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Rotação e momento de inercia, Esquemas de Física

rotação e momento de inercia pdf .............

Tipologia: Esquemas

2020

Compartilhado em 14/09/2020

samuel-bastos-8
samuel-bastos-8 🇧🇷

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Física I
Semestre de 2013
Instituto de Física- Universidade de São Paulo
Aula 9 Rotação, momento inércia e torque
Professor: Valdir Guimarães
Fone: 3091.7104
pf3
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pfa
pfd
pfe
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Pré-visualização parcial do texto

Baixe Rotação e momento de inercia e outras Esquemas em PDF para Física, somente na Docsity!

Física I

2º Semestre de 2013

Instituto de Física- Universidade de São Paulo

Aula – 9 Rotação, momento inércia e torque

Professor: Valdir Guimarães

E-mail: [email protected] Fone: 3091.

Variáveis da rotação

Neste tópico, trataremos da rotação em torno de um eixo fixo no espaço, ou em torno de um eixo que se move sem alterar sua direção no espaço.

Corpo Rígido

Eixo Fixo

Eixo de Rotação

A taxa de variação do ângulo é a mesma para todas as posições no corpo e é chamada de velocidade angular ω.

Velocidade angular

dt

d   

vi  ri

Cinemática Rotacional

dS (^) i  rid

dt

d r dt

rd

dt

dS i

i  i  ^ 

Dividindo-se por t

i

i

r

v  

Para os valores médios temos: t

med 

 

 

velocidade angular instantanea

S r

Analogamente, a taxa de variação da velocidade angular é a mesma para todas as posições no corpo e é chamada de aceleração angular α.

aceleração angular

2

2

dt

d

dt

d    

Se α é constante:

   0  t

2 0 0 2

1    t  t

    2 

2 0

2

Acelerações e velocidades angulares

Já vimos que:

Mas, como o movimento é circular, existe uma aceleração centrípeta

Analogamente, para a aceleração tangencial temos:

i

i

r

v  ^  vi  ri

dt

d r dt

dv a (^) t

t t

   at  r

t

t

t

t

c

r

r

r

v a

( )  

ac  rt 

dS (^) i  rid

velocidade angular é uma grandeza vetorial

Exemplo

Um corpo consiste de 4 partículas pontuais, com massas m, ligadas por hastes sem massa, como na figura ao lado. O sistema gira com velocidade angular ω em torno do centro do corpo. (a) Determine o momento de inércia do corpo. (b) Determine a energia cinética do corpo.

 (^)   i

I miri

2

2 2

1 K  I 

2 I  4 ma

2 2 K  4 ma 

Repetir os cálculos para a nova configuração ao lado.

 (^) ^  i

I miri

2

2

2

1 K  I 

 

(^2 ) I  2 m 2 a  8 ma

2 2 K  2 ma 

Energia Cinética Rotacional

Cálculos do Momento de Inércia

Para sistemas discretos:

Se subdividirmos o corpo em pequenas porções, no limite quando a massa de cada porção vai a zero, a somatória acima se transforma na integral:

i

I miri

2

Corpos contínuos

I  r dm

Onde r é a distância ao eixo, de cada parcela dm do corpo.

eixo no centro da barra.

I  (^) r dm

   

 

/ 2

/ 2

2

/ 2

/ 2

2

L

L

L

L

x dx L

M dx L

M I x

     

/ (^23332)

/ 2

3 L ML

L

L L M

L

x M

L

M

I

L

L

Momento de Inércia de uma barra

dx L

M dm  dx 

2 2 r  x

Momento de Inércia de um anel

Calcule o momento de inércia de um anel circular de raio R e massa M, em relação ao eixo que passa perpendicularmente por seu centro.

I  (^) r dm

Todos os pedaços dm do anel, estão situados a uma mesma distância R do eixo.

2 2 2 I   R dm R dm MR

Momento de Inércia de um cilindro

momento de inércia de um cilindro maciço homogêneo de raio R e massa M, em relação ao seu eixo.

I  r dm

Podemos subdividir o cilindro em uma série de discos paralelos.

Como todos os discos são equivalentes, podemos considerar o momento de inércia do cilindro como igual ao dos discos.

2

MR

I 

Alguns momentos de Inércia

Vamos calcular a energia cinética de rotação para o eixo paralelo do corpo de massa M ao lado, quando girando com velocidade ω.

2 2

1 K  I 

A energia cinética de rotação um corpo pode ser escrita como a energia cinética de rotação em relação ao CM mais a energia de translação do CM.

vcm  h

Demonstração do Teorema dos Eixos Paralelos

2 I  Icm  Mh

K  I  KrotaçãoCM KtranslaçaoCM

2

2

1 ^222 2

1

2

1

2

1 I   Icm cm  Mvcm

Mas,

e ^ cm 

2 2 2 2 2

1

2

1

2

1 I  Icm  Mh 

Vamos calcular o momento de inércia do corpo ao lado.

Mas inicialmente, calcularemos o momento de inércia de uma espira de massa m e raio R, através do eixo que passa por seu cento de massa.

Teorema dos Eixos Paralelos

2

2

2

dm l

dm R dI  

 

Mas, se esta espira estiver com seu eixo a uma distância l do eixo principal, ela contribuirá para o momento de inércia total, com

R

m

  

 Rd

R

m

dm dl

   

/ 2

0

2

/ (^22)

0

2 2 (cos )

4 ( cos )

 

 d

mR

Rd

R

m

I R

mR^2

Icm 

dl

L

M

dm 

/ (^222)

/ 2

2

2 MR ML

dl l

L

M

L

Mdl R

I

L

L

 (^)  

2

2

dl l

L

L dl R M

M

dI  