

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Prepare-se para as provas
Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Prepare-se para as provas com trabalhos de outros alunos como você, aqui na Docsity
Encontra documentos específicos para os exames da tua universidade
Prepare-se com as videoaulas e exercícios resolvidos criados a partir da grade da sua Universidade
Responda perguntas de provas passadas e avalie sua preparação.
Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
resumo do texto da faculdade de letras
Tipologia: Resumos
1 / 2
Esta página não é visível na pré-visualização
Não perca as partes importantes!


"Os Maias", escrito por Eça de Queirós e publicado pela primeira vez em 1888, retrata três gerações da família Maia em Lisboa no final do século XIX. O livro é um clássico da literatura realista portuguesa, destacando-se pela sua crítica social e detalhada descrição da sociedade lisboeta. ESTRUTURA DA OBRA A obra é apresentada do capítulo I ao XVIII na qual podemos elencar.
Narrador Onisciente: O narrador onisciente narra a história em terceira pessoa e conhece os pensamentos e emoções de cada personagem. Além disso, o narrador faz comentários críticos e sarcásticos sobre a sociedade e os eventos. Comentário Direto: O narrador frequentemente intervém com comentários diretos, muitas vezes irônicos, que guiam a interpretação do leitor. Diálogos e Descrições: Diálogos e descrições detalhadas são usados para identificar os personagens e situar a história na Lisboa do século XIX. Flashbacks: O uso de flashbacks é uma técnica indispensável para fornecer o contexto e o histórico dos personagens, principalmente no início do romance. A narrativa principal segue um caminho linear, enquanto os flashbacks permitem uma análise mais aprofundada do passado, enriquecendo a narrativa e revelando gradualmente os segredos. Ironia e Crítica Social: Eça de Queirós usa a ironia para criticar a hipocrisia e a decadência da sociedade portuguesa da época.