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Simulado UERJ 2018.pdf, Provas de Português (Gramática - Literatura)

Simulado UERJ 2018. Simulado UERJ 2018.pdf Simulado UERJ 2018.pdf

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conversa dos saberes
A ARTE DE ENVELHECER
O envelhecimento é sombra que nos acompanha desde a concepção: o feto de seis meses é muito
mais velho do que o embrião de cinco dias.
Lidar com a inexorabilidade desse processo exige uma habilidade na qual nós somos inigualáveis:
a adaptação. Não há animal capaz de criar soluções diwante da adversidade como nós, de sobreviver
em nichos ecológicos que vão do calor tropical às geleiras do Ártico.
Da mesma forma que ensaiamos os primeiros passos por imitação, temos que aprender a ser
adolescentes, adultos e a ficar cada vez mais velhos.
A adolescência é um fenômeno moderno. Nossos ancestrais passavam da infância à vida adulta
sem estágios intermediários. Nas comunidades agrárias o menino de sete anos trabalhava na roça e as
meninas cuidavam dos afazeres domésticos antes de chegar a essa idade.
A figura do adolescente que mora com os pais até os 30 anos, sem abrir mão do direito de reclamar
da comida à mesa e da camisa mal passada, surgiu nas sociedades industrializadas depois da Segunda
Guerra Mundial. Bem mais cedo, nossos avós tinham filhos para criar.
A exaltação da juventude como o período áureo da existência humana é um mito das sociedades
ocidentais. Confinar aos jovens a publicidade dos bens de consumo, exaltar a estética, os costumes e
os padrões de comportamento característicos dessa faixa etária tem o efeito perverso de insinuar que
o declínio começa assim que essa fase se aproxima do fim.
A ideia de envelhecer aflige mulheres e homens modernos, muito mais do que afligia nossos
antepassados. Sócrates tomou cicuta aos 70 anos, Cícero foi assassinado aos 63, Matusalém sabe-se lá
quantos anos teve, mas seus contemporâneos gregos, romanos ou judeus viviam em média 30 anos.
No início do século 20, a expectativa de vida ao nascer nos países da Europa mais desenvolvida não
passava dos 40 anos.
A mortalidade infantil era altíssima; epidemias de peste negra, varíola, malária, febre amarela, gripe
e tuberculose dizimavam populações inteiras. Nossos ancestrais viveram num mundo devastado por
guerras, enfermidades infecciosas, escravidão, dores sem analgesia e a onipresença da mais temível das
criaturas. Que sentido haveria em pensar na velhice quando a probabilidade de morrer jovem era tão
alta? Seria como hoje preocupar-nos com a vida aos cem anos de idade, que pouquíssimos conhecerão.
Os que estão vivos agora têm boa chance de passar dos 80. Se assim for, é preciso sabedoria para
aceitar que nossos atributos se modificam com o passar dos anos. Que nenhuma cirurgia devolverá aos
60 o rosto que tínhamos aos 18, mas que envelhecer não é sinônimo de decadência física para aqueles
que se movimentam, não fumam, comem com parcimônia, exercitam a cognição e continuam atentos
às transformações do mundo.
Considerar a vida um vale de lágrimas no qual submergimos de corpo e alma ao deixar a juventude
é torná-la experiência medíocre. Julgar, aos 80 anos, que os melhores foram aqueles dos 15 aos 25
é não levar em conta que a memória é editora autoritária, capaz de suprimir por conta própria as
experiências traumáticas e relegar ao esquecimento inseguranças, medos, desilusões afetivas, riscos
desnecessários e as burradas que fizemos nessa época.
Nada mais ofensivo para o velho do que dizer que ele tem “cabeça de jovem”. É considerá-lo mais
inadequado do que o rapaz de 20 anos que se comporta como criança de dez.
Ainda que maldigamos o envelhecimento, é ele que nos traz a aceitação das ambiguidades, das
diferenças, do contraditório e abre espaço para uma diversidade de experiências com as quais nem
sonhávamos anteriormente. DRÁUZIO VARELLA
Folha de São Paulo, 23/01/2016.
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CONVERSA DOS SABERES

