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AULAS DE LABORATÓRIO
- 04/15/
- AULAS DE LABORATÓRIO.....................................................................................
- Quanto aos relatórios ..........................................................................................
- Regras de uso dos equipamentos: ......................................................................
- 1 a.Aula Prática.....................................................................................................
- 2 a.Aula Prática.....................................................................................................
- 3 a.Aula Prática.....................................................................................................
- 4 a.Aula Prática.....................................................................................................
- 5 a.Aula Prática.....................................................................................................
AULAS DE LABORATÓRIO
AULAS DE LABORATÓRIO
Quanto aos relatórios
Todas as aulas de laboratório requerem a elaboração de um relatório. Estes deverão ser entregues na aula prática seguinte impreterivelmente. A ausência do aluno nas aulas práticas não o exime da entrega do relatório.
O relatório é individual.
Regras de uso dos equipamentos:
1) Antes de desligar as máquinas retornar às configurações encontradas previamente.
Antes de qualquer modificação, fazer um backup do arquivo que será modificado.
Modificações além daquelas previstas nas listas de exercício não são toleradas. A modificação sem autorização prévia do professor representa o cancelamento imediato do aluno no curso.
É terminantemente proibido criar contas individuais ou modificar senhas de usuários existentes.
AULAS DE LABORATÓRIO
2 a.Aula Prática
ASSUNTOS:
1) ARP
- A fragmentação IP.
Proposta de como alcançar os objetivos:
- ARP
- Mostrar que as informações da tabela de ARP tem um tempo de vida.
- Verificar a tabela ARP (via comando " arp -a ")
- Enviar um pacote ICMP para um host pertencente à mesma rede lógica que não seja o roteador.
- Verificar a tabela ARP. Aguardar alguns minutos e verificar a tabela.
- Mostrar os tipos de pacotes ARP (solicitação e resposta)
- Verificar como o TCP/IP usa o ARP. Com um monitor de rede ativo (tcpdump, snoop ou iptraf em alguma máquina da mesma rede lógica) comandar um ping de uma máquina para outra cujo IP não consta na tabela de ARP. Deve ser visualizado um pacote de solicitação de ARP "Who has ARP xxx.xxx.xxx.xxx tell yyy.yyy.yyy.yyy) (xxx= Endereço IP da máquina de destino, yyy= endereço IP da máquina de origem).
- A fragmentação IP.
- Qual o tamanho máximo do datagrama IP (MTU) da rede? Experimentar datagramas ICMP com os seguintes tamanhos (em bytes): 1470 até 1475. Verifique as opções do comando "ping" nos vários sistemas existentes. Verificar se houve a fragmentação ou não (flag DF). Use o PING com opções adequadas. Começar com pacotes menores e ir aumentando o tamanho. Os pacotes fragmentados apresentarão a opção (DF), a identificação do pacote e o valor do offset. Informar o MTU da rede.
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3 a.Aula Prática
ASSUNTOS:
- O roteamento IP.
- Máscara de rede
- O roteamento IP.
- Comprovar que toda máquina estabelece algum tipo de roteamento IP e que a tabela ARP é usada, apenas, para a montagem dos quadros e não interfere na decisão do roteamento.
- Para comprovar isto proponho o seguinte experimento:
- Desligar os equipamentos que atuam como roteadores (a máquina 22(?) ) e cascatear um hub no outro. Neste caso teremos duas redes lógicas numa mesma rede física.
- Não modificar as tabelas de rotas. Enviar um datagrama tipo ICMP (por exemplo) de uma máquina para outra de rede lógica IP diferente.
- Entrar com o endereço MAC e IP da máquina usando o "arp -s". Entrada estática. Verifique as especificações de entrada para cada SO.
- Enviar o pacote tipo ICMP ou TCP ou UDP para a máquina de rede lógica diferente. Houve resposta? Por que?
- Atuar na tabela de rotas usando o endereço da máquina de origem como gateway para a rede da máquina alvo.
- Reenviar o pacote anterior. E agora, houve resposta? Qual a conclusão?
- Retornar a configuração de rotas para a condição que foi encontrada.
- Máscaras
- Verifique a máscara usada nas máquinas. No mesmo segmento lógico existente criar uma segunda rede lógica tipo privativa da classe C usando uma máscara da mesma classe. Há conectividade entre as máquinas? Explique
- Ajuste a tabela de rotas. E agora?
- Segmente a rede privativa em 4 segmentos modificando as máscaras e adequando as tabelas para aquele segmento. As máquinas continuam apresentando conectividade entre elas?
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5 a.Aula Prática
- Assunto: Configuração de DNS primário e secundário (direto e reverso)
Sejam os blocos de endereçamento IP 192.168.200-203. Estes blocos representarão o domínio cap258.tmp. Este domínio está dividido em 4 zonas com número iguais de endereçamento usando os blocos IPs acima. O nome de cada zona (tabela direta) será o último nome do aluno. A atribuição dos nomes das máquinas (mínimo de 5 máquinas por zona) ficará ao critério de cada aluno. Cada domínio/zona deve apresentar RRs de abuse, netadmin, e textos indicando os responsáveis pelos equipamentos. Os textos devem ser definidos apenas nas tabelas de tradução reversa. As solicitações de tradução direta e reversa às zonas devem estar bloqueadas para máquinas não pertencentes a domínios externos ou vindas de máquinas com endereço IP diferente das redes privativas citadas. (O uso do BIND 8 ou 9 é recomendável!). Admitir a existência de uma máquina que prestará serviço SMTP completo.
Considerando os requisitos citados, configurar o sistema DNS primário para o domínio (direto e reverso) e 4 DNS primário e 2 secundários (direto e reverso) para cada uma das zonas. Informar os arquivos de configuração de cada DNS e os resultados de testes quanto às cláusulas MX, SOA, TXT, PTR, e ANY.