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conhecimento cristão
Tipologia: Notas de estudo
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Este sermão foi primeiro publicado em avulso, no ano de 1765, e incorporado aos sermões em 1771. Juntamente com a “Clara Exposição da Perfeição Cristã”, publicada no ano seguinte, podem ser tomados como as opiniões mais amadurecidas de Wesley sobre o assunto. Por, cinco anos uma notável efusão do espírito de perfeito amor tinha estado em marcha nas sociedades metodistas, dando a Wesley abundantes oportunidades para estudar o assunto sob todos os pontos de vista, à luz da experiência viva. Foi durante a marcha dessa obra que muitos pontos Importantes na definição da perfeição cristã foram resguardados, de um lado, do antinomianismo, e, de outro, do fanatismo, e foram originalmente escritos importantes conselhos aos que são salvos do pecado. O presente sermão se relaciona particularmente com o meio de alcançar a perfeição cristã. O Dr. Whitehead — e sr. Tyerman com ele se associa neste terreno — parece pensar que foi somente por esse tempo que Wesley veio a crer e ensinar que esta graça podia ser recebida num momento, pela simples fé. Indubitavelmente, como Wesley expressamente declara, ele havia sustentando a doutrina da perfeição cristã desde o começo de sua carreira evangélica. Havia também sustentado que ela era alcançada pela fé, mas deu maior realce à obra gradual antecedente, de mortificação e obediência total. Mas no presente período pensamos que os seguintes pontos se tornaram mais perfeitamente claros no ensino de Wesley, e provavelmente em sua própria experiência, tanto mais que ele fala, exatamente no começo (1760), da obra de Deus como sendo “muito útil à sua própria alma” :
A simplicidade da religião. Seu fim é a salvação; o meio é a fé.
justificado. O arrependimento é necessário, mas não no mesmo sentido, nem no mesmo grau. É indiretamente necessário e seus frutos são somente condicionais.
“Sois salvos pela fé” (Efésios 11.8)
1. NADA pode ser mais intrincado, complexo e difícil de entender do que a religião, como é com freqüência apresentada. E isto é verdade não só no que se refere à religião dos pagãos, mesmo em se tratando dos mais sábios dentre eles, mas no tocante à religião dos que também são, em algum sentido, cristãos, e mesmo homens de grande nomeada no mundo cristão, homens que parece serem colunas do cristianismo. Todavia, como é fácil de entender, como é coisa clara e simples, a genuína religião de Jesus Cristo, uma vez que a tomemos em sua forma nativa, exatamente como se apresenta nos Oráculos de Deus! Foi exatamente talhada pelo sábio Criador e Governador do mundo para o entendimento fraco e a limitada capacidade do homem em seu presente estado. Quão verificável é este fato, tanto no que concerne ao fim que Ele propõe, como no tocante ao meio de alcançar aquele fim! O fim é, numa palavra, a salvação; o meio de alcançá-la é a fé. 2. É fácil compreender que essas duas pequenas palavras, isto é, FÉ e SALVAÇAO, incluem a substância de toda a Bíblia; a medula, por assim dizer, de toda a Escritura. Assim sendo, devemos ter o maior cuidado possível de evitar todo engano concernente a elas e de formar um verdadeiro e acurado conceito, tanto de uma como de outra. 3. Investiguemos, pois, seriamente: I. Que é salvação? II. Qual é a fé pela qual somos salvos? e III. Como somos salvos por ela?
