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Relatorio Eso II, Provas de Bioquímica

Relatório de Estágio em Farmácia Magistral

Tipologia: Provas

2015

Compartilhado em 04/06/2015

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michelet-moreira-3 🇧🇷

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UNIVERSIDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS
FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
CURSO DE FARMÁCIA
Relatório de estágio Curricular
Estagiário
Michelet Cristina Moreira de Freitas
Matrícula
480-39654
Período
7º período de Farmácia
Local de Estágio
Farmácia de Manipulação de Miligrama Ltda
Profissional Responsável:
Marcelo Augusto Bittencourt
N° de registro no CRF:
MG 23700
Orientador:
Prof. Alessandra Cristina Oliveira
Período de Estágio
Início: 04/05/2015 Término: 02/06/2015
Total de horas cumpridas 172 horas
INTRODUÇÃO
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UNIVERSIDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS

FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE

CURSO DE FARMÁCIA

Relatório de estágio Curricular

Estagiário

Michelet Cristina Moreira de Freitas

Matrícula

Período

7º período de Farmácia

Local de Estágio

Farmácia de Manipulação de Miligrama Ltda

Profissional Responsável:

Marcelo Augusto Bittencourt

N° de registro no CRF:

MG 23700

Orientador:

Prof. Alessandra Cristina Oliveira

Período de Estágio

Início: 04/05/2015 Término: 02/06/

Total de horas cumpridas 172 horas

INTRODUÇÃO

A Farmácia Magistral é o estabelecimento de saúde em que os medicamentos são preparados de forma personalizada para atender as necessidades farmacoterapêuticas específicas de seus usuários mediante a prescrição de médicos, dentistas e, atualmente, também de nutricionistas. Representa um recurso tecnológico à disposição destes profissionais e ocupa um importante espaço no cuidado à saúde. Neste contexto, estudos relacionados a formulações magistrais são evidentemente necessários para que estas tenham garantidas a qualidade, a segurança e a eficácia esperadas. Esta característica do setor exige do profissional farmacêutico que nele atua um amplo conhecimento das doenças, dos recursos farmacotécnicos, dos fármacos, da garantia da qualidade, entre outros assuntos, para, assim, estar apto a produzir e propor soluções em medicamentos ajustadas às necessidades individuais dos pacientes. A farmácia magistral representa hoje um nicho de mercado para o profissional farmacêutico. Possibilita ao farmacêutico ascensão social e econômica com completa realização profissional, encontrando na farmácia a possibilidade de exercer com amplitude todas as atividades inerentes ao verdadeiro profissional do medicamento. Na farmácia de Miligrama há um grande empreendedorismo, ou seja, há muitos profissionais atuantes, de modo a assegurar a qualidade de seus produtos e medicamentos. O objetivo da farmácia de modo geral, é a manipulação de fórmulas e venda de produtos naturais, buscando sempre a oferta de saúde e bem-estar aos seus pacientes.

ATIVIDADES DESENVOLVIDAS

Foi realizado durante o período vigente do estagio as seguintes atividades:

  • Manipulação de forma farmacêutica sólida
  • Manipulação de forma farmacêutica semi-sólida
  • Controle de Qualidade

RELATÓRIO 1

Formas farmacêuticas sólidas

São aqueles dispensados em frascos ou potes de “boca larga” para serem administrados com colheres de medida. Devido a inexatidão do processo de medida, somente fármacos não – potentes devem ser dispensados dessa forma. Podem ser diluídos em uma quantidade de água ou outro líquido, facilitando a deglutição. Facilita, por essa razão a administração a pacientes pediátricos ou geriátricos.

FÁRMACOS DE USO INTENO NORMALMENTE VEICULADOS:

  • Antiácidos
  • Laxantes

PROCEDIMENTO DE PREPARO:

Para pós a granel de uso interno a substância ativa é dispensada em concentração peso do ativo/ volume a ser ingerido ou administrado (ex.: X MG do ativo/colher de chá)

  1. Preparar o produto conforme a prescrição. Medir o volume de pó a ser tomado com o utensílio de que será utilizado na administração do pó.
  2. Pesar o volume de pó medido
  3. Calcular o peso dos ingredientes ativos no volume a ser administrado a partir da concentração ou percentual dos ingredientes ativos do peso total da mistura de pó em função do peso do volume da medida,
  4. Misturar os pós geometricamente.
  5. Envasar e rotular.

Embalagens:

  • Frascos ou caixas: cartonadas, metal, plástico ou de vidro.
  • Recipientes bem vedados e não permeáveis à umidade.
  • Recipiente com tampa de enroscar e boca larga para permitir o uso da colher de medida.

