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relatorio bacterio, Provas de Biomedicina

Relatório de /bacteriologia Médica sobre COLORAÇÃO DE ZIEHL-NEELSEN

Tipologia: Provas

Antes de 2010

Compartilhado em 11/09/2010

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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ – UESC
Kaislan da Paz Lemos
Sandra da Silva Silveira
Wallace Felipe Blohem Pessoa
COLORAÇÃO DE ZIEHL-NEELSEN
Relatório solicitado pelo
professor Renato Fontana
como cumprimento das
atividades da disciplina de
Bacteriologia Médica.
Ilhéus / BA
Junho de 2010
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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ – UESC

Kaislan da Paz Lemos Sandra da Silva Silveira Wallace Felipe Blohem Pessoa

COLORAÇÃO DE ZIEHL-NEELSEN

Relatório solicitado pelo professor Renato Fontana como cumprimento das atividades da disciplina de Bacteriologia Médica.

Ilhéus / BA Junho de 2010

SUMÁRIO

    1. Introdução
    1. Fundamento
    1. Material
    1. Metodologia
    1. Resultados e discussão
  • Referências

secagem do corante (adicionar mais corante, se preciso, dentro deste período para evitar que a lâmina seque porque o esfregaço precisa estar coberto permanentemente durante o aquecimento.). Este aquecimento deve ser intermitente, pois é importante manter a solução aquecida durante o tempo previsto;

  1. Lavar em água corrente para eliminar a fucsina. Toma-se a lâmina pelo extremo numerado, inclinar para frente e lavar deixando cair um jato d’água de baixa pressão sobre a película corada, de maneira que essa não se desprenda;
  2. Cobrir toda a superfície do esfregaço com a solução de álcool-ácido. Tomar a lâmina entre o polegar e o indicador e fazer um movimento de vai-e-vem, de modo que o Álcool-ácido vá descorando suavemente a fucsina. Se o esfregaço estiver ainda com a cor vermelha ou rosada, descora-se novamente. Considera-se descorado o esfregaço, quando suas partes mais grossas conservarem somente um ligeiro tom rosado. Essa operação dura, em geral, dois minutos;
  3. Terminada a fase de descoloração e eliminado o álcool-ácido, lavar a lâmina da mesma forma como se procedeu depois da coloração com a fucsina, com cuidado para não desprender a película;
  4. Cobrir toda a superfície do esfregaço com solução de azul de metileno durante 30 segundos a 1 minuto;
  5. Lavar, da mesma forma como se indicou para a fucsina, tanto o esfregaço como a parte inferior da lâmina;
  6. Colocar a lâmina com o esfregaço para cima, sobre o papel limpo, para secar à temperatura ambiente ou estufa a 35º C;
  7. Observar ao microscópio com objetiva de imersão (100 x).

5. RESULTADOS E DISCUSSÃO

Nesta coloração, as bactérias álcool-ácido resistentes coram-se em vermelho, pois não sofrem ação da solução descolorante álcool-ácido. Já os demais micro-organismos e artefatos coram-se, primariamente com fucsina, e, após adição da solução de álcool- ácido, descoram-se, absorvendo em seguida o pigmento azul do contacorante azul de metileno ( Figura 1 ). O objetivo de aquecer o esfregaço é que a única forma da fucsina penetrar nos micro-organismos álcool-ácido resistentes é aquecendo-se a lâmina. Por tal motivo, tal técnica técnica também é conhecida como coloração a quente.

Figura 1. Bacilos álcool-ácido resistentes - BAAR (corados em vermelho)

REFERÊNCIAS

KONEMAN, Elner W. Diagnostico microbiologico: Texto e Atlas colorido. 5.ed. São Paulo: MEDSI, 2001. 1465 p.

TORTORA, Gerard J; FUNKE, Berdell R; CASE, Christine L. Microbiologia. 8. ed. Porto Alegre Artmed, 2006 894 p.

MURRAY, Patrick R. Microbiologia médica. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 762 p.