I
1. E, primeiro, perguntemos: Que é salvação? A salvação de que se fala aí não é aquilo que o mundo freqüentemente entende por essa palavra — a ida para o céu, a eterna felicidade. Não é a ida da alma para o paraíso, chamado por nosso Senhor “o seio de Abraão”, Não é uma bênção que se encontre do outro lado da morte, ou, como usualmente dizemos, no outro mundo. As próprias palavras do texto tiram toda duvida a este respeito: “Vós sois salvos”. Não é alguma coisa remota: é uma coisa presente; uma bênção de que, pela livre misericórdia de Deus, estais de posse agora mesmo. Aquelas palavra podem até ser traduzidas, com igual propriedade, desta maneira: “ Vós tendes sido salvos”, de modo que a salvação de que se trata aí pode estender-se a toda a obra de Deus, desde o primeiro toque da graça na alma até sua consumação na glória. 2. Se tomarmos a palavra em sua derradeira extensão, ela incluirá tudo quanto se opera na alma por meio do que com freqüência se chama “consciência natural”, e que mais propriamente vem a ser a “graça preventiva”; todas as atividades do Pai; as aspirações de Deus, as quais, se atendermos a elas, aumentar-se-ão cada vez mais; toda aquela luz com que o Filho de Deus “alumia a todo que vem a este mundo”, ensinando a todo homem a “praticar a justiça, a amar a misericórdia e a andar humildemente com seu Deus”; todas as convicções que seu Espírito, de tempo em tempo, Infunde em todos os filhos dos homens, posto seja verdade que a generalidade dos homens as sufocam tão depressa quanto possível, e em breve tempo esquecem, ou pelo menos negam que jamais as tenham recebido por qualquer meio. 3. Mas estamos presentemente preocupados somente com aquela salvação de que o apóstolo diretamente fala. Esta abrange duas partes gerais — Justificação e santificação. A justificação é outra palavra que designa o perdão. É o perdão de todos o nosso pecados; e, o que se acha necessariamente implícito neste fato, nossa aceitação da parte de Deus. O preço pelo qual essa salvação nos foi adquirida (comumente chamado “causa meritória de nossa
por mim. É por esta fé (se considerarmos a essência, ou, antes, uma propriedade dela), que recebemos a Cristo; que o recebemos em todos os seus ofícios, como nosso Profeta, Sacerdote e Rei. É por esta fé que Cristo se torna, por obra de Deus, “nossa sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção”.
3. “Mas esta é a fé de certeza, ou fé de aderência?” A Escritura não menciona tal distinção. Diz o apóstolo: “Há uma fé, e uma esperança de nossa vocação”; uma fé cristã, salvadora; “como há um Senhor”, em quem nós cremos, e “um Deus e Pai de todos nós”. E é certo que esta fé necessariamente Implica em certeza (que aqui é apenas outra palavra designativa de evidência, sendo difícil dizer qual seja a diferença entre elas), de que Cristo me amou e deu- se a si mesmo por mim. Porque “u que crê” com verdadeira e viva fé, “tem o testemunho em si mesmo”: “o Espírito testifica com seu espírito que ele é filho de Deus”. “Porque é filho, Deus enviou o Espírito de seu Filho a seu coração, clamando: Abba, Pai”; dando-lhe certeza de que ele é filho e uma confiança filial nele. Observe-se, porém, que, pela própria natureza das coisas, a certeza vai adiante da confiança. Porque o homem não pode ter confiança final em Deus enquanto não se reconhece como filho de Deus. Portanto, a confiança, crença, segurança, adesão, ou qualquer que seja o nome por que se chame, não é o primeiro, como supõem alguns, mas o segundo ramo ou ato de fé. 4. É por essa fé que somos salvos, justificados e santificados, tomando aquela palavra em seu sentido mais elevado. Mas, como somos justificados e santificados pela fé? Este é o nosso terceiro objeto de indagação. E sendo este o ponto principal em debate, e um ponto de importância invulgar, não é fora de propósito dar-lhe mais destacada e particular consideração.