A ARTE DE ENVELHECER

O envelhecimento é sombra que nos acompanha desde a concepção: o feto de seis meses é muito mais velho do que o embrião de cinco dias. Lidar com a inexorabilidade desse processo exige uma habilidade na qual nós somos inigualáveis: a adaptação. Não há animal capaz de criar soluções diwante da adversidade como nós, de sobreviver em nichos ecológicos que vão do calor tropical às geleiras do Ártico. Da mesma forma que ensaiamos os primeiros passos por imitação, temos que aprender a ser adolescentes, adultos e a ficar cada vez mais velhos. A adolescência é um fenômeno moderno. Nossos ancestrais passavam da infância à vida adulta sem estágios intermediários. Nas comunidades agrárias o menino de sete anos trabalhava na roça e as meninas cuidavam dos afazeres domésticos antes de chegar a essa idade. A figura do adolescente que mora com os pais até os 30 anos, sem abrir mão do direito de reclamar da comida à mesa e da camisa mal passada, surgiu nas sociedades industrializadas depois da Segunda Guerra Mundial. Bem mais cedo, nossos avós tinham filhos para criar. A exaltação da juventude como o período áureo da existência humana é um mito das sociedades ocidentais. Confinar aos jovens a publicidade dos bens de consumo, exaltar a estética, os costumes e os padrões de comportamento característicos dessa faixa etária tem o efeito perverso de insinuar que o declínio começa assim que essa fase se aproxima do fim. A ideia de envelhecer aflige mulheres e homens modernos, muito mais do que afligia nossos antepassados. Sócrates tomou cicuta aos 70 anos, Cícero foi assassinado aos 63, Matusalém sabe-se lá quantos anos teve, mas seus contemporâneos gregos, romanos ou judeus viviam em média 30 anos. No início do século 20, a expectativa de vida ao nascer nos países da Europa mais desenvolvida não passava dos 40 anos. A mortalidade infantil era altíssima; epidemias de peste negra, varíola, malária, febre amarela, gripe e tuberculose dizimavam populações inteiras. Nossos ancestrais viveram num mundo devastado por guerras, enfermidades infecciosas, escravidão, dores sem analgesia e a onipresença da mais temível das criaturas. Que sentido haveria em pensar na velhice quando a probabilidade de morrer jovem era tão alta? Seria como hoje preocupar-nos com a vida aos cem anos de idade, que pouquíssimos conhecerão. Os que estão vivos agora têm boa chance de passar dos 80. Se assim for, é preciso sabedoria para aceitar que nossos atributos se modificam com o passar dos anos. Que nenhuma cirurgia devolverá aos 60 o rosto que tínhamos aos 18, mas que envelhecer não é sinônimo de decadência física para aqueles que se movimentam, não fumam, comem com parcimônia, exercitam a cognição e continuam atentos às transformações do mundo. Considerar a vida um vale de lágrimas no qual submergimos de corpo e alma ao deixar a juventude é torná-la experiência medíocre. Julgar, aos 80 anos, que os melhores foram aqueles dos 15 aos 25 é não levar em conta que a memória é editora autoritária, capaz de suprimir por conta própria as experiências traumáticas e relegar ao esquecimento inseguranças, medos, desilusões afetivas, riscos desnecessários e as burradas que fizemos nessa época. Nada mais ofensivo para o velho do que dizer que ele tem “cabeça de jovem”. É considerá-lo mais inadequado do que o rapaz de 20 anos que se comporta como criança de dez. Ainda que maldigamos o envelhecimento, é ele que nos traz a aceitação das ambiguidades, das diferenças, do contraditório e abre espaço para uma diversidade de experiências com as quais nem sonhávamos anteriormente. (^) DRÁUZIO VARELLA Folha de São Paulo , 23/01/2016.

