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TCC DANIELA, Slides de Design

VITRINISMO NAS LOJAS DE ROUPAS FEMININAS DE ORLEANS/SC: ESTUDO ... vitrina atrativa ou não. ... Uma boa vitrine não só é capaz de atrair consumidores.

Tipologia: Slides

2023

Compartilhado em 16/01/2023

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UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA
DANIELA CÂNDIDO SANDRINI
VITRINISMO NAS LOJAS DE ROUPAS FEMININAS DE ORLEANS/SC: ESTUDO
COMPARATIVO DAS TÉCNICAS NAS LOJAS AUDACE E TOP FASHION
Tubarão
2017
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UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA

DANIELA CÂNDIDO SANDRINI

VITRINISMO NAS LOJAS DE ROUPAS FEMININAS DE ORLEANS/SC: ESTUDO

COMPARATIVO DAS TÉCNICAS NAS LOJAS AUDACE E TOP FASHION

Tubarão 2017

DANIELA CÂNDIDO SANDRINI

VITRINISMO NAS LOJAS DE ROUPAS FEMININAS DE ORLEANS/SC: ESTUDO

COMPARATIVO DAS TÉCNICAS NAS LOJAS AUDACE E TOP FASHION

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso Superior de Tecnologia em Design de Moda da Universidade do Sul de Santa Catarina, como requisito parcial à obtenção do título de tecnólogo em Moda e Design. Orientadora: Profª Teresinha R. Silveira

Tubarão 2017

AGRADECIMENTOS

Agradeço primeiramente a Deus, pois as pessoas que contribuíram na minha trajetória acadêmica, com toda certeza, foram escolhidas por Ele para estarem em me caminho. Agradeço imensamente à minha mãe Juzidélia e ao meu pai João Batista, por toda confiança, ajuda e paciência durante todo esse período da faculdade. À minha irmã Rafaela, por toda ajuda e troca de conhecimentos prestadas durante todo o decorrer desta graduação. Á minha avó Adélia (in memória), grande idealizadora da minha graduação, com muito amor e carinho. Aos meus tios Jorgio e Ana Paula por serem, juntamente com meus pais, responsáveis por todo o processo de minha graduação. Ao meu namorado Tiago, por todo amor, carinho, atenção, motivação e paciência, que sempre esteve comigo. Sempre com calma e dedicação, me apoiando e incentivando para continuar nesta caminhada de três anos. Por estar presente em todos os momentos, com pensamentos positivos, apesar de pedras e obstáculos no caminho, sempre com a expectativa de chegar ao fim desta fase. Aos meus amigos, por esses longos anos de muita troca de experiência, que sempre estiveram ao meu lado. Aos meus professores, por todo o conhecimento fornecido nesses três anos, conhecimentos estes que me tornaram a profissional que sou hoje. Em especial, à minha orientadora Teresinha, que possibilitou a realização deste trabalho, estando sempre presente quando necessitei.

RESUMO

O presente trabalho tem como objetivo analisar as técnicas de vitrinismo em lojas de roupas femininas em Orleans/SC, além de analisar como essa ferramenta é capaz de influenciar o consumidor no ato da compra. Através de revisões bibliográficas e estudos de caso, buscou-se informações acerca do tema, partindo do princípio de que, antes de se entrar numa loja, analisa-se a vitrina, despertando o interesse, que convida a entrar para consumir. Analisou-se aqui elementos como cor, composição, luz e outros aspectos capazes de tornar a vitrina atrativa ou não. Os resultados obtidos com esta pesquisa buscam mostrar aos profissionais que trabalham com as vitrinas, que independente da segmentação do público alvo pode-se utilizar técnicas iguais, porém o que irá diferencia-las são as características estéticas escolhidas.

Palavras-chave : Vitrina; Atrativa; Consumidor; Orleans.