III
1. Primeiro, como somos justificados pela fé? Em que sentido isto se deve entender? Respondo: a fé é a condição, e a única condição, da justificação. É a condição: ninguém é justificado, senão o que crê: sem fé ninguém é justificado. E é a única condição: só ela é suficiente para a justificação. Todo o que crê é justificado, qualquer que seja o mais que possua, ou que não possua. Em outras palavras: ninguém é justificado enquanto não crer; todo homem, quando crê, é justificado. 2. “Mas Deus não manda que nos arrependamos também? E ainda, “produzir frutos dignos de arrependimento”? — cessar, por exemplo, de fazer o mal e aprender a fazer o bem? E uma e outra coisa não são da maior necessidade, tanto mais que, se negligenciarmos deliberadamente alguma delas, de modo nenhum poderemos razoavelmente esperar ser Justificados? Se assim é, como se pode dizer que a fé seja a única condição da justificação”?
Indubitavelmente Deus tanto nos manda que nos arrependamos e produzamos frutos dignos de arrependimento que, se voluntariamente os negligenciarmos, de modo nenhum poderemos razoavelmente esperar ser justificados: por isso, tanto o arrependimento como os frutos dignos de arrependimento são, em certo sentido, necessários à justificação. Mas eles não são necessários no mesmo sentido em que o é a fé, nem no mesmo grau. Não no mesmo grau: porque aqueles frutos somente são necessários condicionalmente; se houver tempo e oportunidade para a realização deles. De outro modo, um homem pode ser justificado sem eles, como foi o ladrão na cruz (se pudermos tratá-la por este nome; porque um escritor moderno descobriu que ele não era ladrão, mas uma pessoa muito honesta e respeitável!); mas não pode ser justificado sem fé; isto é impossível. Por outro lado, tenha o homem todo o arrependimento, e todos os frutos possíveis do arrependimento; todavia, nada disso lhe aproveita de modo nenhum; não será justifica do até que creia. Mas no momento em que crê, com ou sem aqueles frutos, com maior ou menor arrependimento, será justificado. Não no mesmo sentido: porque o arrependimento e os frutos apenas são remotamente necessários; necessários em relação à fé, enquanto que a fé é a única condição que é imediata e proximamente necessária à justificação.
3. “Credes, porém, que somos santificados pela fé? Sabemos que credes que somos Justificados pela fé; mas não credes, e conseqüentemente ensinais, que somos santificados pelas nossas obras?” Assim tem sido franca e veementemente afirmado nestes vinte e cinco anos, mas eu tenho constantemente declarado exatamente o contrário, e isto por todos os modos. Tenho constantemente testificado, em público e em particular, que tanto somos santificados como justificados pela fé. E na verdade uma destas grandes verdades abundantemente ilustra a outra. Exatamente como somos justificados pela fé, somos santificados pela fé. A fé é a condição, e a condição única, da santificação, exatamente como o é da justificação. É a condição: ninguém é santificado, senão o que crê que sem fé ninguém será santificado. E é a única condição: só ela é suficiente para a santificação. Todo o que crê é santificado, tenha alguma coisa mais ou não tenha. Em outras palavras: ninguém é santificado enquanto não crer; todo homem é santificado quando crê. 4. “Mas não há um arrependimento conseqüente à justificação, assim como um arrependimento prévio? E não compete a todos os que são justificados serem zelosos de boas obras? Sim, estas não são tão necessárias que, se o homem voluntariamente as negligenciar, não poderá razoavelmente esperar que jamais seja santificado, no pleno sentido da palavra, isto é, aperfeiçoado em amor? Demais, poderá ele crescer plenamente em graça, no amável conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo? E pode ele conservar a graça que Deus já lhe tenha dado? Pode ele perseverar na fé que recebeu, ou no favor de Deus? Não reconheceis isto e constantemente o afirmais? Mas, se
assim é. Como se pode dizer que a fé seja a única condição da santificação?”
