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"Super bactéria KPC", Slides de Biomedicina

Slide explicativo sobre assuntos atuais relacionados a super bactéria KPC.

Tipologia: Slides

Antes de 2010

Compartilhado em 11/11/2010

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giulia-bani-12 🇧🇷

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Klebsiella pneumoniae
Klebsiella pneumoniae
carbapenemase (KPC)
carbapenemase (KPC)
Aluna: Giulia Bani
Aluna: Giulia Bani
Biomedicina – 6° período –
Biomedicina – 6° período –
UNIS MG
UNIS MG
Professor: Sérgio Graziani
Professor: Sérgio Graziani
Microbiologia Clínica II
Microbiologia Clínica II
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Klebsiella pneumoniaeKlebsiella pneumoniae

carbapenemase (KPC) carbapenemase (KPC)

Aluna: Giulia Bani Aluna: Giulia Bani Biomedicina – 6° período – Biomedicina – 6° período – UNIS MG UNIS MG Professor: Sérgio Graziani Professor: Sérgio Graziani Microbiologia Clínica II Microbiologia Clínica II

História da KPCHistória da KPC

  • (^) 2001 – descrita e isolada pela primeira vez em um hospital da Carolina do Norte (E.U.A)
  • (^) 2003- primeiro surto (Nova York) – 47% de óbitos.
  • (^) De Nova York  7 estados americanos  Israel / China/ França
  • (^) Gene de resistência  Pseudomonas , a Enterobacter e a Escherichia coli.
  • (^) ATUALIDADE (2010): Brasil  1 óbito registrado no Pará ; 18 óbitos registrados no Distrito Federal e 22 pessoas infectadas em mais quatro estados.

KPC

KPC - 1 KPC - 2 KPC - 3 KPC - 4 Klebsiella pneumoniae k. pneumoniae, k. oxytoca, Salmonella entérica e em Enterobacter sp ; K. pneumoniae e Enterobacter cloacae. (MONTEIRO J. et al, ?? 2009; CAI, J. C. et al, 2008),

KlebsiellaKlebsiella

pneumoniae pneumoniae

  • (^) Bacilo gram-negativo – Família Enterobacteriaceae.
  • (^) Encapsulada
  • (^) Encontradas na pele, faringe e trato gastrintestinal.
  • (^) Isolada com mais freqüência de amostras clínicas e pode causar uma forma clássica de pneumonia primária.
  • (^) Diabetes mellitus e doença pulmonar obstrutiva crônica.
  • (^) A pneumonia tende a ser destrutiva, com necrose extensa e hemorragia, resultando na produção de escarro, que pode ser espesso, mucóide e de cor vermelho- tijolo ou fluido e “como geléia de grosselha”
  • (^) Infecções extra pulmonares: enterites e meningite, infecções urinárias, septicemia, dores abdominais.

Exame MicrobiológicoExame Microbiológico

  • (^) Material clínico sugestivo: culturas de escarro.
  • (^) A presença de espécies de Klebsiella deve ser presumida quando são isolados colônias grandes, de consistência mucóide, em placas de isolamento primário.
  • (^) Em ágar MacConkey, as colônias são tipicamente grandes, mucóides e vermelhas, -fermentação da lactose e produção de ácidos.

Ágar MacConkeyÁgar MacConkey

Diagnóstico clínico eDiagnóstico clínico e

Tratamento Tratamento

  • (^) Sintomas do paciente, exame físico,

outras investigações (raio X de tórax,

hemograma, cultura de escarro)

  • (^) Tratamento depende do tipo de infecção e

da sensibilidade da bactéria, aferida por

antibiograma.

RESISTENCIA BACTERIANARESISTENCIA BACTERIANA

COMO COMEÇOU A RESISTENCIA?

  • (^) Evolução da adaptação genética –

mudança do meio ambiente

  • (^) Uso indevido de antibiótico
  • (^) Flora normal x flora patogênica

CLASSIFICAÇÃO DO ANTIBIÓTICO: Classe: b-lactâmicos  Grupo: Carbapenos  Exemplos: Imipenem, meropenem.

  • (^) Cromossomo x Plasmídeo
  • (^) Transposon - elemento de transposição genética. MECANISMOS DE RESISTÊNCIA BACTERIANA A AGENTES ANTIMICROBIANOS: mecanismo: inativação enzimática  grupo antibiótico: B-lactâmicos  Exemplos: b- lactamases, penicilinases, cefalsporinases, carbapenemases.

O mecanismo mais comum pelo qual os

genes de

resistência são transferidos é a

conjugação:

  • (^) cepas de Klebsiella  plasmideo 

resistência  drogas b-lactâmicas

(enzima b-lactamase, denominada b-

lactamase de amplo espectro -ESBL).

  • (^) ESBL  capacidade de escapar à

detecção com a maioria das provas de

suscetibilidade comumente utilizadas,

levando a informes de que

microrganismos possuidores de ESBLs

são sensíveis a antibióticos quando, de

fato, são resistentes.

Prevenção da “KPC”Prevenção da “KPC”

  • (^) Lavar as mãos as mãos ao entrar em ambiente hospitalar (álcool gel).
  • (^) Limpeza deve ser feita antes e depois de estar com o paciente (evitar proliferação).
  • (^) Evitar tocar em objetos hospitalares (macas, mesas e portas).
  • (^) Não fazer o uso desnecessário de antibióticos.

Precauções Precauções

ANVISA: diminuição da comercialização indiscriminada de antibióticos tentativa de acabar com a disseminação dentro dos hospitais, principais focos das infecções. ESGOTO DAS INDUSTRIAS FARMACÊUTICAS?

Referências BibliográficasReferências Bibliográficas

  • (^) DIENSTMANN, R et al. Avaliação fenotípica da enzima Klebsiella pneumoniae carbapenemase (KPC) em Enterobacteriaceae de ambiente hospitalar. Jornal Brasileiro de Patologia e Medicina Laboratorial , 2010, v.46, n.1, jan./fev. 2010.
  • (^) POZZA, G. et al. Estratégias utilizadas no combate a resistência bacteriana. Química Nova , São Paulo, 2006, v.29, n.4, jul./ago.
  • (^) Curso de Bio- atualidades; Prof. José Vagner Gomes. SUPERBACTÉRIAS E RESISTÊNCIA A ANTIBIÓTICOS. Disponível em: http://www.libertaria.pro.br/antibioticos_intro.htm
  • (^) Livro: Diagnóstico Microbiológico; KONEMAN, E. W. et al. 5° edição. Editora Medsi, 2001.