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Relatório - Produção Seriada, Provas de Engenharia de Produção

Processo de Produção

Tipologia: Provas

2013

Compartilhado em 28/04/2013

ariovaldo-viana-7
ariovaldo-viana-7 🇧🇷

4.3

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SUMÁRIO
1. PROJETO...................................................................................................................................10
1.1. MATÉRIA PRIMA.............................................................................................................10
1.1.1. E. V. A (Etileno Vinil acetato)....................................................................................11
1.2. ESTAMPAGEM.................................................................................................................12
1.3. EMBALAGEM...................................................................................................................12
1.4. ETIQUETA.........................................................................................................................13
1.5. FMEA.................................................................................................................................. 14
1.5.1. FMEA de projeto.........................................................................................................15
1.6. RELATÓRIO DE PROJETO DVP&R.............................................................................16
1.7. INDICADORES DO PROJETO........................................................................................16
1.8. ANÁLISE DO MATERIAL...............................................................................................17
1.9. CUSTOS..............................................................................................................................17
1.10. NORMAS............................................................................................................................ 18
1.10.1. Rotulagem, literatura e marcação.................................................................................18
1.10.2. Toxilogia..........................................................................................................................19
1.10.3. Ensaio de abuso razoavelmente previsível....................................................................20
1.10.4. Ensaio de queda.............................................................................................................. 20
1.10.5. Objetos pequenos, pontas e projeções perigosas..........................................................20
1.11. RELATÓRIO DE SUSTENTABILIDADE......................................................................21
2. MANUFATURA.........................................................................................................................22
2.1. INTRODUÇÃO...................................................................................................................22
2.2. PESQUISA TEÓRICA SOBRE O TEMA........................................................................22
2.2.1. Conceito de Manufatura.............................................................................................22
2.2.2. A história da Manufatura...........................................................................................22
2.2.3. Processo de Produção..................................................................................................23
2.2.4. O que é um protótipo?................................................................................................. 23
2.2.5. Qual é a função do protótipo......................................................................................24
2.2.6. Tipos de Protótipos......................................................................................................24
2.2.7. Protótipo Exploratório................................................................................................24
2.2.8. Protótipos Evolutivos..................................................................................................25
2.2.9. Protótipos Estruturais.................................................................................................25
2.2.10. Trial Run......................................................................................................................25
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SUMÁRIO

1. PROJETO

O grupo definiu desenvolver um jogo de montar produzido em E.V.A (ETILENO

VINIL ACETATO) e fabricado através do processo de estampagem, baseado no famoso jogo

de montar LEGO , de acordo com o escopo do projeto.

1.1. MATÉRIA PRIMA

Inicialmente a IDESP iria utilizar o PS (Poliestireno), no entanto, durante a análise de

projeto e processo, o material se mostrou frágil. Uma vez que a criança poderia quebrar as

peças com facilidade e como o material é rígido poderia gerar cantos vivos colocando em

risco a segurança das crianças.

1.1.1. E. V. A (Etileno Vinil acetato)

A borracha EVA é uma mistura de alta tecnologia de Etil, Vinil e Acetato. Conhecido

entre artesãos e artistas, como EVA, o Etil Vinil Acetato é aquela borracha não tóxica que

pode ser, e é aplicada em diversas atividades artesanais. Este produto é um composto químico

de diversos materiais, tais como:

  • Resinas
  • Agentes de Expansão
  • Cargas
  • Ativadores
  • Auxiliares de processo
  • Pigmentos
  • Outros polímeros como borracha ou termoplásticos.

Características do E. V. A

Caracteriza-se por ser:

  • Emborrachado;
  • Atóxico;
  • Lavável;
  • Aderente;
  • Resistente.

As placas de E.V.A. são de grande versatilidade, laminados em diversas cores,

espessuras, durezas e densidades. Com o artesanato de EVA você pode criar lindas gravuras

para decorar capas de livros e cadernos, e até quadros para decorar diversos ambientes. Para

trabalhar com esse material emborrachado as ferramentas mais comuns são as tesouras,

estiletes, colas e os que você inventar, mas não se deve esquecer que o importante é a

criatividade e o acabamento das peças.

1.2. ESTAMPAGEM.................................................................................................................

Estampagem se refere a um conjunto de operações executadas na matéria-prima bruta,

de forma que geralmente se obtém, ao final do processo, um produto acabado em termos de

forma e dimensões.

As operações são executadas geralmente com auxílio de ferramentas, instaladas em

prensas. Estampagem é um processo de fabricação realizado a frio, no qual uma chapa é

colocada sobre uma matriz e submetida a uma força de um punção, de maneira a adquirir a

forma geométrica da matriz.

