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Relatório de aula pratica: Polímeros, Trabalhos de Química Aplicada

Relatório de aula pratica, para obtenção de Polímeros

Tipologia: Trabalhos

2019

Compartilhado em 23/10/2019

luiz-henrique-da-rocha
luiz-henrique-da-rocha 🇧🇷

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FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA CAMPUS PROFESSOR
FRANCISCO GONÇALVES QUILES
DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
POLÍMERO DO LEITE.
Cacoal/RO
2018
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FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA – CAMPUS PROFESSOR

FRANCISCO GONÇALVES QUILES

DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

POLÍMERO DO LEITE.

Cacoal/RO

IURY ERICKSON

LUIZ HENRIQUE DA ROCHA

MILLENY FIDELIX DOS SANTOS

NATIELLY SILVA CARDOSO

POLÍMERO DO LEITE.

Trabalho apresentado à Fundação Universidade Federal de Rondônia – Campus Professor Francisco Gonçalves Quiles, como requisito parcial de avaliação da disciplina de Química Tecnológica, ministrada pelo professor Denny William. Cacoal/RO 2018

2 INTRODUÇÃO

O leite é constituído por 3,4% de proteínas, além de várias vitaminas, sais minerais, gordura, água e hidratos de carbono. As proteínas são macromoléculas constituídas por unidades de aminoácidos. A maior parte destas estão na forma de uma suspensão coloidal e o resto dos componentes está dissolvido formando uma solução. A adição de vinagre (ácido acético) provoca a precipitação da caseína que é uma fosfoproteína. A caseína é a principal proteína presente no leite (cerca de 80% de todas as proteínas contidas no leite). É bastante solúvel em água por se apresentar na forma de um sal de cálcio. A sua solubilidade é fortemente afetada pela adição de ácidos, uma vez que a diminuição de pH reduz a presença de cargas na molécula, provocando a sua precipitação. Esta redução de pH foi efetuada através da adição do vinagre, que tem na sua constituição ácido acético, um ácido fraco. A caseína é composta de moléculas que podem dobrar até que secam e endurecem, formando um plástico. Historicamente a caseína tem vindo a ser utilizada como plástico desde há milhares de anos, tendo sido bastante popular na primeira metade do século XX. Nesta altura esta proteína era largamente utilizada como matéria prima para fabricação de botões, fivelas, contas e outras bijuterias. Hoje utilizamos derivados do petróleo para estas funções. Apesar da caseína poder ser moldada com sucesso em condições de pressão e temperatura normais, não produz um material suficientemente estável para utilização industrial antes de ser mergulhado em formol, o que torna este plástico "pouco prático" industrialmente. Têm sido conduzidos alguns estudos científicos sobre a utilização deste plástico natural, de forma a transforma-lo numa matéria prima mais desejável. Mas o que é um polímero? É uma longa corrente de moléculas em que cada elo da corrente é uma molécula (ou conjunto de moléculas) a que chamamos monómeros. Estes monómeros organizam-se nessa cadeia num padrão repetitivo. O que muitos não sabem é que existem dois tipos de polímeros, os polímeros sintéticos e os polímeros naturais, obtidos de diferentes formas, um obtido através de reações químicas em laboratório, tendo todo um controle para obter variados tipos de polímeros, e os polímeros naturais, que estão dispostos dentro do meio ambiente (natureza) em que vivemos. 2.1 POLÍMEROS SINTÉTICOS

São os materiais poliméricos obtidos por reações de sintetização, em indústrias de polimerização, através de matérias primas diversas, provenientes de fontes renováveis ou não renováveis. O tamanho das macromoléculas e sua composição podem ser controlados para obter uma infinidade de compostos poliméricos e atender às propriedades desejadas. Os polímeros de interesse comercial apresentam normalmente massa molecular acima de 10.000 g/mol. Exemplos: Etileno: Polietileno (PE), Cloreto de Vinila: Policloreto de Vinila (PVC) e Propeno: Polipropileno (PP). 2.2 POLÍMEROS NATURAIS São os materiais poliméricos encontrados na natureza, que não são sintetizados em indústrias. O corpo humano é composto de diversos polímeros naturais, como por exemplo, as proteínas e polissacarídeos. A borracha natural é proveniente do látex, obtido da seiva da árvore Seringueira. Exemplos: Celulose: Acetato de celulose e nitrato de celulose, Caseína: galactite e Amônia: ureia. 3 OBJETIVO Obter um polímero através da proteína do leite (caseína). 4 MATERIAIS E METODOS. 4.1 MATERIAIS  2 béqueres de 500 ml;  2 espátulas;  2 aquecedores;  2 pedaços de pano;  1 estilete (faca). 4.2 REAGENTES

O plástico (polímero) formado a partir da proteína caseína, encontrada no leite, chama- se galalite. A galalite foi obtida em maior quantidade utilizando-se leite desnatado ao invés do integral. 6 CONCLUSÕES Conclui-se que o sólido obtido ao final do processo, constitui da própria caseína, que se caracteriza por sua baixa solubilidade em meio ao ácido (pH < 4 ,6), devido a desnaturação do leite, que deforma a proteína causada pelo calor e o vinagre, produzindo um polímero semelhante ao plástico. De acordo com o entendimento do grupo, pode-se constatar que o processo ocorreu devido à presença da acidez do vinagre que junto ao calor, se unindo a proteína do leite, a caseína. Para se conseguir maior dureza ao polímero, foi necessário eliminar a maior quantidade possível de resquícios do soro. Outra conclusão que se pode tirar diante do experimento realizado, é que devido a utilização de dois tipos de leite diferentes (integral) e (desnatado), foi possível se fazer a comparação da quantidade diferente de material (polímero) produzido. Vendo-se que o leite desnatado produz mais material do que o leite integral, devido a falta da gordura presente na nata. 7 REFERÊNCIAS BOSQUILHA, G. Minimanual de Química: Teoria e Pratica. 2. Ed. rev. São Paulo: Rideel, 2003.QUEVEDO, R.T., Polímeros. Disponível em: . Acesso em: 28 de agosto de 2018. Ciência e Comportamento dos Materiais Plásticos I e II, SENAI – SP, Núcleo de Tecnologia em Plásticos, Escola SENAI Mario Amato, 2012. PEYRAT, G. EE CASTRO ALVES, Obtenção de um plástico (galalite) a partir de proteínas leite. Disponível:< http://www.abq.org.br/cbq/2014/trabalhos/14/6214- 19633.html>. Acesso em: 28 de agosto de 2018. SOUZA, F. Caseína. Disponível: . Acesso em: 26 de agosto de 2018.

8 APÊNDICES

Figura 01 – Materiais utilizados Figura 02 – Leite desnatado no aquecedor Fonte: Própria Fonte: Própria Figura 03 – Leite integral no aquecedor Figura 04 – Adicionando vinagre no leite desnatado Fonte: Própria Fonte: Própria