Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


Relatório Final IFPE, Provas de Cultura

Relatório de estágio

Tipologia: Provas

2012

Compartilhado em 03/03/2012

felipe-simoes-6
felipe-simoes-6 🇧🇷

1 documento

1 / 35

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
1
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIENCIA & TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO
DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE PROCESSOS, CONTROLE e SISTEMAS ELETRO-ELETRÔNICOS
COORDENAÇÃO DE ELETROTÉCNICA
COORDENAÇÃO DE INTEGRAÇÃO ESCOLA-EMPRESA
MANUTENÇÃO ELÉTRICA INDUSTRIAL
Felipe de Andrade Simões
RECIFE
2011
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
pf14
pf15
pf16
pf17
pf18
pf19
pf1a
pf1b
pf1c
pf1d
pf1e
pf1f
pf20
pf21
pf22
pf23

Pré-visualização parcial do texto

Baixe Relatório Final IFPE e outras Provas em PDF para Cultura, somente na Docsity!

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIENCIA & TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE PROCESSOS, CONTROLE e SISTEMAS ELETRO-ELETRÔNICOS COORDENAÇÃO DE ELETROTÉCNICA COORDENAÇÃO DE INTEGRAÇÃO ESCOLA-EMPRESA

MANUTENÇÃO ELÉTRICA INDUSTRIAL

Felipe de Andrade Simões

RECIFE

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIENCIA & TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE PROCESSOS, CONTROLES e SISTEMAS ELETRO-ELETRÔNICOS COORDENAÇÃO DE ELETROTÉCNICA COORDENAÇÃO DE INTEGRAÇÃO ESCOLA-EMPRESA

MANUTENÇÃO ELÉTRICA INDUSTRIAL

Relatório de estágio curricular apresentado à Coordenação de ELETROTÉCNICA como um dos requisitos para obtenção do título de Técnico em ELETROTÉCNICA do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de Pernambuco – IFPE.

Aluno: Felipe de Andrade Simões

Professor orientador: Jairson Marcos Batista dos Santos

RECIFE

SUMÁRIO

  • INTRODUÇÃO ..................................................................................................................................
  • OBJETIVOS .......................................................................................................................................
  • 1 DESCRIÇÃO GERAL DA EMPRESA UNILEVER ..................................................................
  • 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA .................................................................................................
  • 2.1 GRANDEZAS ELÉTRICAS .........................................................................................................
  • 2.2 CIRCIUTO ELÉTRICO ...............................................................................................................
  • 2.3 LEIS ELÉTRICAS .......................................................................................................................
  • 2.4 INSTRUMENTOS DE MEDIDAS DE GRANDEZAS ELÉTRICAS .......................................
  • 2.5 DISPOSITIVOS ELÉTRICOS ....................................................................................................
  • 2.6 EQUIPAMENTOS ELÉTRICO-ELETRÔNICOS ......................................................................
  • 2.7 MÁQUINAS ELÉTRICAS ..........................................................................................................
  • 2.8 PRINCIPAIS CHAVES DE PARTIDA ......................................................................................
  • 3 TIPOS DE MANUTENÇÃO ........................................................................................................
  • 3.1 MANUTENÇÃO CORRETIVA..................................................................................................
  • 3.2 MANUTENÇÃO PREVENTIVA ...............................................................................................
  • 4 METODOLOGIA DE TRABALHO DESENVOLVIDO NO ESTÁGIO ..............................
  • 5 ATIVIDADES REALIZADAS NO ESTÁGIO ..........................................................................
  • 5.1 ATIVIDADES PREVENTIVAS: ................................................................................................
  • 5.2 ATIVIDADES CORRETIVAS: ..................................................................................................
  • 5.3 ATIVIDADES NA BANCADA: .................................................................................................
  • 6 PERFIL DO PROFISSIONAL ....................................................................................................
  • CONCLUSÃO ..................................................................................................................................
  • REFERÊNCIAS ...............................................................................................................................
  • ANEXO .............................................................................................................................................