LISTA DE FIGURAS

  • Figura 01. Criar e Recriar……………………………......………..………………
  • Figura 02. Simetria e Assimetria……………………………........………………2
  • Figura 03. Linhas…………………………..…..………......………………………2
  • Figura 04. Luz e Sombra…………….………………........………………………
  • Figura 05. Vitrina da loja Audace…………….………..………....………………
  • Figura 06. Vitrina da loja Top Fashion …………….………………….....………
  • Figura 07. Elementos como guirlandas e bolos natalinas ……………..………
  • Figura 08. Plano de fundo simples em madeira preta ……………….……...…
  • Audace …………………....……………………………………………………...… Figura 09. Variação de modelos e estampas, criando ritmo na vitrina da loja
  • Figura 10. Unidade na paleta de cores da vitrina da loja Top Fashion ………
  • Figura 11. Vitrina de Ano Novo da loja Audace …………….…...…….……..…
  • Figura 12. Vitrina de final de ano da loja Top Fashion …………………………
  • Figura 13. Vitrina da loja Audace com iluminação focal em LED ……..………
  • Figura 14. Vitrina da loja Top Fashion à noite …………….….....…………...…
  • 1 INTRODUÇÃO SUMÁRIO
  • 2 VITRINA
  • 2.1 TIPOS DE VITRINA E SEUS DIVERSOS SEGMENTOS
  • ESTRUTURAIS 2.2 TIPOS DE VITRINAS QUANTO ÀS SUAS CARACTERÍSTICAS
  • 2.2.1 Vitrinas Fechadas............................................................................................
  • 2.2.2 Vitrinas Abertas
  • 2.2.3 Vitrinas Inclinadas
  • 2.2.4 Vitrinas Mezanino
  • 2.2.5 Vitrinas em projeção
  • 2.2.6 Vitrina Suspensa
  • 2.3 CARACTERÍSTICAS ESTÉTICAS DAS VITRINAS
  • 2.3.1 Vitrina Expositiva
  • 2.3.2 Vitrina Populares
  • 2.3.3 Vitrina de Prestígio
  • 2.3.4 Vitrina Figurativa
  • 2.3.5 Vitrina Cenográfica
  • 2.3.6 Vitrina de Impacto
  • 2.3.7 Vitrina Minimalista
  • 2.4 CRIATIVIDADE.....................................................................................................
  • 2.5 VITRINA DE MODA FEMININA
  • 2.6 TÉCNICAS DE VITRINISMO
  • 2.7 COMPOSIÇÃO
  • 2.7.1 Equilíbrio
  • 2.7.2 Unidade
  • 2.7.3 Ritmo...................................................................................................................
  • 2.8 LINHA
  • 2.9 COR
  • 2.10 LUZ
  • 2.10.1 Luz Florescente
  • 2.10.2 Luz Incandescente
  • 2.10.3 Luz Neon
  • 2.10.4 Luz Negra ou Spot Colorido
  • 2.11 VOLUME
  • 3 ANÁLISE DE LOJAS DE ROUPAS FEMININAS EM ORLEANS/ SC.
  • 3.1 HISTÓRICOS E CARACTERÍSTICAS
  • 3.2 ANÁLISE COMPARATIVA
  • 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS

1 INTRODUÇÃO

Toda a loja do ramo varejista visa maior competividade dentro do mercado que está inserida, bem como necessita de um vasto conhecimento em vitrina.

O presente trabalho tem como tema o Vitrinismo nas lojas de roupa feminina de Orleans/SC: Estudo comparativo das técnicas nas lojas Audace e Top Fashion.

Serão analisadas as vitrinas de loja feminina de Orleans, com o intuito de estudar as técnicas adotadas pelos lojistas na hora de produzir a sua vitrina, sendo uma de cada tipo: do segmento popular será TOP FASHION, e a outra de segmentação de classe média, a Loja AUDACE. O objeto de estudo é composto por fotos tiradas das vitrinas no período dos lançamentos de coleções.

As lojas alcançam seus objetivos através dos clientes. No esforço de que as vendas aumentem ou se mantenham, o mercado varejista apresenta formas e técnicas de vitrina que podem atrair os clientes as compras.

