Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


Síndrome Dolorosa Complexa Regional, Resumos de Reumatologia

Síndrome Dolorosa Complexa Regional

Tipologia: Resumos

2020

Compartilhado em 06/05/2020

igor-sales-2
igor-sales-2 🇧🇷

4.8

(10)

4 documentos

1 / 2

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
SINDROME A COMPLEXA REGIONAL
Normalmente é consequente a um trauma. (40% são por causa de
cirurgias, principalmente ortopédica) geralmente a dor é incompatível
com a causa (trauma).
Pode ser também por imobilismo, injeção.
Quadro clínico: A DOR É TIPICAMENTE EM QUEIMAÇÃO
1. Presença de um evento nocivo ou a causa por imobilização local.
2. Dor de intensidade não compatível com o trauma
3. Alterações autonômicas: sudorese, tremor, alteração da
temperatura (no início está quente depois fica frio), edema
(principalmente postural), rubor, alteração da pele e fâneros (pele
brilhosa e diminuição dos pelos) alterações da via simpática.
4. Não explicada por outro diagnóstico.
1) Presença de um evento nocivo ou a causa por imobilização local.
2) Dor contínua, alodínia, ou hiperalgesia desproporcional ao evento incidioso;
3) Evidências de algum tipo de edema, mudanças da troficidade e coloração da pele,
atividade sudomotora anormal da região da pele;
4) Exclusão diagnóstica de outras entidades que cursem com dores e disfunções ( IASP,
1994).
Contratura de Depuytren.25 Os músculos, ligamentos e tendões estão atrofiados e aderidos, o
que limita a movimentação articular
Exames: termografia, testes sensórios quantitativos, fluxometria Laser-Doppler, ,
testes quantitativos do reflexo axonal sudomotor, radiografias dos planos faciais e
bloqueio dos nervos simpáticos através do uso de drogas, e exames de exclusão
(EEG, TC, RM)
TIPO I: não vai ter lesão do nervo, pode ser por imobilização do membro.
Vai cursar com alterações teciduais, vasculares e troficas
Estagio I: aumento de temperatura, sudorese, edema
Estagio II: alterações franeros e temperatura ficando mais fria
pf2

Pré-visualização parcial do texto

Baixe Síndrome Dolorosa Complexa Regional e outras Resumos em PDF para Reumatologia, somente na Docsity!

SINDROME A COMPLEXA REGIONAL

Normalmente é consequente a um trauma. (40% são por causa de cirurgias, principalmente ortopédica)  geralmente a dor é incompatível com a causa (trauma). Pode ser também por imobilismo, injeção. Quadro clínico: A DOR É TIPICAMENTE EM QUEIMAÇÃO

  1. Presença de um evento nocivo ou a causa por imobilização local.
  2. Dor de intensidade não compatível com o trauma
  3. Alterações autonômicas: sudorese, tremor, alteração da temperatura (no início está quente depois fica frio), edema (principalmente postural), rubor, alteração da pele e fâneros (pele brilhosa e diminuição dos pelos)  alterações da via simpática.
  4. Não explicada por outro diagnóstico.
  1. Presença de um evento nocivo ou a causa por imobilização local.
  2. Dor contínua, alodínia, ou hiperalgesia desproporcional ao evento incidioso;
  3. Evidências de algum tipo de edema, mudanças da troficidade e coloração da pele, atividade sudomotora anormal da região da pele;
  4. Exclusão diagnóstica de outras entidades que cursem com dores e disfunções ( IASP, 1994). Contratura de Depuytren.25 Os músculos, ligamentos e tendões estão atrofiados e aderidos, o que limita a movimentação articular Exames: termografia, testes sensórios quantitativos, fluxometria Laser-Doppler, , testes quantitativos do reflexo axonal sudomotor, radiografias dos planos faciais e bloqueio dos nervos simpáticos através do uso de drogas, e exames de exclusão (EEG, TC, RM) TIPO I: não vai ter lesão do nervo, pode ser por imobilização do membro. Vai cursar com alterações teciduais, vasculares e troficas Estagio I: aumento de temperatura, sudorese, edema Estagio II: alterações franeros e temperatura ficando mais fria

Estagio III:Rigidez e alteração articular, osteopenia TIPO II: causalgia  vai ter lesão do nervo. Da menos alterações autonômicas. Ela desencadeia mais edema, alodinia e hiperalgesia tipo 1: causada por traumas ou fraturas pequenas sem lesão nervosa detectável, e tipo 2: conhecida por causalgia, com lesão de nervo confirma Estágio I - dura cerca de 3 meses após o inicio do quadro clínico. O principal sintoma é a dor em queimor, constante, agravada pelo movimento, contato, distúrbio emocional. A pele apresenta-se quente, eritematoso, com anidrose, edema não depressivo e velocidade aumentada do crescimento de pêlos e unhas. É verificada também a hiperalgesia, hiperestesia, alodínea e a diminuição de movimento do membro afetado pelo quadro doloroso. O achado radiológico pode mostrar urna rápida desmineralização de distribuição difuso ou desigual. Estágio II - desenvolve-se em média de 3 a 6 meses após o início da síndrome. Nessa fase, tem-se a ampliação da área de acometimento, segue o padrão da dor em queimor, profundo, latejante ou em peso, podendo estar presente a alodínea, hiperpatia ou hiperalgesia. A pele torna-se fria, úmida, pálida ou cianótica. O edema torna-se infiltrativo, a unha torna-se quebradiça e os pêlos rarefeitos, evoluem com amiotrofia, retração tendínea e diminuição da amplitude articular. Estágio III - a dor em queimor, alodínea e a hiperpatia diminuem de intensidade, podendo até desaparecer. A pele torna-se fina, lisa, brilhante e distrófica. Observa-se atrofia do tecido celular subcutâneo, com redução do tecido adiposo. Rigidez articular com deformidade em flexão e acentuação da osteoporose. Nessa fase, o membro apresenta incapacidade irreversível.