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MATERIAL DE ESTUDOS
Tipologia: Notas de estudo
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A escolha do tipo de fundação e demais parâmetros que sejam necessários para o desenvolvimento do projeto devem ser feitas por especialista em solos, através de Parecer Técnico elaborado com base nas características do subsolo obtidas por sondagens do terreno e em função do entorno onde será implantada a Unidade Escolar.
As cotas das faces superiores dos blocos e baldrames, 30 cm abaixo do piso acabado ou de acordo com as determinações do projeto de Hidráulica e Parecer Técnico de solos.
Sempre que possível utilizar largura mínima para vigas baldrames de 20 cm, em função do cobrimento das armaduras.
No caso de piso estruturado em contato com solo, utilizar laje maciça. Para as áreas molhadas, compatibilizar com hidráulica, providenciando rebaixos necessários para passagem das tubulações.
Para estruturas pré-fabricadas de concreto, recomendamos comprimento de embutimento nos cálices dos blocos de fundação de 2 vezes a maior dimensão do pilar ou utilização de ranhuras nas paredes do pilar / cálice, permitindo a redução do comprimento conforme norma ABNT – NBR 9062. Prever mais 3 cm para regularização.
As paredes do cálice acima do corpo do bloco devem ter no mínimo 15 cm de espessura. Ver ANEXO 01.
Adotar o mesmo RN utilizado para o levantamento topográfico e o projeto de arquitetura.
Tipos utilizados: sapatas isoladas, sapatas corridas e radier.
Deverão ser dimensionadas em função das tensões máximas a serem aplicadas ao solo, constantes no Parecer Técnico de solos.
As cotas de assentamento previstas no parecer devem ser confirmadas em obra por engenheiro especialista em solos e fundações.
Tipos utilizados: Brocas de concreto (ficha de serviço S1) Estaca escavada mecanicamente (ficha de serviço S2) Estaca “de reação” – para recuperação estrutura (ficha de serviço S3) Estaca Strauss (ficha de serviço S4) Estaca pré-moldada de concreto (ficha de serviço S5) Tubulão a céu aberto (ficha de serviço S6) Estaca raiz (ficha de serviço S7) Estaca tipo Hélice contínua (ficha de serviço S8)
Para fundações em estacas ou brocas, os blocos de coroamento deverão estar travados em duas direções, exceto para apoio de baldrames (“quebra de vãos”).
Cargas permanentes a serem consideradas
acabamentos de piso, conforme definidos no projeto arquitetônico; impermeabilizações, conforme projeto próprio; alvenarias, conforme definidas no projeto arquitetônico; isolamento acústico e piso das quadras, conforme projeto arquitetônico e Componente FDE QE 28 / QE 31 - ver detalhes no ANEXO 06. concreto armado = 25 KN/m³ (250kg/m³) revestimento de piso = conforme material especificado em projeto
paredes/ tipo com revestimento
(kg/m²)
sem revestimento
(kg/m²)
tijolo barro comum (um tijolo) 411,0 351,
tijolo barro comum (½ tijolo) 245,4 185,
tijolo cerâmico 8 furos (um tijolo) 240,2 180,
tijolo cerâmico 8 furos (1/2 tijolo) 150,2 90,
tijolo laminado (1/2 tijolo) 186,0 156,
bloco de concreto (9x19x39 cm) 170,5 125,
bloco de concreto (14x19x39cm) 203,5 158,
bloco de concreto (19x19x39cm) 245,0 200,
bloco cerâmico (9x19x39cm) 114,5 84,
bloco cerâmico (14x19x39cm) 139,7 109,
bloco cerâmico (19x19x39cm) 172,5 142,
bloco cerâmico (11,5x19x39cm) 126,0 96,
Foram consideradas as seguintes argamassas de revestimento: tijolo comum: chapisco, emboço, reboco (60 kg/m2); tijolo cerâmico: chapisco, emboço, reboco (60 kg/m2); tijolo laminado: chapisco, emboço, reboco (30 kg/m2, para apenas 1 face); bloco de concreto: emboço e reboco (45 kg/m2); bloco cerâmico: chapisco, emboço, reboco (30 kg/m2, para apenas 1 face).
