche próxima ao domicílio visitado.
(D) a equipe de PSF que atende sua região de moradia.
(E) o líder comunitário do local onde ela mora.
27. Considerando as necessidades de saúde de Lucélia e a situação em que vive, Estela acertadamente, além de encaminhar o caso para a assistente social que atende essa comunidade, decidiu
(A) averiguar o dia da próxima folga de Lucélia e retornar ao domicílio nessa data para avaliar suas condições de saúde e tomar as condutas cabíveis.
(B) solicitar-lhe que compareça à unidade de saúde referência para receber vacina dupla-adulto e pegar guia de enca- minhamento para mamografia.
(C) deixar-lhe um relatório informando-a dos riscos à saúde, percebidos no domicílio, recomendando a designação de um cuidador profissional para a sua família.
(D) pedir à Fátima que entregue o número do telefone da unidade de saúde referência para que sua mãe agende uma consulta com o ginecologista.
(E) determinar à agente comunitária de saúde de sua equipe que monitore a família com visitas diárias.
28. Considerando as necessidades de saúde de Alcebíades e a situação em que vive, Estela acertadamente, além de encaminhar o caso para a assistente social que atende essa comunidade, decidiu
(A) inscrevê-lo no mutirão de cirurgia de catarata que haverá na região, pois isso pode estar lhe causando os sintomas apresentados.
(B) aconselhá-lo a vacinar-se contra gripe e realizar caminha- das pois, se ficar deitado por muito tempo, pode contrair pneumonia.
(C) recomendar a Fátima que recolha sempre os brinquedos espalhados por Jurema, pois podem se constituir em risco de queda para o idoso.
(D) tomar as medidas cabíveis para o agendamento de aten- dimento especializado em Oftalmologia com brevidade, pois pode estar desenvolvendo glaucoma agudo de ân- gulo fechado, que leva à cegueira súbita.
(E) aumentar provisoriamente em 10% a dose do hipoglice- miante oral, até que retorne à consulta de controle, pois ele pode estar desenvolvendo degeneração macular, como conseqüência da Diabetes melittus.
29. Considerando as necessidades de saúde de Fátima e a situa- ção em que vive, Estela acertadamente decidiu que, além de encaminhar o caso para a assistente social que atende essa comunidade, precisa convencê-la a procurar a unidade básica de saúde com brevidade e
(A) vacinar-se com tríplice viral e dupla adulto. (B) agendar uma consulta para receber a assistência adequada a essa fase do ciclo vital e situação de agravos à saúde em que se encontra.
(C) participar do grupo de adolescentes para receber expli- cações sobre as manifestações da gravidez e métodos anti-concepcionais. (D) efetuar o Papanicolaou para ter certeza de que não con- traiu o HPV.
(E) tratar sua parasitose para voltar a ter saúde.
30. Observe as duas colunas apresentadas sobre Risco de Con- taminação e Acidentes a que estão expostos os profissionais de APH e Equipamentos de Proteção Individual.
Equipamento de Proteção Individual (EPI) Agentes Infecciosos W. Óculos de proteção I. Vírus da hepatite B X. Luvas de procedimento II. Bacilo da tuberculose Y. Máscara cirúrgica III. Vírus da AIDS Z. Máscara N A correlação correta entre o EPI e o agente infeccioso é: (A) I - W, X e Z II - Y e X III - Y (B) I - X, Y e W II - Z III - X, Y e W (C) I - W e Z II - Z III - W, X e Z
(D) I - Z e X II - Y, X e W III - Z e X (E) I - Y, X e W II - Z e X III - Y e W
31. A Sistematização da Assistência de Enfermagem nos locais de prática em saúde coletiva e atendimento de urgência e emergência apresenta desafios e resultados diferentes, sendo que a primeira é caracterizada por (A) prescrição para grupos de pessoas e a segunda opera por protocolos. (B) diagnóstico baseado na classificação do CIPESC e a segunda, no NIC e NOC. (C) exame físico que abrange as condições ambientais e a segunda, pela orientação para a circunstância que moti- vou o atendimento. (D) evolução sistemática acompanhada de longo prazo e a segunda não desenvolve essa etapa. (E) histórico familiar e a segunda, por antecedentes indivi- duais da vítima em atendimento.