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CONVERSA DOS SABERES

Títulos, de modo geral, apresentam a(s) ideia(s) principal(is) do texto. Com base em tal afirmação, a passagem que se relaciona mais diretamente com o título da crônica de Dráuzio Varella é:

(A) Nossos ancestrais passavam da infância à vida adulta sem estágios intermediários. (l. 8-9) (B) Os que estão vivos agora têm boa chance de passar dos 80. (l. 28) (C) é preciso sabedoria para aceitar que nossos atributos se modificam com o passar dos anos. (l. 28-29) (D) Nada mais ofensivo para o velho do que dizer que ele tem “cabeça de jovem”. (l. 38)

O envelhecimento é sombra que nos acompanha desde a concepção: o feto de seis meses é muito mais velho do que o embrião de cinco dias. (l. 1-2) Na frase acima, observa-se que os dois-pontos têm função coesiva, estabelecendo relação semântica de:

(A) oposição (B) explicação (C) temporalidade (D) condicionalidade

Questão 01

Questão 02

Questão 04

O seguinte trecho foi escrito cinquenta vezes: a ideia de envelhecer aflige mulheres e homens. A milésima letra a ser escrita foi:

(A) m (B) u (C) g (D) e

Questão 03

O texto de Dráuzio Varella lembra a possibilidade de sobrevivência humana em nichos ecológicos que vão do calor tropical às geleiras do Ártico. Isso ocorre por conta de mecanismos de termorregulação, responsáveis pela manutenção da temperatura corporal. Esses mecanismos se relacionam diretamente com o fato de a dupla circulação humana ser caracterizada como:

(A) aberta (B) fechada (C) completa (D) incompleta

LINGUAGENS

O hOmem velhO

O homem velho deixa a vida e morte para trás Cabeça a prumo, segue rumo e nunca, nunca mais O grande espelho que é o mundo ousaria refletir os seus sinais O homem velho é o rei dos animais A solidão agora é sólida, uma pedra ao sol As linhas do destino nas mãos a mão apagou Ele já tem a alma saturada de poesia, soul e rock’n’roll As coisas migram e ele serve de farol A carne, a arte arde, a tarde cai No abismo das esquinas A brisa leve traz o olor fugaz Do sexo das meninas Luz fria, seus cabelos têm tristeza de néon Belezas, dores e alegrias passam sem um som Eu vejo o homem velho rindo numa curva do caminho de Hebron E ao seu olhar tudo que é cor muda de tom Os filhos, filmes, ditos, livros como um vendaval Espalham-no além da ilusão do seu ser pessoal Mas ele dói e brilha único, indivíduo, maravilha sem igual Já tem coragem de saber que é imortal CAETANO VELOSO caetanoveloso.com.br

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A letra da canção de Caetano Veloso também oferece uma reflexão acerca da velhice. Em relação ao tema do envelhecimento, o principal objetivo do poeta é:

(A) expor seus desafios para a juventude (B) narrar sua história através dos tempos (C) destacar seus efeitos sobre a sociedade (D) descrever sua chegada na vida das pessoas

