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Relatório de medidas 1 semestre química geral prof.eder
Tipologia: Exercícios
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Francielle Teixeira Ventura João Ailton Belasquem
Francielle Teixeira Ventura João Ailton Belasquem
de vidro calibrado e graduado. Possuem uma torneira para permitir o controle do escoamento.
Figura 3 : balão volumétrico
As medidas de volume de líquidos usando qualquer um destes aparelhos pode ter erros devido a:
Eros de paralaxe Dentre todos os erros descritos, os erros de paralaxe são os mais comuns, que é na verdade a leitura errada do volume do líquido. Para evitar cometer este tipo de erro, a leitura de um determinado volume de líquido deve ser feita na altura dos olhos, sempre pela parte inferior do liquido.
Conhecer equipamentos e técnicas de medida de volume em laboratório.
3.1. Material utilizado:
3.2. Reagentes:
4.7. Solução de sal de cobre (Utilização da balança de precisão): Pesou-se aproximadamente 1g de sal de cobre, depois da pesagem adicionou-se no béquer, que continha o mesmo, água destilada até sua total diluição. Após a solução já encontrar-se diluída transferiu-se a mesma para um balão volumétrico com o auxílio de um funil.
5.1. Verificação de erro de medidas volumétricas (4.1): Ao adicionar a água ao Becker e transferir para o erlenmeyer verificou-se um erro na escala de 7,6 ml, e após ter transferido o mesmo para a proveta graduada e ter feito novamente a leitura do volume constatou-se um erro de 2ml, verificando sua precisão.
5.2. Verificação de erro de medidas volumétricas (4.2):
Ao transferir a água da proveta graduada para o béquer, verificou-se um erro de 2 mL de precisão na escala. Em seguida ao conduzir o mesmo para o erlenmeyer foi constatado um erro de precisão de 1 mL na escala. Após a prática observou-se que a proveta, erlenmeyer e béquer ficaram nesta ordem crescente de precisão.
5.3. Verificação de erro de medidas volumétricas (4.3): Ao transferir a água com o auxílio da pipeta volumétrica para uma proveta não foi constatado nenhum erro de precisão da escala.
5.4. Verificações de medidas volumétricas (4.4): Ao pipetar a água, com o auxílio de uma pipeta graduada, para os sete tubos de ensaio, não foi observado nenhum erro pois a finalidade era trinar o controle de volumes variados.
5.5. Utilização da bureta e leitura do menisco (4.5): Ao encher a bureta com água acerto-se o menisco e verificou-se que havia ar em alguma parte da torneira, pois quando houve a transferência do volume para o erlenmeyer percebeu-se um erro de escala de 5,5ml.
5.6. Utilização da bureta: Na bureta de 50 mL observou-se o escoamento, gota a gota, dos primeiros 25 mL, que durou aproximadamente um tempo de 4:30 minutos, foi aguardado 30 segundos para que se fosse escoado o restante, tendo a duração aproximada de 5: minutos.
5.7. Solução de sal de cobre: Foi pesado, na balança analítica, 1,079 do CU (NO (^) 3) +2, após foi misturado água em um balão volumétrico até que o sal dissolvesse , com auxílio de um funil, foi completado o balão volumétrico de 25ml de água destilada.
medidas e pesagens. Todavia, houve erros, mas por fim, todos os objetivos e resultados propostos foram alcançados.
BRADY, J. & HUMISTON, G.E., Química Geral Vol. 1, Capítulo 1, Rio de Janeiro, Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., 1986.
RUSSEL, J.B., Química Geral., Vol. 1, 2 Ed., São Paulo, Mc Graw-Hill, 1982.