INTRODUÇÃO

Este relatório faz uma análise geral sobre o estágio curricular, descrevendo as atividades desempenhadas na empresa Unilever Brasil Gelados do Nordeste S/A, pelo Aluno Felipe de Andrade Simões. Tais atividades serviram para que o aluno pudesse colocar em prática os conhecimentos assimilados por ele em sala de aula e soma-los a outros tantos, de forma que o mesmo se tornasse mais eficaz no desempenho de suas tarefas. O período de avaliação foi de seis meses, supervisionado pelo então Engenheiro Mecatrônico, o Eng. Júlio Cesar Ivani. No final, estão alguns anexos que ajudarão na compreensão do que foi relatado. Estes anexos são imagens de atividades acompanhadas e executadas pelo estagiário.

1 DESCRIÇÃO GERAL DA EMPRESA UNILEVER

Presente em 100% dos lares brasileiros Uma das maiores empresas de bens de consumo do mundo, fabricante de produtos de higiene pessoal e limpeza, alimentos e sorvetes, com operações em mais de 100 países, a Unilever completa, em 2009, 80 anos de atuação no Brasil. Presente em 100% dos lares brasileiros ao longo de um ano, seus produtos atingem, mensalmente, 86% dos domicílios, ou seja, cerca de 37 milhões. São oito décadas de sucesso, conquistas, convívio e relacionamento com o consumidor, antecipando desejos, atendendo necessidade e construindo marcas consagradas como Omo, Comfort, Seda, Lux, Kibon, Hellmann’s, Arisco, Knorr, Becel, Maizena, AdeS, Dove, Axe, Close Up e Rexona, entre outras. Atualmente, a Unilever Brasil conta com 12 fábricas nos estados de São Paulo, Goiás, Minas Gerais e Pernambuco e cerca de 12 mil funcionários.

Uma empresa socialmente responsável Mesmo com o incremento da produção em 27% nos últimos quatro anos, a Unilever Brasil conseguiu melhorar importantes indicadores ambientais: reduziu as emissões de carbono em 56%, por tonelada produzida, e o consumo de água em 32%, o equivalente a mais de 400 piscinas olímpicas/ano, mais de 60% da energia utilizada nas fábricas provém de fontes renováveis, a companhia trata 100% dos efluentes gerados nas fábricas, quase a totalidade (98%) dos resíduos é encaminhada à reciclagem. Números e Conquistas Em 2007, a Unilever Brasil foi eleita pela segunda vez consecutiva como uma das Empresas dos Sonhos dos Jovens. As consultorias Companhia de Talentos e LAB SSJ entrevistaram mais de 16 mil estudantes universitários. Em 2008, as marcas Omo, Seda, Rexona, Lux, Kibon e Hellmann’s foram as vencedoras, em suas respectivas categorias, do Top Of Mind da Folha de S. Paulo. A Unilever venceu o Top Popular com Hellmann’s, o Top Feminino com Seda e o Top Grand Prix com Omo. A Unilever é a empresa mais admirada no Brasil na categoria Higiene e Limpeza Doméstica no prêmio Carta Capital de 2006. Ficou com o segundo lugar em Higiene, Perfumaria e Cosmético, e Alimentos. A Unilever foi vencedora no item Relacionamento com o Governo e a Sociedade no Guia Exame 2006 de Boa Cidadania Corporativa, com o Projeto Mais Vida. A Unilever foi premiada em 2005, pelo segundo ano consecutivo, como uma das 10 empresas-modelo. A empresa foi destaque no Guia Exame de Boa Cidadania por ter aplicado conceitos de sustentabilidade ao lançar produtos específicos para a população de baixa renda, ter reciclado quase 100% dos resíduos gerados nas suas fábricas e ter mais que duplicado o orçamento para a área ambiental entre 2002 e 2004. Entre as três maiores notas recebidas, a Unilever destaca o quesito “Meio Ambiente” (10), “Valores e transparência” (9,5) e “consumidores/clientes” (9,5).