Por estampagem entende-se o processo de fabricação de peças, através do corte ou

deformação de chapas em operação de prensagem a frio. Emprega-se a estampagem de chapas

para fabricar peças com paredes finas feitas de chapa ou fita de diversos metais e ligas.

Devido às suas características este processo de fabricação é apropriado,

preferencialmente, para as grandes séries de peças, obtendo-se grandes vantagens, tais como:

  • Alta produção;
  • Reduzido custo por peça;
  • Bom acabamento, não necessitando processamento posterior;
  • Maior resistência das peças devido à conformação, que causa o encruamento no material.
  • Baixo custo de controle de qualidade devido à uniformidade da produção e a facilidade para

a detecção de desvios.

O alto custo do ferramental é a principal desvantagem deste que só pode ser

amortizado se a quantidade de peças a produzir for elevada.

2. FUNDO

3. LATERAL DIREITA

4. LATERAL ESQUERDA

1.5. FMEA..................................................................................................................................

A metodologia de Análise do Tipo e Efeito de Falha, conhecida como FMEA (do

inglês Failure Mode and Effect Analysis), é uma ferramenta que busca, em princípio, evitar,

por meio da análise das falhas potenciais e propostas de ações de melhoria, que ocorram

falhas no projeto do produto ou do processo.

Este é o objetivo básico desta ferramenta e, portanto, pode-se dizer que se está, com

sua utilização, diminuindo as chances do produto ou processo falhar durante sua operação, ou

seja, estamos buscando aumentar a confiabilidade, que é a probabilidade de falha do produto.

Equipe Prevenção Detecção Montagem Peças não encaixam entre elas Cliente insatisfeito 9 Especificação incorreta. 2 - Simulação em 3D 5 90 Marcação Marcação inlegível

  • Retrabalho
  • Não atendimento as premissas do projeto 8 Tinta inadequada 4 Especificação de tinta para marcação Inspeção visual 5 160 Embalagem não comporta a quantidade de peças
  • Descarte da embalagem
  • Aumento no custo do projeto Embalagem sub utilizada - Aumento do custo do projeto S e v e r C l a s s Causa / Mecanismo Potencial de Falha O^ Controles Atuais do Processo c o r r D e t e c Item (Função) Modo de Falha Potencia Efeito Potêncial de Falha N P R

FMEA DE PROJETO

Nome da Peça: Núme Legenda: SC- Característica Significativa / CC- Característica Crítica / AD- Características de Aceitação Lucas Aprov Daniel / Alex / Fransley / Marcio / Bruno / Wagner / Renato / Rodrigo / Ariovaldo / Priscila Número da Peça Rev./Data do Desenho Peça 001 / 002 / 003 / 004 / 005 28/9/2012 Peça 1 / 2 / 3 / 4 / 5 Especificação de matéria prima. Ensaio de teste físico via Segurança (^) protótipo 5 Cantos vivos nas peças Acidente com o usuário^9 Embalagem Falha na especificação da embalagem 3 Procedimento específico Inspeção visual 5 Especificação incorreta do material. 3 7 105

1.6. RELATÓRIO DE PROJETO DVP&R.............................................................................

O Plano de Verificação do Projeto é um documento que lista as avaliações e testes de

engenharia requeridos para determinar se o projeto está apto a ser utilizado no ambiente

pretendido. As Expectativas de APQP para este Elemento são descritas nas listas de

verificação do projeto.

1.7. INDICADORES DO PROJETO........................................................................................

Há quatro tipos de indicadores de projetos importantes que precisam ser visto

recorrentemente: de impacto, de efetividade, de desempenho e operacionais.

 Os indicadores de impacto: Medem o objetivo geral do projeto com resultados em

longo prazo. Evidenciam até que ponto e como o projeto contribui para o alcance do

objetivo geral;

 Os indicadores de efetividade: Medem os resultados dos objetivos propostos em um

determinado período de tempo. Evidenciam o grau de realização do objetivo

específico do projeto;

 Os indicadores de desempenho: Evidenciam se os resultados planejados foram

alcançados. SPI (Schedule Performance Index) - É uma medida do desempenho ao

atender o cronograma de um projeto.

Tipo de Indicador Alvo Exemplos

Unidad

e

Valor

desejado

Indicadores de Impacto Objetivo Geral

Aprovação das

Etapas do Projeto

Indicadores de

Efetividade

Efeitos dos

resultados

Prazo de conclusão Data

Indicadores de

Desempenho

Resultados

Cronograma do

Projeto

Tabela 1 – Tipo de indicadores

1.8. ANÁLISE DO MATERIAL

IDESP S.A. Universidade Nove de Julho - Rua Guaranésia, 425 – Vila Maria, São Paulo.

