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Métodos Extrativos em Farmacognosia: Um Estudo Prático com Erva-Mate, Esquemas de Farmacognosia

relatório de aula pratica da matéria de farmacobotanica e farmacognosia

Tipologia: Esquemas

2023

Compartilhado em 12/09/2023

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taiuani-caira-petrini 🇧🇷

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URI-UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS
MISSÕES
CAMPUS DE FREDERICO WESTPHALEN
PRÓ-REITORIA DE ENSINO
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
CURSO DE FARMÁCIA
Relatorio de aula prática de farmacognosia sobre métodos extrativos
Bruna de Souza Simon, Giovã Marangoni, Jordana da Silva Battker e Taiuani Caira
Petrini Almeida
Frederico Westphalen, Agosto 2023
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URI-UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS

MISSÕES

CAMPUS DE FREDERICO WESTPHALEN

PRÓ-REITORIA DE ENSINO

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE

CURSO DE FARMÁCIA

Relatorio de aula prática de farmacognosia sobre métodos extrativos Bruna de Souza Simon, Giovã Marangoni, Jordana da Silva Battker e Taiuani Caira Petrini Almeida Frederico Westphalen, Agosto 2023

Relatório - Aula prática 08/08/ Nomes: Curso: Farmácia 4 semestre INTRODUÇÃO As plantas formam um rico arsenal de produtos químicos, orgânicos e inorgânicos, com diferentes potenciais para exploração pelo homem. Muitas vezes são utilizadas como terapia complementar a tratamentos instituídos, por influência de práticas milenares ou por indicação de familiares/pessoas próximas ao longo de gerações (MACHADO et al., 2014; JÜTTE et al., 2017; SZERWIESKI et al., 2017; WEGENER, 2017; DIAS et al., 2018). Atualmente, tem se observado um aumento tanto na prescrição e orientação, por parte de profissionais de saúde, como no consumo de plantas medicinais, sejam por incentivo das políticas governamentais, por influência de mídias sociais ou para fins estéticos, como o emagrecimento (GAMBOA-GÓMEZ et al., 2015; DIAS et al., 2018; LIMA CAVALCANTE; REIS, 2018; ZAGO; MOURA, 2018). No Brasil, a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, criada em 2006, e o Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, em 2008, têm como objetivo “garantir à população brasileira o acesso seguro e o uso racional de plantas medicinais e fitoterápicos e promover o uso sustentável da biodiversidade, o desenvolvimento da cadeia produtiva e da indústria nacional” (BRASIL, 2016). Além disso, a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no Sistema Único de Saúde (SUS), aprovada pelo Ministério da Saúde, contempla, dentre outras, a área de plantas medicinais e fitoterapia para o tratamento de agravos à saúde (BRASIL, 2006). Isso tem contribuído para o crescimento da prática terapêutica fitoterápica no país (LEAL-CARDOSO; FONTELES, 1999; BRASIL, 2016; FEITOSA et al., 2016). A segurança e a eficácia na utilização de uma planta medicinal dependem da identificação correta da planta, conhecimento de qual parte deve ser usada, modo de preparo, forma de uso e dose apropriada, que agregam saberes do uso popular consolidado e evidências reveladas por estudos científicos (COLET et al., 2015). No entanto, a utilização de plantas também pode levar à ocorrência de efeitos adversos, seja pelo seu uso isolado, de modo inadequado, uso crônico ou em associação com medicamentos convencionais ou mesmo com outras plantas e fitoterápicos (VEIGA JUNIOR; PINTO; MACIEL, 2005; MACHADO et al., 2014; ENIOUTINA et al., 2017). Dessa forma, pesquisas sobre os benefícios e riscos no uso de plantas medicinais, dentre outras finalidades, constituem estratégias de contribuir com evidências para ações de educação e promoção da saúde (BRASIL, 2016), dentre outras áreas, como

● Maceração - D.V + solvente em repouso por 72 h com agitação ocasional Materiais utilizados Preparar a solução extrativa: Teste 1- Infusão utilizando água como solvente Tempo de extração: 30 min Proporção droga solvente: 1g / 100ml Teste 2- Decocção utilizando água como solvente Tempo de extração: 2 min Proporção droga solvente: 1: 100 m/v Teste 3- Turboextração utilizando mistura hidroalcoólica como solvente Tempo de extração: 1 min Proporção droga solvente: 1: 100 m/v Teste 4 - Maceração utilizando mistura hidroalcoólica como solvente Tempo de extração: 3 dias Proporção droga solvente: 1:100 m/v Testes 5- Percolação utilizando mistura hidroalcoólica como solvente Definir: velocidade de percolação Proporção droga solvente: 1:100 m/v Após o processo extrativo da erva mate, foi preciso filtrar a mistura e obter o extrato esperado. Caracterização dos extratos: a) cor b) odor c) ph Teor de Sólidos solúveis ❖ Em um cadinho ou cápsula de porcelana já pesado, acrescentar 20 ml da solução extrativa em teste; ❖ Pesar em balança analítica a solução extrativa; ❖ Colocar o material em estufa de ar circulante calibrada a 105 °C; ❖ Após o líquido evaporado e o peso do cadinho ou cápsula de porcelana estiver constante ( 3 pesagens consecutivas com intervalo de 15 min entre elas, o peso não apresentar variações consideráveis), retirar da estufa; ❖ Anotar o peso do resíduo seco.

Calcular……. Tabela 1 - Resultados obtidos da prática: Testes cor odor ph peso do resíduo seco ml da solução ext. peso do resíduo seco por g de D.V teste 1 amarelo escuro erva mate 5 110. 48 110.53 = 0,05g teste 2 amarelo escuro erva mate 5 104.95 104.99 = 0,04g teste 3 amarelo escuro álcool 5 105.44 105.47 = 0,03g teste 4 104.65 104.71 = 0,06g teste 5 amarelo claro álcool 5 97.91 97.98 = 0,07g CONCLUSÃO