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Redes - Redes
Tipologia: Notas de estudo
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Carine Rodrigues da Costa
UnematAlto Araguaia – MT, 31/08/
Entidade dinâmica e “breve”
Altera seu estado à medida que avança sua execução
Composto por código, dados, pilha e contexto (registradores e informações de controle)
Entidade estática e “permanente”
Sequência de instruções
Passivo sob o ponto de vista do SO
Torna mais eficiente o aproveitamento dos recursos do computador
Execução “simultânea” de vários programas
Diversos programas são mantidos na memória
Conceitos necessários à multiprogramação
Processo Interrupção Proteção entre processos
Principais eventos que levam à criação de processos
Início do sistema
Execução de chamada ao sistema de criação de processos
Solicitação do usuário para criar um novo processo
Início de um job em lote
Processos podem:
Utilizar muito a CPU ( CPU bound )
Realizar muitas operações de E/S ( I/O bound )
Situação ideal:
Misturar processos CPU bound com I/O bound
Condições que levam ao término de processos
Término normal (voluntária)
Término por erro (voluntária)
Erro fatal (involuntário)
Cancelamento por um outro processo (involuntário)
Implementação dos estados através de filas
Cada processo é composto por:
Programa (texto ou código)
Dados (parte alterável)
Pilha (usada para armazenar parâmetros e endereços)
Bloco de controle de processo (ou bloco de controle da tarefa ou descritor do processo ou descritor da tarefa)
Contém os dados necessários para SO controlar o processo
Implementação para minimizar o problema da disparidade da velocidade de processamento existente entre a UCP e os dispositivos de E/S.
Objetivo: manter, na maior parte do tempo, UCP e dispositivos ocupados.
Utilização de uma área de memória para a transferência entre os periféricos e a memória principal denominada buffer.
Capacidade de um código de programa (código reentrante) poder ser compartilhado por diversos usuários , exigindo que apenas uma cópia do programa esteja na memória.
O código não pode ser modificado por nenhum usuário no momento em que está sendo executado.
Permite que cada usuário possa estar em um ponto diferente do código reentrante, manipulando dados próprios, exclusivos de cada usuário.
Exemplo: vários usuários utilizam o mesmo editor de textos. Várias cópias desperdício de espaço.
Outros exemplos: utilitários do sistema, como editores de texto, compiladores.
Concorrência: mecanismo que permite manter vários processos seqüenciais ativos, em uma máquina com um só processador, e diversos dispositivos de E/S.
Princípio básico para projeto e implementação dos SO multiprogramáveis.
Processos independentes
Subprocessos e
Threads
Objetivo: dividir o código em partes para trabalhar de maneira cooperativa.