História A Unilever é um grupo anglo-holandês, resultado da fusão, em 1929, de duas empresas que tinham nos óleos e gorduras vegetais as suas matérias-primas mais importantes: a inglesa Lever Brothers e a holandesa Margarine Unie. Com a razão social S.A Irmãos Lever, a empresa iniciou suas atividades no Brasil naquele mesmo ano, comercializando o sabão Sunlight, importado da Inglaterra. Apenas um ano após sua

fundação, a Irmãos Lever inaugurou sua primeira fábrica no Brasil, em Vila Anastácio (SP), e não parou mais de crescer. Diversificou sua produção, lançou produtos inovadores e passou a liderar mercados com marcas como Lux, Omo e Lever. Em 1960, ao adquirir a Cia. Gessy Industrial, passou a adotar o nome Gessy Lever, que se transformou em referência de qualidade e pioneirismo para os brasileiros. Dez anos depois, decidiu entrar no mercado de alimentos, com o lançamento da Doriana – a primeira margarina cremosa do País. Neste segmento, obteve o mesmo sucesso que já tinha com os produtos de limpeza e, em 2000, já com marcas consolidadas como a Cica, adquiriu a Bestfoods – uma das maiores empresas de alimentos do mundo, que havia acabado de incorporar as operações da Arisco. Nessa época, a Gessy Lever já havia adquirido também a Kibon, transação que aconteceu em 1997, ampliando sua área de atuação também para o segmento de sorvetes. Assim, a Gessy Lever passou a ser líder de mercado com marcas de produtos de limpeza, alimentos e sorvetes. Para fortalecer ainda mais sua presença no Brasil, em 2001, a então Gessy Lever decidiu adotar a identidade corporativa internacional, trocando seu nome e razão social para Unilever.

Missão A missão da Unilever é levar vitalidade para o dia-a-dia. A Vitalidade está no coração de tudo que fazemos. Está em nossas marcas, em nossas pessoas e em nossos valores. Vitalidade significa coisas diferentes para pessoas diferentes. Para algumas, significa energia. Para outras, é um conceito mais global que abrange corpo e mente saudáveis, se sentirem vivas. A Vitalidade define o que nós representamos: nossos valores, aquilo que nos torna diferentes, e a maneira como contribuímos com a sociedade. É o fio condutor que liga nossas marcas e o alicerce da maneira única em que operamos ao redor do mundo.

Visão A Unilever será reconhecida e admirada no Brasil por sua liderança inovadora e pela responsabilidade e respeito com que conduz seus negócios junto à sociedade e aos funcionários.

armazenam energia no campo magnético, como motores e transformadores, e para criar fluxo elétrico em equipamentos que armazenam energia no campo elétrico, com os capacitores. É normalmente expressa em quilo-volt-ampère-reativo (kVAr) e a potência aparente S que é a potência total do sistema, ativa e reativa, absorvida por uma instalação elétric a, usualmente expressa em quilovolt-ampère (kVA).

Resistência elétrica é a capacidade de um corpo qualquer se opor à passagem de corrente elétrica mesmo quando existe uma diferença de potencial aplicada. Seu cálculo é dado pela Lei de Ohm, e, segundo o Sistema Internacional de Unidades (SI), é medida em ohms (Ω).

2.2 CIRCIUTO ELÉTRICO

Um circuito elétrico é a ligação de elementos elétricos, tais como resistores, indutores, capacitores, diodos, linhas de transmissão, fontes de tensão, fontes de corrente e interruptores, de modo que formem pelo menos um caminho fechado para a corrente elétrica.

