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salmo não puder ser cantado, seja recitado do modo mais apto para favorecer a meditação da. Palavra de Deus. (IGMR, nº 61). Para a Liturgia ...
Tipologia: Notas de estudo
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VOLUME I
Disso deriva que o canto do Salmo, ajustado à leitura que o precede, não pode ser substituído, então, por um canto qualquer sobre a forma de PALAVRA de DEUS, como durante certo tempo se andou fazendo com os chamados “cantos de meditação”, por falta, é claro, de cantos apropriados, o que não é mais o caso após a introdução do Hinário Litúrgico e dos subsídios produzidos por nossa arquidiocese, Salmos e Aclamações.
Para facilitar a acolhida da Palavra de Deus, é recomendável breve período de silêncio entre a leitura e o canto do Salmo Responsorial.
Estas indicações, além de colaborarem para o bom andamento de nossas celebrações, nos ajudarão a cultivar uma espiritualidade bíblica, sedimentada na meditação orante da Palavra de Deus.
O Ministério do Salmista (CNBB, nº 79)
É importante valorizar a função do (a) salmista na assembleia, com o seu ministério específico, expressão do dom de Deus para a comunidade. Esse ministério poderá ser exercido com habilidade artística, evitando o virtuosismo , proclamando os textos bíblicos, de maneira especial o Salmo Responsorial, e participando nos outros cantos responsoriais.
Durante o canto da assembleia, o salmista cante sempre a melodia principal, evitando uma segunda voz ou contracanto, a fim de não dificultar o canto da assembleia ou inibi-la em sua participação, principalmente ao usar o microfone. O melhor seria que o salmista se abstivesse de entoar o refrão do Salmo Responsorial entre as estrofes, deixando-o a cargo da assembleia.
Não se deve, em hipótese alguma, adquirir “cantores profissionais” contratados apenas para dar “shows” durante a celebração. Isso desmerece totalmente o trabalho das equipes de celebração, além de transformar a própria celebração em mera formalidade social, sem significado litúrgico verdadeiro, mais comércio que liturgia.
Mais do que simplesmente cantar, o (a) salmista deve “proclamar” o salmo no ambão, pois ali é o lugar de onde Deus dirige sua Palavra ao Povo reunido. (cf. IELM, 22 e IGMR 309)
Como o Salmo Responsorial constitui uma resposta da assembleia (com a própria Palavra de Deus), é fundamental uma perfeita sintonia entre o (a) salmista e a própria assembleia. Esta sintonia pressupõe uma atitude espiritual (integração do corpo-mente-coração) de quem canta o salmo para que seu conteúdo atinja a todos de forma plena e frutuosa.
Mais do que nunca, quem exerce o ministério de salmista deve obter uma formação técnica e litúrgico-musical adequada. Eis os principais aspectos dessa formação (cf. Guia Litúrgico-Pastoral):
Formação bíblico-litúrgica: ou seja, aprofundar o sentido literal e cristológico dos salmos ; estudar cada salmo em sua relação com a primeira leitura e com o projeto de salvação de Deus. Formação espiritual: saber orar com o salmo, saboreá-lo como Palavra de Deus para nossa vida atual; saber cantar de forma orante; Formação musical: saber usar a voz de forma adequada, com boa dicção e até mesmo ler uma partitura simples; aprender as melodias dos salmos responsoriais, para não ficar
repetindo sempre a mesma ; saber se entrosar com os instrumentistas e músicos que eventualmente acompanham o canto do salmo; Formação prática: saber manusear o Lecionário, o Hinário Litúrgico e o material produzido pela arquidiocese (apostilas, CDs e Site) ; saber em que momento subir ao ambão, como se comunicar com a assembleia, como usar o microfone; conhecer os vários modos de se cantar o salmo.
Onde o uso do microfone se faz necessário, guardar a correta distância, direcionar a voz para que não se desvie, cuidar da respiração. O ideal seria que nas igrejas houvesse a presença de microfones multidirecionais, o que proporcionaria melhor captação do som e melhor compreensão do que é dito. Vale dizer que os microfones não devem ser usados com exibicionismo. Cabe ao salmista chegar alguns minutos com antecedência para testar o microfone junto com o técnico de som. Na medida do possível, providenciar equipamentos de boa qualidade de som. A boa comunicação é muito importante.