5. Reconheço tudo isso e constantemente o sustento como a verdade de Deus. Reconheço que há um arrependimento conseqüente à justificação, assim como há um arrependimento prévio. E cabe a todos os que são justificados serem zelosos de boas obras. Estas são tão necessárias, que se o homem voluntariamente as negligenciar, não poderá razoavelmente esperar que jamais seja santificado; ele não pode crescer em graça, na imagem de Deus, na posse da mente que havia em Cristo Jesus; não pode conservar a graça que já tenha recebido, nem pode perseverar na fé ou no favor de Deus. Qual a inferência que podemos tirar daí? Que tanto o arrependimento, corretamente entendido, como a prática de todas as boas obras — obras de piedade e obras de misericórdia (agora propriamente assim chamadas, desde que elas procedam da fé), são, em certo sentido, necessárias à santificação. 6. Digo: “arrependimento corretamente entendido”, porque este não se deve confundir com o primeiro arrependimento. O arrependimento conseqüente à justificação é muitíssimo diferente do que a precede. Aquele não implica em culpa, em nenhum sentimento de condenação, em nenhuma consciência da ira de Deus. Não pressupõe qualquer dúvida do favor de Deus ou qualquer “temor que produza tormento”. É propriamente uma convicção, operada pelo Espírito Santo, do pecado que ainda permanece em nosso coração; dó φρνημασαρκος— a mente carnal que “ainda permanece” (como diz nossa igreja), “mesmo nos que são regenerados”; embora ela não mais reme, nem agora tenha domínio sobre eles. É a convicção de nossa inclinação para o mal, de um coração propenso à apostasia, da perdurável tendência da carne a cobiçar contra o espírito. Algumas vezes a não ser que constantemente vigiemos e oremos, ele deseja orgulhar-se; outras vezes quer irar-se; outras, ambiciona amar o mundo, amar o descanso, amar as honras, ou amar os prazeres mais do que a Deus. É uma convicção da tendência de nosso coração para a obstinação, para o ateísmo ou idolatria; e, acima de tudo, para a incredulidade, pela qual, por um milhar de meios e sob um milhar de pretexto, estamos sempre nos desgarrando, mais e mais, do Deus vivo. 7. A essa convicção do pecado que permanece em nossos corações, junta-se uma clara convicção do pecado que permanece em nossas vidas, misturando-se ainda a todas as nossas palavras e ações. Nas melhores palavras e obras agora discernimos certa mistura de mal, seja no seu espírito, na sua matéria ou no seu modo de ser; algo que não poderia suportar o reto juízo de Deus, se Ele fosse ao extremo de assinalar o que se faz erroneamente. Onde menos esperando, ai achamos um traço de orgulho, de obstinação, de incredulidade, ou idolatria, de modo que mais nos envergonhamos agora de nossas melhores ações do que primitivamente o faríamos em face de nossos piores pecados; e daí não podemos deixar de sentir que elas estão tão longe de ter em si mesmas qualquer coisa de meritório, sim, tão longe estão de ser capazes de suportar os olhares da divina Justiça, que em razão delas também nós seriamos culpados diante de Deus, se não tivessem por si o sangue do testamento. 8. A experiência mostra que, juntamente com a convicção do pecado que permanece em nossos corações e mistura-se a todas as nossas palavras e atos, assim como da culpa em que, por essa causa, deveríamos incorrer, se não fôssemos constantemente aspergidos pelo sangue propiciador, mas uma coisa, se acha implícita nesse arrependimento: a convicção de desamparo, de nossa inteira incapacidade de nutrir um bom pensamento, ou de conceber um bom desejo, e muito menos de dizer uma palavra justa ou realizar uma boa ação, a não ser através da graça de Deus, de sua graça poderosa, primeiro advertindo-nos e depois acompanhando-nos a todo momento. 