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Softwares Copmplemento, Notas de estudo de Cultura

Conteúdo teórico de aplicativos computacionais, para definição de aplicativos.

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 26/08/2010

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washington-rayder-dias-5 🇧🇷

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Software Classificação e Aplicação
Podemos classificar o software quanto à finalidade de seu desenvolvimento em básico e aplicativo. Quanto às
leis e regras que regem seu uso, redistribuição e modificação, em software livre e proprietário.
Software básico
É o conjunto de softwares que permite ao usuário criar, depurar e modificar as aplicações criadas por ele:
Sistema Operacional;
Interface Gráfica;
Linguagens de Programação;
Utilitários.
Sistema operacional (SO)
Para realizar o controle do computador como um todo, foram desenvolvidos programas supervisores que se
encarregam das funções repetitivas, e por vezes bastante complexas, envolvidasem sua operação. Esses
programas são denominamos Sistemas Operacionais.
Diferentes modelos de CPU ou famílias de computadores normalmente diferem quanto ao sistema
operacional utilizado. Para micros, os sistemas operacionais mais difundidos são:
MS-DOS, Windows 95, Windows 98, WindowsME, Windows 2000, Linux, SYSTEM 8, MacOs X, UNIX,
Algumas siglas:
OS: Operating System (ou Sistema Operacional). Ex.: OS/2 da IBM;
DOS: Disk Operating System (ou Sistema Operacional em disco);
MS-DOS: DOS da Microsoft;
SYSTEM X: versão X (7, 8 etc.) do sistema operacional da Apple.
Funções de um sistema operacional
Gerência de memória;
Gerência de processador;
Gerência de arquivos;
Gerência de dispositivos de E/S.
Tipos de sistemas operacionais
Os sistemas operacionais são classificados considerando-se a interação dos usuários com seus programas, o
número de programas em execução simultânea e o tempo de resposta exigido.
a) Sistema Operacional Batch
Os programas dos usuários são submetidos em lotes seqüenciais para execução através de dispositivos de
E/S. O usuário não tem nenhuma interação com o seu programa durante a execução, somente recebe uma
listagem com os resultados. O tempo de resposta pode variar de poucos minutos até várias horas.
b) Sistema Operacional Monosuário-Monotarefa
Voltado ao usuário que interage com a máquina através do vídeo/teclado, surgiu com os microcomputadores.
Um único usuário pode estar utilizando a máquina e é permitida a execução de uma única tarefa de cada
vez, deste usuário. Exemplo: MS-DOS
c) Sistema Operacional Monousuário-Multitarefa
Onde um único usuário pode estar utilizando a máquina, mas mais de uma tarefa pode estar sendo
executada, pois um gerenciamento mais eficiente dos recursos de máquina. Exemplo: Windows 95,
Windows 98, WindowsME, OS/2
d) Sistema Operacional Multiusuário-Multitarefa
Em um sistema multiusuário, fatias de tempo do processador são utilizadas pelos diversos usuários do
sistema, em um processo chamado timesharing. Os usuários têm a sensação de ter o computador a sua
disposição, mas na verdade suas tarefas são executadas serialmente. Exemplo: UNIX, LINUX
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Software – Classificação e Aplicação

Podemos classificar o software quanto à finalidade de seu desenvolvimento em básico e aplicativo. Quanto às leis e regras que regem seu uso, redistribuição e modificação, em software livre e proprietário.

Software básico

É o conjunto de softwares que permite ao usuário criar, depurar e modificar as aplicações criadas por ele:

 Sistema Operacional;  Interface Gráfica;  Linguagens de Programação;  Utilitários.

Sistema operacional (SO) Para realizar o controle do computador como um todo, foram desenvolvidos programas supervisores que se encarregam das funções repetitivas, e por vezes bastante complexas, envolvidasem sua operação. Esses programas são denominamos Sistemas Operacionais.

Diferentes modelos de CPU ou famílias de computadores normalmente diferem quanto ao sistema operacional utilizado. Para micros, os sistemas operacionais mais difundidos são:

MS-DOS, Windows 95, Windows 98, WindowsME, Windows 2000, Linux, SYSTEM 8, MacOs X, UNIX,

Algumas siglas:

OS: Operating System (ou Sistema Operacional). Ex.: OS/2 da IBM; DOS: Disk Operating System (ou Sistema Operacional em disco); MS-DOS: DOS da Microsoft; SYSTEM X: versão X (7, 8 etc.) do sistema operacional da Apple.

Funções de um sistema operacional

 Gerência de memória;  Gerência de processador;  Gerência de arquivos;  Gerência de dispositivos de E/S.