A partir disso, o presente trabalho busca comparar duas lojas de segmentos diferentes a fim de identificar se as mesmas seguem as técnicas do vitrinismo.

Especificamente busca-se ainda saber:

As vitrinas estão adequadas ás técnicas de vitrinismo?

Se utilizado, de que forma contribui para atrair o consumidor?

Averiguar a diferença entre as vitrinas.

O que impulsionou a realização deste trabalho foi analisar quais as técnicas de vitrinismo são utilizadas em lojas populares e de classe média, apresentando as características necessárias que o vitrinismo agrega para o segmento ter fundamento, facilitando assim a compreensão de leitura da vitrine para o consumidor, onde torna-se a mercadoria atraente, gerando o desejo do consumo. E também para o lojista no momento da produção da mesma, pois,

2 VITRINA

A vitrina é uma identidade que reflete a loja gerando um objetivo específico que é de atrair o desejo do consumidor. Para Demetresco (2016), a vitrina é uma manifestação discursiva que não se restringe apenas à comunicação; abrange também uma construção textual de um mundo no qual um produto passa a existir por se colocar em relação com os que o percebem.

Diz Demetresco (2016) que é por essa características singular que o discurso-vitrina é, por natureza, persuasivo. Ele é fruto do fazer de um sujeito vitrinista, criador de cenários, cuja função é atrair o olhar de observadores. O trecho abaixo explica:

A vitrina é também uma mídia de informação, pois apresenta um produto para a venda por meio de um diálogo entre o tridimensional, o visual e o sensível articulador de relações várias entre empresa, vitrinista e comprador. Por toda essa abrangência, a leitura de uma vitrina sugere um modo de vida, um uso diferenciado de um produto ou uma nova possibilidade de ver um artigo visual (DEMETRESCO, 2016, p. 18). Nos diz Demetresco (1990) que é mostrar, expor, comunicar visualmente, enfim, foram e ainda são formas de atrair, criando assim um primeiro vínculo entre vendedor e comprador em potencial.

Relatando ainda sobre o conceito de vitrina, esta torna-se como um cartão de visita da loja, ou seja, basicamente um convite. O espaço em si passa a ser unicamente a imagem que representa o tipo da loja, onde deve-se ter um atrativo, estimulando o psicológico do consumidor a desejar a compra de determinado produto (DEMETRESCO, 1990).

Para Morgan (2011), não há dúvidas de que: Quando atraentes e inovadoras, as vitrines podem aumentar as vendas. Elas são a única grande ferramenta de marketing que não envolve custos, além de despesas iniciais, pois as vitrines fazem parte da arquitetura do estabelecimento. Por isso, é aproveitá-las ao máximo (MORGAN, 2011, p. 42).

Sendo assim, para Demetresco (2016), o vitrinista deve retirar o novo, o original, o fantástico entre tantas outras possibilidades de efeitos de sentido que constrói a partir de fatos comuns do seu dia a dia, para criar encenações inusitadas, agradáveis e atraentes e trazê-las para esse cenário.

Ressalta Morgan (2011) que: Uma boa vitrine não só é capaz de atrair consumidores para o interior do estabelecimento como também reforça a imagem de marcada loja. A vitrine pode atuar como ferramenta publicitária e também demonstrar o que pode ser encontrado no estabelecimento (MORGAN, 2011, p. 42). Considerável dizer-se que papel da vitrina vai além de seduzir, na medida em que faz o observador sentir-se no produto exposto, na eterna busca de sua auto imagem identificando-se com o produto e com a loja, e consequentemente com a mensagem passada pela vitrina (AMATO, 2000).

