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BIMESTRE III
Tipologia: Notas de aula
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Sistemas Digitais Prof. MSc. Edson S. C. Silva 02/08/2011 2
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Fig. 3.2 – Chave eletrônica (multiplex) de n entradas de dados e chaveamento das entradas para a saída controlado por m entradas seletoras (ou de endereço).
Fig. 3.1 – Chave mecânica de n entradas e uma saída.
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Entradas Saída A 0 E0 E 1 S 0 0 0 0 1 0 0 1 2 0 1 0 3 0 1 1 4 1 0 0 5 1 0 1 6 1 1 0 7 1 1 1
0 2 6 4
1 3 7 5
Saída S 0 0 1 1 0 1 0 1
Fig. 3.3 – MUX de dois canais formado por portas lógicas.
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Fig. 3.6 – Características do TTL 74LS151 (MUX simples de 8 canais).
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Fig. 3.7 – Duas associações de multiplexadores de quatro canais que resultam no equivalente a um multiplexador de oito canais.
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Fig. 3.8 – Mais duas associações de multiplexadores de quatro canais que resultam no equivalente a um multiplexador de oito canais.
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Fig. 3.9 – Associação de sete multiplexadores de dois canais que resultam no equivalente a um multiplexador de oito canais.
Entradas Saída A B C Z = f(B, C) 0 0 0 0 1 1 0 0 1 0 2 0 1 0 1 3 0 1 1 1 4 1 0 0 0 5 1 0 1 1 6 1 1 0 0 7 1 1 1 0
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Fig. 3.12 – Circuito combinacional de três entradas implementado com um MUX de dois canais e portas lógicas.
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Fig. 3.14 – Chave eletrônica (demultiplex) de n saídas de dados e chaveamento da entrada para as saídas controlado por m entradas seletoras (ou de endereço).
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Fig. 3.13 – Chave mecânica de uma entradas e n saídas.
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Fig. 3.17 – Descrição dos pinos do TTL 74LS154 e descrição geral. Observe que a configuração das entradas de strobe G1 e G determinam o funcionamento do chip como um DEMUX simples de 16 canais (seletoras DCBA) ou um decodificador de 4 para 16 linhas.
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Fig. 3.18 – Duas associações de demultiplexadores de quatro canais que resultam no equivalente a um demultiplexador de oito canais.
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Fig. 3.19 – Outras duas associações de demultiplexadores de quatro canais que resultam no equivalente a um demultiplexador de oito canais.
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Fig. 3.20 – Associação de sete demultiplexadores de dois canais que resultam no equivalente a um demultiplexador de oito canais.
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Fig. 3.18 – Função de 7 variáveis a ser implementada com um decodificador de 4 entradas (74154), um MUX de 8 entradas (74151) e portas adicionais.
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Entradas do MUX
Sinais E, F, G que selecionam esta entrada
Função de entrada do MUX
I 0 E F G I 1 E F G I 2 E F G I 3 E F G I 4 E F G I 5 E F G I 6 E F G I 7 E F G
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Fig. 3.19 – Função de 7 variáveis implementada com um decodificador de 4 entradas (74154), um MUX de 8 entradas (74151) e portas adicionais.
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Fig. 3.22 – (a) Ilustração simplificada das operações de leitura e escrita em uma memória de 32 x 4. (a) Escrita da palavra 0100 na posição de memória 00011; (b) Leitura da palavra 1101 da posição de memória 11110.
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Fig. 3.23 – Três grupos de linhas (barramentos) conectando os CIs de uma memória principal à CPU.
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Fig. 3.24 – (a) Símbolo de uma ROM típica, (b) Tabela mostrando os dados binários de cada endereço e (c) a mesma tabela em hexadecimal.
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Fig. 3.25 – Arquitetura de uma ROM 16 x 8 em que cada registrador armazena uma palavra de 8 bits.
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Fig. 3.28 – (a) Símbolo lógico para o CI de memória flash 28F256A; (b) Entradas de controle CE, WE e OE.
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Fig. 3.29 – (a) Diagrama funcional do CI de memória flash 28F256A.
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Fig. 3.30 – Gerador de funções usando uma ROM ( Read Only Memory ) e um DAC ( Digital to Analog Converter ).
Fig. 3.31 – Símbolo e tabela de modo de operação para a RAM CMOS MCM6264C.
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Fig. 3.32 – Padrão JEDEC para encapsulamento de memória.