Pesos das argamassas, para cada face de parede: chapisco: 7,5 kg/m emboço: 15 kg/m reboco: 7,5 kg/m
Cargas acidentais a serem consideradas
Vento: Conforme NBR 6123 Sobrecargas:
Almoxarifado, depósito pedagógico, despensa da cozinha, quadra de esportes, sala de leitura e sala de uso múltiplo
q = 5 KN/m² (500 kgf/m²)
Galpão, refeitório, despensa da cantina, depósito de educação física
q = 4 KN/m² (400 kgf/m²)
Sala de aula e reforço, depósito de material de limpeza, circulações, cozinha e grêmio
q = 3 KN/m² (300 kgf/m²)
Ambientes administrativos, zeladoria, cantina, sanitários e vestiários q = 2 KN/m² (200 kgf/m²) Coberturas q = 0,5 KN/m² (50 kgf/m²)
Valores mínimos a serem adotados para a resistência característica à compressão – fck: no litoral: 30 Mpa (C30) em região urbana e rural: 25 Mpa (C25) em pólos industriais: 30 Mpa (C30) Verificar NBR-6118, em função da classe de agressividade ambiental
Qualquer concreto com resistência inferior a 20 MPa não será considerado estrutural, devendo atender às condições específicas para as aplicações correspondentes (pisos, lastros, etc.)
Consumo mínimo de cimento: 350 kg de cimento / m3 de concreto preparado em obra ou grout 300 kg de cimento / m3 de concreto dosado em central
Fator água / cimento máximo: 0,60 l / kg para concreto preparado em obra ou dosado em central (>= C25)
Tipos de Aço utilizados: Aço CA-50 (barras) Aço CA-60 (telas e barras)
COBRIMENTOS MÍNIMOS DAS ARMADURAS
em região urbana e rural: Infra-estrutura C 3,0 cm Super-estrutura: Laje C 2,0 cm Viga / Pilar C 2,5 cm
em pólos industriais e litoral: Infra-estrutura C 3,0 cm (em meio fortemente agressivo C 4,0 cm) Super-estrutura: Laje C 2,5 cm Viga / Pilar C 3,0 cm
em meios fortemente agressivos: Infra-estrutura C 4,0 cm Super-estrutura: Laje C 3,5 cm Viga / Pilar C 4,0 cm
Foram consideradas as seguintes argamassas de revestimento: tijolo comum: chapisco, emboço, reboco (60 kg/m2); tijolo cerâmico: chapisco, emboço, reboco (60 kg/m2); tijolo laminado: chapisco, emboço, reboco (30 kg/m2, para apenas 1 face); bloco de concreto: emboço e reboco (45 kg/m2); bloco cerâmico: chapisco, emboço, reboco (30 kg/m2, para apenas 1 face).
Pesos das argamassas, para cada face de parede: chapisco: 7,5 kg/m emboço: 15 kg/m reboco: 7,5 kg/m
Cargas acidentais a serem consideradas:
vento: Conforme NBR 6123 efeitos de variações volumétricas sobrecargas:
Almoxarifado, depósito pedagógico, despensa da cozinha, quadra de esportes, sala de leitura e sala de uso múltiplo
q = 5 KN/m² (500kgf/m²)
Galpão, refeitório, despensa da cantina, depósito de educação física
q = 4 KN/m² (400 kgf/m²)
Sala de aula e reforço, depósito de material de limpeza, circulações, cozinha e grêmio
q = 3 KN/m² (300 kgf/m²)
Ambientes administrativos, zeladoria, cantina, sanitários e vestiários
q = 2 KN/m² (200 kgf/m²)
Coberturas q = 0,5 KN/m² (50 kgf/m²)
fck 40 MPa, Ecs 30 GPa fckj 25 MPa (peças protendidas), Ecs 23,8 GPa fckj 15 MPa (peças armadas), Ecs 18,4 GPa
fck 25 MPa, Ecs 23,8 GPa fckj 15 MPa, Ecs 18,4 GPa
Aço CP-175 RB ou CP-190 RB
Aço CA-50 (barras) Aço CA-60 (telas)
Peças embutidas, não aparentes: Aços NBR 7007 – MR250 (ASTM A36) Peças embutidas, aparentes: Aços resistentes à oxidação, tipo o NBR 5008 – CGR 400 (ASTM – A242) o NBR 7007 – AR350 COR (ASTM – A588) o e equivalentes de igual desempenho técnico
Luvas de aço rosqueadas, cilíndricas, tipo direita/esquerda, para emendas de barras de aço, com resistência compatível à da barra a ser emendada.