CONTROLE DE QUALIDADE:

  • Comparar o peso final do produto com o peso teórico.
  • Uniformidade da cor na mistura
  • Tamanho da partícula
  • Escoamento e fluxo
  • Ausência de grumos

EXEMPLOS DE FORMULAÇÕES: A. Pó Laxativo Sulfato de sódio anidro..................20g Fosfato de sódio anidro................,.40g Bicarbonato de sódio......................60g

B. Pó antiácido Carbonato de Cálcio.....................32g Carbonato de magnésio................32g Carbonato de sódio......................26g Caolim (leve)................................10g

Pós e Grânulos efervescentes

Pós efervescentes são usualmente eflorescidas de ácido cítrico e/ou de ácido tartárico com bifosfato sódico e/ou bicarbonato de sódio (bases) e outros ingredientes medicinais. Os grânulos são formas farmacêuticas que consistem de partículas cujo tamanho varia entre 4 a 10 mesh (4,76 mm a 2mm), formado por pó umedecido que passa por um tamis ou granulador. Os grânulos úmidos são secados ao ar ou em estufa. No preparo de grânulos efervescentes o álcool de alta graduação é utilizado normalmente como líquido de granulação.

EXEMPLO DE FORMULAÇÃO

A. Envelope com ascorbato de cálcio efervescente (10 envelopes)

Ascorbato de cálcio...........................................97,4g (1 g de cálcio em cada 9,74g de ascorbato de cálcio)

As cápsulas duras para uso humano são comercializadas em diversos tamanhos, designados arbitrariamente por algarismos. Para essas cápsulas, quanto maior o algarismo designativo, menor a capacidade volumétrica da cápsula.

Tabela 1: Tamanho de cápsulas disponíveis para uso humano Número Capacidade em volume (mL) 5 0,12 a 0, 4 0,20 a 0, 3 0,27 a 0, 2 0, 1 0,48 a 0, 0 0,67 a 0, Oel 0,78 a 0, 00 0,91 a 0, 000 1,26 a 1,

Procedimento para manipulação de formulações em cápsulas duras

Para pesar uma formulação na forma de cápsula, é necessário calcular a quantidade necessária de cada componente. Para isso deve se considerar a dosagem prescrita de cada componente e multiplicar pelo número de cápsulas que serão manipuladas. Deve ser observada e considerada a diluição e/ou fator de equivalência da forma química utilizada quando estes forem aplicáveis. É importante também considerar a unidade de medida relacionada para cada ingrediente.

EXEMPLO:

Considerar a seguinte prescrição:

Piridoxina...................60 mg Cistina......................200 mg

Vitamima B12............100 μg Biotina........................0,2 mg Vitamina A...........25.000 UI

Cálculo:

  • Piridoxina: 60 mg X 100 caps = 6,0 g
  • Cistina = 200 mg X 100 caps. 20,0 g
  • Vitamina B12 = 100 mgg X 100 caps. = 10.000 μg = 100 mg Considerando que a vitamina B12 é diluída a 1:100, efetua – se então uma regra de três: 1mg______________ 100 mg 10,5 mg___________ X X =1050 mg = 1,05 g Pesar 1,05g da Vit. B12diluída 1:
  • Biotina = 0,2 mg X 100 caps = 20 mg Considerando – se que a Biotina é diluída 1:10, efetua – se outra regra de três. 1mg ________________10 mg 10 mg_______________ X X = 200 mg = 0,2 g Pesar 0,2 g de Biotina diluída 1:10.
  • Vitamina A = 25.000 UI Converte – se a unidade internacional em miligrama, considerando – se que 500.000 U.I de vitamina A correspondem a 1g da vitamina A acetato pó. Efetua – se então, a seguinte regra de três: 500.000 UI_________________ 1g 25.000 UI__________________ X X = 0,05 g 0,05 g X 100 caps = 5,0 g. Pesar 5 g da vitamina A acetato pó. Nota: Uma quantidade excedente poderá ser pesada ( 5-10 %) para compensar as perdas durante a manipulação,

PESAGEM

FECHAMENTO E SELAGEM DAS CÁPSULAS

As cápsulas de parede lisa corre o risco de se abrirem como resultado de uma ação mecânica durante seu manuseio. Para evitar esse inconveniente, existem cápsulas rígidas que possuem ranhuras e saliências nos hemireceptáculos, os quais só se adaptam quando sobre ele é exercida uma pressão. Assim sendo, essas cápsulas possuem força de separação bastante elevadas, conferindo resistência à abertura e garantia de um acondicionamento perfeito das substâncias nelas contidas.