NBR 300-1 – Segurança do Brinquedo - Parte 1: Propriedades gerais, mecânicas e físicas.

Essa norma refere-se aos possíveis riscos que, mesmo não sendo identificados pelo publico,

podem surgir durante o uso normal dos brinquedos ou mesmo em consequência de abuso

razoavelmente previsível, essa Norma deve ser aplicada a todos os brinquedos destinados a

crianças menores de 14 anos.

Os ensaios que devem ser realizados são definidos a partir do tipo do brinquedo,

baseados na composição dos materiais constituintes e também na intenção e forma de

utilização do brinquedo pelas crianças. Analisando o escopo do Projeto e baseando-nos nessas

informações, definimos que dos ensaios descritos na Norma devemos seguir os descritos

abaixo:

1.10.1. Rotulagem, literatura e marcação.................................................................................

Toda rotulagem, literatura e marcação que se relacionar com a segurança do

brinquedo, forma de manuseio e faixa etária a que se destina, deve ser redigida de maneira

clara, ostensiva e em língua portuguesa. Entre os itens mais importantes, destacam-se:

Identificação do Fabricante: O brinquedo deve conter de forma legível e permanente o

nome ou a marca do fabricante. Além disso, a embalagem deve disponibilizar para o

consumidor o endereço completo do fabricante ou importador;

Brinquedos que Requerem Rotulagem Especial de Advertência: Certos brinquedos e

embalagens devem ter rotulagem especial de advertência, necessariamente em português.

Alguns brinquedos devem conter, na etiqueta principal do produto, as palavras "CUIDADO"

ou "ATENÇÃO", além da indicação dos riscos que apresentam, impressos em cor

contrastante e destacados de outros dizeres e desenhos;

Rotulagem de Brinquedos para Crianças até 03 Anos: Os brinquedos que podem trazer

riscos para crianças de até 03 anos devem trazer a seguinte advertência de maneira legível:

 "NÃO RECOMENDÁVEL PARA CRIANÇAS DE ATÉ 03 ANOS";

 A menção do risco envolvido;

O símbolo de advertência para brinquedos não apropriados para crianças menores de

03 anos:

Grampos na embalagem: Embalagens que contêm grampos e podem ser abertas por crianças

não podem formar cantos afiados ou pontas agudas. Se ficarem expostas ao se abrir deve

conter a seguinte advertência:

IDESP S.A. Universidade Nove de Julho - Rua Guaranésia, 425 – Vila Maria, São Paulo.

 "ATENÇÃO: EMBALAGEM CONTÉM GRAMPOS - RETIRAR ANTES DE

ENTREGAR O BRINQUEDO À CRIANÇA"

1.10.2. Toxilogia..........................................................................................................................

As substâncias reconhecidas como perigosas à saúde não devem ser usadas em

quantidade ou forma que possa afetar as crianças. Dessa forma, a norma estabelece os valores

máximos destes elementos químicos, conforme tabela abaixo:

Elemento Concentração máxima (mg/Kg)

Antimônio 60

Arsênio 25

Bário 1000

Cádmio 75

Chumbo 90

Cromo 60

Mercúrio 60

Selênio 500

Tabela 3 – Teor máximo de substâncias perigosas

Estas substâncias são, usualmente, denominadas de "metais pesados". São elementos

que não existem naturalmente em nenhum organismo, tampouco desempenham funções -

nutricionais ou bioquímicas - em micro organismos, plantas ou animais, ou seja, a presença

destes metais em organismos vivos é prejudicial em concentrações acima do limite máximo

permitido pelas legislações pertinentes.

O chumbo, por exemplo, contamina principalmente o sistema nervoso, a medula óssea

e os rins. A presença desse elemento no organismo interfere nos processos genéticos ou

cromossômicos e produz alterações na estabilidade da cromatina em cobaias, inibindo o

reparo de DNA e agindo como agente cancerígeno.

Os compostos de cromo, por sua vez, produzem reações cutâneas, nasais, bronco-

pulmonares, renais, gastrointestinais e carcinogênicas. As cutâneas são caracterizadas por

irritação no dorso das mãos e dos dedos, podendo transformar-se em úlceras. As lesões nasais

iniciam-se com um quadro irritativo inflamatório, supuração e formação crostosa. Em níveis

bronco-pulmonares e gastrointestinais, produzem irritação bronquial, alteração da função

respiratória e úlceras gastroduodenais.

