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Soluções do Caderno de Atividades
Tipologia: Exercícios
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Caderno de atividades e avaliação contínua
Consultor científico: Luís Prista Consultor literário: João Dionísio NOVIDADE AVALIO O MEU SUCESSO Testes para monitorizar a aprendizagem
Caderno de atividades e avaliação contínua
Índice
FICHA DE TRABALHO 1 Acentuação gráfica 1 Acentue as palavras que devam ter acento gráfico. a) borracha f) anzol k) rubi b) peru g) orgão l) credivel c) somente h) amigavel m) linguagem d) avozinha i) ninguem n) guarana e) bebe (criança) j) aneis o) marcado (^2) Coloque os acentos que faltem a palavras destes provérbios: a) Ninguem e profeta no seu pais. b) A Deus o que e de Deus, e a Cesar o que e de Cesar. c) Do sabio, o conselho; do medico, o remedio. d) Ninguem esta bem com a sorte que tem. e) O que a agua da, a agua levara. f) Dois olhos veem melhor do que um so. Regras de acentuação Acentuam-se graficamente: Exemplos:
FICHA DE TRABALHO 2 Ver a ficha 4 nas páginas 273-275 do manual. Geografia da língua portuguesa 1 Associe cada um dos países de língua oficial portuguesa ao continente a que pertence. 2 Do conjunto de crioulos que se segue, identifique os que são de base portuguesa. (A) palanquero (B) angolar (C) kristang (D) principense (E) forro (F) unserdeutsch (G) lanc-patuá (H) bajan (I) crioulo de Bidau (J) crioulo de Cabo Verde (K) manglish 3 Leia o excerto da obra Luuanda, do autor angolano Luandino Vieira. No texto são visíveis marcas do português de Angola (variedade africana). 3.1 Identifique três palavras próprias desta variedade africana. 3.1.1 Defina duas dessas palavras com o auxílio de um dicionário e refira a(s) língua(s) de proveniência desses termos. 3.2 Transcreva construções frásicas que sejam características desta variedade do português.
José luAndino VieirA, Luuanda, 9.ª ed., Lisboa, Caminho, 1988. 5 10 Europa: Portugal; América do Sul: Brasil; África: Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique e Guiné Equatorial; Ásia: Timor-Leste. Encontramos no texto as palavras «musseque», «cubatas» e «mangonheiras» (aceita-se também «berrida»). «[Os] vizinhos ouviram-lhe resmungar»; «toda a gente deu razão em vavó Xíxi: ela tinha avisado, antes de sair embora na Baixa». (Em ambos os casos, os verbos selecionam preposições diferentes das selecionadas pelo português europeu.) X X X X X X «Musseque» significa «bairro, geralmente de construções precárias»; uma «cubata» é uma habitação rústica africana; a palavra «mangonheira» significa «preguiça, mandriice». Os três vocábulos provêm do quimbundo, língua falada no noroeste de Angola.
FICHA DE TRABALHO 2 Geografia da língua portuguesa 4 Leia o excerto do romance Os Capitães da Areia, do autor brasileiro Jorge Amado. O texto que acabou de ler está escrito em português do Brasil. 4.1 Identifique três palavras próprias da variedade brasileira da língua portuguesa. 4.1.1 Defina essas palavras com o auxílio de um dicionário. 4.2 Transcreva construções frásicas que sejam características desta variedade do português.
Jorge AmAdo, Os Capitães da Areia, 2.ª ed., Lisboa, Dom Quixote, 2001 (adaptado). 5 10 15 20 25 As palavras são «moleques», «caboclo» e «planejar». «[A]s ondas ora se rebentavam fragorosas, ora vinham se bater mansamente» (anteposição do pronome pessoal átono ao verbo); «deram razão a ele» (em português europeu, a pronominalização do complemento indireto é obrigatória: deram-lhe). «Moleque» significa «rapaz». Um «caboclo» é um mestiço de origem caucasiana e índia. A «planejar» corresponde na variedade europeia «planear».