Cobrimentos das armaduras para obras em cidades não litorâneas:
C 2,5 cm (vigas e pilares) C 2,0 cm (lajes alveolares)
Cobrimentos das armaduras para obras em pólos industriais e litoral:
C 3,0 cm (vigas e pilares) C 2,5 cm (lajes alveolares)
Cobrimentos das armaduras para obras em meios fortemente agressivos:
C 3,5 cm (vigas e pilares) C 4,0 cm (lajes alveolares)
Pilares / blocos de fundação:
Engastamento através de embutimento do pilar em cálice deixado no bloco de fundação.
Concreto de enchimento com fck >= 25 MPa ou graute.
Vigas apoio de piso e vigas de travamento / pilares:
Devem ser garantidas ligações solidarizadas:
ao nível da laje com luvas embutidas nos pilares e /ou furos passantes nos pilares intermediários, preenchidos com grout para garantir total aderência.
Estas Especificações têm como objetivo definir as condições mínimas exigíveis para o projeto das estruturas em aço.
Para as edificações devem ser projetadas estruturas mistas, com interação completa concreto x aço através de conectores fixados nas vigas metálicas.
Evitar especificações de perfis fechados ou compostos que dificultem a manutenção de algumas de suas faces; no caso de utilização, especificar os perfis compostos com afastamento mínimo de 2cm entre as faces.
É vedado o uso de treliça de aço redondo.
Indicar no projeto, nas conexões por atrito, que as áreas cobertas por parafusos não devem ser pintadas, devendo, além disso, estar isentas de graxa, óleo, irregularidades e escamas de laminação.
Considerar a ancoragem das colunas nas fundações por meio de chumbadores rosqueados ancorados em barras de espera concretadas nas cavas dos blocos.
Projetar as terças como vigas isostáticas, não se admitindo a concepção de terças atirantadas; considerar, quando existentes, as sobrecargas do forro e de luminárias.
As lajes serão do tipo pré-fabricada pré-laje treliçada nervurada em ambas as direções (ficha de serviço S11), com as espessuras definidas no projeto executivo, vencendo vãos de 7,20x7,20m e/ou 7,20x10,80m.
Deverão ser previstas mesas de compressão junto aos apoios com dimensões mínimas de 800mm. Ver detalhes no ANEXO 08
Cargas permanentes a serem consideradas:
Peso próprio do concreto= 25 KN/m³ (250kg/m³) Peso próprio dos perfis de aço; Capeamento 5 cm; Acabamentos de piso, conforme definidos no projeto arquitetônico; Impermeabilizações, conforme projeto próprio; Alvenarias, conforme definidas no projeto arquitetônico e pesos específicos indicados em 3. isolamento acústico e piso das quadras, conforme projeto arquitetônico e Componente FDE QE 28 ou FDE QE 31. Ver detalhes no ANEXO 06. caixilhos = 1 KN/m² (100kg/m²) forro e de luminárias = conforme projeto arquitetônico
Cargas acidentais a serem consideradas:
Vento: Conforme NBR 6123
Efeitos de variações volumétricas Sobrecargas:
Almoxarifado, depósito pedagógico, despensa da cozinha, quadra de esportes, sala de leitura e sala de uso múltiplo
q = 5 KN/m² (500 kgf/m²)
Galpão, refeitório, despensa da cantina, depósito de educação física
q = 4 KN/m² (400 kgf/m²)
Sala de aula e reforço, depósito de material de limpeza, circulações, cozinha e grêmio
q = 3 KN/m² (300 kgf/m²)
Ambientes administrativos, zeladoria, cantina, sanitários e vestiários
q = 2 KN/m² (200 kgf/m²)
Coberturas q = 0,5 KN/m² (50 kgf/m²)
Valores mínimos a serem adotados para a resistência característica à compressão – fck:
Qualquer concreto com resistência inferior a 20 MPa não será considerado estrutural, devendo atender às condições específicas para as aplicações correspondentes (pisos, lastros, etc.)