Questão 09

LINGUAGENS

NO meiO dO camiNhO

O homem ia andando e encontrou uma pedra no meio do caminho. Milhões de homens encontram uma pedra no caminho e dela se esquecem. Um poeta, que talvez nunca tenha encontrado pedra nenhuma, que fatalmente esqueceu muitas coisas, esqueceu caminhos que andou e pedras que não encontrou, fez um poema dizendo que nunca esqueceria a pedra encontrada no meio do caminho. Se a rosa é uma rosa, a pedra deveria ser uma pedra, mas nem sempre é. No meu primeiro dia de escola, da qual seria expulso por não saber falar o mínimo que se espera de uma criança, minha tia e madrinha, que nós chamávamos de Doneta, mas tinha outro nome do qual me esqueci, levou-me pela mão em silêncio, e em silêncio ia eu, sem saber o que representava o primeiro dia de escola. Quando percebi o que seria aquilo – misturar-me a meninos estranhos e ferozes, ficar longe de casa e da mão da minha tia e madrinha – entrei a espernear, aos berros – aos quais mais tarde renunciaria por inúteis. Foi então que a tia e madrinha definiu a situação, dizendo com sabedoria: “São os abrolhos, meu filho”. Sim, os abrolhos começaram e até hoje não acabaram. Não sei bem o que é um abrolho, mas deve ser uma pedra no caminho da gente. A diferença mais substancial é que bastou uma pedra no meio do caminho para que um poeta dela não se esquecesse. Não sendo poeta, não me lembro de ter topado com pedra nenhuma no meio do caminho. Mas, em matéria de abrolhos, sou douto. Mesmo não sabendo em que consiste um abrolho. Como disse acima, tiraram-me daquele abrolho inicial porque não sabia falar. Aprendi a escrever mal e porcamente, e os abrolhos vieram em legião. Faço força para esquecê-los, mas volta e meia penso que seria melhor encontrar uma pedra no meio do caminho. CARLOS HEITOR CONY Folha de São Paulo , 05/05/2002.

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A solidão agora é sólida, uma pedra ao sol (v. 5)

Os filhos, filmes, ditos, livros como um vendaval (v. 17)

Os recursos expressivos presentes em cada um dos versos acima são, respectivamente:

(A) aliteração − assíndeto (B) polissíndeto − antítese (C) hipérbole − eufemismo (D) personificação − metonímia

O homem velho é o rei dos animais (v. 4)

As coisas migram e ele serve de farol (v. 8)

As metáforas sublinhadas nos dois versos acima veiculam, respectivamente, as ideias de:

(A) arrogância − magnitude (B) sabedoria − experiência (C) sagacidade − inspiração (D) imponência − orientação

Questão 10

Questão 11

LINGUAGENS

Brasil será país de maiOria idOsa em 2030, revela iBGe

Na esteira dos países desenvolvidos, o Brasil caminha para se tornar um país de população majoritariamente idosa. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o grupo de idosos de 60 anos ou mais será maior que o grupo de crianças com até 14 anos já em 2030 e, em 2055, a participação de idosos na população total será maior que a de crianças e jovens com até 29 anos. A tendência de envelhecimento da população já foi observada no Censo de 2002 e ganhou força nos últimos dez anos. Em comparação com o último Censo, verifica-se que a participação do grupo com até 24 anos de idade cai de 47,4% em 2002 para 39,6% em 2012. Essa mudança também fica clara no aumento da idade média da população, que passou de 29,4 anos em 2002 para 33,1 anos em 2012. Os idosos, segundo a pesquisa, são em sua maioria mulheres (55,7%) brancas (54,5%) e moradores de áreas urbanas (84,3%) e correspondem a 12,6% da população total do país, considerando a participação relativa das pessoas com 60 anos ou mais. Os números do IBGE mostram ainda que a principal fonte de rendimento dos idosos de 60 anos ou mais foi a aposentadoria ou a pensão, equivalendo a 66,2%, e chegando a 74,7% no caso do grupo de 65 anos ou mais. A coordenadora da pesquisa, Ana Lúcia Saboia, destaca a necessidade de atenção a essa mudança na composição da população. “Hoje em dia a população de idosos que recebe benefícios é muito expressiva, grande parte recebe contribuições de transferência de renda. Os trabalhadores (que irão se aposentar no futuro e têm carteira assinada) têm mais garantias. O sistema previdenciário tem que estar atento ao envelhecimento”, afirma. LuIz GENRO Adaptado de jornalggn.com.br.

