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Resumo de Dispepsia, Resumos de Gastroenterologia

Resumo de gastroenterologia 6º periodo

Tipologia: Resumos

2019

Compartilhado em 13/09/2019

wesley-colodete
wesley-colodete 🇧🇷

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DISPEPSIA
Dor ou desconforto centrado na parte superior do abdômen
de localização gastroduodenal.
- Nem toda dor de localização no epigástrio é gastrite, pois
pode ser dor referida.
Ex: Otite média aguda, sinusite, IAM, pneumonia e
etc...
Dores que são localizadas fora do epigástrio e não são
considerado sintomas dispépticos. Localizadas no andar
superior do abdômen, quando no hipocôndrio direito são
mais sugestivas de doença biliar, e a investigação vai exigir
ultra-sonografi a. Quando no hipocôndrio esquerdo pode
estar mais relacionada ao intestino.
CLASSIFICAÇÃO
Orgânica
- A causa envolve um substrato morfológico ou químico
que justifique o caso.
- Evidenciado por exames
- Pode ser causa de doenças digestivas
- Pode ter causas secundárias a ingestão de drogas ou não
primárias do sistema digestório, como distúrbios
eletrolíticos, metabólicos, endócrinos, infecciosos,
musculoesquelético ou cardiovascular.
- Pode ser de origem:
Gastroduodenal: gastrites, úlcera péptica, câncer gástrico,
doenças inflltrativas (gastrite eosinoflica, doença de Crohn,
sarcoidose), gastroparesia diabética.
Bilopancreatica: Colelitiase, coledocolitíase, pancreatite
aguda e disfunção do esfíncter de oddi.
Sistêmica : Diabetes, hipotireoidismo (constipação,
empachamento) ou hipertireoidismo.
Funcional
- Não há alteração orgânica ( metabólica ou estrutural) e
nem sistêmica que justifique os sintomas e os achados de
endoscopia são normais ou menores (gastrite), por um
período contínuo de três meses, tendo se iniciado, pelo
menos, nos últimos seis meses.
- Dispepsia, síndrome do intestino irritável e obstipação
crônica compõem os principais distúrbios funcionais.
- geralmente são pacientes mulheres, com dores de longa
dta com queixa de dor em queimação ou saciedade precoce.
Divide-se em:
Síndrome da dor epigástrica
Síndrome do desconforto epigástrio pós-prandial.
FISIOPATOLGIA
SINTOMAS
Epgastralgia ou queimação epigástrica
Saciedade precoce, náuseas e vômitos.
Plenitude pós-prandial (empachamento)
DIAGNÓSTICO
De acordo com o III Consenso Roma são necessários
os seguintes critérios para o diagnóstico da di spepsia
funcional:
1) queixas dispépticas durante os último s 3 meses, a
partir de pelo menos 6 meses antes
2) a presença de um ou mais s dos seguintes sintoma s é
fundamental: a) plenitude pós -prandial, b) saciedade
precoce c) dor epigástrica d) queimação epigástrica.
3) ausência de lesões estruturais (necessário realizar
endoscopia dig estiva alta), que pode justificar os
sintomas.
OBS:
- Pirose não faz parte da clínica de dispepsia, o que pode
acontecer é o paciente ter 2 patologias ( Exemplo = Ter
síndrome dispéptica e DRGE)
- Dispepsia não melhora com a eliminação de flatos e fezes,
diferente da Síndrome do intestino irritado.
- Síndrome do intestino irritado e DRGE vêm muito
relacionadas com dispepsia.
- Eructação com cheiro de comida é um sinal de problema
gastroduodenal, sem cheiro origem emocional.
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DISPEPSIA

Dor ou desconforto centrado na parte superior do abdômen de localização gastroduodenal.

  • Nem toda dor de localização no epigástrio é gastrite, pois pode ser dor referida.

Ex: Otite média aguda, sinusite, IAM, pneumonia e etc...

Dores que são localizadas fora do epigástrio e não são considerado sintomas dispépticos. Localizadas no andar superior do abdômen, quando no hipocôndrio direito são mais sugestivas de doença biliar, e a investigação vai exigir ultra-sonografi a. Quando no hipocôndrio esquerdo pode estar mais relacionada ao intestino.

CLASSIFICAÇÃO

Orgânica

- A causa envolve um substrato morfológico ou químico que justifique o caso.