Vale lembrar que o (a) salmista coloca-se a serviço de Deus, emprestando-lhe sua voz, sua comunicação, seus gestos, sua pessoa: o modo como se dirige ao ambão, seu olhar, seus movimentos, sua dicção, o tom e a modulação de sua voz. De igual modo, coloca-se a serviço da comunidade reunida em assembleia para ouvir a Palavra. Movido (a) pelo Espírito Santo, o (a) salmista proclama com os lábios e o coração a mensagem do texto bíblico. Isso, contudo, não significa que o Espírito Santo queira fazer com que o indivíduo tome sobre si toda a atenção. Daí a necessidade de observar a sobriedade dos gestos e movimentos durante a proclamação do Salmo Responsorial. Não se deve cometer exageros. Por mais que a expressão do corpo ajude na execução da melodia, isso jamais poderá se transformar em “exibicionismo”.
Para concluir, destacamos, do que dissemos, alguns pontos que poderão nos auxiliar em nossa pastoral:
1. Uma vez terminada a primeira leitura, deve haver um breve espaço de silêncio meditativo, antes do Salmo Responsorial. O cantor se apresenta diante do altar e vai até a estante de onde foi proclamada a Primeira Leitura. O Salmo Responsorial deve ser sempre proclamado de lá, do ambão ou mesa da Palavra, nunca do local dos cantores, pois também é Palavra de Deus. 2. É muito importante notar que o salmo, na sua origem, era uma oração cantada. Por isso o Salmo Responsorial deveria ser sempre cantado, nem que seja somente o refrão. Terminada entoação inicial, o salmista, com um gesto simples, convida o povo a repetir a resposta a ser cantada. Evite-se, de toda e qualquer forma, dizer “todos”, como é costume se ouvir por aí. O salmista entoa o refrão e logo diz: “todos”, ordenando que o povo repita. Não é de bom tom fazer isso. Como sabemos, a liturgia é muito mais um fazer do que um dizer. 3. Logo após a repetição do refrão por parte do povo, o salmista entoa as estrofes. Ao final de cada uma delas, com o mesmo gesto simples e curto, pode convidar o povo a repetir o refrão. Não é mais necessário repeti-lo duas vezes, pois a assembleia sabe o momento certo de sua participação. 4. O Salmo deve ser cantado por inteiro, com todas as estrofes que estão no Lecionário, o livro das leituras da missa. 5. Um outro detalhe muito importante é a escolha da melodia do Salmo. Para isso, é preciso ver a liturgia da Palavra como um todo. Antes de colocar “qualquer melodia” no Salmo Responsorial, é preciso ver “para onde a Palavra de Deus quer nos conduzir”. Há diferentes nuances entre o conteúdo de um salmo em relação ao outro. Às vezes se refere à tristeza, à angústia, ou à alegria
SALMOS E ACLAMAÇÕES – ANO “ C ” Nov/
Nº/Faixa Trecho Pág.
1º DOMINGO DO ADVENTO 1 Sl 24 (25) – Senhor meu Deus 10 2 Aleluia... Mostrai-nos, ó Senhor^11 2º DOMINGO DO ADVENTO 3 Sl 125 (126)^ –^ Maravilhas fez conosco o Senhor^12 4 Aleluia... Preparai o caminho do Senhor 13 3º DOMINGO DO ADVENTO 5 Is 12 – Exultai cantando alegres 14 6 Aleluia... O Espírito do Senhor^15 4º DOMINGO DO ADVENTO 7 Sl 79 (80)^ –^ Iluminai a vossa face sobre nós^16 8 Aleluia... Eis a serva do Senhor 17 NATAL – Missa da Noite 9 Sl 95 (96) – Hoje nasceu para nós o Salvador 18 10 Aleluia... Eu vos trago a boa nova 19 NATAL – Missa do Dia 11 Sl 97 (98) – Os confins do universo contemplaram 20 12 Aleluia... Despontou o Santo dia para nós 21 SAGRADA FAMÍLIA DE JESUS, MARIA E JOSÉ 13 Sl 127 (128) – Felizes os que temem o Senhor 22 14 Aleluia... Que a paz de Cristo Reine 23 BATISMO DO SENHOR 15 Sl 103 (104) – Bendize, ó minha alma (2ª Opção) 24 16 Aleluia... Virá aquele que é mais forte do que eu 25 17 Aleluia... Quando João viu Jesus (2ª opção do ano B) 25 1º DOMINGO DA QUARESMA 18 Sl 90 (91) – Em minhas dores, ó Senhor 26 19 Louvor e glória... O homem não vive somente de pão 27
2 º DOMINGO DA QUARESMA 20 Sl 26 (27) – O Senhor é minha luz 28 21 Louvor a vós... Numa nuvem resplendente 29
Nº/Faixa Trecho Pág.
