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SPDA ESTRUTURAL
Tipologia: Notas de estudo
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Não perca as partes importantes!


Termotécnica - www.spda.com.br
Os condutores externos do subsistema de captação não estão sendo mostrados neste croqui. Consulte o projeto de SPDA sobre sua especificação.
ATERRINSERT® TEL 656
RE-BARS
CLIPS TEL 5238
TERMINAL AÉREO TEL 5124 - E FIXADOR UNIVERSAL TEL 5024
INTERLIGAÇÃO
INTERLIGAÇÃO DA RE-BAR COM A FERRAGEM DA LAJE
REF.: TEL-5238CLIP'S GALVANIZADO
LAGEÚLTIMA RE-BAR
PILAR
PILAR
ATERRINSERT ®
RE-BAR
BARRA CHATA DE ALUMÍNIO
PLATIBANDA
CAPTAÇÃO POR FORA DA PLATIBANDA
ATERRINSERT ®
TERMINAL AÉREO FIXADOR UNIVERSAL
RE-BAR PLATIBANDA
REF.: TEL- CLIP'S GALVANIZADO
LAGEÚLTIMA RE-BAR
PILAR
PILAR
Para-raios
Um sistema de para-raios pode oferecer além de segurança, ganho estético para a fachada das edificações, com redução de custos, se instalado ANTES do início da obra. Trata-se do SPDA Estrutural, uma solução tecnológica aperfeiçoada pela Termotécnica Para-raios. A ABNT normatizou o uso em SPDA (Sistemas de Proteção contra Descargas Atmosféricas) das ferragens estruturais das edificações em 1993. Os principais diferencias deste novo conceito são: grande dispersão da corrente de descarga, minimizando o risco de centelhamentos perigosos, e a eliminação de interferências estéticas causadas por condutores de descida nas fachadas das edificações. Entretanto, para que o sistema seja confiável, é imprescindível garantir a continuidade elétricas de pilares, vigas e lajes (conf. Ítem 5.1.2.5.4 da NBR-5419/2005). Como a amarração intencional destas ferragens não é o procedimento padrão nas edificações de concreto armado, o método mais seguro é a introdução de barras específicas para esta finalidade: RE-BARS. Na maioria dos casos, é também o método mais econômico, se comparado aos sistemas externos desde que instalados a partir das fundações. As RE-BARS são de fácil identificação junto às demais ferragens, antes da concretagem, pois são galvanizadas a fogo, garantindo durabilidade e qualidade. Para se acessar elétricamente as barras, uma vez embutidas no concreto, a Termotécnica criou o ATERRINSERT®. Trata-se de um conector regulável, tipo inserto, que é introduzido juntamente com as RE-BARS no momento da concretagem e que serve tanto como ponto de equalização de potenciais, como ponto de conexão para terminais-aéreos do subsistema de captação. A instalação de RE-BARS nas fundações substitui as malhas de aterramento convencionais, sendo usadas desde os pontos mais profundos de tubulões, passando por blocos e vigas baldrames, e seguindo pelos pilares até a última laje. A Termotécnica fornece as RE-BARS com diâmetros nominais de 8 a 10mm e comprimentos de 3 a 4m. Consulte nosso departamento técnico. A continuidade elétrica (emenda) das RE- BARS é feita por transpasse de 20cm, onde são usados 3 clips galvanizados por conexão (detalhe 1.1).
Constituem partes do sistema padrão: a) Subsistema de aterramento pelas fundações : Pelo menos um tubulão (raso ou profundo) para cada pilar da torre-tipo deverá ter uma RE-BAR amarrada às demais ferragens, desde o ponto mais profundo até os blocos dos pilares (detalhe 1). As RE-BARS
também deverão ser instaladas nas vigas baldrames, horizontalmente, de modo a interligar todos os pilares da torre-tipo. A interligação de uma RE-BAR vertical com outra horizontal se dá de acordo com os detalhes "2, 2.1, 3 e 4". Esta medida atende também a norma NBR-5410/2004. NOTA: A execução do anel de aterramento horizontal, detalhes 2, 3 e 4, atende às normas NBR-5419/2005 e NBR-5410/2004. b) Subsistema de descidas pelos pilares: Deverão ser instaladas RE-BARS em todos os pilares do corpo de prédio (torre- tipo). A interligação das RE-BARS com as ferragens adjacentes de vigas ou lajes é obrigatória e deverá ser feita com peças em "L" de Ø 8 a 10mm, de medidas 20x20cm, amarradas firmemente com arame recozido ou clips. As demais barras estruturais, verticais e horizontais deverão ser ligadas entre si, uma sim, outra não, alternadamente, conforme detalhes "5, 6 e 7". c) Preparação para recebimento do subsistema de captação: Ao ultrapassar a última laje, as RE-BARS deverão ser posicionadas de acordo com o tipo de captação a ser instalado. Caso os condutores tenham previsão de instalação na lateral da platibanda em terraços e coberturas com acesso de pessoas (captação por fora) , os ATERRINSERT’S bem como as RE- BARS, deverão ser posicionadas horizontalmente (detalhe"8"). Caso os condutores externos de captação tenham sua instalação prevista por sobre a platibanda (captação por cima) , as RE-BARS deverão ser conectadas aos ATERRINSERT’S que receberão os Terminais-aéreos posteriormente (detalhe"9"). O projeto do SPDA deverá detalhar o subsistema de captação, assim como a proteção e o aterramento de massas metálicas expostas (escadas, antenas, guarda-copos, placas solares, etc).
d) Subsistema de equalização de potenciais: Este item deverá ser detalhado pelo projeto específico do SPDA. Consulte o projeto.
e) Recomendações importantes: É importante ressaltar a necessidade de contratação de um projeto específico para o SPDA, já que fundações e estruturas especiais necessitam de procedimento diferentes. As RE-BARS deverão ser instaladas nas faces mais externas dos pilares ou vigas, porém dentro do concreto, sem invadir o cobrimento. A continuidade elétrica das RE-BARS deverá ser garantida desde as fundações até o topo da edificação. É imprescindível a conferência das conexões antes das concretagens. É recomendada atenção especial para o encaminhamento das barras após a concretagem da última laje. NO CASO DE DÚVIDAS OU NECESSIDADE DE ALTERAÇÕES, O PROJETISTA DEVERÁ SER IMEDIATAMENTE CONSULTADO.
AO FINAL DA IMPLANTAÇÃO, RECOMENDA-SE A EXECUÇÃO DE TESTES DE CONTINUIDADE ELÉTRICA DO SISTEMA, DE ACORDO COM O ANEXO "E", DA NBR-5419/2005. OS TESTES DEVERÃO SER ACOMPANHADOS DE CERTIFICADO DE CONFORMIDADE E ART JUNTO AO CREA.
TERRÔMETRO (Equipamento utilizado para testes de continuidade elétrica).