9. “Mas quais são as boas obras cuja prática afirmais ser necessária à santificação?” Primeiro, todas as obras de piedade, tais como culto público, culto doméstico, oração privada; participação da ceia do Senhor; estudo das Escrituras, ouvindo-as, lendo-as, meditando-as; e uso do jejum e abstinência até o limite permitido pela saúde de nosso corpo. 10. Em segundo lugar, todas as obras de misericórdia, quer se relacionem com o corpo, quer com a alma dos homens, tais como: alimentar os famintos, vestir os nus, dar pousada ao peregrino, visitar os que estão presos ou enfermos, ou que por qualquer outro modo estejam aflitos; procurar instruir os ignorantes, despertar o pecador sonolento. vivificar os indiferentes, confirmar os vacilantes, confortar os conturbados, socorrer tentado, ou contribuir de qualquer maneira para salvar as almas da morte. Esse é o arrependimento, tais são os “frutos dignos de arrependimento”, necessários à plena santificação. Este é o caminho no qual Deus determinou que seus filhos esperassem pela completa salvação. 11. Daí resulta a maldade extrema daquele conceito, inocente em aparência, segundo o qual não há pecado no crente; que todo pecado é destruído, raiz e ramos, no momento em que o homem é justificado. Por entravar inteiramente aquele arrependimento, tal conceito obstrui inteiramente o caminho da santificação. Não há lugar para o arrependimento naquele que acredita não haver pecado em sua vida, nem em seu coração: conseqüentemente, não há lugar para o aperfeiçoamento em amor, ao qual aquele arrependimento é absolutamente necessário. 12. Dai pode igualmente resultar que não há perigo possível em esperar assim pela completa salvação. Porque, suposto que estivéssemos enganados, suposto que tais bênçãos Jamais fossem ou pudessem ser alcançadas, ainda assim nada perderíamos: aquela expectação até nos vivifica mediante o uso dos talentos que Deus nos deu; sim,
“Então, entra, Hóspede celestial, E nem daqui te retires nunca; Ceia comigo, e permite que o banquete Seja um amor que dure para sempre!”
P. 1. (§ 1). Que se diz ai da religião? P. 2. (§ 2). Que incluem as duas palavras — “fé” e “salvação”? P. 3. (I. 1). Que perguntamos primeiro? P. 4. (I. 2). Tomada em sua mais profunda significação, que inclui a salvação? P. 5. (I. 3). Com que temos no presente de tratar? P. 6. (I. 4). Quando começa a santificação? P. 7. (I. 5). Que Imaginam as pessoas recentemente convertidas? P. 8. (I. 6). Logo são elas desiludidas? De que modo? P. 9. (I. 7). Que se diz de Macário? Quem era ele? R. Um escritor cristão do quarto século. P. 10. (I. 8). Quando começa a obra gradual? P. 11. (I. 9). Que significa a palavra “perfeição”? P. 12. (II. 1). Como é a fé definida pelo apóstolo? P. 13. (II. 2). Que vem a ser ela, em sentido mais restrito? P. 14. (II. 3). A Escritura estabelece distinção entre “fé de certeza” e “fé de aderência”? P. 15. (II. 4). Como somos salvos, justificados, santificados? P. 16. (III. 1). Como somos justificados pela fé? P. 17. (III. 2). Que se diz do arrependimento? P. 18. (III. 3). Que se tem convictamente afirmado por vinte e cinco anos? Tal conceito é verdadeiro? P. 19. (III. 4). Que se diz do arrependimento depois da justificação? P. 20. (III. 5). Que reconhece o pregador? P. 21. (III. 6). Que inferência devemos tirar dai? P. 22. (III. 7). Que se adiciona à convicção do pecado que permanece no coração? P. 23. (III. 8). Que mostra a experiência? P. 24. (III. 9). Que se diz ai das boas obras? P. 25. (III. 10). Que se diz das obras de misericórdia? P. 26. (III. 11).Que se trata ai como opinião de maldade extrema? P. 27. (III. 12). Que se diz que daí resulta? P. 28. (III. 13). Que se diz aí do arrependimento e de seus frutos_?_ P. 29. (III. 14). Que é a fé santificadora? P. 30. (III. 15). Que vem a ser essa fé,em segundo lugar? P. 3l. (III. 16). Que vem a ser ela em terceiro lugar? P. 32. (III. 17). Que pode ser ainda aduzido? P. 33. (III. 18). Éuma obra gradual ou instantânea? Como se conclui o sermão?