FICHA DE TRABALHO 3 História da língua portuguesa
Fernão mendes Pinto, Peregrinaçam, Lisboa, Pedro Crasbeeck, 1614 (com supressões). (1) Chinês. (2) Pequena peça de artilharia. (3) Peças de artilharia. 5 10 15 5.3 Identifique a fase de evolução do português a que o texto pertence. 5.3.1 Apresente dois exemplos de características linguísticas deste período da evolução do português que o texto comprove. 6 Leia o excerto do capítulo LVI da Peregrinação, de Fernão Mendes Pinto, e responda às questões que se lhe seguem. 6.1 Identifique a fase de evolução do português que o texto testemunha. 6.1.1 Refira três palavras que tenham sido introduzidas nessa fase de evolução da língua portuguesa e justifique a sua resposta. (Consulte um dicionário etimológico.) 6.2 Transcreva expressões e construções frásicas que não ocorram no português atual. O texto dá testemunho da fase do português antigo. O texto ilustra a fase do português clássico. Exemplos dessas construções frásicas são: «Este junco, tanto que ouue vista de nós, se determinou em nos cometer», «custumauão muyto de trazer», «andauão darmada». Como constatamos ao ler este texto, o português antigo mantinha o -d- nas formas da segunda pessoa do plural («vaades», «digades», «dizede») e mantinha formas com hiatos («irmaa», «boo», «huu») que depois seriam resolvidos por crase. Encontramos também no texto várias palavras e construções frásicas que hoje tomamos como arcaicas. As palavras «junco» (do malaio jung), «berço», «falcão» e «cossayro» (do italiano corsaro). Trata-se de palavras que entram no português pelo contacto com outras culturas (junco) ou que dizem respeito à marinharia da época da Expansão marítima (berço, falcão e cossayro).
FICHA DE TRABALHO 4 Ver a ficha 2 na página 271 do manual. Processos fonológicos 1 Identifique o processo fonológico de inserção ou de supressão envolvido em cada linha da coluna I, fazendo-o corresponder à opção certa da coluna II. (Identifique apenas o processo representado no(s) segmento(s) destacado(s).) COLUNA I (A) AmAre (lat.) > amar (B) obispo (port. ant.) > bispo (C) cAtenA- (lat.) > cadea > cadeia (D) lege- (lat.) > lee > lei (E) nunquAm (lat.) > nunca > nuncas (port. ant.) (F) Amor- (lat.) > amora COLUNA I (A) genestA- (lat.) > geesta > giesta (B) lAcrimA- (lat.) > lágrima (C) lineA- (lat.) > li[nj]a > linha (D) lege- (lat.) > lee > lei (E) nodu- (lat.) > noo > nó (F) FenestrA- (lat.) > feestra > festra > fresta (G) Persicu- (lat.) > pêssego (H) mata [a] > matinha [ ]
(1) Prótese (2) Epêntese (3) Paragoge (4) Aférese (5) Síncope (6) Apócope COLUNA II (1) Metátese (2) Assimilação (3) Dissimilação (4) Sonorização (5) Palatalização (6) Redução vocálica (7) Crase (8) Sinérese (^2) Refira o processo fonológico de alteração envolvido em cada linha da coluna I, fazendo-o corresponder à opção certa da coluna II. 3 Identifique o processo fonológico envolvido na evolução das palavras apresentadas. a) et (lat.) > e b) blAttA- (lat.) > brata > barata c) gyPsu- (lat.) > gesso d) instrumentu- (lat.) > estormento (port. ant.) e) Flor > flore (pop.) f) veer (port. ant.) > ver g) lAtrone- (lat.) > ladrão h) FlAmmA- (lat.) > chama 6 3 4 4 2 5 5 8 3 7 2 1 1 6 apócope epêntese assimilação paragoge crase sonorização palatalização metátese
FICHA DE TRABALHO 5 Ver a ficha 3 na página 272 do manual. Étimo e etimologia 1 Leia o excerto de Décadas da Ásia, de João de Barros.
João de bArros, Da Ásia: Primeira Década, Lisboa, INCM, 1988 [1552] (com supressões). 5 10 15 1.1 Atente nas seguintes palavras extraídas do texto e, para cada uma delas, identifique:
FICHA DE TRABALHO 5 Étimo e etimologia 2 Considere os seguintes conjuntos de palavras, que são relacionáveis com um mesmo antepassado latino embora tivessem depois percursos etimológicos diversos, e explique que relação de sentido existe entre as palavras de cada grupo. a) cabeça, capital (cidade), capitão e chefe (de cAPut, -itis) b) claro (adj.), esclarecer, clarão e aclaração (de clArus, -A, - um) c) negro (adj.), negridão, negrejamento (escurecimento), denegrir, (de niger, - grA, -grum) 3 Sem recorrer a um dicionário, identifique o sentido das seguintes palavras a partir da informação etimológica fornecida (de um ou de dois étimos gregos). a) talassoterapia (thálassa: mar) b) cinofilia (kýon: cão; phília: amizade) c) paleografia (palaios: antigo; gráphein: escrita) d) xenofobia (ksénos: estrangeiro; phóbos: medo) e) geriatra (géron: velho; iatrós: médico) f) fotossensível (photós: luz) 4 Há animais que têm nomes com origens muito curiosas. Elabore o «bilhete de identidade» dos nomes dos animais (ou famílias de animais). Siga o modelo que aqui se apresenta. a) hipopótamo b) rinoceronte c) camaleão d) octópode e) jiboia f) morcego