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Relatorio de formação de mudas por bandeja
Tipologia: Trabalhos
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PROPAGAÇÃO VIA ESTAQUIA DE Dracaena reflexa
PROPAGAÇÃO VIA ESTAQUIA DE Dracaena reflexa
Autores: Alice Maria Trois Vitória de Vargas Guimarães
Docente responsável: Enio Luiz Pedrotti
Florianópolis – SC 2026
2.1. Objetivo Geral
2.2. Objetivos específicos
3. MATERIAIS E MÉTODOS O experimento foi conduzido em estufa equipada com sistema de nebulização, localizada no Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Santa Catarina (CCA/UFSC), situado na Rodovia Admar Gonzaga, nº 1346, Km 3, bairro Itacorubi, município de Florianópolis, Santa Catarina. O substrato utilizado foi fornecido pelo Laboratório de Floricultura (LabFlor) e é constituído por uma mistura de vermiculita, turfa e fibra de coco. Também foi utilizada uma bandeja de isopor fornecida pelo LabFlor, contendo 72 células. As plantas matrizes utilizadas para obtenção das estacas eram cultivadas nas dependências do próprio CCA/UFSC e foram selecionadas com base em seu bom estado fitossanitário. As estacas foram confeccionadas a partir de ramos apicais das plantas matrizes, com aproximadamente X cm de comprimento, mantendo-se a folhagem. Posteriormente, foram divididas em dois grupos: estacas com folhas e estacas sem folhas. Nas estacas mantidas com folhas, estas foram reduzidas pela metade, com o objetivo de minimizar a perda de água por transpiração e favorecer o estabelecimento das mudas. Para avaliação do efeito de indutores naturais no enraizamento, metade das estacas de cada grupo foi submetida a uma solução indutora natural composta por água de coco e polpa de banana, preparada na proporção de 200 mL de água de coco e 100 g de polpa de banana para cada litro de solução, seguindo a metodologia descrita por Sousa et al. (2022). Dessa forma, foram avaliados quatro tratamentos: estacas com folhas e com indutor natural, estacas com folhas e sem indutor natural, estacas sem folhas e com indutor natural, e estacas sem folhas e sem indutor natural. Cada tratamento foi composto por 18 estacas, totalizando 72 unidades experimentais.
Os dados obtidos foram organizados em planilhas eletrônicas e posteriormente submetidos à análise estatística por meio de análise de variância, considerando os efeitos da presença ou ausência de folhas e da aplicação ou não do indutor natural de enraizamento.
Inicialmente, o experimento seria conduzido utilizando bandejas de 128 células. Entretanto, após consulta à metodologia de referência, verificou-se que o comprimento das estacas recomendado era de aproximadamente X cm, o que tornaria o volume de substrato disponível por célula insuficiente para o adequado desenvolvimento do sistema radicular. Dessa forma, considerou-se que a utilização de bandejas de 128 células poderia comprometer a condução do experimento. Diante dessa limitação, foram realizadas consultas aos técnicos do Laboratório de Floricultura (LabFlor), os quais recomendaram a utilização de bandejas com 72 células, por apresentarem maior volume de substrato por unidade experimental. Posteriormente, foi sugerida a realização de testes preliminares com estacas de aproximadamente X cm de comprimento, visando avaliar sua adaptação às condições experimentais e a viabilidade de utilização das bandejas inicialmente previstas. Após as avaliações e discussões realizadas, optou-se por manter a utilização das bandejas de 72 células, por serem consideradas mais adequadas ao desenvolvimento das estacas e ao acompanhamento do enraizamento durante o período experimental.
BHATIA, Navjot; SINGH, Parminder; SHARMA, Rishu. Propagation Studies in Dracaena reflexa Lam. Under the Effect of Seasons, Media and Growth Regulators. Asian Journal of Soil Science and Plant Nutrition , v. 11, n. 3, p. 201-208, 2025.
SOUSA, S. B.; et al. Indutores naturais de enraizamento na formação de estacas de Dracaena reflexa Lam. Agrarian , Dourados, v. 15, n. 55, e15682, 2022. DOI: https://doi.org/10.30612/agrarian.v15i55.