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Experimento com Defasagem em Circuitos RLC - Física Experimental Avançada, Exercícios de Física

Um experimento sobre defasagem em circuitos rlc na disciplina de física experimental avançada: eletromagnetismo. Ele aborda as equações que descrevem a resistência, corrente, queda de tensão e amplitude máxima em circuitos de corrente alternada. Além disso, apresenta dois métodos para medir a diferença de fase entre tensões em circuitos rlc e rc usando um osciloscópio.

Tipologia: Exercícios

2023

Compartilhado em 19/09/2022

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mateus-ribeiro-vlx 🇧🇷

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Experimento 3. Defasagem em circuitos RLC
Física Experimental avançada: Eletromagnetismo
Turma: PM
Mateus Ribeiro de Castro Alvim – 2019035272
Introdução
Uma corrente alternada funciona da seguinte maneira: as cargas elétricas alternam seu
sentido e após um intervalo de tempo invertem para o sentido inicial novamente, realizando
esse ciclo de tempo em tempo. Com isso, se as cargas invertem de sentido 120 vezes por
segundo, dizemos que a corrente tem frequência (f) igual a 60 Hz.
Um circuito que possui corrente alternada pode ter sua resistência (R), corrente (i), queda de
tensão (
VR
) e amplitude máxima da corrente (
i0
) e tensão (
V0
), descritas pelas seguintes
equações:
(1)
(2)
Também podemos dizer que o valor efetivo, quando estamos tratando de um circuito de
corrente alternada, é dado por:
(3)
Onde W é a energia dissipada da corrente alternada, R o resistor, T o período que levou para
essa energia ser dissipada e
ief
é a corrente eficaz. Esta que também pode ser calculada por:
(4)
E analogamente, podemos dizer que a tensão eficaz é dada por:
(5)
Já em um circuito RLC em sério, que é onde teremos um resistor, indutor e capacitor
conectados em sério em um circuito elétrico, como pode ser visto na figura (1), temos que a
tensão aplicada V, será dada por uma soma de tensões que podemos escrever como:
(6)
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pf4
pf5

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Experimento 3. Defasagem em circuitos RLC

Física Experimental avançada: Eletromagnetismo Turma: PM Mateus Ribeiro de Castro Alvim – 2019035272

Introdução

Uma corrente alternada funciona da seguinte maneira: as cargas elétricas alternam seu sentido e após um intervalo de tempo invertem para o sentido inicial novamente, realizando esse ciclo de tempo em tempo. Com isso, se as cargas invertem de sentido 120 vezes por segundo, dizemos que a corrente tem frequência (f) igual a 60 Hz. Um circuito que possui corrente alternada pode ter sua resistência (R), corrente (i), queda de

tensão ( V^ R ) e amplitude máxima da corrente ( i 0 ) e tensão ( V^ 0 ), descritas pelas seguintes

equações: (1) (2) Também podemos dizer que o valor efetivo, quando estamos tratando de um circuito de corrente alternada, é dado por: (3) Onde W é a energia dissipada da corrente alternada, R o resistor, T o período que levou para

essa energia ser dissipada e ief é a corrente eficaz. Esta que também pode ser calculada por:

E analogamente, podemos dizer que a tensão eficaz é dada por: (5) Já em um circuito RLC em sério, que é onde teremos um resistor, indutor e capacitor conectados em sério em um circuito elétrico, como pode ser visto na figura (1), temos que a tensão aplicada V, será dada por uma soma de tensões que podemos escrever como: (6)

Figura 1: circuito RLC em série. Com isso, a prática a seguir visa explorar tanto circuitos RC quanto RLC, como pode ser visto na figura 2 e 3. Demonstrando como medir a diferença de fase em circuitos de corrente alternada usando diferentes métodos. Figura 2: Circuito RC Figura 3: Circuito RLC

Figura 6: Referências de a e b usadas no cálculo

Questões

1- Da mesma forma que podemos representar uma função senoidal no plano cartesiano,

também podemos representar a tensões, tratando-as assim como vetores. Onde V^ R teria o

módulo igual a R^ i 0 , V^ L teria módulo Li 0 e V^ c teria módulo

ωC

iC

V 0 , onde V c e V L se

encontram com sinais opostos e são perpendiculares a V^ R. Ou seja, ficando com a equação

2- A impedância nos dá o quanto um circuido se opõe a passagem de corrente, porém é um sistema complexo, podemos compara-lo a resistência de um circuito resistivo para entendermos melhor. Em um circuito RLC temos também a parte complexa da impedância que é chamada de reatância.

Se em um circuito RLC a corrente é definida por I^ =^

V

Z

, como indicado, podemos dizer que Z é constante, visto que V só depende da variação da corrente I. Com isso, sendo a tensão total dependente da soma das correntes, a tensão nos extremos não pode ser maior que a tensão aplicada. 3- A impedância pode ser interpretada como fasores onde a resistência e a reatância são duas componentes, obtendo o módulo da impedância pela equação: Sendo R a resistência e X a reatância. Porém a reatância de um sistema é a subtração da

reatância indutiva ( X^ c ) e a reatância capacitiva( X^ c ). Com isso ficamos com a equação:

4- Considerando um circuito RLC, sabemos que sua corrente pode ser obtida pela equação: E que um capacitor terá sua tensão definida por: Usando o mesmo raciocínio para o indutor, resistor e potencial, podemos escrever seus módulos em função da corrente como: 5- Analisando o resultado obtido na questão 3, considerando o ângulo de fase entre Z e o eixo x, obtemos a seguinte equação em função de sua tangente:

Objetivos

Medir a diferença de fase entre a tensão e a corrente em circuitos RC; Medir a diferença de fase entre a tensão e a corrente em circuitos RLC; Estudar um circuito RC diferenciador.

Material

 1 gerador de áudio-frequência  1 osciloscópio  1 protoboard  Cabos banana-banana  Cabos BNC-banana  2 Resistores