Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


Resíduos Eletrônicos: Impacto Ambiental e Saúde Pública, Resumos de Engenharia Civil

Este documento discute o crescente problema dos resíduos eletrônicos, seus impactos ambientais e saúde pública. Os dispositivos eletrônicos, quando descartados, podem causar contaminação do solo e águas subterrâneas, poluindo o meio ambiente e ameaçando a saúde humana. O documento também aborda legislações relacionadas aos resíduos eletrônicos e soluções para o gerenciamento e reciclagem desses resíduos.

Tipologia: Resumos

2012

Compartilhado em 09/11/2021

paola-muniz-3
paola-muniz-3 🇧🇷

2 documentos

1 / 16

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
FAVENI
FACULDADE VENDA NOVA DO IMIGRANTE
MBA em Segurança do Trabalho e Gestão Ambiental
Paola Machado Muniz
RESÍDUO ELETRÔNICO: UM RISCO PARA O MEIO AMBIENTE E A SAÚDE
HUMANA
Santo Cristo
2021
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff

Pré-visualização parcial do texto

Baixe Resíduos Eletrônicos: Impacto Ambiental e Saúde Pública e outras Resumos em PDF para Engenharia Civil, somente na Docsity!

FAVENI

FACULDADE VENDA NOVA DO IMIGRANTE

MBA em Segurança do Trabalho e Gestão Ambiental Paola Machado Muniz RESÍDUO ELETRÔNICO: UM RISCO PARA O MEIO AMBIENTE E A SAÚDE HUMANA Santo Cristo 2021

RESÍDUO ELETRÔNICO: UM RISCO PARA O MEIO AMBIENTE E A SAÚDE

HUMANA

Declaro que sou autor(a)¹ deste Trabalho de Conclusão de Curso. Declaro também que o mesmo foi por mim elaborado e integralmente redigido, não tendo sido copiado ou extraído, seja parcial ou integralmente, de forma ilícita de nenhuma fonte além daquelas públicas consultadas e corretamente referenciadas ao longo do trabalho ou daqueles cujos dados resultaram de investigações empíricas por mim realizadas para fins de produção deste trabalho. Assim, declaro, demonstrando minha plena consciência dos seus efeitos civis, penais e administrativos, e assumindo total responsabilidade caso se configure o crime de violação aos direitos autorais. RESUMO - Os dispositivos eletrônicos estão se tornando cada vez mais parte da sociedade, uma vez que estes são descartados, resultando em acúmulo de resíduo eletrônico, podendo levar à degradação do meio ambiente. Quando descartados em resíduo comum, as substâncias químicas presentes nos componentes eletrônicos, como mercúrio, cádmio, arsênico, cobre, chumbo e alumínio, podem penetrar no solo e nas águas subterrâneas, poluindo o meio ambiente e contaminando os animais que acabam ingerindo esses produtos tóxicos. Para determinar as principais variáveis a serem discutidas em relação ao descarte e destinação do resíduo eletrônico e aos danos à saúde humana, foi realizado um levantamento bibliográfico sobre o assunto. No que diz respeito às questões de saúde humana, a pesquisa permitiu um melhor entendimento relacionado aos danos que seu descarte incorreto pode causar. Por fim, espera-se que esta pesquisa auxilie na reflexão sobre a importância do correto manuseio do resíduo eletrônico, e assim, cooperar com a política municipal de resíduos sólidos. PALAVRAS-CHAVE: Ambiente. Descarte. Eletrônico. Resíduo. Saúde.

nas substâncias tóxicas não biodegradáveis em sua composição, aumentando a responsabilidade com sua destinação final (TANSKANEN, 2013). No entanto, como telefones celulares estão se tornando cada vez mais essenciais para a vida das pessoas, a coleta e o descarte deste resíduo vêm aumentando, com melhor resolução e mais recursos, o que acabará acarretando em consumo ou troca de equipamentos (ROCKWELL, 2017). Essa demanda tem aumentado muito a quantidade de resíduo eletrônico, por isso o descarte desse material acaba sendo colocado em resíduo comum ou em lixões, sem a preocupação e consciência de que o processo de destinação final pode danificar o meio ambiente (FAVERA, 2008). A razão para este estudo se e explica pela elevada quantidade de resíduo eletrônico que é gerada e que, vêm aumentando a cada ano. De acordo com Magalini et al. (2015), em 2014, a América Latina produziu aproximadamente 6,6kg de resíduo eletrônico por pessoa. Este número é ligeiramente superior à média mundial que é 53, mega toneladas de resíduo eletrônico, uma média de 7,3 kg por pessoa. Por outro lado, o Brasil gera 1,41 milhão de toneladas de resíduos, ocupando o primeiro lugar na América Latina, segundo a Organização O Eco (2016). 1 DESENVOLVIMENTO Neste capitulo, estão descritas análises bibliográficas e conceitos de resíduos eletrônicos, legislação sobre os resíduos, riscos relacionados e o impacto causado pelo descarte incorreto no meio ambiente e para a saúde humana. Por fim, descreve-se alguns estudos que abordam o problema e, finalmente, a reciclagem correta dos resíduos eletrônicos.

