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Relatório (1) Completo, Provas de Engenharia Civil

Este relatório trate a cerca da construção de uma escala termométrica

Tipologia: Provas

2013

Compartilhado em 12/08/2013

Mauricio_90
Mauricio_90 🇧🇷

4.5

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Universidade Federal de Alfenas
UNIFAL – MG
Escala de Temperatura
Relatório apresentado junta a
disciplina Fenômenos
Térmicos
Carlos Eduardo
Diego da Silva Mégda
Marcelo Magalhães
Poços de Caldas
2013
Escalas de Temperatura
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Universidade Federal de Alfenas

UNIFAL – MG

Escala de Temperatura

Relatório apresentado junta a

disciplina Fenômenos

Térmicos

Carlos Eduardo

Diego da Silva Mégda

Marcelo Magalhães

Poços de Caldas

Escalas de Temperatura

Universidade Federal de Alfenas – UNIFAL-MG (Campus Poços de Caldas)

Resumo

O presente visa à construção de uma escala de temperatura a partir da dilatação volumétrica do álcool contido em um balão volumétrico inicialmente em equilíbrio térmica com água e gelo sendo a variação de temperatura provinda do aquecimento do bulbo através das mãos de um dos integrantes do grupo e em seguida construir uma lei de transformação da escala Celsius para a nova escala. Através dos dados obtidos, foi possível a realização da nova escala, onde foi possível constatar através da equação = 27,3 + 3,.

Quando um corpo está sujeito a uma variação de temperatura, tanto o seu volume, quanto sua dimensão sofre expansão térmica (ou dilatação térmica), devido a energia fornecida aos átomos constituintes do corpo. Desse modo, a variação do comprimento de um objeto sólido com o aumento da temperatura se dá pela seguinte equação:

, (04)

onde, é a dilatação térmica linear; é o coeficiente de dilatação térmica (linear); é o comprimento inicial e é a variação de temperatura. Embora varia ligeiramente com a temperatura, pode ser considerado constante para um determinado material. [2]

E sua incerteza sendo:

, (05)

No caso dos líquidos e gases, a análise volta-se para a expansão volumétrica. Para a variação de volume a seguinte equação é apresentada:

, (06)

onde, é a dilatação volumétrica; é o coeficiente de dilatação volumétrica; é o volume inicial e é a variação de temperatura.

E sua incerteza calculada por:

, (07)

As dilatações linear e volumétrica podem ser relacionadas da seguinte forma: , (08)

Pode-se criar uma escala termométrica a partir da dilatação do álcool medida pelo paquímetro. A seguinte lei para essa nova escala é

, (09) onde Tx é a temperatura que precisa ser encontrada, dx é a variação da medida 1 com a 3 ( tabela 2), e d é a variação do sistema.

Sendo seu erro , apresentado por: [2] , (10)

Nota-se que a incerteza e é a mesma. Apresentada pela seguinte expressão: (11)

  1. Metodologia

Inicialmente foram colocados 50 mL de álcool em um balão volumétrico, posteriormente o balão contendo o álcool foi colocado em um béquer de 250 mL contendo água, gelo e sal tomando-se o cuidado para que a água do béquer ficasse abaixo do bulbo do balão.

Colocou-se um termômetro dentro do balão e outro dentro do béquer com água e gelo esperando que a temperatura de equilíbrio (T 0 ) fosse atingida.

Feito isso, retirou-se o balão do béquer e mediu-se com auxílio de um paquímetro a altura inicial do álcool (h 0 ) no balão volumétrico, marcando este nível inicial com caneta hidrocor. Observou-se que caneta hidrocor utilizada para marcação da altura da coluna de álcool no interior no balão pode interferir nas medidas de altura, adotando-se então um padrão de 0,2 mm para o tamanho máximo da marcação.

Posteriormente o bulbo foi envolvido pelas mãos um dos integrantes do grupo, com a finalidade de aquecê-lo. Observou-se o nível do álcool e a temperatura do termômetro dentro do balão até atingir o equilíbrio térmico, obtendo-se a temperatura de equilíbrio T 1. Feito isso, marcou-se novamente com caneta hidrocor o nível de álcool e mediu-se com o auxílio do paquímetro a altura do álcool (h 1 ) no interior do balão. Tomou-se o devido cuidado para que às alterações de temperatura do ambiente não influenciassem de forma significativa no experimento, observado atenciosamente a temperatura no termômetro e utilizando um intervalo de tempo de 7 minutos, suficiente para que as oscilações de temperatura no termômetro fossem relativamente

pequenas, comparadas a este intervalo.

Depois de realizado as medições, colocou-se o bulbo novamente dentro do béquer com água, gelo e sal. Esperou-se o equilíbrio térmico ser atingido novamente, repetindo o procedimento por mais duas vezes.

As variações de níveis de álcool no bulbo foram aferidas com o auxílio de um paquímetro com precisão de 0, mm, marcadas com caneta hidrocor preta.

  1. Análise de Dados Pode-se elaborar uma lei de transformação a escala Celcius com a nova escala criada, a partir dos dados obtidos. Esta lei pode ser descrita a partir da equação.

= 27,3 + 3,2 (12)

onde é a temperatura em graus Celsius e é a temperatura em graus X.

E sua incerteza é dada por: , (13)

onde é a derivada parcial da temperatura e é a incerteza instrumental do termômetro digital. Sendo e = 27,3. Com isso, a incerteza obtida foi σTc = ± 2,73 °C. Tabela 1: relação entre as escalas Celsius e X.

ºC ºX