2.3 LEIS ELÉTRICAS

-Leis de Kirchhoff  Lei das Correntes ou Lei dos Nós: A soma de todas as correntes que entram num nó é igual à soma de todas as correntes que saem do nó.  Lei das Tensões ou Lei das Malhas: A soma de todas as tensões geradas menos a soma de todas as tensões consumidas numa malha é igual a zero. -Lei de Ohm: A tensão entre as duas pontas de um resistor é igual ao produto da resistência e a corrente que flui através do mesmo. -Teorema de Thévenin: Qualquer circuito elétrico formado por fontes de tensão, fontes de correntes e resistores com dois terminais possui um circuito equivalente formado por uma fonte de tensão em série com um resistor. -Teorema de Norton: Qualquer circuito elétrico formado por fontes de tensão, fontes de correntes e resistores com dois terminais possui um circuito equivalente formado por uma fonte de corrente em paralelo com um resistor.

2.4 INSTRUMENTOS DE MEDIDAS DE GRANDEZAS ELÉTRICAS

O galvanómetro mais comum é o tipo conhecido como bobina móvel: uma bobina de fio muito fino é montada em um eixo móvel, e instalada entre os pólos de um ímã fixo. Quando circula corrente eléctrica pela bobina, se forma um campo magnético que interage com o campo do íman, e a bobina gira, movendo um ponteiro, ou agulha, sobre uma escala graduada. Como o movimento do ponteiro é proporcional à corrente elétrica que percorre a bobina, o valor da corrente é indicado na escala graduada. Através de circuitos apropriados, o galvanômetro pode ler outras grandezas eléctricas, como tensão contínua, tensão alternada, resistência, potência, e outras. Outro tipo de galvanómetro é o de ferro móvel: neste, a bobina é fixa, envolvendo uma pequena peça de ferro ligada ao ponteiro, e capaz de girar conforme o campo ma gnético produzido pela bobina. O galvanómetro de ferro móvel é pouco usado, por ser menos sensível que o de bobina móvel, mas possui as vantagens de ser mais barato, mais robusto, e funcionar tanto com corrente contínua como com corrente alternada.

O amperímetro ou alicate amperímetro é um instrumento utilizado para fazer a medida da intensidade no fluxo da corrente elétrica que passa através da sessão transversal de um condutor. A unidade usada é o Ampère. Como a corrente elétrica passa através dos condutores e dispositivos ligados a eles, para aferir a corrente que passa por alguma região de algum circuito, deve -se colocar o amperímetro em série com esta, sendo necessário abrir o circuito no local da medida. Por isso, para as medições serem precisas, é esperado que o amperímetro tenha uma resistência muito pequena comparada às do circuito. Amperímetros podem medir correntes contínuas ou alternadas. Dependendo da qualidade do aparelho, pode possuir várias escalas que permitem seu ajuste para medidas com a máxima precisão possível. A imagem abaixo mostra um alicate amperímetro com display digital:

O wattímetro é um instrumento que permite medir a potência eléctrica fornecida ou dissipada por um elemento. O wattímetro implementa o produto das grandezas tensão e corrente eléctrica no elemento, razão pela qual a sua ligação ao circuito é feita simultaneamente em série e em paralelo. Assim, dois dos terminais são ligados em paralelo com o elemento, efetuando a medição da tensão, e os dois restantes são interpostos no caminho da corrente. Tal como o voltímetro e o amperímetro, o wattímetro ideal mede a tensão sem desvio de qualquer fluxo de corrente, e mede a corrente sem introduzir qualquer queda de tensão aos seus terminais. As imagens abaixo mostram dois wattímetros:

Um multímetro é um aparelho destinado a medir e avaliar grandezas elétricas. Existem modelos com mostrador analógico (de ponteiro) e modelos com mostrador digital. O modelo com mostrador digital funciona convertendo a corrente elétrica em sina is digitais através de circuitos denominados conversores analógico-digitais. Esses circuitos comparam a corrente a medir com uma corrente interna gerada em incrementos fixos que vão sendo contados digitalmente até que se igualem, quando o resultado então é mostrado em