3º DOMINGO DA QUARESMA 22 Sl^ 102 (103)^ –^ O Senhor é bondoso e compassivo^30 23 Glória e louvor... Convertei-vos 31 4º DOMINGO DA QUARESMA 24 Sl 33 (34) – Provai e vede quão suave é o Senhor 32 25 Louvor e honra... Vou levantar-me^33 5º DOMINGO DA QUARESMA 26 Sl 125 (126)^ –^ Maravilhas fez conosco o Senhor^34 27 Glória a vós... Agora, eis o que diz o Senhor 35 2º DOMINGO DA PÁSCOA 28 Sl 117 (118) – Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom 36 29 Aleluia... Acreditaste, Tomé 37 3º DOMINGO DA PÁSCOA 30 Sl 30 (31) – Eu vos exalto, ó Senhor 38 31 Aleluia... Jesus Cristo ressurgiu 39 4º DOMINGO DA PÁSCOA 32 Sl 99 (100) – Sabei que o Senhor, só ele, é Deus 40 33 Aleluia... Eu sou o bom pastor, diz o Senhor 41 5º DOMINGO DA PÁSCOA 34 Sl 144 (145) – Bendirei o vosso nome, ó meu Deus 42 35 Aleluia... Eu vos dou novo preceito^43 6º DOMINGO DA PÁSCOA 36 Sl 66 (67)^ –^ Que as nações vos glorifiquem^44 37 Aleluia... Quem me ama realmente 45 7º DOMINGO DA PÁSCOA 38 Sl 96 (97) – Deus é Rei, exulte a terra de alegria 46 39 Aleluia... Não vos deixarei abandonados^47 PENTECOSTES 40 Sl 103 (104)^ –^ Enviai o vosso Espírito, Senhor^48 41 Aleluia...Vinde, Espírito Divino 49 SANTÍSSIMA TRINDADE 42 Sl 8 – Ó Senhor nosso Deus, como é grande 50 43 Aleluia... Glória ao Pai 51 CORPO E SANGUE DE CRISTO 44 Sl^ 109 (110)^ –^ Tu és sacerdote eternamente^52 45 Aleluia... Eu sou o pão vivo 53
Tom: E Ritmo: Balada (III) ou Valsa (II)
F. O’Caroll & C. Walker Recolhido nos EEUU
Tom: F Ritmo: Valsa (II) Br 5,1-9 | Sl 125 (126) | Fl 1,4-6.8-11 | Lc 3,1-
André Zamur
Dm Gm Bb^ C7 F EXULTEMOS DE ALEGRI A!
Dm Gm
Dm Gm
Dm Gm
Dm Gm
Tom: D Ritmo: Ritmo Jovem (VI) Sf 3,14-18a | Is 12,2-3.4bcd.5-6 | Fl 4,4-7 | Lc 3,10-
Ir. Miria T. Kolling
D A7 Bm E7 A EXULTAI CANTANDO ALEGRES, HABITANTES DE SIÃO, G A7 F#m Bm Em A7 D PORQUE É GRANDE EM VOSSO MEIO O DEUS SANTO DE ISRAEL!
D F# 7 Bm
D F# 7 Bm
D F# 7 Bm
Tom: E Ritmo: Balada (III) ou Valsa (II)
F. O’Caroll & C. Walker Recolhido nos EEUU
Tom: E Ritmo: Balada (III) ou Valsa (II)
F. O’Caroll & C. Walker Recolhido nos EEUU
E B7 F#m E B7 E A – A LE – E LU-U-U IA...,/ A – A LE-E-E LU-U-U IA! (BIS)
Tom: F Ritmo: Marcha-rancho (VII) Is 9,1-6 | Sl 95 (96) | Tt 2,11-14 | Lc 2,1- 14
Pe José Weber Fr. Joel Postma