Sobre o desejo de consumo, o trecho abaixo explica um pouco do que isso nos diz respeito:

As construções das vitrinas objetivam a criação de objetos de valor, que são valores de consumo ou valores de verdade, nos quais é possível designar o caráter de verdade ou de falsidade que possui um enunciado, que pode ser reconhecido dentro do programa narrativo, isto é, o valor de base e o valor de uso (DEMETRESCO, 2016, p. 75). Dessa maneira, a vitrina é sempre um simulacro construído por meio de uma composição tridimensional, ou seja:

Geralmente ela é um mundo povoado de miniaturas, e pode-se dizer que esse mundo de ensaios é um real laboratório de imagens, de imagens de imagens. A ideia que o vitrinista tem é a de criar uma vibração eletrizante no passante que observa a vitrina, não só para olhá-la e ver o produto exposto, mas também para que ele tenha a sensação do sonho e da brincadeira, do possível e do realizável, por meio dos quais o observador vai ser direcionado para a compra (DEMETRESCO, 2016, p. 38).

muito interessantes de serem trabalhadas, pois o público precisa ser atraído por um único ângulo, isto é, a partir da rua.

Para Amato (2000), é indicada para lojas grandes, onde, é frequente a elaboração cenográfica, para todos os tipos de produto. Também muito indicada em lojas pequenas onde o produto é caro. É bem protegida, e nas pequenas lojas aceita-se bem a cenografia, comunicando qualidade, segurança, investimento, status, etc. Também protege o cliente de olhares mais curiosos ou especulativos.

Assim para Lourenço (2011), a vitrina é fechada quando apresenta um plano que limita o espaço quanto á sua profundidade, podendo ser uma parede fixa ou móvel. Nesse tipo de vitrina temos a delimitação do espaço tridimensional (altura, largura e profundidade).

2.2.2 Vitrinas Abertas

Diz Morgan (2011) que esse tipo de vitrine não possui parede posterior, mas pode ter paredes laterais. Muitos lojistas preferem esse tipo de vitrine por permitir a visualização do interior do estabelecimento desde o lado de fora. Por isso:

O interior da loja precisa estar sempre cuidadosamente organizado e atraente. A composição desse tipo de vitrine costuma ser mais difícil, pois é vista tanto pelo interior quanto pelo exterior da loja. Ao contrário das vitrines fechadas, as mercadorias mais caras ficam vulneráveis e, portanto, não devem ser expostas nesse tipo de vitrine. Outro aspecto a ser considerado é que as mercadorias expostas nas vitrines abertas podem ser tocadas pelos clientes (MORGAN, 2011, p. 44). Para Lourenço (2011), a vitrina pode ser aberta quando não existem barreiras entre o fundo da vitrina e o interior da loja. Sendo assim é constituído um espaço único para exposição, unindo a vitrina com o interior do estabelecimento comercial e criando uma fusão ou integração entre os espaços.

Diz Amato (2000) que a loja sem vitrina, necessita terem o interior muito bem arrumado e muito bem iluminado. A iluminação forte é o atrativo inicial

desse tipo de loja. A loja é uma vitrina. Geralmente se coloca a poucos metros da entrada um expositor (mesa ou equivalente), mostrando os produtos.

2.2.3 Vitrinas Inclinadas

Para Morgan (2011), esse tipo de vitrine se caracteriza por envolver a esquina de um estabelecimento. Nessas vitrines, os grupos de artigos devem ser dispostos centralizados na esquina. O uso inteligente de agrupamentos de produtos poderá ajudar a conduzir os consumidores por toda a extensão da vitrine em direção à entrada da loja.

2.2.4 Vitrinas Mezanino

Conforme Lourenço (2011), esse tipo de vitrina possibilita ao consumidor ver o que pode ser encontrado no interior da loja ou em sua fachada, ou seja, se a vitrina mezanino for construída junto à fachada da loja, sua exposição deve ser voltada para a cenografia e preferencialmente ser trabalhado o gigantismo, ou seja, a escala de tudo que nela se apresentar deve ser bem maior do que a real, porque é o tipo de vitrina que possui a função de chamar a atenção do transeunte a distância ou mesmo de quem passa de carro pela rua. Nesse caso não é apropriado mostrar produtos que, por causa da altura da vitrina, “se perderão” ao olhar dos possíveis observadores, tornando a exposição sem função.