1.10.3. Ensaio de abuso razoavelmente previsível

Este ensaio destina-se a simular a exposição de um brinquedo a dano mecânico,

devido à queda ou arremesso, além de outras ações que podem ser executadas por uma

IDESP S.A. Universidade Nove de Julho - Rua Guaranésia, 425 – Vila Maria, São Paulo.

  • Gestão eco eficiente propicia melhores resultados econômicos nas linhas de produção e

distribuição, pois reduz o desperdício;

  • Maior acesso a linhas de crédito, visto que bancos solicitam aspectos ambientais

comprovados no Plano de Negócios;

  • Menor pressão de clientes que cobram a nova gestão baseada no tripé da sustentabilidade

(econômico, social e ambiental);

  • Alcance de diferencial e valor de marca, bem como a preferência do consumidor por marcas

que demonstram ética e transparência em suas práticas;

  • Atendimento ao grande número de leis normas e diretrizes nacionais que estabelecem ás

empresas limite e regras relacionadas à gestão ambiental.

O Instituto de Desenvolvimento dos Engenheiros sem Prática IDESP tem como objetivo

concentrar-se nas seguintes questões:

 Ambiente: O objetivo de desperdício zero, a fim de reutilizar os refugos da matéria

prima para confeccionar enchimento para almofadas. Utilização de matéria prima

atóxica;

 Colaboradores: O Objetivo de ter zero acidente, visando o máximo de Segurança dos

funcionários;

 Social: Conscientizar os funcionários sobre a importância do meio ambiente;

 Jogo Sustentável: Consiste em produzir um produto durável com impacto positivo no

jogo de aprendizagem;

 Governo: Atendendo todas as leis aplicadas a sustentabilidade.

2. MANUFATURA

2.1. INTRODUÇÃO

Este relatório aborda como o estudo o departamento de Manufatura da empresa IDESP

(Instituto de Desenvolvimento de Engenheiros sem Prática). Apresentando dados estatísticos

sobre o departamento e os indicadores de suas atividades. O departamento de Manufatura é

responsável pela fabricação de grandes quantidades de forma padronizada e em série,

podendo ser manual ou automatizada, que foi um dos estudos realizado neste relatório

visando melhorar o índice de produção, a diminuição do tempo despendido com atividades

desnecessárias, o melhor layout de produção diminuindo o fluxo entre pessoas e papeis e etc.

A manufatura tem relação com todos os departamentos da empresa, contudo tem

ligações diretas com os departamentos de PCP, Qualidade e Logística.

IDESP S.A. Universidade Nove de Julho - Rua Guaranésia, 425 – Vila Maria, São Paulo.

Será abordado com maior ênfase sobre a produção do produto “Playkids”, que é um

brinquedo de montar para crianças, nossa produção tem como objetivo produzir 46 kits por

hora.

2.2. PESQUISA TEÓRICA SOBRE O TEMA........................................................................

2.2.1. Conceito de Manufatura.............................................................................................

Manufatura é um sistema de fabricação de alta demanda de produção de forma

uniforme. Neste processo podem ser usado somente as mãos (como era feito antes da

Revolução Industrial) ou com a utilização de máquinas como passou a ocorrer após a

Revolução Industrial.

2.2.2. A história da Manufatura...........................................................................................

Durante a Revolução Industrial, houve grande avanço no modo de produção. O

trabalho que antes era somente manual passou a ser feito por máquinas, o que gerou uma

maior produção em menor tempo. Além da utilização das máquinas, a manufatura passou a ter

como marcante característica a utilização de um modo de trabalho em série, isso quer dizer

que era feito etapa por etapa, e especializado, cada trabalhador tinha sua especialização numa

área. No século XV, os homens de negócio passaram a reunir trabalhadores em grandes

galpões, fornecendo a eles a matéria-prima necessária e remunerando seu serviço. Nela, a

oficina e as ferramentas pertencem ao capitalista e ocorre uma divisão do trabalho. Para obter

um maior volume de produção é aplicada a técnica da divisão do trabalho. Desta maneira são

economizados materiais, com aplicação de movimentos específicos, repercutindo assim numa

maior velocidade de produção.

2.2.3. Processo de Produção

A modalidade de Processos de Produção está habilitada a projetar, dirigir e

supervisionar sistemas de operações mecânicas, voltados a processos de fabricação. Domina o

funcionamento, as características e a manutenção de máquinas operatrizes, máquinas

ferramentas, ferramentas e dispositivos em geral, podendo administrar todo um processo de

produção mecânica. Tem domínio também dos processos de produção, com base na

automação mecânica. Tem conhecimento dos controles administrativos da produção, podendo

IDESP S.A. Universidade Nove de Julho - Rua Guaranésia, 425 – Vila Maria, São Paulo.