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Relatório Xaropes Simples, Trabalhos de Bioquímica

Trabalho realizado no Laboratório da Faculdade Pitágoras - BA, realizado por Valber Laiber.

Tipologia: Trabalhos

Antes de 2010
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Compartilhado em 02/07/2010

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SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO............................................................................................................. 04
2. OBJETIVO DA TÉCNICA........................................................................................... 07
3. METODOLOGIA EMPREGADA................................................................................08
4. DESENVOLVIMENTO................................................................................................ 09
4.1 Controles de Qualidade.........................................................................................09
5. CÁLCULOS.................................................................................................................. 10
5.1 Formulação.............................................................................................................10
6. MATERIAIS E REAGENTES...................................................................................... 11
7. COMENTÁRIOS E CONSIDERAÇOES TEÓRICAS................................................ 12
8. ANEXO......................................................................................................................... 13
9. REFERÊNCIA BIBLIOGRAFICA...............................................................................14
1. INTRODUÇÃO
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SUMÁRIO

    1. INTRODUÇÃO.............................................................................................................
    1. OBJETIVO DA TÉCNICA...........................................................................................
    1. METODOLOGIA EMPREGADA................................................................................
    1. DESENVOLVIMENTO................................................................................................
    • 4.1 Controles de Qualidade .........................................................................................
    1. CÁLCULOS..................................................................................................................
    • 5.1 Formulação .............................................................................................................
    1. MATERIAIS E REAGENTES......................................................................................
    1. COMENTÁRIOS E CONSIDERAÇOES TEÓRICAS................................................
    1. ANEXO.........................................................................................................................
    1. REFERÊNCIA BIBLIOGRAFICA...............................................................................

A Farmacopéia Portuguesa efetuando uma primeira tentativa em finais do Século XV, de estabelecer quais os livros que os boticários de Lisboa eram obrigados a possuir, não houve nenhuma farmacopéia ou formulário com caráter obrigatório ou oficial, nem a nível nacional nem local, até finais do século XVIII. Foram numerosos os formulários com a denominação de farmacopéias, mas nenhum foi adotado oficialmente.

A primeira farmacopéia oficial foi a Farmacopéia Geral para o Reino, e Domínios de Portugal (1794), da autoria de Francisco Tavares, médico da Rainha e nomeado físico-mor cinco anos depois. Esta Farmacopéia foi preparada a partir da tradução e tradução para português dos livros de texto escritos por Francisco Tavares para o ensino da Matéria médica na Universidade de Coimbra (1786 e 1787). A sua edição estava já prevista nos Estatutos de 1772, mas demorou ainda mais de vinte anos para ser publicada. O decreto de D. Maria I oficializou esta farmacopéia determinou que ela passasse a servir para a instrução dos praticantes de farmácia, que todos os boticários seriam obrigados a possuir um exemplar e que os médicos só podiam receitar pelo nome os medicamentos que constassem da farmacopéia; todos os restantes teriam que ser receitados com a fórmula por extenso.

A Farmacopéia Geral foi substituída pelo Código Farmacêutico Lusitano (1835) de Agostinho Albano da Silveira Pinto (1785-1852), doutor em Filosofia e bacharel em Medicina. Este Código farmacêutico foi durante algum tempo aprovado como farmacopéia oficial do Brasil. A primeira farmacopéia oficial escrita por médicos e farmacêuticos foi a Farmacopéia Portuguesa (1876). A comissão redatorial era composta por três médicos, um quarto médico que era igualmente farmacêutico e cinco farmacêuticos e dois químicos.

Elaborada num período de rápido desenvolvimento das ciências farmacêuticas e biomédicas, esta farmacopéia envelheceu muito depressa. Apesar da criação de duas comissões de redação, em 1903 e 1913, a farmacopéia de 1876 só viria a ser substituída pela Farmacopéia Portuguesa de 1935, redigida por uma comissão formada por dois inspetores do exercício farmacêutico e três farmacêuticos militares. A esta comissão não pertencia nenhum médico, à exceção de um que era simultaneamente licenciado em Medicina e em Farmácia. O copo Ford é fornecido com um conjunto de orifícios-padrão (giglê) feitos de bronze polido. Os orifícios de número 2, 3 e 4 são utilizados para medir líquidos de baixa viscosidade, na faixa de 20 a 310 centistokes; os de número 5, 6, 7 e 8 para líquidos de viscosidade superior a 310 cst.