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No último parágrafo, a pesquisadora Ana Lúcia Saboia chega a uma conclusão valendo-se de raciocínio indutivo. Tal raciocínio se estrutura com o seguinte recurso:

(A) opiniões refutadas (B) argumentos falaciosos (C) proposições implícitas (D) observações particulares

Questão 16

Luiz Genro apresenta fatos e previsões a partir de uma pesquisa do IBGE. Essa característica contribui com o seguinte objetivo principal de seu texto: (A) opinar (B) informar (C) polemizar (D) emocionar

Questão 15

LINGUAGENS

O título “As margens da alegria” constitui uma chave de interpretação: se o leitor identifica quais são as margens da alegria, em relação ao protagonista Menino, estabelece o eixo que sustenta e estrutura o conto. Pela leitura global do texto, pode-se dizer que, para o Menino, as margens da alegria se definem pelos seguintes fatores: (A) encantamento com a luz e medo perante a escuridão (B) deslumbramento com a beleza e dor frente à morte (C) curiosidade da criança e descrença do homem (D) construção da cidade e destruição das árvores

Questão 18

AS QuESTÕES 18 A 22 REFEREM-SE AO CONTO “AS MARGENS dA ALEGRIA”, dO LIVRO PrimeirAS eSTóriAS , dE JOãO GuIMARãES ROSA.

Comparando-se os textos de Dráuzio Varella e de Luiz Genro, verifica-se que diferentes estratégias foram adotadas para desenvolver o tema central. As estratégias usadas por Dráuzio Varella e Luiz Genro, respectivamente, são as seguintes: (A) uso de ironia − uso de terminologia técnica (B) foco na metalinguagem − foco na emotividade (C) apoio em relatos pessoais − apoio em evidências científicas (D) emprego de fatos históricos − emprego de dados estatísticos

Questão 17

esta é a estória. Ao escolher a frase acima para iniciar seu texto, o autor promove o seguinte efeito de sentido junto ao leitor:

(A) ficcionalidade (B) realidade (C) diacronia (D) ação

Questão 19

LINGUAGENS ES PANHO L

El adulto mayor frEntE a las nuEvas tEcnologías

En las sociedades modernas, a menudo no se valora la edad, experiencia o el conocimiento de los adultos mayores. En ese contexto, la tecnología contribuye a que aumente la brecha generacional, porque a ellos les cuesta más adaptarse a los avances en este campo y la sociedad no logra integrarlos. Según la psicóloga Ginnie Hughes, es importante comprender que los adultos mayores crecieron en una época distinta y que no solo deben adaptarse a los cambios de la edad, sino a las nuevas tecnologías en un mundo que va más rápido de lo que ellos están acostumbrados. La personalidad, la resistencia natural al cambio, la falta de conocimiento y el hecho de que los aparatos no estén acondicionados a sus capacidades limitadas debido a la edad, como la visión, el equilibrio y la coordinación con los dedos, son factores que influyen en que muchos queden excluidos del uso de nuevas tecnologías. La investigadora Gabrielle Britton, del Centro de Neurociencias del Instituto de Investigaciones Científicas y Servicios de Alta Tecnología, apunta que una deficiencia de estas tecnologías, y a la vez un reto, es que no son user friendly , porque no fueron diseñadas pensando en el adulto mayor. “El rechazo a adaptarse a las tecnologías se debe, en gran medida, a no entender su funcionamiento. Para los adultos mayores, hacer una llamada es tan simple como alzar el teléfono y marcar, siempre ha sido así, pero ahora deben desbloquear una pantalla, tener conexión o entrar a un sitio web para contactar a sus familiares; que la tecnología necesite tantos pasos para una sola acción es incomprensible y lo sienten innecesario”, opina Hughes. Pero ese no es el caso de Tita Pinel, una jubilada de 80 años que, pese a no haber estudiado en una universidad, hoy día se vale del chat y de las redes sociales para promocionar y vender las piezas de bisutería que confecciona. “Les tomo fotos y las mando por chat y mis amistades las reenvían a otros. También en Twitter y en Facebook pongo mis diseños”. Pese a la resistencia que pueden presentar algunos abuelos, hay muchos adultos mayores que ven la tecnología como un medio de obtener lo que buscan en esos años de menos compromisos. Pueden comprender que son capaces de contribuir con sus familiares en ciertas tareas (escolares, por ejemplo), acceder a recetas de cocina, ver programas de televisión o la novela de moda y comunicarse. La psicóloga Hughes recomienda que los nietos hagan hincapié en cómo el uso de la tecnología los puede acercar más a sus seres queridos. “Debemos discriminar entre las tecnologías que son necesarias que ellos manejen y las que no; no tienen que saber usar todas, descubramos cuáles son más atractivas para ellos y ayudémosles a entenderlas”. prensa.com