Tipos de sistemas operacionais

Os sistemas operacionais são classificados considerando-se a interação dos usuários com seus programas, o número de programas em execução simultânea e o tempo de resposta exigido.

a) Sistema Operacional Batch Os programas dos usuários são submetidos em lotes seqüenciais para execução através de dispositivos de E/S. O usuário não tem nenhuma interação com o seu programa durante a execução, somente recebe uma listagem com os resultados. O tempo de resposta pode variar de poucos minutos até várias horas.

b) Sistema Operacional Monosuário-Monotarefa Voltado ao usuário que interage com a máquina através do vídeo/teclado, surgiu com os microcomputadores. Um único usuário pode estar utilizando a máquina e é permitida a execução de uma única tarefa de cada vez, deste usuário. Exemplo: MS-DOS

c) Sistema Operacional Monousuário-Multitarefa Onde um único usuário pode estar utilizando a máquina, mas mais de uma tarefa pode estar sendo executada, pois há um gerenciamento mais eficiente dos recursos de máquina. Exemplo: Windows 95, Windows 98, WindowsME, OS/

d) Sistema Operacional Multiusuário-Multitarefa Em um sistema multiusuário, fatias de tempo do processador são utilizadas pelos diversos usuários do sistema, em um processo chamado timesharing. Os usuários têm a sensação de ter o computador a sua disposição, mas na verdade suas tarefas são executadas serialmente. Exemplo: UNIX, LINUX

e) Sistema Operacional de rede São sistemas capazes de gerenciar uma rede de computadores. Esses sistemas são utilizados em servidores. Exemplo: Windows NT, Windows 2000, Unix, Linux

f) Sistema Operacional de Tempo Real Caracteriza-se por ser, em grande parte, adaptado à sua aplicação. O computador está ligado a processos externos dos quais recebe realimentação. Os sinais recebidos comandam as ações do S.O. Os resultados das computações podem ser usados para direcionar o processo físico. Esses sistemas são projetados para uma aplicação específica. Exemplo: monitoração de pacientes, controle de elevadores, controle de tráfego aéreo.

Tendências em SO

As versões mais recentes dos SOs comerciais são tipicamente ambientes operacionais que integram:

 Interface gráfica;  Facilidades para atendimento a redes;  Facilidades de comunicação com outros SOs.

Interface Gráfica Programa que transforma as ordens e os comandos de um sistema operacional, ou de outro tipo de software, em palavras e símbolos gráficos mais fáceis de serem entendidos pelo usuário Exemplo: Windows (anterior ao versão Windows 95, para o MS-DOS).

Elementos típicos de interfaces gráficas:

 Janelas;  Ícones (símbolos gráficos);  Menus (pop-up, pull-down);  Caixas de diálogo.

Dispositivos apontadores:

 Mouse;  Canetas eletrônicas;  Dedo (em telas sensíveis ao toque).

Linguagens de programação

Uma linguagem de programação é um conjunto de convenções e regras que especificam como instruir o computador a executar determinadas tarefas. O meio mais eficaz de comunicação entre pessoas é a linguagem (língua ou idioma). Na programação de computadores, uma linguagem de programação serve como meio de comunicação entre o indivíduo que deseja resolver um determinado problema e o computador escolhido para ajudálo na solução. A linguagem de programação deve fazer a ligação entre o pensamento humano (muitas vezes de natureza não estruturada) e a precisão requerida para o processamento pela máquina. O desenvolvimento de um programa será mais fácil se a linguagem de programação a ser usada estiver próxima do problema a ser resolvido.

Gerações de linguagens

Cronologicamente podemos classificar as linguagens de programação em cinco gerações:

1ª geração: linguagens em nível de máquina; 2ª geração: linguagens de montagem (Assembly); 3ª geração: linguagens orientadas ao usuário; 4ª geração: linguagens orientadas à aplicação; 5ª geração: linguagens de conhecimento.

Conforme uma maior ou menor proximidade com a linguagem de máquina, classificam-se as linguagens (ver Figura) em:

Linguagens de baixo nível: primeira e segunda geração; Linguagens de alto nível: terceira geração em diante.

As linguagens de alto nível apresentam inúmeras vantagens sobre as linguagens de baixo nível: são de mais fácil aprendizado; oferecem variedade de estruturas de controle para gerir o fluxo do processamento; apresentam facilidades para descrição modular de tarefas; e são relativamente independentes de máquina.

A relativa independência de máquina das linguagens de alto nível permite a portabilidade dos programas. Isto é, os programas podem ser executados em computadores de fabricantes distintos com pequenas modificações, mesmo que esses computadores tenham arquiteturas internas e conjuntos de instruções de máquina diferentes.