LIMPEZA E POLIMENTO DAS CÁPSULAS

Pequenas quantidades de pó podem aderir ao lado externo das cápsulas após o enchimento. O pó pode ser amargo ou desagradável ao paladar, além de produzir sensação estética não aceitável, e deve ser removido antes do acondicionamento ou dispensação. Em pequena escala, as cápsulas podem ser limpas individualmente com o auxilio de uma gaze ou pano limpo.

Manipulação dos pellets

As formas farmacêuticas peletizadas vêm ganhando popularidade devido as suas vantagens, como a facilidade de preenchimento em cápsulas, aumento da dissolução do fármaco, e a facilidade de revestimento para obter formas de liberação sustentada ou de liberação sítio – específica no trato gastrointestinal. Diversos fármacos veiculados na forma de pellets estão disponíveis em sistema de liberação modificada.

PREENCHIMENTO DE CÁPSULAS COM PELLETS

O preenchimento de cápsulas duras com pellets é realizado vertendo individualmente a quantidade de pellets correspondente à dose prescrita em cada unidade de cápsula; ou então, utilizando dosadores calibrados em função do volume ocupado por doses posológicas usualmente empregadas.

PRCEDIMENTO PARA PREENCHIMENTO INDIVIDUAL DE CÁPSULAS COM PELLETS

  1. Calcular a quantidade total de pellets a ser pesada, considerando a dosagem prescrita, a concentração de fármaco presente no lote utilizado e a aplicação do fator de correção correspondente.
  2. (^) Preencher a placa encapsuladora com o número e tamanho de cápsulas duras vazias em função da dose e quantidade solicitada na prescrição. Separar a tampa do corpo da cápsula, ajustando o nível da placa para iniciar o processo de preenchimento.
  3. Pesar individualmente a quantidade requisitada para o preenchimento de cada cápsula.
  4. Preencher cada cápsula com a quantidade pesada de pellets.
  5. Mover os bastões reguladores, ajustando o nível da placa para a posição de travamento.
  6. Reconectar a tampa ao corpo da cápsula.
  7. Realizar o travamento da tampa ao corpo da cápsula, exercendo uma pressão com a palma da mão (encapsulador manual). A pressão não deverá ser exercida com excesso, pois existe o risco de se deformar as cápsulas.
  8. Envasar e rotular.

Pastilhas Mastigáveis

São formas farmacêuticas preparadas com gelatina e glicerina, sendo utilizadas para administração de medicações para absorção gastrintestinal e uso sistêmico. São bem flavorizadas. São levemente ácido (geralmente contém ácido cítrico). Preparo simples.

  1. Embalar e rotular. EMBALAGEM: bem vedada ARMAZENAMENTO: sob refrigeração.

B. Preparações das pastilhas mastigáveis (jujubas)

Ingredientes Quantidade Função Base de gelatina (preparada anteriormente)

43 g Excipiente

Sílica gel 0,5 g Agente suspensor Goma arábica 0,72 g Gente suspensor Aspartame 0,9 g Edulcorante Ácido cítrico monoidra – Tado

2,4 Acidulante

Flavorizante 14 -18 gotas Flavorizante Igredientes (s) ativos (s) Quantidade prescrita

PROCEDIMENTO DE PREPARO

  1. Pesar, exatamente, cada ingrediente da formulação.
  2. Triturar a sílica gel, aspartame, goma arábica, o ácido cítrico e o(s) ingrediente (s) ativo (s).
  3. Aquecer a goma gel base em Banho – Maria até liquefazer.
  4. Adicionar os pós da mistura (passo 2) na goma – base, dispersando –os.
  5. Adicionar o corante e o aroma, misturando bem.
  6. Verter para o molde untando e deixar esfriar.
  7. Embalar e rotular.

RELATÓRIO 2

Formas farmacêuticas semi - sólidas

As formas farmacêuticas semi - sólidas são quase sempre se de uso dermatológico ou tópico. São geralmente desenvolvidas para exercer ação local, aplicadas na pele ou membranas mucosas, embora também possam ser empregadas para administração transdérmica de fármacos objetivando uma ação sistêmica. Compreendem formas farmacêuticas clássicas, como pomadas, pastas, cremes, géis, unguentos e citoplasmas. Tais formas apresentam em comum a propriedade de adesão à superfície de aplicação durante um período razoável de tempo antes de serem removidas. Dentre as diversas aplicações medicinais das formas semi – sólidas as principais estão relacionadas à sua atividade protetora, emoliente, lubrificante e secante, ou devido aos efeitos específicos dos ativos veiculados.