2.2.5 Vitrinas em projeção

Para Morgan (2011), nesse caso, a porta de entrada do estabelecimento fica recuada em relação a vitrine. Parte da decoração desse tipo de vitrine deve estar orientada frontalmente para despertar a atenção do público e a outra parte de forma lateral para conduzir o consumidor à porta de entrada do estabelecimento.

Segundo Lourenço (2011), as características estéticas das vitrinas devem levar os consumidores a compra, além de captar os transeuntes que passam em frente da vitrina, geralmente distraídos e sem intenção de compra. Para solucionar possíveis enganos que a exposição da vitrina apresente em relação ás expectativas do público-alvo e convertê-la em propulsora do ato voluntário de consumo do cliente em potencial, é necessário que as características estéticas que ela apresenta estejam de acordo com os interesses e as necessidades do seu público. É esse o caminho entre o prazer, o desejo e o impulso da compra.

2.3.1 Vitrina Expositiva

Diz Lourenço (2011), que esse tipo está ligado ao produto exposto e aos respectivos componentes promocionais:

É a vitrina que tira motivo do próprio produto destacando suas qualidades e atrativos, apropriando-se também de expositores e do material promocional que será o reforço e a complementação para que o produto seja valorizado ao máximo. A principal característica da vitrina expositiva cotidiana é, portanto, a exposição do produto no espaço composicional (LOURENÇO, 2011, p. 79). Sendo assim as vitrinas expositivas apenas trabalham o produto, usando-se de auxiliares como por exemplos, manequins e grande quantidade de suportes. Utiliza-se de ações rápidas no intuito de despertar o impulso de compra no consumidor, identificando o estilo da marca.

2.3.2 Vitrina Populares

Para Lourenço (2011), as lojas populares costumam colocar grande volume de produtos nas vitrinas para aproveitar os espaços, o que dificulta a organização composicional. Ainda para Lourenço (2011), nas vitrinas populares as prioridades são o sortimento, a variedade, a quantidade, os preços baixos compatíveis com o poder aquisitivo do público. O mercado varejista popular acredita que, quanto mais expuser, maior será o retorno de vendas.

2.3.3 Vitrina de Prestígio

Para Amato (2000), a vitrina de prestígio é aquela que se faz numa inauguração, num momento especial, numa necessidade mercadológica. É uma mensagem mais elaborada, mais rica em detalhes, feita muito para enobrecer a marca reforçando sua imagem perante o mercado. O produto fica disperso na mensagem de reforço de imagem da marca.

Diz Lourenço (2011) que caracteriza-se por prestigiar uma marca ou produto, sendo, em geral, trabalhada em lojas que comercializam produtos exclusivos:

A vitrina de prestígio pode também estar vinculada a um segmento específico ou conter mensagem institucional na qual o conceito e a idoneidade da empresa e do produto sejam extremamente preservados. É dirigida a uma clientela de alto padrão e agrega valor ao usuário.

2.3.4 Vitrina Figurativa

Para Lourenço (2011), a vitrina figurativa é aquela cuja exposição tira partido de elementos de decoração priorizados na composição. Contribui para a valorização do produto com a intensão de sensibilizar, pelo apelo emocional, o consumidor.

2.3.5 Vitrina Cenográfica

Diz Lourenço (2011) que é a vitrina na qual o espaço é montado com fidelidade seletiva:

Nesse caso ela não retrata fielmente um ambiente, mas parte dele (códigos e símbolos que remetem ao tema ou a um espaço desejado). Esse tipo de vitrina é o utilizado em lojas de home design center’s (home depot) que buscam, por meio de um espaço preestabelecido, mostrar em conjunto a imagem diferenciada de linhas especificas de produtos (LOURENÇO, 2011, p. 83). Para Amato (2000), é uma forma de fazer vitrinas mostrando o produto em meio a uma cena, que por sua vez promove a loja.