Consumo mínimo de cimento:
Fator água / cimento máximo: 0,60 l / kg para concreto preparado em obra ou dosado em central (>= C25)
Especificar perfis usuais fabricados pelas siderúrgicas brasileiras.
Perfis e chapas:
Conforme as normas relacionadas na ficha de serviço S1.
Chumbadores:
Aço ASTM– A–36 ou SAE 1020 (galvanizado e pintado)
Parafusos para ligações principais:
Aço ASTM– A–325 para ligações principais; Aço ASTM- A- 307 para ligações secundárias;
O projeto / dimensionamento da proteção passiva das estruturas metálicas, deverá ser de acordo com a Norma ABNT – NBR-14432/2000, Decreto Estadual nº 476 de 31/08/2001 e Instruções Técnicas do Corpo de Bombeiros de São Paulo (ver fichas de serviço S5-02 a S5- 06).
Estas Especificações têm como objetivo definir as condições mínimas exigíveis para o projeto das estruturas em madeira.
Utilizações mais correntes: estruturas da cobertura de passarelas de ligação entre blocos e estruturas de telhados.
No caso de coberturas em telhas de barro, reforçar as terças de 6cm x 16cm, para vão de 3,60m.
peso próprio conforme tipo de madeira utilizada telhas conforme projeto arquitetônico e pesos específicos indicados pelo fabricante. forros e luminárias conforme projeto arquitetônico
vento: (conforme NBR 6123) montagem distribuída: 25 kgf/m^2 (0,25kN/m^2 ) montagem concentrada em qualquer posição: 100 kgf (0,1kN)
Ver ficha de serviço S1.
Indicar no projeto que as peças de madeira devem ser isentas dos seguintes defeitos correntes:
Em regiões de atmosfera agressiva (litoral e outras) evitar cobre-juntas em metal e parafusos. Ver ficha de serviço S1.
O anteprojeto de estrutura deve ser desenvolvido a partir do anteprojeto de arquitetura e do levantamento topográfico da área referente à Unidade escolar. Considerar soluções para possíveis interferências com estrutura existente e/ou configurações especiais do terreno.
Deve abranger, além da Implantação no terreno, locação e dimensão de todas as peças estruturais correspondentes às edificações apresentadas na arquitetura.
Somente após a análise e liberação (com ressalvas ou total) do anteprojeto pelos técnicos da FDE, poderão ser iniciados os trabalhos referentes à fase seguinte: projeto executivo.
Quando houver área contígua disponível para ampliação, prever nas extremidades blocos rebaixados, com previsão de cargas e alojamento para pilares futuros.
Devem seguir a ordem:
Locação das fundações escala 1:100, 1:75 ou 1: Fôrmas das fundações escala 1: Fôrmas dos Pavimentos escala 1: Fôrmas da Cobertura escala 1: Fôrmas dos Muros de Arrimo e estruturas adicionais escala apropriada
Os produtos gráficos devem conter as informações descritas a seguir:
LOCAÇÃO DAS FUNDAÇÕES O tipo de fundação deve ser definido através de Parecer Técnico emitido por especialista em solos, com base nos resultados de sondagens do terreno.
A locação deve ser elaborada em relação aos eixos, compatíveis com o projeto de Arquitetura.
Para as fundações em sapatas e tubulões, indicar as cargas atuantes, a tensão máxima admissível no solo e cotas de assentamento.
Para as fundações em estacas e brocas, indicar as cargas atuantes, tipo, dimensões, capacidades, quantidades e cotas de arrasamento. As unidades devem ser numeradas e diferenciadas em função do tipo e da capacidade.
