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Slide Raiva completo, Resumos de Biologia

Slide sobre a doença da raiva completo

Tipologia: Resumos

2026

Compartilhado em 31/03/2026

sarah-beatriz-dos-santos
sarah-beatriz-dos-santos 🇧🇷

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bg1
B I O L O G I A
|
E N S I N O
M É D I O
RAIVA
(
RABIES
)
Transmissão
,
sintomas
,
tratamento
e
efeitos
no
sistema
ner voso
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa

Pré-visualização parcial do texto

Baixe Slide Raiva completo e outras Resumos em PDF para Biologia, somente na Docsity!

B I O L O G I A | E N S I N O M É D I O

RAIVA 

(RABIES)

Transmissão, sintomas, tratame nto e

e fe itos no siste ma ne r voso

A RAIVA É UMA DOENÇA VIRAL AGUDA QUE AFETA O SISTEMA NERVOSO

CENTRAL

DE FINIÇÃO

Do e n ça in fe ccio s a agu da de e vo lu ção f atal, cau s ada po r u m vír u s n e u r o tr ó pico.

TIP O

Zoonose — tr an s m itida de an im ais par a h u m an o s.

AGE NTE CAUSADO R

Vír u s da r aiva ( R abies lys s avir u s ) , f am ília R h abdo vir idae , gê n e r o Lys s avir u s.

DISTRIBUIÇÃO

P r e s e n te e m to do s o s co n tin e n te s , e xce to An tár tida e algu m as ilh as is o ladas.

IM PACTO GLO BAL

Apr o xim adam e n te 59. 000 m or te s h u m an as po r an o n o m u n do O MS .

A m aio r ia do s cas o s o co r r e n a Ás ia e n a Áf r ica, afe tan do pr in cipalm e n te po pu laçõ e s r u r ais.

A TRANSMISSÃO OCORRE PRINCIPALMENTE PELA SALIVA DE ANIMAIS

INFECTADOS

⚠ ATEN ÇÃO O vír us e stá pr e se nte na sa liva AN TES dos sintom a s a pa r e c e r e m no a nim a l.

CÃO DOMÉST I CO

Resp onsável p or 9 9 % d os casos humanos g lob ais

MORCEGO

Princip al reservat ório nas A méricas

GATO

Transmissor comum em áreas urb anas

SI LVEST RES

Rap osa, g uax inim, g amb á, macacos

Via pr inc ipa l: Mo r dida o u ar r an h ão de an im al in fe ctado — a s aliva pe n e tr a dir e tam e n te n a fe r ida.

Outr a s via s: Lam bida e m m u co s as ( o lh o s , bo ca, n ar iz) o u e m pe le co m fe r ida abe r ta.

Tr a nsm issã o hum a no a hum a no: Extr e m am e n te r ar a; r e gis tr ada ape n as e m cas o s de tr an s plan te s de ó r gão s.

O VÍRUS PODE FICAR INCUBADO DE DIAS A MAIS DE UM ANO ANTES DOS

SINTOMAS

 P RO GRE SSÃO^ SIL E NCIO SA

Te m po m é dio: 1 a 3 m e s e s ( po de var iar de 7 dias a m ais de 1 an o ).

Dur a nte a inc uba ç ã o: S e m s in to m as , m as o vír u s viaja pe lo s n e r vo s e m dir e ção ao cé r e br o.

Ve loc ida de : O vír u s s e m o ve pe lo axô n io a 8 20 m m po r dia.

LI NHA DO T EMPO DA I NF ECÇÃO

MO RDIDA IN CUBAÇÃO SILE N CIO SA SIN TO MA S

LOCALI Z AÇÃO DA

MORDI DA

Mais p ró x imo ao céreb ro ( ex : ro sto , p esco ço ) = p ro g ressão mais ráp id a.

GRAVI DADE DA F ERI DA

Ferid as p ro fund as e múltip las aceleram a p ro g ressão d o vírus.

Q U ANT I DADE DE VÍ RU S

Maio r carg a viral ino culad a d urante a mo rd id a = incub ação meno r.

I DADE E I MU NI DADE

C rianças e p esso as imuno ssup rimid as são mais vulneráveis e ap resentam p ro g ressão ráp id a.

NA FASE AVANÇADA, A RAIVA SE MANIFESTA EM DUAS FORMAS

CLÍNICAS DISTINTAS

R A IVA FUR IO SA

80% do s cas o s 

R A IVA PA R A LÍTICA

20% do s cas o s

☠ AMBAS^ AS^ F ORMAS^ Evo lu e m^ par a^ co m a^ e^ m o r te^ e m^2 a^7 dias^ apó s^ o^ in ício^ do s^ s in to m as^ n e u r o ló gico s^.

