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Quarta Parte.4, Resumos de Enfermagem

Qual a necessidade de profissionais de enfermagem para um ambulatório que atende as especialidades de clinica médica, clinica cirúrgica, pediatria, ...

Tipologia: Resumos

2023

Compartilhado em 16/01/2023

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QP(SF) = TSF x Km(SF)
E o Km, segue um valor constante, de acordo com a carga
horária = Km = PT x IST ---- Km = 0,1916
JST
QP (enf.) = 89 x 0,1916 ==== QP = 17,05 = 17 Enfermeiros
QP (técnico) = 224 x 0,1916 ===== QP = 42,91 = 43 Téc. de Enf.
QP (Auxiliar) = 210 x 0,1916 ===== QP = 40,23 = 40 Aux. de Enf
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QP(SF) = TSF x Km(SF)

E o Km, segue um valor constante, de acordo com a carga

horária = Km = PT x IST ---- Km = 0,

JST

QP (enf.) = 89 x 0,1916 ==== QP = 17,05 = 17 Enfermeiros

QP (técnico) = 224 x 0,1916 ===== QP = 42,91 = 43 Téc. de Enf.

QP (Auxiliar) = 210 x 0,1916 ===== QP = 40,23 = 40 Aux. de Enf

Qual a necessidade de profissionais de enfermagem para um ambulatório que atende as especialidades

de clinica médica, clinica cirúrgica, pediatria, ginecologia e dermatologia. Funcionando de 2ª à 6ª feiras

de 8 às 17 hs, com jornada semanal de trabalho de 30 hs. Mantém as seguintes salas:

1 sala de pequena cirurgia com 1 técnico de enfermagem por turno;

1 sala de curativos com 2 divãs, com 2 técnicos pela manhã e 1 à tarde;

sala de medicação com 2 técnicos de enfermagem por período,

sala de inalação com 2 auxiliares pela manhã e 1 à tarde,

1 consultório de enfermagem, com 1 enfermeiro por turno e

1 enfermeira coordenadora no período da manhã.

Exercício

CALCULO

QP(SF) = TSF x Km(SF)

E o Km, segue um valor constante, de acordo com a carga horária =

Km = PT x IST ---- Km = 0,

JST

QP (enfermeiro) = 15 x 0,23 ==== QP (enfermeiro = 3,45 = 3 Enfermeiros

QP (técnico) = 45 x 0,23 ===== QP (técnicos) = 10,35 = 10 Técnicos de Enf.

QP (Auxiliar) = 15 x 0,23 ===== QP (auxiliar) = 3,45 = 3 Auxiliares de Enf.

Definição dos Estratos sócio econômico demográficos (PMAQ-AB)

No Brasil, o Programa de Melhoria ao Acesso e Qualidade na Atenção Básica (PMAQ- AB) é o

primeiro programa de avaliação da qualidade da Atenção Básica, instituído pela Portaria 1.

GM/MS, 19 de julho de 2011, pelo Ministério da Saúde, que vincula o repasse de recursos à

implantação e alcance de padrões de acesso e de qualidade pelas Equipes de Atenção Básica

(EAB). Ele está organizado em quatro fases: adesão e contratualização, desenvolvimento,

avaliação externa e recontratualização.

Os municípios participantes foram distribuídos em seis estratos de certificação, considerando os

aspectos: sociais, econômicos e demográficos, e foi elaborado um índice de zero a dez,

composto por cinco indicadores: Produto Interno Bruto (PIB) per capita (peso 2), Percentual da

população com Plano de Saúde (peso 1), Percentual da população com Bolsa Família (peso 1),

Percentual da população com extrema pobreza (peso 1) e Densidade demográfica (peso 1).

http://dab.saude.gov.br/sistemas/pmaq/estratos_para_certificacao.php

CALCULO PARA ATENÇAO BÀSICA

Método WISN ( Workload Indicators of Staffing Need)

Para o cálculo do QP para realizar as Intervenções / Atividades da Atenção Básica, considerar o

modelo, intervenções e parâmetros do estudo de Bonfim– (anexo II).

A tabela descrita abaixo deverá ser preenchida conforme os dados de produção de cada unidade

ou do município, extraídos no site do Departamento de Atenção Básica do Ministério da Saúde.

Planilha de Dimensionamento do QP para Enfermeiros, baseado no Estrato Brasil.

CUIDADO DIRETO CUIDADO INDIRETO Monitoração de sinais vitais Interpretação de exames de laboratório Orientação quanto ao sistema de saúde Mapeamento e territorialização Procedimentos ambulatoriais Referência e contrarreferIencia Procedimentos coletivos Reunião administrativa Promoção de ações educativas Reunião para avaliação dos cuidados multiprofissionais Punção de vaso: amostra de sangue venoso Supervisão dos trabalhadores da unidade Transporte interinstitucionais Supervisão segurança Vigilância em saúde Troca de informações sobre cuidados de saúde Visita domiciliar INTERVENÇOES

ASSOCIADA PESSOAL Atender telefone/ligar para outras unidades Alimentação/hidratação Verificar e-mails da unidade Atender telefone/realizar ligação pessoal Limpeza da unidade Socialização com colegas Agendamento de consulta Leitura de jornal, regista, internet Agendamento de exames Eliminações fisiológicas Recepção Confraternizações Fornecimento de atestado de comparecimento Outras atividades pessoais Auditoria de prontuários Troca de informações sobre cuidados de saúde Convocação de usuários com alterações nos resultados de exames ATIVIDADES

Qdi r.