1.1 Resíduos Eletroeletrônicos Segundo Viana (2008), todos os resíduos e disposição final de equipamentos elétricos, eletrônicos e seus componentes (incluindo baterias e produtos magnetizados) em uso doméstico, industrial, comercial e de serviços são considerados resíduos técnicos (ou resíduos eletrônicos). O resíduo eletrônico refere-se a todos os aparelhos com atividades humanas, computadores, rádios, televisores, telefones celulares e outros itens danificados, obsoletos ou danificados, que serão descartados. O resíduo é composto principalmente por ferro metais não ferrosos, plástico, madeira e vidro (GERBASE et al ., 2012). Quando os dispositivos eletrônicos atingem o fim de sua vida útil, se todas as possibilidades de reparo, renovação ou reutilização se esgotarem, ele se tornará um desperdício (KAHHAT et al ., 2008). Geralmente, custos de reparo relativamente altos são um dos principais obstáculos para reparar produtos defeituosos em comparação com a substituição de novos produtos (SABBAGHI; CADE; BEHDAD, 2016). Contribuí para isto o fato de a tecnologia avançar rapidamente e as pessoas comprarem/substituírem seus dispositivos eletrônicos, como computadores, celulares, entre outros, mesmo muitas vezes não sendo necessário (KAHHAT et al ., 2008). As constantes inovações tecnológicas desses diversos produtos podem apresentar vantagens e desvantagens (LAVEZ; SOUZA; LEITE, 2011). As vantagens associadas as melhorias está na diminuição do consumo de energia elétrica por estes equipamentos, melhoria da qualidade, aumento da capacidade de processamento ou produtividade e a redução dos preços destes equipamentos, que torna viável a aquisição por uma parcela maior da população (ROCKWELL, 2017). Já as desvantagens ficam por conta no aumento do consumo de recursos naturais do planeta e ciclo de vida curto, que acaba aumentando a quantidade de geração de resíduos (PACHECO, 2013). Com isso, nos últimos anos a quantidade de resíduos provenientes do descarte de equipamentos eletroeletrônicos aumentaram rapidamente, principalmente devido a modernização e o desenvolvimento tecnológico (PATHAK; SRIVASTAVA; OJASVI, 2017). Estes resíduos incluem telefones celulares, computadores, televisores, etc. e

lei específica para o resíduo eletrônico, e sim um projeto de Lei nº 2.940 de 2015, que, de acordo com o Art. 1, define as regras para o gerenciamento e destinação final de produtos e componentes eletrônicos, considerados resíduos tecnológicos (BRASIL, 2015). No Estado do Rio Grande do Sul, o Decreto nº 45.554, de 19 de março de 2008, dispõe sobre o descarte e destinação final de pilhas que contenham mercúrio metálico, lâmpadas fluorescentes, baterias de telefone celular e demais artefatos que contenham metais pesados (Brasil, 2008). Os resíduos eletrônicos possuem uma ampla gama de componentes com as mais variadas substâncias químicas (CARPANEZ, 2007). Por exemplo, televisores e celulares possuem Placas de Circuito Impresso (PCI), monitores de tubos de raios catódicos (CRTs), monitores de cristal líquido (LCDs), baterias, fiação, chips, metais, polímeros, vidros e borrachas (YANG et al., 2017). Dispositivos eletrônicos modernos podem conter até 60 elementos químicos diferentes, incluindo materiais valiosos e perigosos. Os materiais mais complexos e valiosos são encontrados em PCI. As PCI são uma plataforma para suportar componentes microeletrônicos, como chips e capacitores. (YANG et al ., 2017). 1.3 Resíduo eletrônico e impacto ambiental Quando descartados no resíduo comum, substâncias químicas presentes em eletrônicos, como mercúrio, cádmio, arsênico, cobre, chumbo e alumínio, penetram no solo e nos lençóis freáticos, contaminando plantas e animais através da água (FAVERA, 2008). Dessa forma, os seres humanos podem ser contaminados ao comer esses alimentos. Se ingeridos em grandes quantidades, os elementos tóxicos também podem causar doenças, que vão desde a perda do olfato, audição e visão até fraqueza óssea (MACIEL, 2011). As consequências vão desde simples cefaleia e vômito até complicações mais sérias, como comprometimento do sistema nervoso e aparecimento de câncer, como explica Antônio Guaritá, químico do Laboratório de Química Analítica Ambiental da Universidade de Brasília (CARPANEZ, 2007).