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El texto de Dráuzio Varella, bien como este texto, tratan el envejecimiento como un momento para nuevas vivencias, siendo un ejemplo la inserción de los mayores al mundo tecnológico. En este sentido, una característica importante de los mayores para esa inserción es:

(A) experiencia (B) persistencia (C) adaptabilidad (D) comprometimiento

Questão 23

LINGUAGENS ES PANHO L

La principal crítica del texto respecto a las nuevas tecnologías y su uso por los ancianos se presenta en el siguiente fragmento:

(A) contribuye a que aumente la brecha generacional, (l. 2) (B) los adultos mayores crecieron en una época distinta (l. 4-5) (C) no fueron diseñadas pensando en el adulto mayor. (l. 13) (D) un medio de obtener lo que buscan en esos años de menos compromisos. (l. 24)

La psicóloga Hughes recomienda que los nietos hagan hincapié en cómo el uso de la tecnología los puede acercar más a sus seres queridos. (l. 27-28) Para substituirse la expresión “hagan hincapié en” sin cambio de sentido, debe optarse por la siguiente forma verbal: (A) rechacen (B) enfaticen (C) entiendan (D) pregunten

Questão 26

Questão 27

Les tomo fotos y las mando por chat (l. 21) La palabra subrayada se refiere al siguiente término: (A) mis diseños (B) mis amistades (C) redes sociales (D) piezas de bisutería

Questão 25

Pese a la resistencia que pueden presentar algunos abuelos, (l. 23) El conector pese a establece la idea de: (A) adición (B) finalidad (C) concesión (D) consecuencia

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LINGUAGENSING L ÊS

In the fourth paragraph, it is mentioned that GPS shoes are specially useful for those suffering from conditions such as Alzheimer’s or dementia.

One of the reasons for its utility is: (A) to find out their way home (B) to stop them from walking (C) to help locate these people (D) to say aloud where they are

According to the last paragraph, the elderly is a new market segment to be considered.

In this sense, the main idea behind the technology developed for the elderly is: (A) respect (B) difficulty (C) modernity (D) negligence

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Questão 27

in reality not only are the elderly very capable of using a range of complex modern technologies, (l. 2-3)

The underlined expression is used in the sentence to introduce an idea of: (A) doubt (B) contrast (C) addition (D) restriction

In the second paragraph, the expression ageing in place conveys the following meaning:

(A) getting older in good shape (B) travelling abroad more often (C) staying at home longer than before (D) rushing from one place to the other

Questão 24

Questão 25

MATEMÁTICA

Considere os pontos S e P, que se deslocam em movimento retilíneo e com velocidade constante, sendo VS = 1 m/s e VP = 3,5 m/s. Eles partem no mesmo instante e se encontram no ponto A, conforme ilustrado abaixo.

Observe na tabela os valores aproximados de seno, cosseno e tangente de alguns ângulos:

Se o ângulo ASP mede 105º, a medida do ângulo agudo APS, em graus, é: (A) 16 (B) 17 (C) 18 (D) 19

Questão 29

α (^15) º 16 º 17 º 18 º 19 º 20 º seno 0,26 0,28 0,29 0,31 0,32 0, cosseno 0,98 0,97 0,96 0,95 0,945 0, tangente 0,28 0,29 0,31 0,325 0,34 0,

P

S 105  A V (^) S

V (^) p

^ ^

O tempo necessário para que um planeta do sistema solar execute uma volta completa em torno do Sol é um ano. Observe as informações na tabela:

Se uma pessoa tem 45 anos na Terra, sua idade contada em anos em Vênus é igual a: (A) 73 (B) 76 (C) 79 (D) 82

Questão 28

PLANETAS DURAÇÃO DO ANO Em DiAS TERRESTRES Mercúrio 88 Vênus 225 Terra 365 Marte 687

MATEMÁTICA

emtempo.com.br

Questão 32

invenção brasileira para aproveitar o potencial de etanol que o país tem, a tecnologia flex foi desenvolvida em 2003 para que os veículos pudessem ter rendimento com álcool ou gasolina ou a mistura entre eles.

Um posto possui 1000 litros da mistura gasolina-álcool na proporção de 19 partes de gasolina pura para 6 partes de álcool. Para que a mistura fique com 20% de álcool, é preciso acrescentar a ela x litros da gasolina pura. O valor de x é:

(A) 140 (B) 160 (C) 180 (D) 200

O esquema a seguir representa um prisma hexagonal regular de base ABCDEF, com todas as arestas congruentes, e uma pirâmide triangular regular de base ACE e vértice G.

Sabe-se que os dois sólidos têm o mesmo volume e que a altura h da pirâmide mede 12 cm. A medida da aresta do prisma, em centímetros, é igual a:

(A) (B) (C) (D)

Questão 33

G

F (^) E D B C

A

h

MATEMÁTICA

Dez cartões com as letras da palavra “envelhecer” foram colocados sobre uma mesa com as letras viradas para cima, conforme indicado abaixo.

Em seguida, fizeram-se os seguintes procedimentos com os cartões: 1º) foram virados para baixo, ocultando-se as letras; 2º) foram embaralhados; 3º) foram alinhados ao acaso; 4º) foram desvirados, formando um anagrama. Observe um exemplo de anagrama:

A probabilidade de o anagrama formado conter as quatro vogais juntas (EEEE) equivale a:

(A) 201

(B) 301

(C) 2101

(D) 7201

Questão 34

V

E

E

E E

R

C N

H

L

V E E E R C N H L E

NATUREZAS

Questão 37

O gráfico abaixo indica o comportamento da corrente elétrica em função do tempo em um condutor.

A carga elétrica, em coulombs, que passa por uma seção transversal desse condutor em 15 s é igual a:

(A) 450 (B) 600 (C) 750 (D) 900

5 15 t^ (s)

i (A)

Para o tratamento de 60 000 L de água de um reservatório, foram adicionados 20 L de solução saturada de sulfato de alumínio, sal que possui as seguintes propriedades:

Massa molar = 342 g.mol–^1 Solubilidade em água = 900 g.L–^1

Desprezando a variação de volume, a concentração de sulfato de alumínio no reservatório, em mol.L–^1 , corresponde a:

(A) 8,8 x 10 – 4 (B) 4,4 x 10 – 4 (C) 1,1 x 10 – 3 (D) 2,2 x 10 – 3

Questão 38

NATUREZAS

As suculentas Cereus jamacaru e Euphorbia ingens muitas vezes são confundidas entre si por apresentarem características morfológicas semelhantes, como a ausência de folhas e a presença de caule fotossintético, conforme ilustram as imagens.

Essa semelhança morfológica é uma consequência do seguinte processo:

(A) deriva genética (B) seleção artificial (C) irradiação evolutiva (D) convergência adaptativa

Questão 39

Euphorbia ingens (Euphorbiaceae)

Cereus jamacaru (Cactaceae)

Considere um bloco sujeito a duas forças, F 1 e F 2 , conforme ilustra o esquema.

O bloco parte do repouso em movimento uniformemente acelerado e percorre uma distância de 20 m sobre o plano horizontal liso em 4 s. O valor da massa do bloco é igual a 3 kg e o da intensidade da força F 2 a 50 N. A intensidade da força F 1 , em newtons, equivale a:

(A) 57, (B) 42, (C) 26, (D) 15,

Questão 40

F 1 F 2