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38. Quanto às emergências obstétricas, pode-se afirmar que
(A) as duas condições clínicas mais freqüentes que se apresentam como hemorragias do primeiro trimestre de gestação são placenta prévia e deslocamento prematuro da placenta.
(B) as duas condições clínicas mais freqüentes que se apresentam como hemorragias do primeiro trimestre de gestação são abortamento e prenhez ectópica.
(C) o diagnóstico na prenhez ectópica pode ser tardio, pois só 0,5% evolui para emergências cirúrgicas.
(D) cerca de 50% dos abortamentos espontâneos ocorrem no segundo trimestre da gestação.
(E) a doença hipertensiva específica da gravidez não ameaça a vida da parturiente e do feto.
39. Na presença do diagnóstico de enfermagem – Risco para le- sões relacionadas com a interrupção da gravidez, causada por uma anormalidade materna ou fetal – as ações de enfermagem pertinentes são
(A) observar sinais de infecção, avaliar a dor e reduzir os estímulos ambientais perturbadores.
(B) verificar a pressão arterial, os resultados de exames laboratoriais e observar o edema e sua evolução.
(C) avaliar o sangramento vaginal, a presença de cólicas e o desaparecimento dos sinais e sintomas de gravidez.
(D) monitorar os sinais vitais e, de acordo com a prescrição médica, iniciar infusão endovenosa de cristalóide e mo- nitorar o débito urinário.
(E) administrar oxigênio por cateter nasal, realizar catete- rismo vesical, monitorar a função renal e posicionar a paciente em decúbito lateral esquerdo.
40. Na vigência de quadro clínico de cetacidose diabética, o enfer- meiro deve antecipar o preparo da medicação necessária à sua correção, prevendo a terapêutica com a administração de
(A) insulina simples endovenosa contínua e soro fisiológico.
(B) insulina NPH e soro glicosado a 5%.
(C) bicarbonato de sódio e soro fisiológico.
(D) insulina NPH e soro fisiológico.
(E) cloreto de potássio a 19,1%.
Leia o texto para responder às questões de números 41 e 42.
Em um atendimento pré-hospitalar, um paciente politrauma- tizado, vítima de colisão carro versus caminhão, apresenta-se em parada cardiorrespiratória, com trauma torácico grave. Ele está sendo assistido pela equipe de suporte avançado e já foi instalado o acesso definitivo às vias aéreas superiores.
41. A enfermeira deve preparar a medicação a ser administrada nesse paciente que, segundo as diretrizes da American Heart Association , é (A) adrenalina/epinefrina 1 mg EV em bolus a cada 3 a 5 minutos e atropina 1 mg EV em bolus 3 a 5 minutos até 0,4 mg/kg de peso. (B) adrenalina/epinefrina 1 mg EV em bolus a cada 3 a 5 minutos e lidocaína EV 1 a 1,5 mg/kg em bolus, repetindo a dose de 3 a 5 minutos até 3 mg/kg de peso. (C) adrenalina/epinefrina 1 mg EV em bolus a cada 3 a 5 minutos e amiodarona EV em bolus de 300 mg, com dose máxima tolerada de 2 g nas 24 horas. (D) adrenalina/epinefrina 1,5 mg EV em bolus a cada 3 a 5 minutos e atropina 1,5 mg EV em bolus 3 a 5 minutos até 0,4 mg/kg de peso. (E) adrenalina/epinefrina 0,5 mg EV em bolus a cada 3 a 5 minutos e lidocaína EV 1 a 1,5 mg/kg em bolus, repetindo a dose de 3 a 5 minutos até 3 mg/kg de peso com dose máxima tolerada de 2 g nas 24 horas. 42. A reanimação cardiopulmonar-cerebral do paciente deve ser realizada com a freqüência necessária entre a ventilação e a compressão cardíaca, na razão de (A) 2:30, com dois socorristas e sem sincronia. (B) 2:30, independentemente da quantidade de socorristas e sem sincronia. (C) 2:30, com um socorrista e com sincronia. (D) 1:15, com dois socorristas e com sincronia.
(E) 1:15, independentemente da quantidade de socorristas e sem sincronia.