Em um item, porém, as linguagens de alto nível perdem para aquelas de baixo nível: pelas facilidades de acesso a elementos internos da máquina, os programas escritos em linguagens de baixo nível tendem a ser mais eficientes que seus correspondentes escritos em linguagens de alto nível.

Tradutores de linguagens de programação

Programas escritos em linguagens de baixo ou alto nível precisam ser traduzidos automaticamente para programas equivalentes em linguagem de máquina. Tradutor, no contexto de linguagens de programação, é um programa que recebe como entrada um programa escrito em uma linguagem de programação (dita linguagem fonte) e produz como resultado as instruções deste programa traduzidas para linguagem de máquina (chamada linguagem objeto). Se a linguagem do programa fonte é uma linguagem de montagem (Assembly), o tradutor é chamado de Montador (Assembler). Os tradutores que traduzem os programas escritos em linguagem de alto nível (3ª geração em diante) são os compiladores e os interpretadores (ver Figura 1.7)

Um compilador, enquanto traduz um programa escrito em linguagem de alto nível, produz um programa em linguagem objeto (linguagem executável, ou seja, linguagem de máquina), que uma vez gerado pode ser executado uma ou mais vezes no futuro. Assim, uma vez compilado um programa, enquanto o código fonte do programa não for alterado, ele poderá ser executado sucessivas vezes, sem necessidade de nova compilação.

Um interpretador traduz um programa escrito em linguagem fonte, instrução a instrução, enquanto ele vai sendo executado. Assim, cada vez que um programa interpretado tiver que ser reexecutado, todo o processo de interpretação deverá ser refeito, independentemente de ter havido ou não modificações no código fonte do programa desde sua última execução.

Por não exigirem conversão para linguagem de máquina em tempo de execução, os programas objeto compilados tendem a ser executados mais rapidamente que seus correspondentes interpretados. Por outro lado com a interpretação, os programas podem ser simultaneamente desenvolvidos e testados. Pode-se interpretar programas incompletos (ou apenas trechos de programas), mas dificilmente consegue-se compilar um programa não concluído. Por isso, de um modo geral, havendo a possibilidade de utilizar-se tanto a compilação quanto a interpretação, a interpretação é interessante durante a fase de desenvolvimento dos programas/sistemas e a compilação torna-se mais vantajosa quando os códigos fonte já se encontram estabilizados.

Utilitários

Softwares de apoio à solução de problemas de disco, manuseio de arquivos, copias, backups, gernciamento de memória, compactadores e descompactadores de arquivos, anti-virus, etc.

Nota: Virus: programas capazes de se instalar de forma clandestina nos sistemas operacionais. Podem adotar procedimentos perturbadores ou declaradamente destrutivos (apagar informações) e são capazes de se copiar automaticamente para qualquer tipo de mídia ou disco.

Software aplicativo

São as aplicações criadas para solucionar problemas específicos e que se valem das facilidades oferecidas pelo software básico.

Ex.: contabilidade, folha de pagamento, correção de provas, sistemas de controle de vendas, etc.

**Software livre ***

O conceito de software livre foi criado por Richard Stallman (da Free Software Foundation) em 1983. “Software Livre” refere-se à liberdade dos usuários para executarem, copiarem, distribuírem, estudarem, modificarem e melhorarem o software.

Mais precisamente, diz respeito a quatro tipos de liberdade para os usuários: A liberdade de executar o programa, para qualquer finalidade. A liberdade para estudar como o programa funciona e adaptá-lo às suas necessidades. A liberdade de redistribuir cópias de modo que se possa auxiliar um vizinho ou amigo. A liberdade de melhorar o programa e publicar suas melhorias para o público, de modo que a comunidade como um todo seja beneficiada.

Para mais de uma das liberdades listadas, o acesso ao código fonte necessita também ser liberado. O sistema operacional Linux é um dos softwares livres mais conhecidos. Uma cópia de um software livre pode custar ou não algo ao usuário. Um software ser livre é uma questão de liberdade, não de preço.

Software Proprietário

Software Proprietário é o software que não é livre ou semi-livre. Seu uso, redistribuição ou modificação são proibidos ou são cercados de tantas restrições que na prática não são possíveis de serem realizados livremente. Mecanismos que barateiam o custo de software proprietário, sobretudo para empresas:

Licença de uso empresarial: comprador adquire o direito de usar o software em um número determinado de máquinas a um preço menor do que a soma dos valores do número de cópias envolvidas.