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SUBALGORITIMOS FUNÇÕES E PROCEDIMENTOS6 SUB, Notas de estudo de Algoritmos

algoritmos e programação

Tipologia: Notas de estudo

2012

Compartilhado em 10/10/2012

jailson-passos-teixeira-7
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SUBALGORITIMOS FUNÇÕES E PROCEDIMENTOS
UNIDADE
6
PROFESSOR: EDILSON LIMA
FALCULDADE PITÁGORAS
ALGORITMOS E PROGRAMAÇÃO
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SUBALGORITIMOS FUNÇÕES E PROCEDIMENTOS

UNIDADE

PROFESSOR: EDILSON LIMA

FALCULDADE PITÁGORAS

ALGORITMOS E PROGRAMAÇÃO

6 SUBALGORITMOS: FUNÇÕES E PROCEDIMENTO

6.1 Procedimentos

6.2 Funções

6.3 Parâmetro e passagem de parâmetro

6.4 Variáveis locais e Globais

ROTEIRO

ROTEIRO

É um bloco de programa contendo início e fim e será identificado

por um nome, por meio do qual será referenciado em qualquer parte do

programa principal ou do programa chamador da rotina. Quando uma

sub rotina é chamada por um programa, ela é executada e ao seu

término o controle de processamento retorna automaticamente para a

primeira linha de instrução após a linha que efetuou a chamada da sub

rotina. Criação de sub rotina em Portugol.

procedimento

var

<variáveis>

início

<instruções>

fim.

ROTEIRO

6.1 Procedimentos

ROTEIRO

6.2 Funções

Uma função também é um bloco de programa, como são os

procedimentos, contendo início e fim e sendo identificada por um nome,

por meio do qual também será referenciada em qualquer parte do

programa principal. Uma sub rotina de função é na verdade muito

parecida com uma sub rotina de procedimento. Sintaxe:

procedimento

var

<variáveis>

início

<instruções>

fim.

A sua principal diferença está no fato de uma função retornar um

determinado valor, que é retornado no próprio nome da função. Uma

função retorna um valor pelo seu próprio nome, pois esse nome é usado

dentro do corpo da função para a recepção do valor calculado.

O parâmetros tem por finalidade servir como um ponto de comunicação

bidirecional entre uma sub rotina e o programa principal ou uma sub rotina

hierarquicamente de nível mais alto. Desta forma, é possível passar valores de

uma sub rotina ou rotina chamadora à outra sub rotina e vice versa, utilizando

parâmetro que podem ser formais e reais.

Parâmetros formais e reais

Serão considerados Parâmetros Formais quando forem declarados por

meio de variáveis juntamente com a identificação do nome da sub rotina, os quais

serão tratados exatamente da mesma forma do nome da sub rotina, variáveis

globais ou locais.

procedimento SOMA(A, B: inteiro )

var Z : inteiro;

inicio

Z = A + B;

escreva (Z);

fim.

ROTEIRO

6.3 Parâmetro e passagem de parâmetro

inicio

var X, Y, W, T : inteiro ;

leia X;

leia Y;

SOMA(X, Y);

leia W;

leia T;

SOMA(W, T);

SOMA(7, 2);

fim.

ROTEIRO

6.3 Parâmetro e passagem de parâmetro

programa CALC_FATORIAL

procedimento FATORIAL(N: inteiro )

var I, FAT: inteiro ;

inicio

FAT = 1;

para I de 1 até N passo 1 faça

FAT = FAT * I;

fim para;

escreva FAT;

fim

var LIMITE: inteiro ;

ROTEIRO

6.3 Parâmetro e passagem de parâmetro

inicio

escreva “Digite um número para calcular o fatorial: “;

leia LIMITE;

FATORIAL(LIMITE);

fim.

Neste exemplo, é indicado o uso da passagem de parâmetro por valor.

No caso, a variável N é o parâmetro formal, que receberá o valor

fornecido à variável LIMITE por meio da sub rotina FATORIAL. Esse

valor estabelece o número de vezes que o looping deve ser executado.

Dentro do procedimento é encontrada a variável FAT que irá realizar um

efeito acumulador, tendo ao final do looping o valor do fatorial do valor

informado no parâmetro N. A passagem de parâmetro por valor é

utilizada somente para a entrada de um determinado valor.

ROTEIRO

6.3 Parâmetro e passagem de parâmetro

var

LIMITE, RETORNO: inteiro;

inicio

escreva “Digite um número para calcular o fatorial: ”;

leia LIMITE;

FATORIAL (LIMITE , RETORNO);

escreva RETORNO;

fim.

Neste exemplo é indicado o uso da passagem de parâmetro por referência. A

variável N neste exemplo continua sendo do tipo passagem de parâmetro por valor,

pois ela receberá o valor fornecido à variável LIMITE, por meio da sub-rotina

FATORIAL. Esse valor estabelece o número de vezes que o looping deve ser

executado. Dentro do procedimento é encontrada a variável FAT que é do tipo

passagem de parâmetro por referencia e possui no final o valor acumulado do

calculo da fatorial. Ao término da rotina a FAT transferi o valor para a função

RETORNO que imprime na tela o valor recebido. A passagem de parâmetro por

referencia é utilizada para que se tenha a saída de um determinado valor de dentro

de uma sub-rotina.

ROTEIRO

6.3 Parâmetro e passagem de parâmetro

Variável Global

Quando é declarada no início do algoritmo principal de um programa,

podendo ser utilizada por qualquer sub rotina subordinada ao algoritmo

principal. Assim sendo, este tipo de variável passa a ser visível a todas

as sub rotinas hierarquicamente subordinadas à rotina principal, que

poderá ser o próprio programa principal ou uma sub rotina.

Variável Local

Quando é declarada dentro de uma sub rotina e é somente válida dentro

da rotina à qual está declarada. Desta forma, as demais sub rotinas e

programa principal não poderão fazer uso daquelas variáveis como

Global , pois não visualizam a existência delas.

Dependendo da forma como se trabalha com as variáveis, é possível

economizar espaço em memória, tornando o programa mais eficiente.

ROTEIRO

6.4 Variáveis locais e Globais

Refinamento Sucessivo

É uma técnica de programação que possibilita dividir uma sub-rotina em outras

sub-rotinas. Deve ser aplicado com muito critério para que o programa a ser

construído não se torne desestruturado e difícil de ser compreendido por você

ou por outras pessoas.

Uma variável é considerada Global quando é declarada no início do algoritmo

principal de um programa, podendo ser utilizada por qualquer sub rotina

subordinada ao algoritmo principal. Assim sendo, este tipo de variável passa a

ser visível a todas as sub rotinas hierarquicamente subordinadas à rotina

principal, que poderá ser o programa principal ou uma outra sub rotina.

Uma variável éconsiderada Local quando é declarada dentro de uma sub

rotina e é somente válida dentro da rotina à qual está declarada. Desta forma

as demais sub rotinas e programa principal não poderão fazer uso da variável.

ROTEIRO

6.4 Variáveis locais e Globais

ARAÚJO, Everton C. Algoritmos: fundamento e prática. Capítulo 10 – Utilização de Sub Rotinas; Capítulo 11 –

Aplicação Prática do Uso de Sub Rotinas – Procedimento; Capítulo 12 – Utilização de Parâmetros; e Capítulo

13 – Aplicação Prática do Uso de Sub Rotinas - Funções.

VICTORINA, VIVIANE, MIZRANE. Treinamento em Linguagem C: curso completo. Capítulo 6 – Funções.

ROTEIRO

Bibliografia