Pomadas

  • Balança
  • Papel manteiga
  • Espátula ou pistilo
  • Gral

Embalagem/ Armazenamento/ Rotulagem

As pomadas são melhor envazadas em tubos ou seringas, embalagens que minimizam o headspace (espaço entre o produto e a tampa), diminuindo a possibilidade de perda de água e rancificação por oxidação. Eventualmente, potes podem ser empregados como embalagens. Controle de Qualidade

O controle de qualidade das pomadas envolve o monitoramento de produto final, observando as seguintes características: peso líquido final do produto, aparência visual, cor, odor, viscosidade, pH, homogeneidade (se há separação), textura (se há grumos ou arenosidade).

Pastas

São formas farmacêuticas semi – sólidas que contêm uma elevada concentração de pós finamente dispersos, variando normalmente este conteúdo de 20 até 60%. São mais firmes e espessas que as pomadas, mas geralmente menos gordurosas. Destinam – se à aplicação externa.

CLASSIFICAÇÃO

  • (^) Pastas preparadas com excipientes graxos;
  • Pastas preparadas com excipientes hidrófilos;

COMPOSIÇÃO BÁSICA DAS PASTAS:

  • Ingredientes ativos;
  • Excipiente: graxos (Ex.: vaselina sódica, vaselina líquida, lanolina, ceras, silicones, etc) ou hidrofílicos (géis de pectina, géis de derivados de celulose, gelatina glicerinada).
  • Agente levigante.

EXEMPLO DE FORMULAÇÃO

Pasta d’água

Óxido de Zinco....................25g Talco.....................................25g Glicerina...............................25g Água de cal..........................25g

Procedimento de preparo:

  1. Pesar os componentes da formulação
  2. Tamisar em malha fina o óxido de zinco e o talco
  3. Verter o óxido de zinco e o talco tamisados para um gral, misturando – os com um pistilo.
  4. Adicionar a glicerina (agente de levigação), aos poucos e misturar micronizando os pós.
  5. Adicionar a água de cal aos poucos, misturando bem.
  6. Embalar e rotular.

Embalagem e armazenamento

As pastas podem ser embaladas em:

  • Tubos ou bisnagas de plástico ou alumínio;
  • (^) Potes de plástico ou vidro.

Fase I Base concentrada não iônica (Crodobase ® CR2.................................................... 7 – 12,5 % (p/p) Álcool de lanolina acetilado (Crodalan ® LA....................0,7 % (p/p) Lanolina acetilada (Acylan ®)............................................0,7 % (p/p) Propilparabeno..................................................................0,05 % (p/p) Butilhidroxitolueno (BHT)...............................................0,05 % (p/p)

Fase II Metilparabeno............................................................................0,15 % (p/p) EDTA- Na2.................................................................................0,1 % (p/p) Sorbitol 70 %..................................................................................5 % (p/p) Agua deionizada qsq.......................................................................... 100 %

Fase III

Imidazolin ureia (Germal ® 1 115)................................................... 0,1 % Água deionizada........................................................... 3% (para dissolver)

MODO DE PREPARO:

  1. Aquecer separadamente a fase 1 a 80 ºC e a fase 2 a 85 ºC.
  2. Adicionar a fase 2 à fase 1 sob agitação vigorosa, por 10 minutos.
  3. Reduzir a agitação para velocidade lenta. Deixar resfriar sob agitação,

adicionando a fase 3 ( Germall) próximo à temperatura de 40 ºC. Agitar.

4. Embalar e rotular.

CONTROLE DE QUALIDADE

O controle de qualidade das emulsões envolve o monitoramento do produto final, observando as seguintes características:

  • Peso líquido ou volume final do produto;
  • Características organalópeticas;
  • Propriedades reológicas;
  • pH;
  • Gravidade específica;
  • Observação do sensorial;
  • Aparência
  • Também deve – se observar se há sinal de crescimento de fungos ou bactérias. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO

Os cremes são melhores embalados em tubos de plásticos ou vidro bem vedados que evitem a evaporação da água do produto. Loções cremosas poderão ser embaladas em frascos plásticos ou bisnagas comprimíveis do tipo squeeze. As emulsões devem ser armazenadas em temperatura ambiente ou sob refrigeração, protegidas de temperaturas externas.

Géis

Géis são preparações semi sólidas ou sólidas transparentes ou translúcidas,

constituídas de soluções ou dispersões de um ou mais ingredientes em bases hidrofílicas ou hidrofóbicas. Os géis destinam – se ao uso externo (tópico). Apresentam – se como veículos ideais para a administração de ativos em peles acnéias e oleosas. São também utilizados como veículo em preparações intranasais, intravaginais, retais, orais e até parentais. São utilizados para veicular diversos fármacos, tais como:

  • Antiinflamatórios
  • Antiacnéicos
  • Anticoagulantes
  • (^) Anestésicos locais
  • Anti- histamínicos
  • Vasoconstritores
  • Anti – sépticos e outros.