De acordo com CARPANEZ (2007), destinar estes produtos em resíduo comum é extremamente perigoso. Esses materiais não são biodegradáveis e, mesmo que contenham pequenas quantidades de elementos tóxicos, podem causar danos ao meio ambiente. Délcio Rodrigues, físico da organização ambientalista GREENPEACE, alerta que, hoje em dia, a reciclagem é a melhor saída (CARPANEZ, 2007). Conforme Dias (2017) o principal problema que o resíduo eletrônico pode causar em aterros sanitários é que, após a destruição de equipamentos eletrônicos (como disjuntores eletrônicos), pode ocorrer vazamento de mercúrio, que pode infiltrar-se no solo e causar danos ambientais e migração populacional (MACIEL, 2011). De acordo com Mattos et al. (2008) isso também pode acontecer com o cádmio, que não apenas penetra no solo, mas também polui os sedimentos dos rios. Outro problema é que, quando misturado com água ácida, uma grande quantidade de íons de chumbo se dissolve do chumbo contido no vidro (como o cone de vidro de um tubo de raios catódicos), o que geralmente ocorre em aterros sanitários (KIDDEE; NAIDU; WONG, 2013). Não só a penetração do mercúrio causará problemas ambientais, mas também a evaporação do mercúrio metálico e do dimetil mercúrio, que também é preocupante. Além disso, incêndios não controlados podem ocorrer em aterros sanitários, e isso ocorre com frequência. Quando expostos ao fogo, metais e outros produtos químicos são liberados, causando danos aos moradores (SANTOS, 2010). Conforme Oliveira (2014) os metais pesados existem naturalmente no meio ambiente e são essenciais para a manutenção da vida. Apesar destes estarem presentes em um teor extremamente baixo, níveis elevados de metais pesados podem ter efeitos destrutivos no meio ambiente e na saúde da população. Os impactos dos resíduos desses resíduos podem atingir grandes áreas, ameaçando a fauna e a flora do meio ambiente e em seu entorno (SILVA, 2010). Por isso, o resíduo eletrônico é considerado um dos maiores problemas ambientais do mundo. Segundo relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), o Brasil é o país emergente com mais resíduo eletrônico per capita, ocupando o primeiro lugar na geração resíduo eletrônico (SILVA; OLIVEIRA; MARTINS, 2007).

de coletas dos resíduos com maior frequência de coleta nas cidades, para conscientizar as pessoas, o quanto o descarte incorreto pode ser tão fatal tanto na fauna quanto na flora e para a saúde humana (DUYGAN; MEYLAN, 2015). 1.5 Logística reversa como uma ferramenta para a proteção ambiental Um significativo avanço no plano de gerenciamento de resíduos sólidos (PNRS) é a logística reversa, pelo meio da qual materiais recicláveis de um produto eletrônico em fim de vida útil, grande parte descartado pelo consumidor, poderão retornar ao setor produtivo na forma de matéria-prima (MATTOS et al ., 2008). A logística reversa caracteriza instrumento de desenvolvimento econômico e social por meio do qual as empresas que produzem alguns produtos, especificados na lei da PNRS, devem viabilizar a coleta dos resíduos, ao final de sua vida útil, recolhendo os mesmos para sua reciclagem ou outra destinação final ambientalmente adequada (ABDI, 2013). Porém, a implementação da logística reversa exigida na PNRS é considerada um desafio, devido a alguns aspectos como: investimentos em estrutura física para os consumidores devolverem seus produtos; alterações em processos das empresas; mudanças no comportamento do consumidor relacionados ao descarte; e criação de incentivos em termos de impostos do governo para empresas (GUARNIERI; SILVA; LEVINO, 2016). Já os principais benefícios relacionados com a logística reversa são: geração de renda; formalização das áreas de coleta e triagem e redução na quantidade de materiais dispostos em aterros (CAIADO et al ., 2017). Além disso, a logística reversa é importante para ampliar a vida dos materiais usados para fabricar os Equipamentos Eletroeletrônicos (EEE), colaborando assim para reduzir os impactos ambientais das operações industriais e auxiliar na resolução de problemas de escassez de matérias-primas (CAIADO et al ., 2017). Para Leite (2003) o número de produtos eletrônicos descartados pela sociedade vem aumentando a cada ano. No entanto, o fluxo reverso de produtos que podem ser reaproveitados ou retrabalhados para se converter em matéria-prima recentemente,