  • Evidenciado por exames
  • Pode ser causa de doenças digestivas
  • Pode ter causas secundárias a ingestão de drogas ou não primárias do sistema digestório, como distúrbios eletrolíticos, metabólicos, endócrinos, infecciosos, musculoesquelético ou cardiovascular. - Pode ser de origem:

Gastroduodenal: gastrites, úlcera péptica, câncer gástrico, doenças inflltrativas (gastrite eosinoflica, doença de Crohn, sarcoidose), gastroparesia diabética.

Bilopancreatica: Colelitiase, coledocolitíase, pancreatite aguda e disfunção do esfíncter de oddi.

Sistêmica : Diabetes, hipotireoidismo (constipação, empachamento) ou hipertireoidismo.

Funcional

  • Não há alteração orgânica ( metabólica ou estrutural) e nem sistêmica que justifique os sintomas e os achados de endoscopia são normais ou menores (gastrite), por um período contínuo de três meses, tendo se iniciado, pelo menos, nos últimos seis meses.
  • Dispepsia, síndrome do intestino irritável e obstipação crônica compõem os principais distúrbios funcionais.
  • geralmente são pacientes mulheres, com dores de longa dta com queixa de dor em queimação ou saciedade precoce.

Divide-se em:

Síndrome da dor epigástrica

Síndrome do desconforto epigástrio pós-prandial.

FISIOPATOLGIA

SINTOMAS

Epgastralgia ou queimação epigástrica

Saciedade precoce, náuseas e vômitos.

Plenitude pós-prandial (empachamento)

DIAGNÓSTICO

De acordo com o III Consenso Roma são necessários os seguintes critérios para o diagnóstico da di spepsia funcional:

  1. queixas dispépticas durante os último s 3 meses, a partir de pelo menos 6 meses antes

  2. a presença de um ou mais s dos seguintes sintoma s é fundamental: a) plenitude pós -prandial, b) saciedade precoce c) dor epigástrica d) queimação epigástrica.

  3. ausência de lesões estruturais (necessário realizar endoscopia dig estiva alta), que pode justificar os sintomas.

OBS:

  • Pirose não faz parte da clínica de dispepsia, o que pode acontecer é o paciente ter 2 patologias ( Exemplo = Ter síndrome dispéptica e DRGE)
  • Dispepsia não melhora com a eliminação de flatos e fezes, diferente da Síndrome do intestino irritado. - Síndrome do intestino irritado e DRGE vêm muito relacionadas com dispepsia.
  • Eructação com cheiro de comida é um sinal de problema gastroduodenal, sem cheiro origem emocional.

SINAIS E SINTOMAS DE ALARME

  • Anemia
  • Anorexia
  • Emagrecimento
  • Massa palpável
  • Perda de sangue do aparelho digestivo (hematêmese, melena ou hematoquesia).
  • COM sinais de alarme pedir exames complementares mais específicos
  • Endoscopia ( doenças digestivas alta)
  • (^) Ultrasonografia (colecistopatias litisicas)
  • Tomografia ( pancreatopatias)
  • SEM sinais de alarme pedir apenas hemograma, parasitológico de fezes eletrólitos e enzimas hepáticas.

DIAGNÓSTICO

1º Avaliar se tem sintomas ou sinais de alarme, se sinal de alarme como anemia, a pessoa está com VCM elevado pensar em anemia megaloblástica (deficiência de B12 que pode ser causada pela má absorção gerada por uma patologia gástrica)

Já se fosse uma anemia com micrositose, pesquisar se está absorvendo ou a medula não esta produzindo ou esta perdendo sangue nas fezes ou urina.

2º Ver se tem processo inflamatório VHS e PCR

3º Avaliar a tireoide, intolerância alac tose ( teste de didrogenio aspirado) e doença celíaca

P ACI EN TE SEM S IN AI S

DE ALARME: considerar

exames complementares

principalmen te end oscopia

EXAMES COMPLEMENTARES: Considerar exames complementares como endoscopia somente a partir dos 45 anos. Em menores de 45 anos, sem sinais de alarme, indica-se a prova terapêutica.

QUAN DO DUVIDAS: Pedir hemograma, bioquímica, pesquisa de sangue oculto n as fezes e ultrassonografia de abdome para descartar cólica biliar.

TERAPEUTICA

Vai variar de acordo com a etiologia da doença, se é uma dispepsia de origem orgânica como:

GASTRITE ou ÚLCERA = IBP e ou bloqueador H

DOR GÁSTRICA + EMPACHAMENTO ( tem dificuldade de esvaziamento) = Pró cinético

PACIENTE DISPÉPTICO HPYLORY POSITIVO TEM QUE SER TRATADO