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Resumo sobre o Mito da Caverna, Resumos de Filosofia Oriental

Descrição de maneira sucinta da história alegórica do Mito da Caverna .

Tipologia: Resumos

2021

Compartilhado em 18/04/2021

valdo-brito
valdo-brito 🇧🇷

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O Mito da Caverna
No Mito da Caverna, Platão descreve uma caverna separada do mundo
exterior por um muro. Entre o muro e o chão da caverna há uma fresta por onde a
luz exterior passa, contudo a caverna passa maior parte do tempo em uma
escuridão quase completa. Desde o seu nascimento, geração após geração, seres
humanos acorrentados, sem poder mover a cabeça na direção da entrada e nem
poder se locomover até ela, forçados a olhar apenas para a parede do fundo,
vivendo sem nunca ter visto o mundo exterior, nem mesmo a luz do sol.
Abaixo do muro do lado de dentro da caverna, há uma fogueira que ilumina
um pouco o interior escuro da caverna, fazendo com que tudo que passa pelo lado
de fora sejam projetados como sombras nas paredes do fundo da caverna, desta
maneira as imagens são projetadas na parede como um filme no cinema. Pelo lado
oposto do muro passam homens e mulheres conversando e carregando objetos,
pela passagem também passam animais. Todas essas imagens são projetadas no
fundo da caverna. Por nunca ter visto o mundo externo, os prisioneiros jugam que as
imagens projetadas na parede são o mundo externo, ou seja, a realidade.
Um dos prisioneiros consegue se libertar das correntes e chegar até saída e
escalar o muro e abandonar a caverna. Para sair da caverna o prisioneiro enfrentou
um caminho íngreme e difícil. Quando saiu ficou cego com a luz do Sol, pois seus
olhos não estavam acostumados, visto que nunca tinha saído da caverna. Seu corpo
sente dor por nunca ter caminhado. Por algum tempo ele ficará dividido se o que
está vendo é real ou não. A realidade gera um espanto que o faz voltar para a
caverna que parece mais acolhedora para ele. Isso acontece porque ele ainda não
aprendeu a enxergar e o aprendizado se torna doloroso, fazendo-o desejar a
caverna.
Ao se acostumar com a luz o prisioneiro começa a ver o mundo,
encantando-se com ele. Sente-se feliz ao ver o que são as coisas, descobre que
esteve aprisionado e o que via eram apenas sombras. Lembrando-se dos outros
prisioneiros, decide voltar a cavernar e contá-los o que havia descoberto, contudo,
os demais prisioneiros não acreditam em suas palavras, caçoando e até mesmo
ameaçando matá-lo.
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O Mito da Caverna No Mito da Caverna, Platão descreve uma caverna separada do mundo exterior por um muro. Entre o muro e o chão da caverna há uma fresta por onde a luz exterior passa, contudo a caverna passa maior parte do tempo em uma escuridão quase completa. Desde o seu nascimento, geração após geração, seres humanos acorrentados, sem poder mover a cabeça na direção da entrada e nem poder se locomover até ela, forçados a olhar apenas para a parede do fundo, vivendo sem nunca ter visto o mundo exterior, nem mesmo a luz do sol. Abaixo do muro do lado de dentro da caverna, há uma fogueira que ilumina um pouco o interior escuro da caverna, fazendo com que tudo que passa pelo lado de fora sejam projetados como sombras nas paredes do fundo da caverna, desta maneira as imagens são projetadas na parede como um filme no cinema. Pelo lado oposto do muro passam homens e mulheres conversando e carregando objetos, pela passagem também passam animais. Todas essas imagens são projetadas no fundo da caverna. Por nunca ter visto o mundo externo, os prisioneiros jugam que as imagens projetadas na parede são o mundo externo, ou seja, a realidade. Um dos prisioneiros consegue se libertar das correntes e chegar até saída e escalar o muro e abandonar a caverna. Para sair da caverna o prisioneiro enfrentou um caminho íngreme e difícil. Quando saiu ficou cego com a luz do Sol, pois seus olhos não estavam acostumados, visto que nunca tinha saído da caverna. Seu corpo sente dor por nunca ter caminhado. Por algum tempo ele ficará dividido se o que está vendo é real ou não. A realidade gera um espanto que o faz voltar para a caverna que parece mais acolhedora para ele. Isso acontece porque ele ainda não aprendeu a enxergar e o aprendizado se torna doloroso, fazendo-o desejar a caverna. Ao se acostumar com a luz o prisioneiro começa a ver o mundo, encantando-se com ele. Sente-se feliz ao ver o que são as coisas, descobre que esteve aprisionado e o que via eram apenas sombras. Lembrando-se dos outros prisioneiros, decide voltar a cavernar e contá-los o que havia descoberto, contudo, os demais prisioneiros não acreditam em suas palavras, caçoando e até mesmo ameaçando matá-lo.

Em nossa realidade, também existem cavernas!. A caverna é o mundo de aparências em que vivemos, as sombras projetadas no muro, apenas o que percebemos, os grilhões e correntes, os nossos preconceitos e opiniões, nossas crenças e tudo que percebemos da realidade. O mundo iluminado é a realidade e na concepção de Platão, o instrumento de libertação é a filosofia. A filosofia cura a nossa cegueira por meio da reflexão. Em nossa atualidade podemos entender as redes sociais como cavernas que por muitas vezes as pessoas preferem viver no mundo virtual de que na própria realidade. Refletir sobre a nossa realidade pode não nos tornar filósofos, contudo, liberta as amarras que a sociedade cria.