 Agitação e xtr e m a, agr e s s ividade e co n f u s ão m e n tal.

Hidr ofobia : e s pas m o s do lo r o s o s ao te n tar e n go lir águ a — s in al clás s ico.

 Ae r ofobia : e s pas m o s ao s e n tir ve n to o u ar n o r o s to.

 Alu cin açõ e s , de lír io s e co n vu ls õ e s.

 S alivação e xce s s iva ( "e s pu m a n a bo ca").

Fr aqu e za m u s cu lar pr o gr e s s iva, co m e çan do pe lo m e m br o m o r dido.

P a r a lisia a sc e nde nte ( s e m e lh an te à S ín dr o m e de Gu illain - B ar r é ).

 Me n o s agitação , po r é m igu alm e n te f atal.

O VÍRUS VIAJA PELOS NEURÔNIOS ATÉ O CÉREBRO, CAUSANDO

ENCEFALITE FATAL

CAM INHO DO VÍRUS CO RP ÚSCULO S DE NE GRI

(^1) Vír u s e n tr a pe la fe r ida → in fe cta cé lu las m u s cu lar e s pr ó xim as.

Liga-s e a r e ce pto r e s n o s te r m in ais n e r vo s o s ( r e ce pto r n ico tín ico de ace tilco lin a).

(^3) Viaja pe lo axô n io e m dir e ção r e tr ó gr ada até o n e u r ô n io m o to r.

Ch e ga à m e du la e s pin h al → s o be ao cé r e br o ( tr o n co e n ce f álico , ce r e be lo , h ipo cam po ).

(^5) Cau s a e nc e fa lite — in f lam ação gr ave do te cido ce r e br al.

In clu s õ e s cito plas m áticas fo r m adas pe lo vír u s de n tr o do s n e u r ô n io s.

En co n tr ado s pr in cipalm e n te n o h ipo cam po e ce r e be lo.

S in al pato ló gico dia g nóstic o da r aiva n o e xam e po s t-m o r te m.

 

O TRATAMENTO É EFICAZ APENAS ANTES DOS SINTOMAS — CADA HORA

CONTA

PR OFILAX IA PÓS EX POS IÇÃO PPE — IM EDIATAM ENTE APÓS A M OR DIDA

Ante s dos sintom a s P P E c or r e ta ) 1 0 0 % E ficaz

Após iníc io dos sintom a s P raticamente 0 %

 Impo rtante

N ã o e x iste tr a ta m e nto c ur a tivo a pr ova do apó s o in ício do s s in to m as n e u r o ló gico s.

O P r o to co lo de Milw au ke e ( in du ção de co m a) te ve r e s u ltado s m u ito lim itado s e r ar o s s o br e vive n te s.

Limpeza da ferida

Lavar co m ág ua e sab ão p o r 1 5 minuto s — red uz a carg a viral em até 90%.

Vacina antirrábica

4 d o ses ( d ias 0, 3, 7 e 1 4 — estimula a p ro d ução d e antico rp o s p elo p ró p rio co rp o.

S o ro antirrábico

Imuno g lo b ulina ap licad a d iretamente na ferid a — neutraliz a o vírus imed iatamente.

A RAIVA É 100 % PREVENÍVEL — VACINAR ANIMAIS SALVA VIDAS

HUMANAS

 

VACINAÇÃO DE ANIM AIS

 

CUIDADOS COM

HUM ANOS

 

EDUCAÇÃO E

CONS CIENTIZAÇÃO

Vacinar cães e g ato s anualmente é a med id a mais eficaz.

C amp anhas d e vacinação em massa red uz em a raiva humana em 95 %.

Meta d a OMS Ze r o m or te s hum anas por r ai va c ani na até 203 0.

Vacina p ré-ex p o sição p ara p ro fissio nais d e risco ( veterinário s, b ió lo g o s, esp eleó lo g o s).

Pro curar atend imento méd ico i m e di atam e nte ap ó s q ualq uer mo rd id a o u arranhão.

Não manip ular animais silvestres o u d esco nhecid o s.

E nsinar crianças a não se ap ro x imar d e animais d esco nhecid o s.

D enunciar animais co m co mp o rtamento susp eito às auto rid ad es sanitárias.

Não ab and o nar animais d o méstico s.