FÔRMAS DAS FUNDAÇÕES Apresentar as Fôrmas – Plantas, Cortes e Elevações - com todas as peças estruturais: vigas baldrames, blocos de coroamento ou sapatas, piso estruturado se houver, com as respectivas nomenclaturas, dimensões e níveis.
Os eixos indicados nas Fôrmas devem estar compatíveis com o Projeto de Arquitetura.
Apresentar detalhe ampliado, planta e elevação, dos blocos de coroamento ou sapatas, indicando dimensões e quantidades.
O projeto executivo deve ser desenvolvido considerando-se as observações mencionadas pela FDE quando do anteprojeto.
Deve conter todas as informações necessárias para o perfeito entendimento do Projeto e execução da obra.
Em todos os projetos estruturais de concreto, devem constar na 1ª. Folha, os volumes de concreto da infra e super estrutura e respectivos peso de aço.
Devem seguir a ordem:
Locação das fundações e pilares escala 1:100, 1:75 ou 1: Fôrmas das fundações escala 1: Fôrmas dos Pavimentos escala 1: Fôrmas da Cobertura escala 1: Fôrmas e Armações da escada escala 1:20; 1:25; 1: Fôrmas dos Muros de Arrimo e estruturas adicionais escala apropriada Armação das Fundações escala 1:20 e 1: Armação dos Pilares escala 1:20 e 1: Armação dos Pavimentos escala 1:20 e 1: Armação da Cobertura escala 1:20 e 1: Armação dos Muros de arrimo e estruturas especiais escala 1:20 e 1:
Memória de Cálculo
As escalas dos desenhos podem ser alteradas, desde que atendam a boa apresentação do projeto e os coordenadores estejam de acordo.
Todos os desenhos deverão ser feitos seguindo-se rigorosamente os itens constantes nas “Normas de Apresentação de Projetos em Sistema Digital”.
Os produtos gráficos devem conter as informações discriminadas a seguir:
Devem conter todas as informações já aprovadas no anteprojeto. Para tubulões, brocas e estacas, apresentar corte genérico com armações.
Devem conter todas as informações já aprovado no anteprojeto, acrescentando maiores detalhes onde necessário.
Devem conter todas as informações já aprovadas no anteprojeto, acrescentando detalhes executivos onde necessários, tais como:
Devem conter todas as informações já aprovadas no anteprojeto, acrescentando detalhes específicos que sejam necessários.
ESTRUTURAS COMPLEMENTARES - METÁLICAS / MADEIRA (TELHADOS, ESCADAS, BRISES) Para as estruturas complementares, conter todas as informações já aprovadas no anteprojeto, acrescentando detalhes específicos que sejam necessários, tais como fixações.
ARMAÇÕES: FUNDAÇÕES, PAVIMENTOS, COBERTURAS E ARRIMOS / CONTENÇÕES
Detalhar a armação de todas as peças estruturais, denominando-as conforme as fôrmas. Desenhar o gabarito das peças com esquema e indicação de todas as armaduras. Representar as vigas com indicação dos eixos ou nomes dos apoios. Nas armaduras dos pilares, incluir armadura para SPDA (sistema de proteção contra descargas atmosféricas), conforme projeto de Elétrica. Indicar o tipo de aço utilizado e cobrimentos das armaduras. Listagem de ferros por folha. Indicar separadamente os resumos de ferro referentes à infraestrutura e à superestrutura. Indicar apenas as quantidades reais de material empregado, não considerando as perdas.
MEMÓRIA DE CÁLCULO
A Memória de cálculo deverá estar completa, com clareza de apresentação e devidamente organizada, incluindo:
A FDE executará a análise dos produtos gráficos, verificando se todos os documentos foram entregues, na forma exigida e estejam compatíveis com todas as áreas técnicas pertinentes.
A qualquer momento durante o andamento do projeto, a FDE poderá solicitar alterações que resultem em melhorias técnicas e / ou econômicas.
Durante o andamento da obra, a FDE poderá solicitar ao responsável técnico esclarecimentos ou complementações do projeto que se fizerem necessários.