g) dinossauro i) Nome do animal; ii) Étimo da palavra; iii) Significado original da palavra (étimo); iv) Língua da forma etimológica; v) Línguas intermediárias; vi) Ano ou século da primeira ocorrência escrita em português. As palavras deste conjunto sugerem a ideia de Os vocábulos Tratamento de doenças através da água do mar ou em clima marinho. Amizade ou gosto por cães. Estudo da escrita antiga, ou seja, da escrita de épocas passadas. Antipatia e aversão a estrangeiros. Médico que trata das doenças ligadas ao envelhecimento. Pessoa ou elemento que é sensível à luz. hippopotamos, ou, cavalo do rio (hippo: cavalo + potamos: rio) em grego; a palavra entra no português rhinokeros, nariz de chifre (rhinos: nariz, keras: chifre) em grego; a palavra entra no português através do chamaileon, leão anão, em grego; entra em português pelo latim no século xvi. okto + podos (que tem oito pés) na etimologia grega; a palavra é criada pelo latim científico no século xviii yi’mboya, cobra de rãs (yu’i: rã + mboya: cobra) em tupi; chega ao português no século xvi. mure- (rato) caecu- (cego), do latim; no português está abonado no século xv. deinos (terrível, perigoso) + sauros (lagarto); a etimologia é grega mas a palavra é criada em latim luz (claro, clarão) ou de, metaforicamente, tornar mais percetível o que era obscuro (esclarecer, aclaração). referem-se à cor preta (negro, negridão), à ideia de escurecer (negrejamento) ou de perder a pureza, a brancura (denegrir). através do latim no século xvii. latim no século xvi. (octopus) e entra no português no século xix. científico (dinossaurus) no século xix e entra nesse século em português. As quatro palavras apontam para a ideia de posição cimeira, de estar num lugar acima dos demais (órgãos, cidades, soldados, empregados, etc.).
FICHA DE TRABALHO 6 Campo lexical e campo semântico 1.4 Explicite o significado que a palavra «amor» tem no verso «Amores eu tenho!». 1.5 Faça corresponder cada uma das frases da coluna I ao significado que a palavra «amor» tem nesse contexto, e que surge na coluna II, de modo a obter parte do campo semântico deste vocábulo. COLUNA I (A) Ele tinha um grande amor à literatura. (B) Ela é um amor: ajudou-me quando mais precisei. (C) Os elementos do casal nutriam um intenso amor um pelo outro. (D) O comportamento da mãe mostrava o seu grande amor pelos seus filhos. (E) Este projeto é o seu novo amor.
(1) sentimento intenso de atração entre duas pessoas, paixão. (2) entusiasmo ou grande interesse por algo. (3) objeto da afeição. (4) pessoa considerada simpática, agradável. (5) grande afeição ou dedicação por outra pessoa. 2 Com a ajuda de um dicionário, elabore quatro frases através das quais obtenha o campo semântico das palavras que se seguem. 2.1 campo a) b) c) d) 2.2 órgão a) b) c) d) 2.3 estrela a) b) c) d) 2.4 cabeça a) b) c) d) Relação amorosa. 2 1 4 5 3 Os campos estavam cobertos de flores. Ele trabalha no campo da informática. Eles vivem no campo: consideram-no mais tranquilo do que a cidade. Os jogadores mostravam-se confiantes ao entrarem em campo. Na disciplina de Biologia, os alunos estudaram os órgãos do aparelho digestivo. Ele era um exímio tocador de órgão. Ele foi o órgão através do qual as negociações se iniciaram. A equipa era um órgão meramente consultivo. Eles interessavam-se pela astronomia, sobretudo pelo estudo das estrelas. Ele era a estrela da companhia. Esta oportunidade ficou a dever-se à sua boa estrela. A dor era tão forte que ele viu estrelas. A rainha colocou a coroa na cabeça. Ele martelou a cabeça do parafuso. Ele era o cabeça de lista do seu partido. Os políticos seguiam na cabeça do cortejo.
FICHA DE TRABALHO 7 Ver a ficha 9 na página 298 do manual. Arcaísmos e neologismos 1 Identifique, de entre as palavras seguintes, as que são hoje arcaísmos (A) — ou, pelo menos, estão em desuso — e as que são neologismos (N). (Tenha-se em conta que, em termos de língua, é recente o que entrou há poucas décadas.)
5 (4) o senhor d’eles: o amigo. (5) fui pagada: fiquei feliz. 2.1 Identifique uma palavra do poema que seja hoje tida como arcaísmo. 2.2 Refira três vocábulos que não tenham hoje a forma que encontramos neste poema. 2.3 Identifique uma construção sintática que não seja usada no português contemporâneo. 1.1 Faça corresponder cada um dos arcaísmos identificados na questão 1 à opção em que se encontra o seu significado. (A) costumar, ter por costume; (D) peregrino; (G) igualmente, também; (B) suficiente, bastante; (E) carne; (H) zanga, ódio; (C) astúcia, manha; (F) deixar, largar; (I) mais. 1.2 Explique porque são arcaísmos as palavras que identificou como tal no ponto 1. (^2) Leia a seguinte cantiga de amigo de Joam Soares Coelho e responda às questões.
