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Resumo do experimento da cuba eletrostática, Notas de aula de Física

Resumo sobre o experimento de Cuba eletrostática

Tipologia: Notas de aula

2025

Compartilhado em 05/11/2025

filhos-do-pp
filhos-do-pp 🇧🇷

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1) Procedimento Experimental: Cuba Eletrostática
O experimento buscou visualizar e mapear campos elétricos a partir da medição
de potenciais. A montagem geral consistiu em uma cuba de vidro com água de
torneira (meio condutor) e uma folha de papel milimetrado posicionada abaixo
para servir como sistema de coordenadas. Um multímetro foi usado para medir
a diferença de potencial (tensão) em diversos pontos.
Parte 1 – Campo Elétrico Uniforme (Eletrodos Paralelos)
1. Montagem: Dois eletrodos em formato de haste reta foram posicionados
paralelamente dentro da cuba, mantendo uma distância de 5 cm entre
eles. Os eletrodos foram conectados a uma fonte de tensão DC.
2. Medição: O terminal "COM" (negativo) do multímetro foi fixado no
eletrodo negativo. Com a outra ponta de prova, foram procurados
diversos pontos na água que apresentassem o mesmo valor de potencial.
3. Mapeamento: Os pontos de mesmo potencial, ao serem marcados no
papel milimetrado, formaram a primeira linha equipotencial. O processo
foi repetido para outros valores de potencial, avançando em direção ao
eletrodo positivo, mapeando assim um conjunto de linhas equipotenciais
paralelas entre si na região central.
Parte 2 – Campo com Simetria Circular
1. Montagem: A configuração foi alterada. Utilizou-se um eletrodo circular
e um eletrodo pontual posicionado exatamente em seu centro.
2. Mapeamento: O procedimento de medição foi o mesmo da Parte 1.
Foram procurados e marcados os pontos que possuíam o mesmo
potencial.
3. Resultado: Neste caso, as linhas equipotenciais mapeadas formaram
círculos concêntricos ao redor do eletrodo central, refletindo a simetria
da montagem.
O objetivo final das duas partes era, a partir do mapa das linhas equipotenciais,
desenhar as linhas de campo elétrico (que são sempre perpendiculares às
equipotenciais) e analisar o comportamento do campo em cada configuração.
As linhas equipotenciais serão feitas mapeando pontos que apresentam o mesmo
potencial elétrico em uma cuba preenchida com uma solução condutora, como cloreto de
potássio ou água não destilada1.... Uma linha equipotencial é uma superfície onde o
potencial elétrico é constante, o que significa que a diferença de potencial entre quaisquer
dois pontos sobre ela é nula.
O procedimento geral para traçar as linhas equipotenciais envolve os seguintes passos:
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  1. Procedimento Experimental: Cuba Eletrostática O experimento buscou visualizar e mapear campos elétricos a partir da medição de potenciais. A montagem geral consistiu em uma cuba de vidro com água de torneira (meio condutor) e uma folha de papel milimetrado posicionada abaixo para servir como sistema de coordenadas. Um multímetro foi usado para medir a diferença de potencial (tensão) em diversos pontos. Parte 1 – Campo Elétrico Uniforme (Eletrodos Paralelos)
  1. Montagem: Dois eletrodos em formato de haste reta foram posicionados paralelamente dentro da cuba, mantendo uma distância de 5 cm entre eles. Os eletrodos foram conectados a uma fonte de tensão DC.
  2. Medição: O terminal "COM" (negativo) do multímetro foi fixado no eletrodo negativo. Com a outra ponta de prova, foram procurados diversos pontos na água que apresentassem o mesmo valor de potencial.
  3. Mapeamento: Os pontos de mesmo potencial, ao serem marcados no papel milimetrado, formaram a primeira linha equipotencial. O processo foi repetido para outros valores de potencial, avançando em direção ao eletrodo positivo, mapeando assim um conjunto de linhas equipotenciais paralelas entre si na região central. Parte 2 – Campo com Simetria Circular
  4. Montagem: A configuração foi alterada. Utilizou-se um eletrodo circular e um eletrodo pontual posicionado exatamente em seu centro.
  5. Mapeamento: O procedimento de medição foi o mesmo da Parte 1. Foram procurados e marcados os pontos que possuíam o mesmo potencial.
  6. Resultado: Neste caso, as linhas equipotenciais mapeadas formaram círculos concêntricos ao redor do eletrodo central, refletindo a simetria da montagem. O objetivo final das duas partes era, a partir do mapa das linhas equipotenciais, desenhar as linhas de campo elétrico (que são sempre perpendiculares às equipotenciais) e analisar o comportamento do campo em cada configuração. As linhas equipotenciais serão feitas mapeando pontos que apresentam o mesmo potencial elétrico em uma cuba preenchida com uma solução condutora, como cloreto de potássio ou água não destilada1.... Uma linha equipotencial é uma superfície onde o potencial elétrico é constante, o que significa que a diferença de potencial entre quaisquer dois pontos sobre ela é nula. O procedimento geral para traçar as linhas equipotenciais envolve os seguintes passos:

