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Relatório de Eletromagnetismo, Esquemas de Eletromagnetismo

Relatório de Eletromagnetismo, fisica III,Lei de Ohm

Tipologia: Esquemas

2021

Compartilhado em 06/12/2021

rita-kassiane-1
rita-kassiane-1 🇧🇷

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Universidade Estadual de Feira de Santana
Força Magnética
Resumo: O presente relatório irá mostrar alguns efeitos interessantes envolvendo campos
magnéticos induzidos por correntes e ímãs. A influência das grandezas e suas orientações,
presença no sistema, e como isso afeta nos resultados, serão pontos importantes debatidos no
relatório. Através da utilização do livro Halliday Resnick edição e o vídeo Eletricidade - Força
Magnética (LADIF - UFRJ) disponibilizado no youtube, o relatório pretende demonstrar as
teorias supracitadas sobre o tema de força magnética.
Introdução
Até 1820, eletricidade e magnetismo eram ramos da física completamente diferentes,
apesar de relações entre os dois fenômenos serem observadas, por exemplo, quando facas
de cozinha ficavam magnetizadas após serem atingidas por raios. A união entre esses dois
ramos aconteceu por acidente, quando Hans Christian, ao estar analisando o aquecimento de
fios metálicos quando submetidos a uma corrente elétrica, notou que uma agulha de bússola
mudava sua direção quando a corrente elétrica era ligada. Quando a corrente era desligada, a
agulha voltava para a sua posição normal, apontando para o norte. Com isso, foi concluído
que correntes elétricas geram campos magnéticos. A unificação definitiva entre eletricidade e
magnetismo se deu com a publicação de “Um tratado sobre Eletricidade e Magnetismo”, de
James Clerk Maxwell, em 1873.
Referencial Teórico
Ao colocarmos um determinado fio percorrido por uma corrente elétrica (i) dentro de
um campo magnético (B), verifica-se que este sofre a ação de uma força, denominada força
magnética (Fm). Cada uma das cargas (q) que percorrem um condutor retilíneo e que se
movem a uma determinada velocidade (v), estão sujeitas à ação desta força magnética cuja
intensidade é dada pela equação:
Para um condutor retilíneo de comprimento (l), percorrido por uma corrente (i),
temos:
O módulo do campo magnético (B) gerado por um fio retilíneo depende apenas da
corrente (i) e da distância (d) entre o ponto e o fio. Ocorre uma interação quando temos dois
fios paralelos percorridos por correntes elétricas e os dois estão um no campo magnético do
outro. Para correntes elétricas de sentido contrário os fios irão se repelir, mas se as correntes
forem de mesmo sentido os fios irão se atrair:
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Universidade Estadual de Feira de Santana

Força Magnética

Resumo: O presente relatório irá mostrar alguns efeitos interessantes envolvendo campos magnéticos induzidos por correntes e ímãs. A influência das grandezas e suas orientações, presença no sistema, e como isso afeta nos resultados, serão pontos importantes debatidos no relatório. Através da utilização do livro Halliday Resnick 4º edição e o vídeo Eletricidade - Força Magnética (LADIF - UFRJ) disponibilizado no youtube, o relatório pretende demonstrar as teorias supracitadas sobre o tema de força magnética. Introdução Até 1820, eletricidade e magnetismo eram ramos da física completamente diferentes, apesar de relações entre os dois fenômenos já serem observadas, por exemplo, quando facas de cozinha ficavam magnetizadas após serem atingidas por raios. A união entre esses dois ramos aconteceu por acidente, quando Hans Christian, ao estar analisando o aquecimento de fios metálicos quando submetidos a uma corrente elétrica, notou que uma agulha de bússola mudava sua direção quando a corrente elétrica era ligada. Quando a corrente era desligada, a agulha voltava para a sua posição normal, apontando para o norte. Com isso, foi concluído que correntes elétricas geram campos magnéticos. A unificação definitiva entre eletricidade e magnetismo se deu com a publicação de “Um tratado sobre Eletricidade e Magnetismo”, de James Clerk Maxwell, em 1873. Referencial Teórico Ao colocarmos um determinado fio percorrido por uma corrente elétrica (i) dentro de um campo magnético (B), verifica-se que este sofre a ação de uma força, denominada força magnética (Fm). Cada uma das cargas (q) que percorrem um condutor retilíneo e que se movem a uma determinada velocidade (v), estão sujeitas à ação desta força magnética cuja intensidade é dada pela equação: Para um condutor retilíneo de comprimento (l), percorrido por uma corrente (i), temos: O módulo do campo magnético (B) gerado por um fio retilíneo depende apenas da corrente (i) e da distância (d) entre o ponto e o fio. Ocorre uma interação quando temos dois fios paralelos percorridos por correntes elétricas e os dois estão um no campo magnético do outro. Para correntes elétricas de sentido contrário os fios irão se repelir, mas se as correntes forem de mesmo sentido os fios irão se atrair:

Figura 1 – Regras para determinação da direção e sentido do campo e da força magnética; a) regra da mão direita e b) regra da mão esquerda. Esquemas de força entre correntes; c) repulsão dos fios para correntes de sentido contrário e d) atração dos fios para correntes de mesmo sentido. Objetivos Este experimento tem como objetivo verificar a veracidade do sentido da força magnética encontrada através da fórmula teórica descrita anteriormente como um produto vetorial entre o vetor campo e o vetor velocidade da corrente. Procedimento Experimental Para a realização do experimento foi utilizado os materiais listados abaixo: ● 1 Barra metálica em U ● 1 Fonte de corrente ● 1 Ímã permanente Inicialmente a fonte fornece corrente à barra metálica fazendo com que as cargas elétricas livres deste condutor se movimentem.No entanto, esse primeiro passo não provoca nenhuma mudança visual. Ao colocar um imã permanente no sistema, submetemos a barra a um campo magnético, com isso ela sofre efeitos da força magnética e se move. Posteriormente, inverte-se o sentido em que a corrente passa pela barra. A partir disso é possível observar que o movimento do condutor é contrário em relação ao que ele fez anteriormente. Em seguida, inverte-se o imã e observa-se os novos resultados submetendo a barra à corrente com cada sentido possível.

Figura 2.3 - Resultado para o terceiro caso No quarto e último caso, figura 2.4, invertemos novamente o sentido da corrente mudando o sentido do vetor V. Nesse caso o movimento do pêndulo se inverte se movendo para trás da mesma forma que o segundo caso demonstrando uma força de mesmo sentido em ambos os casos. Essa igualdade pode ser explicada da mesma forma que foi explicado a igualdade do primeiro e terceiro caso, por conta do produto vetorial, já que dado dois vetores U e V temos que -UxV = Ux-V. Figura 2.4 - Resultado para o quarto caso Conclusão Diante dos resultados obtidos, pode-se concluir que quando um condutor é submetido a um campo magnético e paralelamente à uma corrente elétrica surge sobre ele uma força de origem magnética. Essa força é sempre perpendicular aos vetores de velocidade e campo magnético simultaneamente, portanto, se o ângulo entre eles for zero, a força magnética será nula. Bibliografia Física Experimental III, Roteiros de experiências. Licenciatura em Física, UFES. Disponível em . Acesso em: 04 de novembro de 2021.

Halliday,D.; Resnick, R.; Walker, J. Fundamentos de física volume 3 – eletromagnetismo. 8ª edição, 2009. Editora LTC. Canhassi, C.A; Belatine, J; Khalifa, Y. E. Força entre correntes – Instrumentação para ensino de Física, Unicamp, 2014.