números ou transferidos para um computador pessoal. Várias escalas divisoras de tensão, corrente, resistência e outras são possíveis. O mostrador análogo funciona com base no galvanômetro, instrumento composto basicamente por uma bobina elétrica montada em um anel em volta de um imã. O anel munido de eixo e ponteiro pode rotacionar sobre o imã. Uma pequena mola espiral - como as dos relógios - mantem o ponteiro no zero da escala. Uma corrente elétrica passando pela bobina, cria um campo magnético oposto ao do imã promovendo o giro do conjunto. O ponteiro desloca-se sobre uma escala calibrada em tensão, corrente, resistência etc. Uma pequena faixa espelhada ao longo da escala curva do mostrador, ajuda a evitar o erro de paralaxe. Nos dois modelos, um sistema de chave mecânica ou eletrônica divide o sinal de entrada de maneira a adequar a escala e o tipo de medição. Utilizado na bancada de trabalho (laboratório) ou em serviços de campo, incorpora diversos instrumentos de medidas elétricas num único aparelho como voltímetro, amperímetro e ohmímetro por padrão e capacímetro, frequencímetro, termômetro entre outros, como opcionais conforme o fabricante do instrumento disponibilizar. Tem ampla utilização entre os técnicos em eletrônica e eletrotécnica, pois são os instrumentos mais usados na pesquisa de defeitos em aparelhos eletroeletrônicos devido a sua simplicidade de uso e, normalmente, portabilidade. Diferentes fabricantes oferecem inúmeras variações de modelos. Oferecem uma grande variedade de precisões (geralmente destaca-se a melhor precisão para medidas em tensão CC), nível de segurança do instrumento, grandezas possíveis de serem medidas, resolução (menor valor capaz de ser mostrado/exibido), conexão ou não com um PC, etc. Há modelos destinados a uso doméstico (onde o risco de um acidente é menor) e modelos destinados a uso em ambiente industrial (que devido as maiores correntes de curto - circuito apresentam maior risco). A precisão de leitura (exatidão) não é o que diferencia estas duas opções e sim sua construção interna (trilhas do CI mais espaçadas, maior espaçamento entre a placa de CI e a carcaça e maior robustez a transientes nos modelos industriais). As imagens abaixo mostram um multímetro com display digital outro com display analógico, respectivamente:

As imagens abaixo mostram um disjuntor monofásico, um bifásico e um trifásico, respectivamente:

Contactor é um dispositivo eletromecânico que permite, a partir de um circuito de comando, efetuar o controle de cargas num circuito de potência. Essas cargas podem ser de qualquer tipo, desde tensões diferentes do circuito de comando, até conter múltiplas fases. É constituído por uma bobina que produz um campo magnético, que conjuntamente a uma parte fixa, proporciona movimento a uma parte móvel. Essa parte móvel por sua vez, altera o estado dos seus contatos associados. Os que estão abertos, fecha-os, os que estão fechados, abre-os. Estes contatos podem ser de dois tipos, os de potência e os auxiliares. Os de potência, geralmente são apresentados em grupos de 3, devido a sua vulgaridade em comandar motores do tipo trifásicos. As imagens abaixo mostram dois contactores:

Um relé é um interruptor acionado eletricamente. A movimentação física deste "interruptor" ocorre quando a corrente elétrica percorre as espiras da bobina do relé, criando assim um campo magnético que por sua vez atrai a alavanca responsável pela mudança do estado dos contatos. O relé é um dispositivo eletromecânico ou não, com inúmeras aplicações possíveis em comutação de contatos elétricos. Servindo para ligar ou desligar dispositivos. É

normal o relé estar ligado a dois circuitos elétricos. No caso do Relé eletromecânico, a comutação é realizada alimentando-se a bobina do mesmo. Quando uma corrente originada no primeiro circuito passa pela bobina, um campo eletromagnético é gerado, acionando o relé e possibilitando o funcionamento do segundo circuito. Sendo assim, uma das aplicabilidades do relé é utilizar-se de baixas correntes para o comando no primeiro circuito, protegendo o operador das possíveis altas correntes que irão circular no segundo circuito (contatos). A mudança de estado dos contatos de um relé ocorre apenas quando há presença de tensão na bobina que leva os contatos a movimentarem-se para a posição normal fechado (NF) ou normal abertos (NA) quando esta tensão é retirada - este princípio aplica-se para relés tudo ou nada. Em diversos países a nomenclatura NA e NF são encontradas como NO (Normal Open) ou NC (Normal Closed). As imagens abaixo mostram relés de sobrecarga:

