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resumo da faculdade de letras, Resumos de Vestibulares

resumo do texto da faculdade de letras

Tipologia: Resumos

2023

Compartilhado em 16/01/2025

marcelo-andrade-psw
marcelo-andrade-psw 🇧🇷

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ESTRUTURAS NARRATIVAS E ESTRATÉGIAS USADAS
"Os Maias", escrito por Eça de Queirós e publicado pela primeira vez em 1888, retrata três gerações
da família Maia em Lisboa no final do século XIX. O livro é um clássico da literatura realista
portuguesa, destacando-se pela sua crítica social e detalhada descrição da sociedade lisboeta.
ESTRUTURA DA OBRA
A obra é apresentada do capítulo I ao XVIII na qual podemos elencar.
1. Primeira Parte – Capítulos I a VI
Nesse trecho, Afonso da Maia e seu neto Carlos são apresentados, representando a família Maia.
Descreve a história da família, destacando a tragédia do casamento de Pedro da Maia, pai de
Carlos, com Maria Monforte. Outro fato importante é a educação de Carlos que inicia os
estudos na Inglaterra e finalmente se forma e torna-se médico em Coimbra.
2. Segunda Parte – Capítulos VII a XV
Retrata a vida adulta de Carlos da Maia em Lisboa. Carlos se muda para a cidade e se torna um
médico renomado e elegante. Ele inicia uma amizade com João da Ega, um personagem
significativo que serve como um substituto do autor, fornecendo observações críticas e satíricas
sobre a sociedade. A relação de Carlos com Maria Eduarda, que é revelada ser sua irmã apenas
no final deste capítulo também é desenvolvida nesta parte.
3. Terceira Parte – Capítulos XVI a XVIII
O ponto alto do romance é a descoberta de que Carlos e Maria Eduarda têm parentesco. Carlos
fica em profunda crise após a revelação e decide deixar a medicina e viajar pelo mundo. Esta
seção também encerra a história, mostrando como a família Maia se desmorona e como os
eventos afetam a vida de Carlos.
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ESTRUTURAS NARRATIVAS E ESTRATÉGIAS USADAS

"Os Maias", escrito por Eça de Queirós e publicado pela primeira vez em 1888, retrata três gerações da família Maia em Lisboa no final do século XIX. O livro é um clássico da literatura realista portuguesa, destacando-se pela sua crítica social e detalhada descrição da sociedade lisboeta. ESTRUTURA DA OBRA A obra é apresentada do capítulo I ao XVIII na qual podemos elencar.

  1. Primeira Parte – Capítulos I a VI Nesse trecho, Afonso da Maia e seu neto Carlos são apresentados, representando a família Maia. Descreve a história da família, destacando a tragédia do casamento de Pedro da Maia, pai de Carlos, com Maria Monforte. Outro fato importante é a educação de Carlos que inicia os estudos na Inglaterra e finalmente se forma e torna-se médico em Coimbra.
  2. Segunda Parte – Capítulos VII a XV Retrata a vida adulta de Carlos da Maia em Lisboa. Carlos se muda para a cidade e se torna um médico renomado e elegante. Ele inicia uma amizade com João da Ega, um personagem significativo que serve como um substituto do autor, fornecendo observações críticas e satíricas sobre a sociedade. A relação de Carlos com Maria Eduarda, que é revelada ser sua irmã apenas no final deste capítulo também é desenvolvida nesta parte.
  3. Terceira Parte – Capítulos XVI a XVIII O ponto alto do romance é a descoberta de que Carlos e Maria Eduarda têm parentesco. Carlos fica em profunda crise após a revelação e decide deixar a medicina e viajar pelo mundo. Esta seção também encerra a história, mostrando como a família Maia se desmorona e como os eventos afetam a vida de Carlos.

ESTRATÉGIAS LITERÁRIAS

Narrador Onisciente: O narrador onisciente narra a história em terceira pessoa e conhece os pensamentos e emoções de cada personagem. Além disso, o narrador faz comentários críticos e sarcásticos sobre a sociedade e os eventos. Comentário Direto: O narrador frequentemente intervém com comentários diretos, muitas vezes irônicos, que guiam a interpretação do leitor. Diálogos e Descrições: Diálogos e descrições detalhadas são usados para identificar os personagens e situar a história na Lisboa do século XIX. Flashbacks: O uso de flashbacks é uma técnica indispensável para fornecer o contexto e o histórico dos personagens, principalmente no início do romance. A narrativa principal segue um caminho linear, enquanto os flashbacks permitem uma análise mais aprofundada do passado, enriquecendo a narrativa e revelando gradualmente os segredos. Ironia e Crítica Social: Eça de Queirós usa a ironia para criticar a hipocrisia e a decadência da sociedade portuguesa da época.