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Síndrome Dolorosa Complexa Regional
Tipologia: Resumos
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Normalmente é consequente a um trauma. (40% são por causa de cirurgias, principalmente ortopédica) geralmente a dor é incompatível com a causa (trauma). Pode ser também por imobilismo, injeção. Quadro clínico: A DOR É TIPICAMENTE EM QUEIMAÇÃO
Estagio III:Rigidez e alteração articular, osteopenia TIPO II: causalgia vai ter lesão do nervo. Da menos alterações autonômicas. Ela desencadeia mais edema, alodinia e hiperalgesia tipo 1: causada por traumas ou fraturas pequenas sem lesão nervosa detectável, e tipo 2: conhecida por causalgia, com lesão de nervo confirma Estágio I - dura cerca de 3 meses após o inicio do quadro clínico. O principal sintoma é a dor em queimor, constante, agravada pelo movimento, contato, distúrbio emocional. A pele apresenta-se quente, eritematoso, com anidrose, edema não depressivo e velocidade aumentada do crescimento de pêlos e unhas. É verificada também a hiperalgesia, hiperestesia, alodínea e a diminuição de movimento do membro afetado pelo quadro doloroso. O achado radiológico pode mostrar urna rápida desmineralização de distribuição difuso ou desigual. Estágio II - desenvolve-se em média de 3 a 6 meses após o início da síndrome. Nessa fase, tem-se a ampliação da área de acometimento, segue o padrão da dor em queimor, profundo, latejante ou em peso, podendo estar presente a alodínea, hiperpatia ou hiperalgesia. A pele torna-se fria, úmida, pálida ou cianótica. O edema torna-se infiltrativo, a unha torna-se quebradiça e os pêlos rarefeitos, evoluem com amiotrofia, retração tendínea e diminuição da amplitude articular. Estágio III - a dor em queimor, alodínea e a hiperpatia diminuem de intensidade, podendo até desaparecer. A pele torna-se fina, lisa, brilhante e distrófica. Observa-se atrofia do tecido celular subcutâneo, com redução do tecido adiposo. Rigidez articular com deformidade em flexão e acentuação da osteoporose. Nessa fase, o membro apresenta incapacidade irreversível.