invertidos. Apresenta 0,05% de resíduo na incineração. Deve ser conservado em recipiente bem fechado. Solúvel em 0,5 partes. A solubilidade da sacarose em água é de 1g em 0,5mL; assim, para dissolver 80g de sacarose, seriam necessário 40mL de água, logo, um determinado excesso de água de até cerca de 27,5 a 30mL por 100mL de xarope é comum ser empregado na preparação, devendo se tomar cuidado para não exceder e alterar a extrutura da formulação.

Metilparabeno, pó branco, pouco solúvel em água, óleo quente, glicerina quente, propilenoglicol. Usado como conservante na concentração de 0,05 a 0,25%. Tem também efeito anti-séptico à 0,05 a 1%.

Sorbitol é um poliól, composto na preparação para conferir maior estabilidade e solubilizar o Nipagin®; o sorbitol auxilia no processo de estabilização da preparação, conferindo ao xarope uma melhor viscosidade e consistência.

Água purificada obtida por um processo apropriado, não contem nenhuma substância adicionada. Água purificada é recomendada para usar como ingrediente em preparações oficiais e em testes de purezas quando é diferente da especificada; este tipo de água não deve ser usada para preparações que serão administradas por via parenteral.

2. OBJETIVO DA TÊCNICA

Preparação de Forma Farmacêutica liquida xaropes simples.

3. METODOLOGIA EMPREGADA.

Método Químico físico e organoléptico na preparação de Formas Farmacêuticas, sendo dissolução, acréscimo e percolação.

dextrinas, densidade, pH, e características organolépticas. Ao solubilizar 1mL do xarope simples em 1mL de álcool não houve turvação e nem precipitado de dextrinas, logo após adicionamos 18mL de água purificada até completar 120mL do xarope simples, encaminhando ao teste de viscosidade, onde o tempo estabelecido foi de 16 segundos no Copo Ford/100mL, sendo dentro do limite tolerável de aprovação, em uma Proveta de 100mL foi adicionado 1mL do xarope simples e pesado aferindo 1,19g/mL de xarope simples, também dentro do padrão da densidade referencial permitida, aferimos o pH 6, ainda em uma temperatura de 20ºC. Finalizando com as propriedades organolépticas da cor rosado, sabor característico adocicado e lípido.

5. CÁLCULOS

5.1 Formulação: Açúcar (sacarose)........................................................... Xg (calcular) Sorbitol........................................................................... 5% Metilparabeno (Nipagin®).............................................0,1% Água purificada qsp........................................................120mL

Sacarose: 2/3 de 120mL de água purificada corresponde à 80mL de sacarose. 120 / 3 x 2 = 80mL de sacarose.

Sorbitol: 5 x 120 / 100 = 6mL de Sorbitol.

Nipagin®: 0,1 x 120 / 100 = 0,12mL Nipagin®

Cálculo veículo q.s.p.:

Solubilidade da sacarose em água cada 1g em 0,5mL: 1....................0, 80..................X 1X = 80 x 0, X = 40mL de água potável 40mL água potável – 6,12mL de ativos = 33,88mL de água potável (q.s.p.)

Obs:. Foi acrescentado mais 18mL de água potável devido a reação de absorção da sacarose, chegando a 120mL no total final de xarope simples.

6. MATERIAIS E REAGENTES.

MATERIAIS:

✓ Balança semi-analitica, modelo BG 440, classe II, ano 2008, Maximo 400g, mínimo 0,02g, série 08081104001001, Portaria do Imetro: NA 045/2003; ✓ Viscosimetro; ✓ Copo Ford; ✓ Peagametro; ✓ Gral de porcelana com pistilo; ✓ Vidro de relógio; ✓ Proveta 100mL; ✓ Funil; ✓ Becker 150mL; ✓ Cálice graduado 150mL;

REAGENTES:

✓ Sacarose;

8. ANEXOS.

Figura 1 – Balança semi-analítica

Figura 2 – Copo Ford

9. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA