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SPDA - PROTEÇÃO
Tipologia: Notas de estudo
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Perda da capacidade do ar de conter umidade.
Massas de ar que estão com alta umidade relativa sofrem resfriamento.
As massas de ar ao subir, vai se expandindo pela diminuição da pressão atmosférica.
Esta expansão, resfria o ar, que vai perdendo a capacidade de conter umidade, ou seja, sua umidade relativa vai aumentando até chegar a 100% da sua capacidade.
Umidade começa a aparecer sob a forma de pequenas gotículas de água que pairam no ar, levadas pelos ventos.
Essas gotículas se aglomeram formando gotas maiores e, pela influência da gravidade, começam a cair.
Correntes de ar deslocando as partículas provoca o atrito e conseqüente o carregamento, formando o bipolo.
Bipolo:altura de 10 a 15 km e extensão de alguns km².
A diferença de temperatura entre a base e o teto da nuvem (65 a 70o C)
Os raios caem em
direção ao solo ou
sobem em direção
as nuvens?
Conforme a teoria de Wilson, as gotas mais pesadas, sob influência do campo elétrico natural, polariza-se por indução, ficando a parte inferior negativa e a parte superior positiva.
Conforme as gotas maiores (1mm de raio) vão caindo, íons negativos são atraídos para a parte inferior da nuvem e devido a velocidade da queda o mesmo não acontece com os íons positivos.
Ondas elétricas partem da base da nuvem em direção ao solo buscando locais de menor potencial , ficando sujeita a variáveis atmosféricas, tais como pressão, temperatura, etc, definindo assim uma trajetória ramificada e aleatória.
Relâmpago - Neste processo os elétrons retirados das moléculas de ar, retornam, fazendo com que a energia absorvida pelos mesmos na emissão, seja devolvida sob a forma de luz(relâmpago). Na maioria dos casos este mecanismo se repete diversas vezes no mesmo raio..
Trovão - Após esse segundo choque violento de cargas passando pelo ar, provoca-se o aquecimento deste meio até 30.000 ºC , provocando a expansão do ar. O trovão é o ruído produzido pelo deslocamento do ar devido ao súbito aquecimento causado pela descarga do raio.
As lesões provocadas pelo choque elétrico podem ser de quatro (4) naturezas: 1 - eletrocussão (fatal); 2 - choque elétrico; 3 - queimaduras; e 4 - quedas provocadas pelo choque.
(a) Descarga direta (b) Descarga lateral^ (c) Descarga por contato
Estatística japonesa (1968 / 1998) – 65 casos analisados
Tipo de Acidente
Nunero de descargas
Pessoas Mortas
Pessoas feridas severamente
Outras pessoas afetadas Descarga direta 36 28 8 48 Descarga lateral 18 14 10 62 Multipla incidência 8 9 4 59 Acidentes internos 3 0 0 3 Total 65 51 22 172
Em Português Em Inglês Definição Raio ou Desrcarga Atmosférica Lightning
Conceito amplo correspondente ao fenomeno integral envolvido na evolucào e fecliamento do canal de descarga, incluindo o fluxo da(s) corrente(s) de retorno e as demais manifestações elétricas, visuais e sonoras. Relampago Lightning Efeito lumirioso perceptível visualmente, decorrente do aquecimento do canal de descarga devido ao flusoda corrente de retorno pelo canal.
Trovão Thunder
Efeito sonoro relacionado à descarga atmosférica. É causado pelo brusco deslo camento do ar circunvizinho ao canal de descarga, que se expande em decorrência do aquecimento gerado pelo fluxo da corrente no canal
Descarga elétrica (^) DischargeElectric
Fluxo de cargas a partir de um objeto carregado eletricamente. Pode corresponder a processo disruptivo em meio isolante ( tipo faísca) ou ao simples descarregamento através de meio condutor. O termo é algumas vezes empregado para designar o fenômeno descarga atmosférica. Tal emprego não é considerado adequado, pois não confere caráter de especificidade ao significado da descarga elétrica.
Descarga Atmosférica Plena Flash
Referência à descarga atmosférica no sentido mais restrito à fase de fluxo das correntes de retorno. Corresponde ao conjunto de descargas de retorno ("return stroke") envolvidas após o fechamento do canal. Assim a Descarga Plena pode ser constituída de uma ou mais descargas ("strokes") pelo canal, dependendo da existência de descargas subsequentes.
Canal precursor de descarga
Stepped leader
Corresponde ao canal ionizado que evolui por passos, da ordem de 50m, correspondentes a descargas elétricas (rupturas) sucessivas no ar,que ocorrem a cada inter-valo da ordem de 50μs. A euolucào do canal pode fechar um percurso ionizado entre nuvem e solo (no caso de descargas nuvem-solo), que é seguido pelo fluxo da corrente de retorno pelo canal formado. Pode ter seu percurso predominantemente ascendente ou descendente, recebendo nesse caso respecivamente a designacão de canal ascendente ou descendente.
Em Português Em Inglês Definição Distância de salto final
Distância critica entre os canais descendentes e ascendente, a partir da qual ocorre o fechammento do percurso entre os mesmos, através de descarga elétrica disruptiva final. Aparentemente a descarga final se origina no canal ascendenre.Tal distância depende, sobretudo, da carga acumulada no canal precursor de descarga.
Raio de atracào Attractiveradius
Distância crítica entre o canal descendente e a estrutura terrestre a partir da qual tem-se a expectativa do fechamento do percurso entre o canal descendente e o canal ascendente, que se originou nessa estrutura. Termo muito utilizado na literatura de Protecão contra Descargas para designar a distância máxima entre a cxtremidade de um eventual canal descendente e a estrutura terrestre que asseguraria o proccsso de conexão para cada valor de carga armazenada no canal ( ou correspondente valor de pico da corrente de retorno associada).Tal distância é usualmnete infcrior à distancia de iridução do canal ascendente
Distância de induçào do canal ascendente
Striking distance
Distância crítica entre o canal dcscendente e a estrutura terrestre a partir da qual se dá o surgimento de canal[is) asceildente(s)
Indirect flash or Close strike
Refere-se ao evento associado a uma descarga que incide próxima à vítima (ser, estrutura ou sistema afetado), que pode ser é capaz de gerar efeitos na mesma, em decorrência dos campos eletromagnéticos gerados.
Um pára-raio corretamente instalado reduz significativamente os perigos e os riscos de danos, pois captará os raios que iriam cair nas proximidades de sua instalação.
As descargas elétricas das nuvens de tempestades se dirigem para o solo.
Tem como objetivo encaminhar a energia do raio, desde o ponto que ele atinge a edificação até o aterramento , o mais rápido e seguro possível.
O primeiro cientista a perceber que se tratava de um fenômeno elétrico foi Benjamin Franklin (1752)
Afirmou que após a colocação de uma ponta metálica em cima de uma casa, esta atrairia os raios para si e a edificação estaria protegida contra raios, caindo estes na ponta metálica.
Após alguns anos, tomou conhecimento de edificações que tinham sido atingidas e o raio não havia caído na ponta metálica. Assim sendo, reformulou sou teoria e afirmou que a ponta metálica seria o caminho mais seguro para levar o raio até o solo com segurança caso a ponta seja atingida por um raio.