Montagem do Aparato: Utiliza-se uma cuba de vidro transparente com uma folha de papel milimetrado posicionada por baixo para servir de referência de escala13. Eletrodos metálicos de diferentes formas são colocados na cuba e conectados a uma fonte de tensão DC (entre 3V e 9V)1.... Uma solução aquosa não destilada ou salina é adicionada à cuba até fechar o contato entre os eletrodos1....

Referência de Potencial: O terminal "COM" de um multímetro é conectado ao eletrodo ligado ao polo negativo da fonte. Isso estabelece o ponto de referência (aproximadamente 0V) para todas as medidas de potencial15.

Medição de Potencial: Uma ponta de prova, conectada ao terminal de medição de potencial do multímetro, é usada para tocar a superfície da solução dentro da cuba1.

Identificação dos Pontos Equipotenciais: A ponta de prova é movida pela solução para encontrar múltiplos pontos que registrem o mesmo valor de potencial elétrico no multímetro1.

Registro das Coordenadas: As coordenadas desses pontos que possuem o mesmo potencial são anotadas na folha de papel milimetrado16.

Formação das Linhas: Após coletar um número suficiente de pontos para um determinado valor de potencial, esses pontos são unidos por uma curva média para formar a linha equipotencial correspondente17. Este processo é repetido para diferentes valores de potencial, criando múltiplas linhas equipotenciais1. Detalhes Específicos para Cada Configuração de Eletrodos:

Parte 1 - Campo Uniforme (Eletrodos Retilíneos): ◦ Dois eletrodos retilíneos são posicionados paralelamente, afastados em 5 cm8. ◦ A primeira linha equipotencial é iniciada a 1 cm de distância da haste negativa (ponto de referência) sobre uma reta perpendicular ao centro da haste. Outros pontos com o mesmo potencial são encontrados e marcados9. ◦ As demais superfícies equipotenciais são construídas de forma análoga, com o ponto referencial se distanciando 1 cm a mais que o ponto anterior em direção à haste positiva9. ◦ Cada linha equipotencial deve conter no mínimo 8 pontos9.

Parte 2 - Medida de Potencial com Simetria Circular: ◦ Um eletrodo pontual (em forma de L) é colocado no centro de um eletrodo circular6. ◦ As superfícies equipotenciais são mapeadas, espaçadas em 1 cm uma da outra, especialmente próximas a cada eletrodo10. ◦ Cada linha equipotencial deve conter no mínimo 10 pontos equidistantes10.

  1. Observações: o Ao mover o ímã, o multímetro registrou uma tensão (força eletromotriz induzida). o Movendo o ímã mais rápido , a tensão induzida foi maior. o O sinal da tensão (+ ou - ) se invertia dependendo se o ímã estava aproximando ou se afastando da bobina, demonstrando a Lei de Lenz. Parte 2 – O Transformador
  2. Montagem: Um transformador, com uma bobina primária e várias bobinas secundárias (de 600, 900, 1200 espiras, etc.), foi conectado a uma fonte de tensão alternada (CA).
  3. Medições: Com um multímetro, mediu-se a tensão de entrada no primário (Up). Em seguida, mediu-se a tensão de saída (Us) em cada uma das diferentes bobinas do secundário.
  4. Objetivo: Os dados foram coletados em uma tabela para comparar a relação entre as tensões (Us/Up) com a relação do número de espiras (Ns/Np) e verificar a equação do transformador. Parte 3 – Campo Magnético da Terra
  5. Montagem: Uma bobina de poucas voltas foi posicionada na horizontal com uma bússola em seu centro. A bobina foi alinhada de modo que o campo magnético que ela criaria fosse perpendicular ao campo magnético terrestre (apontado pela bússola).
  6. Procedimento: Diferentes valores de corrente contínua (i) foram aplicados à bobina. Para cada corrente, o ângulo de desvio (Φ) da agulha da bússola foi medido.
  7. Objetivo: A partir dos valores de corrente (i) e dos ângulos de deflexão (Φ), foi possível calcular a intensidade da componente horizontal do campo magnético da Terra.