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Análise e comparação dos teoremas de Thévenin e Norton em um circuito elétrico, Provas de Eletrônica

Este relatório apresenta os resultados do segundo experimento, que teve como objetivo determinar experimentalmente os teoremas de thévenin e norton. Foram medidos e comparados os valores teóricos e práticos, e explicadas as diferenças entre eles. Os materiais utilizados incluíram uma fonte de tensão de 10 volts, resistências variáveis e um multímetro.

Tipologia: Provas

2012

Compartilhado em 04/06/2012

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joao-buanga-muya-6 🇧🇷

4.5

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Relatório do Segundo Experimento
O objetivo desse experimento era para determinar experimentalmente os teoremas de
Thévenin e Norton.
Mostrar os valores medidos na pratica e na teoria, compara-los e explicar um pouco as
diferenças entre elas.
Antes de mostrar os valores adquiridos é importante citar os matérias usados que são:
Uma fonte de tensão de 10 volts, uma resistência R1=330, R2=560, R3=1K, e um
potenciômetro utilizado como resistência de carga RL=560, visto que esse valor é
na teoria na pratica medido o RL=470 e um multímetro.
Na pratica usamos o multímetro e medimos a tensão nos terminais C e D em aberto e
medimos também a corrente de curto circuito nos terminais dos mesmos. Podemos dizer
também que a tensão que sai nos terminais C e D é a tensão de Thévenin logo :
VTh=3V Icd= ITh= 6,95mA
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Relatório do Segundo Experimento

O objetivo desse experimento era para determinar experimentalmente os teoremas de Thévenin e Norton.

Mostrar os valores medidos na pratica e na teoria, compara-los e explicar um pouco as diferenças entre elas.

Antes de mostrar os valores adquiridos é importante citar os matérias usados que são: Uma fonte de tensão de 10 volts, uma resistência R 1 =330Ω, R 2 =560, R 3 =1KΩ, e um potenciômetro utilizado como resistência de carga RL=560Ω, visto que esse valor é só na teoria na pratica medido o RL=470Ω e um multímetro.

Na pratica usamos o multímetro e medimos a tensão nos terminais C e D em aberto e medimos também a corrente de curto circuito nos terminais dos mesmos. Podemos dizer também que a tensão que sai nos terminais C e D é a tensão de Thévenin logo :

VTh=3V Icd= ITh= 6,95mA

A resistência entre os terminais C e D depois de um curto circuito entre os terminais A e B é a chamada resistência de Thévenin logo:

RTh= 0,376KΩ → RTh= 376Ω

Tendo a nosso VTh e RTh já podemos colocar o nosso RL nos terminais C e D e acharmos os nosso valores de VRL e IRL

VRL=1,6V IRL=2.9mA

Após termos medidos o nosso VRL e o IRL voltamos no mesmo experimento, ajustando o RL=RTh e medimos novamente o VRL e o IRL

VRL=1,45mA IRL= 3.69mA

Podemos notar que quando usamos a resistência de thévenin diferente com a de carga e no segundo caso quando igualamos os mesmos podemos notar que nos valores não fugiram muito um do outro mais sim podemos notar que no segundo caso onde temos resistência de thévenin igual a de carga temos tensão e a corrente mais maior, isso porque a corrente é diretamente proporcional a tensão e inversamente proporcional a resistência, porque no segundo caso a resistência diminui ai aumenta a corrente e a tensão.

Bem esses foram os valores obtidos na pratica agora vamos resolver o mesmo circuito na teoria.

ETh= ETh=

ETh= 2.96V

IL= IL=3.1mA

VRL= IL×RL = 3.1mA× 560 VRL=1.73V

RL=RTh

RTh= 394+394=788Ω

I= IL=3.7mA

VRL=3.7mA× 394 VRL=1.48V

Chegando a esse ponto podemos concluir que os resultados obtidos na pratica satisfazem aos resultados obtidos na teoria, embora que os mesmo não sejam todos iguais podemos notar que entre elas a uma proximidade.

Isso se dá ao facto de que os aparelhos que nós usamos nem sempre nos dão um valor real normalmente tem sempre um pequeno erro de leitura ou mesmo no momento de medição tal facto de que os valores tendem há fugir um pouco uma da outra.