vem sendo utilizado somente pela indústria em quantidades ainda pequenas frente ao potencial existente (BRASIL, 2010). A logística reversa inicia após o consumo do produto, neste momento, a empresa deve estar preparada para lidar com as quatro logísticas reversas citadas por Leite (2003) recuperação, reconciliação, reparo e reciclagem. Por isso, as empresas e prefeituras buscam cada vez mais lidar especificamente com a separação desses materiais encontrados na eletrônica (BUXBAUM, 1998; ZIKMUND; STANTON, 1971).

. Para isso, a empresa deve obter licenças da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA). O principal objetivo da PNRS é reduzir a concentração de resíduo eletrônico por meio do apoio mútuo entre empresa, governos estaduais e municipais para, em conjunto, reduzir o despejo dos equipamentos no solo e rever os impactos ambientais (DIAS et al ., 2017). Para tanto, é fundamental a participação da população, para ampliar os postos de coleta e incentivar as empresas de eletroeletrônicos a orientar os consumidores sobre o descarte adequado. Algumas indústrias já estão criando métodos para separar determinados componentes de eletrônicos, pois alguns desses materiais podem ser reaproveitados para reforma e reparo de outros componentes eletrônicos (ABDI, 2013).

3 REFERÊNCIAS

ABDI. Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial. Logística Reversa de Equipamentos Eletroeletrônico. Brasília, p. 1-179, 2013. ARI, V. A review of technology of metal recovery from electronic waste. E-Waste in transition-From pollution to resource. InTech , p. 121-158, 2016. BORTHAKUR, A.; GOVIND, M. Emerging trends in consumers E-waste disposal behaviour and awareness: A worldwide overview with special focus on India. Resources, Conservation and Recycling , v. 111, p. 102-113, 2017. BRASIL. Lei nº 12.305, de 2 de agosto de 2010. BRASIL. Projeto de Lei nº 2.940, de 09 de setembro 2015. Disponível em: http://www.camara.gov.br/sileg/integras/1390053.pdf. Acesso em: 16 mai 2021. BUXBAUM, P. The reverse logistics files. Inbound Logistics , p.64-67, 1998. CAIADO, N. et al. A characterization of the Brazilian market of reverse logistic credits (RLC) and an analogy with the existing carbon credit market. Resources, Conservation and Recycling , Brasília, v. 118, p. 47-59, 2017. CARPANEZ, J. 10 mandamentos do lixo eletrônico. Disponível em: http://g1.globo.com/noticias/tecnologia/0,,mul87082-6174,00.html. Acesso em: 19 mar

CARVALHO, S. M. L.; SILVA, M. G. C. Preliminary risk analysis applied to the handling of health-care waste. Brazilian Journal of Chemical Engineering , v. 19, n. 4, 377-381,

DIAS, M. E-Lixo: Para onde vai o lixo eletrônico. Disponível em: http://www.impactounesp.com.br/2017/05/e-lixo-para-onde-vai-seu-lixo-eletronico.html. Acesso em: 17 jun 2021. DUYGAN, M.; MEYLAN, G. Strategic management of WEEE in Switzerland - combining material flow analysis with structural analysis. Resources, Conservation and Recycling , v. 103, p. 98-109, 2015. FAVERA, E.C.D. Lixo eletrônico e a sociedade. Universidade Federal de Santa Maria, Rio Grande do Sul, 2008. Disponível em: https://www.redalyc.org/pdf/260/26042169006.pdf. Acesso em: 16 abr 2021. FIOLHAIS, C.; TRINDADE, J. Física no computador: o computador como uma ferramenta no ensino e na aprendizagem das Ciências Físicas. Rev. Bras. Ensino Fís. , v. 25, n. 3, p. 259-272, 2003.