43. O quadro clínico da cetoacidose diabética é caracterizado por (A) distúrbios visuais, desidratação intensa, hálito cetônico e bradicardia. (B) dor abdominal, fraqueza, perda de peso, bradicardia e hipotensão. (C) poliúria, polidipsia, náuseas, vômitos, sonolência e coma. (D) taquicardia, hipertensão, hálito cetônico e sonolência. (E) alteração do padrão respiratório e hipertensão.
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44. De acordo com o protocolo preconizado pelo Advanced Cardiac Life Support , a seqüência dos cuidados com uma vítima de Acidente Vascular Cerebral, no primeiro atendimento, é (A) administrar oxigênio, verificar sinais vitais e tratar a hipertensão pulmonar. (B) avaliar o ABC, estabelecer acesso venoso e administrar terapêutica fibrinolítica. (C) administrar oxigênio, estabelecer acesso venoso e admi- nistrar terapêutica fibrinolítica. (D) avaliar o ABC, verificar sinais vitais, administrar oxigê- nio e estabelecer um acesso venoso. (E) verificar sinais vitais, administrar oxigênio, estabelecer acesso venoso e tratar a hipertensão pulmonar. 45. O SAMU recebeu uma solicitação de atendimento de um paciente com 67 anos apresentando dor torácica sugestiva de isquemia que teve inicio há mais ou menos quatro horas. Ao exame físico, o paciente apresenta sudorese, palidez cutânea com cianose perilabial e dor precordial com irradiação para o membro superior esquerdo. Sua Pressão Arterial está em 100 x 60 mmHg, a Freqüência Cardíaca em 130 bpm e seu Eletrocardiograma apresenta supradesnivelamento do seg- mento ST. A assistência de enfermagem deve antecipar o provimento de recursos para a instituição das medidas iniciais de tratamento que são: oxigênio, nitrato, morfina e
(A) ácido acetilsalicílico. (B) preparo para trombólise. (C) preparo para angioplastia primária. (D) seguimento ambulatorial. (E) observação por 8 a 12 horas.
46. Em um paciente vítima de queimadura de 2.º grau e com uma área de superfície corpórea queimada de 30%, pesando 80 kg, o controle hídrico a ser efetuado pelo enfermeiro deve considerar que a reposição de volume nas 24 horas iniciais é (A) 4 800 mL, nas primeiras 16 horas e 4 800 mL, nas 8 horas subseqüentes. (B) 4 800 mL, nas primeiras 8 horas e 4 800 mL, nas 16 horas subseqüentes. (C) 4 800 mL, nas primeiras 12 horas e 4 800 mL, nas 12 horas subseqüentes. (D) 9 600 mL, em 12 horas e 9 600 mL, nas 12 horas subse- qüentes. (E) 9 600 mL, em 16 horas e 9 600 mL, nas 8 horas subse- qüentes. 47. O exame físico de enfermagem na vigência de Síndrome Compartimental aguda nos traumas de extremidades deve levar em consideração que
(A) ocorre isquemia pelo aumento do tamanho do edema ou diminuição das dimensões do curativo.
(B) não ocorre isquemia e necrose subseqüente, quando a pressão no compartimento ósteo-facial do músculo é intensa.
(C) se a isquemia não for tratada, raramente evoluirá para uma disfunção duradoura ou perda total da função da extremidade.
(D) só ocorre isquemia nos membros inferiores, onde o músculo está contido dentro de um espaço delimitado pela fáscia.
(E) só ocorre isquemia nos membros superiores, onde o músculo está contido dentro de um espaço delimitado pela fáscia.
48. O sangramento gastrointestinal pode ser classificado em he- morragia digestiva alta (HDA) e hemorragia digestiva baixa (HDB). Pode-se afirmar que
(A) a presença de hematêmese e melena é mais freqüente na HDA e a presença de enterorragia é mais observada na HDB.
(B) na HDA, as principais manifestações de sangramento são por hematêmese e enterorragia e, com menor freqüência, a melena.
(C) a doença ulcerosa péptica e a gastrite hemorrágica re- presentam as etiologias mais comuns de HDB e ocorrem em mais da metade dos casos, seguidas pelas varizes de esôfago.
(D) a melena é um sinal importante de presença de hemor- ragia ativa, o que não ocorre com a presença de hematê- mese.
(E) a presença de enterorragia é mais observada na HDA e a presença de hematêmese e melena nunca são conco- mitantes.