2.6 EQUIPAMENTOS ELÉTRICO-ELETRÔNICOS

Os conversores de frequência , também conhecidos como inversores de frequência , são dispositivos eletrônicos que convertem a tensão da rede alternada senoidal, em tensão contínua e finalmente convertem esta última, em uma tensão de amplitude e frequência variáveis. A denominação Inversor ou Conversor é bastante controversa, sendo que alguns fabricantes utilizam Inversor e outros Conversor. Inerentemente ao projeto básico de um Conversor de Frequência, teremos na entrada o bloco retificador, o circuito intermediário composto de um banco de capacitores eletrolíticos e circuitos de filtragem de alta frequência e finalmente o bloco inversor, ou seja, o inversor na verdade é um bloco composto de transistores IGBT, dentro do conversor. Na indústria entretanto, ambos os termos são imediatamente

Costumam usar a tecnologia chamada by-pass a qual, após o motor partir e receber toda a tensão da rede, liga-se um contator que substitui os módulos de tiristores, evitando sobreaquecimento dos mesmos. As imagens abaixo mostram diversos modelos de Soft-Starter’s:

Um Controlador lógico programável ou Controlador programável , conhecido também por suas siglas CLP ou CP e pela sigla de expressão inglesa PLC (Programmable logic controller), é um computador especializado, baseado num microprocessador que desempenha funções de controle através de softwares desenvolvidos pelo usuário (cada CLP tem seu próprio software) - controle de diversos tipos e níveis de complexidade. Geralmente as famílias de Controladores Lógicos Programáveis são definidas pela capacidade de processamento de um determinado numero de pontos de Entradas e/ou Saídas (E/S). Um CLP é o controlador indicado para lidar com sistemas caracterizados por eventos discretos (SEDs), ou seja, com processos em que as variáveis assumem valores zero ou um

(ou variáveis ditas digitais, ou seja, que só assumem valores dentro de um conjunto finito). Podem ainda lidar com variáveis analógicas definidas por intervalos de valores de corrente ou tensão elétrica. As entradas e/ou saídas digitais são os elementos discretos, as entradas e/ou saídas analógicas são os elementos variáveis entre valores conhecidos de tensão ou corrente. Os CLP’s tem capacidade de comunicação de dados via canais seriais. Com isto podem ser supervisionados por computadores formando sistemas de controle integrados. Softwares de supervisão controlam redes de Controladores Lógicos Programáveis. Os canais de comunicação nos CLP´s permitem conectar à interface de operação (IHM), computadores, outros CLP´s e até mesmo com unidades de entradas e saídas remotas. Cada fabricante estabelece um protocolo para fazer com seus equipamentos troquem informações entre si. Os protocolos mais comuns são Modbus (Modicon - Schneider Eletric), EtherCAT (Beckhoff), Profibus (Siemens), Unitelway (Telemecanique - Schneider Eletric) e DeviceNet (Allen Bradley), entre muitos outros. Atenção os textos devem ser objetivos, claros e direcionados para as suas atividades que você descreverá nos tópicos seguintes. As imagens abaixo mostram um PLC SIEMENS e um PLC Allen-Bradley, Respectivamente:

Uma termorresistência é um instrumento que permite conhecer a temperatura do meio ambiente, recorrendo à relação entre a resistência eléctrica de um material e a sua temperatura. A maior parte das termorresistências são feitas de platina, mas são também utilizados outros materiais, como por exemplo o níquel. Por norma, quando se fala de uma termorresistência ela é identificada pelo material que a constitui e pela resistência que apresenta a 0 °C. Por exemplo, uma Pt-100 será uma termorresistência de platina que a 0 °C