Quantidade de profissionais da categoria em estudo necessária para realizar as intervenções

diretas;

Intervenção Direta:

As intervenções/atividades de saúde de cuidado direto são aquelas que requerem

interação direta com o usuário/família/comunidade e são realizadas por todos os membros

de uma categoria profissional.

Também são aquelas que identificam a especificidade do trabalho na

atenção primária em saúde. Em geral, a produção dessas Intervenções Diretas é registrada.

Exemplos: consulta de enfermagem, vacinação, grupos educati vos, visita domiciliar,

etc.

Qind%= valor percentual da quantidade de profissionais da categoria em estudo necessária

para atender as intervenções/atividades indiretas;

Intervenções/atividades indiretas:

As intervenções/atividades de cuidado indireto são aquelas que não requerem

interação direta com o usuário/família/comunidade, mas que dão suporte para o

cuidado. São realizadas por todos os membros de uma categoria profissional. Geralmente

não tem a sua produção rotineiramente registrada.

Exemplos: reunião de equipe, educação permanente, documentação, etc.

TABELA 2: Tempo médio em minutos e probabilidades de ocorrência (%) das intervenções realizadas pelos enfermeiros / Técnicos/Auxiliares de Enfermagem INTERVENÇOES DE CUIDADO INDIRETO BRASIL Enf tec/aux EXTRATO 1 A 4 Enf. Tec./aux EXTRATO 5 Enf. Tec./aux. EXTRATO 6 Enf. Tec./aux. Ações educativas dos trabalhadores de saúde 2,1 1,4 0,6 0,7 6,3 2,3 1,9 1, Controle de infecção 0,1 1,5 0,0 1,5 0,3 0,4 0,1 1, Controle de suprimentos 0,5 3,7 0,7 2,3 0,0 1,7 0,6 5, Organização proc. trabalho 3,7 1,0 3,1 1,4 1,7 0,0 5,2 1, Documentação 12,4 9,5 12,2 9,7 5,7 3,3 15,9 11, Interpretação de dados lab. 0,2 0,1 0,4 0,0 0,1 0,0 0,1 0, Sinais vitais e medidas antropométrica 0,20 0, 0,19 0,22 0,21 0,21 0,22 0, Mapeamento e territorialização 0,1 1,5 6,8 1,7 7,0 0,0 5,2 1, Referencia e contrarreferência 5,9 0,3 0,6 0,8 0,0 0,0 0,2 0, Reunião administrativa 0,47 0,46 0,32 0,42 0,74 0,41 0,52 0, Reunião p/avaliação dos cuidados prof. 1,9 1,0 1,1 0,2 1,2 0,0 2,8 1, Supervisão dos trabalhos 0,4 0,0 0,4 0,0 0,1 0,0 0,6 0, Troca de inf. Cuidados 6,2 3,0 6,7 3,3 3,5 1,6 7,2 3, Vigilância em saúde 1,3 0,4 0,7 0,2 0,0 0,3 2,5 0, Ocasionais indiretas 10,5 18,8 8,8 13,9 5,6 8,5 8,0 25, Percentual Tempo total 45,6 42,2 42,3 35,8 31,5 18,1 50,3 53,

Procedimentos preliminares

TTD = [ A – (B + C + D + E)] x h

  • Delimitar as categorias profissionais de enfermagem para a qual se pretende dimensionar

o quadro: enfermeiro, técnico de enfermagem e/ou auxiliar de enfermagem.

  • Calcular o tempo de trabalho disponível TTD no ano por profissional de cada categoria, em

horas/ano:

Exemplo: Categoria profissional: enfermeiro Tipo de serviço de saúde: Unidade Básica de Saúde Variáveis TTD Número de dias de trabalho possíveis em um ano 52 x 5 = 260 Número de dias de ausência em razão dos feriados em um ano

Número de dias de ausência em razão das férias em um ano

Número de dias de ausência por licença- saúde em um ano

Número de dias de ausência em razão a outras licenças em um ano

Número de horas trabalhadas por dia 8 TTD 1656 horas/ano

Cálculo da necessidade de profissionais

Cálculo da quantidade Q de trabalhadores de cada categoria profissional

necessários à composição do quadro de profissionais, alocados nos serviços de

cuidados dos usuários, família e comunidade, no âmbito da Atenção Primária à

Saúde pode ser obtida pelo relacionamento entre os componentes da equação a

seguir:

Q = Q

dir.

Q

ind%