(1) paguei-m’eu d’elos: agradei-me deles. (2) garcetas: penteado feminino, tranças. (3) alo: lá, naquele lugar. JoAm SoAres Coelho, «Fui eu, madre», in A Lírica Galego-Portuguesa, ed. Elsa Gonçalves e Maria Ana Ramos, 2.ª ed., Lisboa, Ed. Comunicação, 1985. 10 A N N N N N A A N A A A A A A 5 20 1 9 4 10 15 11 18 «garceta» Estas palavras são arcaísmos porque eram usadas no português antigo e/ou no clássico, mas os falantes do português contemporâneo deixaram de as integrar no seu discurso. «madre»; «louçãa»; «alo» «paguei-m'eu d'elos»
Funções sintáticas 1 Identifique as funções sintáticas desempenhadas pelos constituintes destacados nas frases seguintes. a) Nunca falámos sobre esse assunto. b) A viagem chegara ao fim: finalmente, estavam em casa. c) A organização da festa foi um processo longo e complexo. d) Eles consideravam-no muito inteligente. e) O livro que me ofereceste é muito interessante. f) Eles perguntaram-me se não o conhecia. g) Felizmente, tudo terminou bem. h) Ela não nos tinha dito que viria hoje para Portugal. 2 Para responder a cada um dos itens, selecione a única opção que permite obter uma afirmação correta. 2.1 Na frase «Entrámos em casa silenciosamente.», o constituinte destacado desempenha a função sintática de (A) modificador (da frase). (B) modificador (do grupo verbal). (C) modificador restritivo do nome. (D) modificador apositivo do nome. 2.2 Na frase «Todos contribuíram para o sucesso da campanha de solidariedade.», o constituinte destacado desempenha a função sintática de (A) complemento indireto. (B) complemento direto. (C) complemento oblíquo. (D) modificador (do grupo verbal). 2.3 Na frase «Miguel e Maria, venham cá, por favor.», o constituinte destacado desempenha a função sintática de (A) sujeito simples. (B) sujeito composto. (C) vocativo. (D) complemento direto. 2.4 Na frase «A baleia azul, o maior animal do mundo, é um mamífero muito inteligente.», o constituinte destacado desempenha a função sintática de (A) sujeito simples. (B) modificador apositivo do nome. (C) modificador restritivo do nome. (D) modificador (do grupo verbal). FICHA DE TRABALHO 9 Ver a ficha 6 nas páginas 287-291 do manual. complemento oblíquo predicativo do sujeito complemento do nome predicativo do complemento direto modificador restritivo do nome complemento direto modificador da frase complemento indireto X X X X
FICHA DE TRABALHO 9 Funções sintáticas 2.5 Na frase «Participaram na visita de estudo todos os alunos que se mostraram interessados em conhecer o Convento de Mafra.», o constituinte destacado desempenha a função sintática de (A) complemento oblíquo. (B) modificador (do grupo verbal). (C) complemento direto. (D) sujeito simples. 2.6 Na frase «Eles nomearam-no diretor da empresa.», o constituinte destacado desempenha a função sintática de (A) complemento direto. (B) complemento oblíquo. (C) predicativo do sujeito. (D) predicativo do complemento direto. 2.7 Na frase «A iniciativa foi levada a cabo por todos os alunos da escola.», o constituinte destacado desempenha a função sintática de (A) complemento oblíquo. (B) modificador (do grupo verbal). (C) complemento do adjetivo. (D) complemento agente da passiva. 2.8 Na frase «Eles decidiram, na semana passada, ir de férias para Macau.», o constituinte destacado desempenha a função sintática de (A) sujeito simples. (B) complemento direto. (C) complemento indireto. (D) complemento oblíquo. 2.9 Na frase «Os alunos estudiosos tiveram ótimas notas no exame.», o constituinte destacado desempenha a função sintática de (A) complemento do nome. (B) modificador restritivo do nome. (C) modificador apositivo do nome. (D) complemento do adjetivo. 2.10 Na frase «A professora confiava nos seus alunos.», o constituinte destacado desempenha a função sintática de (A) complemento oblíquo. (B) modificador (do grupo verbal). (C) modificador restritivo do nome. (D) complemento indireto. 2.11 Na frase «A Maria e o João, os alunos que venceram o concurso, farão uma viagem à Suécia.», o constituinte destacado desempenha a função sintática de (A) modificador restritivo do nome. (B) modificador apositivo do nome. (C) modificador (da frase). (D) modificador (do grupo verbal). X X X X X X X