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Trabalho realizado no Laboratório da Faculdade Pitágoras - BA, realizado por Valber Laiber.
Tipologia: Trabalhos
Oferta por tempo limitado
Compartilhado em 02/07/2010
4.6
(10)14 documentos
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A Farmacopéia Portuguesa efetuando uma primeira tentativa em finais do Século XV, de estabelecer quais os livros que os boticários de Lisboa eram obrigados a possuir, não houve nenhuma farmacopéia ou formulário com caráter obrigatório ou oficial, nem a nível nacional nem local, até finais do século XVIII. Foram numerosos os formulários com a denominação de farmacopéias, mas nenhum foi adotado oficialmente.
A primeira farmacopéia oficial foi a Farmacopéia Geral para o Reino, e Domínios de Portugal (1794), da autoria de Francisco Tavares, médico da Rainha e nomeado físico-mor cinco anos depois. Esta Farmacopéia foi preparada a partir da tradução e tradução para português dos livros de texto escritos por Francisco Tavares para o ensino da Matéria médica na Universidade de Coimbra (1786 e 1787). A sua edição estava já prevista nos Estatutos de 1772, mas demorou ainda mais de vinte anos para ser publicada. O decreto de D. Maria I oficializou esta farmacopéia determinou que ela passasse a servir para a instrução dos praticantes de farmácia, que todos os boticários seriam obrigados a possuir um exemplar e que os médicos só podiam receitar pelo nome os medicamentos que constassem da farmacopéia; todos os restantes teriam que ser receitados com a fórmula por extenso.
A Farmacopéia Geral foi substituída pelo Código Farmacêutico Lusitano (1835) de Agostinho Albano da Silveira Pinto (1785-1852), doutor em Filosofia e bacharel em Medicina. Este Código farmacêutico foi durante algum tempo aprovado como farmacopéia oficial do Brasil. A primeira farmacopéia oficial escrita por médicos e farmacêuticos foi a Farmacopéia Portuguesa (1876). A comissão redatorial era composta por três médicos, um quarto médico que era igualmente farmacêutico e cinco farmacêuticos e dois químicos.
Elaborada num período de rápido desenvolvimento das ciências farmacêuticas e biomédicas, esta farmacopéia envelheceu muito depressa. Apesar da criação de duas comissões de redação, em 1903 e 1913, a farmacopéia de 1876 só viria a ser substituída pela Farmacopéia Portuguesa de 1935, redigida por uma comissão formada por dois inspetores do exercício farmacêutico e três farmacêuticos militares. A esta comissão não pertencia nenhum médico, à exceção de um que era simultaneamente licenciado em Medicina e em Farmácia. O copo Ford é fornecido com um conjunto de orifícios-padrão (giglê) feitos de bronze polido. Os orifícios de número 2, 3 e 4 são utilizados para medir líquidos de baixa viscosidade, na faixa de 20 a 310 centistokes; os de número 5, 6, 7 e 8 para líquidos de viscosidade superior a 310 cst.
invertidos. Apresenta 0,05% de resíduo na incineração. Deve ser conservado em recipiente bem fechado. Solúvel em 0,5 partes. A solubilidade da sacarose em água é de 1g em 0,5mL; assim, para dissolver 80g de sacarose, seriam necessário 40mL de água, logo, um determinado excesso de água de até cerca de 27,5 a 30mL por 100mL de xarope é comum ser empregado na preparação, devendo se tomar cuidado para não exceder e alterar a extrutura da formulação.
Metilparabeno, pó branco, pouco solúvel em água, óleo quente, glicerina quente, propilenoglicol. Usado como conservante na concentração de 0,05 a 0,25%. Tem também efeito anti-séptico à 0,05 a 1%.
Sorbitol é um poliól, composto na preparação para conferir maior estabilidade e solubilizar o Nipagin®; o sorbitol auxilia no processo de estabilização da preparação, conferindo ao xarope uma melhor viscosidade e consistência.
Água purificada obtida por um processo apropriado, não contem nenhuma substância adicionada. Água purificada é recomendada para usar como ingrediente em preparações oficiais e em testes de purezas quando é diferente da especificada; este tipo de água não deve ser usada para preparações que serão administradas por via parenteral.
Preparação de Forma Farmacêutica liquida xaropes simples.
Método Químico físico e organoléptico na preparação de Formas Farmacêuticas, sendo dissolução, acréscimo e percolação.
dextrinas, densidade, pH, e características organolépticas. Ao solubilizar 1mL do xarope simples em 1mL de álcool não houve turvação e nem precipitado de dextrinas, logo após adicionamos 18mL de água purificada até completar 120mL do xarope simples, encaminhando ao teste de viscosidade, onde o tempo estabelecido foi de 16 segundos no Copo Ford/100mL, sendo dentro do limite tolerável de aprovação, em uma Proveta de 100mL foi adicionado 1mL do xarope simples e pesado aferindo 1,19g/mL de xarope simples, também dentro do padrão da densidade referencial permitida, aferimos o pH 6, ainda em uma temperatura de 20ºC. Finalizando com as propriedades organolépticas da cor rosado, sabor característico adocicado e lípido.
5.1 Formulação: Açúcar (sacarose)........................................................... Xg (calcular) Sorbitol........................................................................... 5% Metilparabeno (Nipagin®).............................................0,1% Água purificada qsp........................................................120mL
Sacarose: 2/3 de 120mL de água purificada corresponde à 80mL de sacarose. 120 / 3 x 2 = 80mL de sacarose.
Sorbitol: 5 x 120 / 100 = 6mL de Sorbitol.
Nipagin®: 0,1 x 120 / 100 = 0,12mL Nipagin®
Cálculo veículo q.s.p.:
Solubilidade da sacarose em água cada 1g em 0,5mL: 1....................0, 80..................X 1X = 80 x 0, X = 40mL de água potável 40mL água potável – 6,12mL de ativos = 33,88mL de água potável (q.s.p.)
Obs:. Foi acrescentado mais 18mL de água potável devido a reação de absorção da sacarose, chegando a 120mL no total final de xarope simples.
✓ Balança semi-analitica, modelo BG 440, classe II, ano 2008, Maximo 400g, mínimo 0,02g, série 08081104001001, Portaria do Imetro: NA 045/2003; ✓ Viscosimetro; ✓ Copo Ford; ✓ Peagametro; ✓ Gral de porcelana com pistilo; ✓ Vidro de relógio; ✓ Proveta 100mL; ✓ Funil; ✓ Becker 150mL; ✓ Cálice graduado 150mL;
REAGENTES:
✓ Sacarose;
Figura 1 – Balança semi-analítica
Figura 2 – Copo Ford