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relatorio imuno, Provas de Farmácia

AGLUTINAÇÃO, SISTEMA ABO

Tipologia: Provas

2014

Compartilhado em 26/04/2014

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larissa-matos-7 🇧🇷

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FACULDADE DE JUAZEIRO DO NORTE FJN
BACHARELADO EM FARMÁCIA
Relatório de aula prática da disciplina Imunologia Clínica sobre
DETERMINAÇÃO DE TIPAGEM SANGUINEA NO SISTEMA ABO,
ministrada pela professora Larissa Varela.
Fabíola Biró
Karla Souza
Larissa Matos
Líllian Coelho
Sabrina Carneiro
JUAZEIRO DO NORTE
MARÇO/2014
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FACULDADE DE JUAZEIRO DO NORTE – FJN

BACHARELADO EM FARMÁCIA

Relatório de aula prática da disciplina Imunologia Clínica sobre

DETERMINAÇÃO DE TIPAGEM SANGUINEA NO SISTEMA ABO ,

ministrada pela professora Larissa Varela.

Fabíola Biró

Karla Souza

Larissa Matos

Líllian Coelho

Sabrina Carneiro

JUAZEIRO DO NORTE

MARÇO/

INTRODUÇÃO

O sistema ABO existem quatro tipos de sangues: A, B, ABe O. Esses tipos são caracterizados pela presença ou não de certas substâncias na membrana das hemácias, os aglutinogênios, e pela presença ou ausência de outras substâncias, as aglutininas, no plasma sanguíneo. Existem dois tipos de aglutinogênio, A e B, e dois tipos de aglutinina, anti-A e anti-B. Pessoas do grupo A possuem aglutinogênio A, nas hemácias e aglutinina anti-B no plasma; as do grupo B têm aglutinogênio B nas hemácias e aglutinina anti-A no plasma; pessoas do grupo AB têm aglutinogênios A e B nas hemácias e nenhuma aglutinina no plasma; e pessoas do gripo O não tem aglutinogênios na hemácias, mas possuem as duas aglutininas, anti-A e anti-B, no plasma. Partindo deste princípio é que doações de sangue são feitas. Receber a doação de sangue de tipo incompatível pode acarretar em reações alérgicas, ou até mesmo na destruição de hemácias, pelo próprio sistema imunitário do paciente. Assim, anticorpos anti-a e anti-b são empregados para análise laboratorial, a fim de identificar a tipagem do grupo sanguíneo, tanto do receptor quanto do doador de sangue. Eles determinam a presença ou ausência dos antígenos a e b no sangue.

OBJETIVO

Determinar a tipagem sanguínea do sistema ABO através da prova reversa e direta.

MATERIAIS E MÉTODOS

Tubos de ensaio

Becker

Pipetas automáticas

Ponteiras Pipetas de paster Centrifuga

RESULTADOS OBSERVADOS

Ao comparar o tubo A com o tubo B na prova direta, pode-se observar que houve, um resultado positivo no tubo B, pois houve aglutinação, em seguida comparei com a prova reversa, para poder me proporcionar uma maior confiança no resultado, no qual pude verificar que o B também se mostrou positivo.

Para determinar o fator Rh, utilizou-se o controle C, que é sempre negativo, e comparou-se com o tubo D, evidenciando que o fator Rh é positivo, devido a sua aglutinação quando comparado ao controle.

Prova direta:

TUBO A NEGATIVO TUBO B POSITIVO TUBO C (CONTROLE) NEGATIVO TUBO D POSITIVO

Prova reversa:

TUBO A NEGATIVO TUBO B POSITIVO

DISCUSSÃO E INTERPRETAÇÃO DE RESULTADOS

As nossas células vermelhas (hemácias ou eritrócitos) possuem muitas proteínas em suas membranas e muitas destas proteínas possuem antigenicidade, ou seja, se forem inoculadas em outros organismo que não os possui, geram reação imunológica com produção de anticorpos. Por isso foram identificados os grupos sanguíneos: evitar reações imunológicas em transfusões (que, em muitos casos, podem até levar à morte). Os dois principais grupos dessas proteínas (chamadas também de aglutinogênios) são o fator A e o fator B, assim como o fator Rh. A determinação do tipo sanguíneo

é simples. Se a pessoa possui somente a proteína A, será do grupo A; se tiver só o fator B, será do grupo B; se tiver os fatores A e B, será do grupo AB; e se não possuir nenhum dos dois será do grupo O. No caso do Rh é mais simples ainda: se possuir o fator Rh, é positivo, e se não possuir, é negativo. Assim, se o sangue reagir com o anticorpo anti-A (aglutinina A), ele possui o fator A e se reagir com o anticorpo anti-B, ele terá o fator B, bem como se reagir com o anti-Rh, terá o fator Rh. Daí é só fazer as combinações: Não reagiu com anti-A ou anti-B → grupo O

Reagiu com anti-a e anti-b→ grupo AB

Reagiu só com anti-a→ grupo A

Reagiu só com anti-b→ grupo B

Para o Rh, se reagiu, é positivo e se não reagiu, é negativo. Segundo á experiência realizada em laboratório, foi obtido o resultado que a amostra realizada para análise, possui tipo sanguíneo B, pois as amostras sanguíneas reagiram com o soro anti-b. Seu fator Rh foi determinado positivo, pois, o soro anti-Rh reagiu com as amostras sanguíneas. Onde esse resultado foi comprovado pela prova reversa.

CONCLUSÃO

Com a realização desta prática, pode-se perceber o quanto é importante o cuidado e atenção dentro de laboratório e que a determinação da tipagem sanguínea pode ser afetada por diversos fatores, desde a fase pré-analítica até a pós-analítica.

É importante que cada cidadão tenha ciência sobre seu tipo sanguíneo e o chamado fator Rh, mas ao contrário dessa recomendação é comum depararmos com pessoas que não têm essas informações básicas que facilitam um atendimento de urgência e emergência. É de extrema importância o ser humano conhecer essas características próprias e, assim, evitar incompatibilidade sanguínea em eventual necessidade de transfusão. Outro fator interessante está relacionado à gravidez. A principal preocupação é a

sistema imune reconhece os antígenos (proteínas) na membrana das hemácias. Caso seja diferente dos antígenos que possuímos, isso causará a destruição destas células, pois o nosso organismo interpreta como se fosse algo estranho e que quisesse fazer mal para nós. Por isso, deve sempre ver se há a compatibilidade entre o sist. ABO Rh, para que sejam iguais as do nosso corpo e não sejam destruídos.

REFERÊNCIAS

Apostila de imunologia. Disponível em http://pt.slideshare.net/luicandim/apostila-de-imunologia acessado dia 28 de março de 2014.

Regentes para determinação da tipagem sanguínea ABO. Disponível em http://www.wiener- lab.com.ar/wiener/catalogo/archivos/6428_anti_a_anti_b_anti_ab_monoclonal_ po.pdf acessado dia 28 de março de 2014.

BRASIL. Hemovigilância: manual técnico para investigação das reações transfusionais imediatas e tardias não infecciosas / Agência Nacional de Vigilância Sanitária. – Brasília : Anvisa, 2007