GERBASE, A. E; OLIVEIRA, C. R. de. Reciclagem do Lixo de Informática: Uma Oportunidade para a Química. Química Nova , v. 35, n. 7, 1486-1492, 2012. GONÇALVES, A.T. O lado obscuro da high tech na era do neoliberalismo: seu impacto no meio ambiente. Disponível em: http://lixotecnologico.blogspot.com/2007/07/o-lado-obscuro-da-high-techna-era-do.html. Acesso em: 19 mar 2021. GUARNIERI, P.; SILVA, L. C.; LEVINO, N. Analysis of electronic waste reverse logistics decisions using Strategic Options Development Analysis methodology: A Brazilian case. Journal of Cleaner Production , v. 133, p. 1105-1117, 2016. KAHHAT, R. et al. Exploring e-waste management systems in the United States. Resources, Conservation and Recycling , v. 52, n. 7, p. 955-964, 2008. KIDDEE, P.; NAIDU, R.; WONG, M. Electronic waste management approaches: An overview. Waste Management , v. 33, n. 5, p. 1237–1250, 2013. KUMAR, A.; HOLUSZKO, M.; ESPINOSA, D. C. R. E-waste: An overview on generation, collection, legislation and recycling practices. Resources, conservation and recycling , v. 122, p. 32-42, 2017. LAVEZ, N.; SOUZA, V. M.; LEITE, P. R. O papel da logística reversa no reaproveitamento do lixo eletrônico – um estudo no setor de computadores. Revista de Gestão Social e Ambiental , v. 5, n. 1, p. 15-32, 2011. Leite P. R. (2003). Logística reversa: meio ambiente e competividade. São Paulo: Prentice Hall. MA, C. et al. Chemical recycling of brominated flame retarded plastics from e-waste for clean fuels production: A review. Renewable and Sustainable Energy Reviews , v. 61, p. 43-450, 2016. MACIEL, A.C. Lixo eletrônico. Ebah. 2011. Disponível em: https://rd.uffs.edu.br/bitstream/prefix/2577/1/Rossignollo.pdf. Acesso em: 22 mar 2021. MAGALINI, F.; KUEHR, R.; BALDÉ, C. P. E-Waste en América Latina. 2015. Disponível em: http://www.residuoselectronicos.net/wpcontent/uploads/2015/12/gsma- unu-ewaste2015-spa.pdf. Acesso em 11 jun 2021. MATTOS, K. M. da C.; PERALES, W. J. S. Os Impactos Ambientais Causados Pelo Lixo Eletrônico e o Uso da Logística Reversa Para Minimizar os Efeitos Causados ao Meio Ambiente. In: XXVIII Encontro Nacional de Engenharia de Produção. Rio de Janeiro, 2008.

SILVA, B. D; OLIVEIRA, F. C; MARTINS, D.L. Resíduos eletroeletrônicos no Brasil.

  1. Disponivel em: https://limpezapublica.com.br/textos/r13_a7.pdf Acesso em: 10 abr 2021. SILVA, J. R. N. da. Lixo Eletrônico: Um Estudo de Responsabilidade Ambiental no Contexto do Instituto de Educação Ciência e Tecnologia do Amazonas – IFAM Campus Manaus Centro. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE GESTÃO AMBIENTAL. Manaus, Amazonas, 2010. TANAUEA, A. C. B. et al. Lixo Eletrônico: Agravos a Saúde e ao Meio Ambiente. Ensaios e Ciência, Ciências Biológicas, Agrárias e da Saúde , v.19, n. 3, p. 130-134,

TANSKANEN, P. Management and recycling of electronic waste. Acta Materialia , v. 61, n. 3, p. 1001-1011, 2013. VIANA, J. Lixo Tecnológico. 2008. Disponível em: http://ecoamigos.wordpress.com/2008/10/20/lixo-tecnologico/. Acesso em 22 mar 2017. WANG, W. et al. Barriers for household e-waste collection in China: Perspectives from formal collecting enterprises in Liaoning Province. Journal of Cleaner Production , v. 153, p. 299-308, 2016. WIDMER, R. et al. Global perspectives on e-waste. Environmental impact assessment review , v. 25, n. 5, p. 436-458, 2005. YANG, C. et al. Innovating e-waste management: From macroscopic to microscopic scales. Science of The Total Environment , v. 575, p. 1-5, 2017.