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Técnico em edificações - estruturas de concreto, Notas de estudo de Engenharia Civil

MATERIAL DE ESTUDOS

Tipologia: Notas de estudo

2015

Compartilhado em 23/01/2015

Salome_di_Bahia
Salome_di_Bahia 🇧🇷

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FAETEC – Escola Técnica Estadual João Luiz do Nascimento
ESTRUTURA DE CONCRETO – TURMA EDSB31 – 2014 – TURNO: NOITE
Professor: Engº Leandro Nunes Siqueira
PREPARO, RECEBIMENTO, TRANSPORTE, LANÇAMENTO, ADENSAMENTO E CURA DO CONCRETO
CONCRETAGEM
É o ato de preparar/pedir (o concreto), receber, adensar, fazer o acabamento e cura da peça
estrutural.
Etapas da concretagem:
Pedido ou preparo
Recebimento
Transporte
PROCEDIMENTOS NA CONCRETAGEM
Lançamento
Adensamento
Acabamento
Cura
PEDIDO OU PREPARO DO CONCRETO
É uma série de operações executadas de modo a obter um produto endurecido com
propriedades especícas detalhadas em um projeto.
As propriedades do concreto dependem dos materiais e suas proporções concreto fresco
como no concreto endurecido.
Feito na obra ou comprado de empresas especializadas em fabricar concreto. Preparado
manualmente ou mecanicamente.
Mistura manual
Ulizada em serviços de pequeno porte, pequenas quandades de materiais.
A mistura é feita com pás ou enxadas.
O processo é iniciado pela mistura dos agregados graúdos + areia e cimento.
Homogeneizada a mistura aspecto visual se faz a adição da água de maneira gradual.
Estas operações devem ser feitas em caixas de madeira previamente molhadas, sobre
chapas metálicas ou pisos de concreto ou cimento.
Cuidado especial deve ocorrer com a adição de água visto que a diculdade de se fazer a
mistura provoca uma tentava de aumento no volume de água para facilitar o processo,
alterando assim o fator água/cimento.
Mistura mecânica
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FAETEC – Escola Técnica Estadual João Luiz do Nascimento ESTRUTURA DE CONCRETO – TURMA EDSB31 – 2014 – TURNO: NOITE

Professor: Engº Leandro Nunes Siqueira

PREPARO, RECEBIMENTO, TRANSPORTE, LANÇAMENTO, ADENSAMENTO E CURA DO CONCRETO

  • CONCRETAGEM
    • É o ato de preparar/pedir (o concreto), receber, adensar, fazer o acabamento e cura da peça estrutural.
    • Etapas da concretagem:
    • Pedido ou preparo
    • Recebimento
    • Transporte
    • PROCEDIMENTOS NA CONCRETAGEM
    • Lançamento
    • Adensamento
    • Acabamento
    • Cura

• PEDIDO OU PREPARO DO CONCRETO

  • É uma série de operações executadas de modo a obter um produto endurecido com propriedades específicas detalhadas em um projeto.
  • As propriedades do concreto dependem dos materiais e suas proporções concreto fresco como no concreto endurecido.
  • Feito na obra ou comprado de empresas especializadas em fabricar concreto. Preparado manualmente ou mecanicamente.
  • Mistura manual
  • U�lizada em serviços de pequeno porte, pequenas quan�dades de materiais.
  • A mistura é feita com pás ou enxadas.
  • O processo é iniciado pela mistura dos agregados graúdos + areia e cimento.
  • Homogeneizada a mistura aspecto visual se faz a adição da água de maneira gradual.
  • Estas operações devem ser feitas em caixas de madeira previamente molhadas, sobre chapas metálicas ou pisos de concreto ou cimento.
  • Cuidado especial deve ocorrer com a adição de água visto que a dificuldade de se fazer a mistura provoca uma tenta�va de aumento no volume de água para facilitar o processo, alterando assim o fator água/cimento.
  • Mistura mecânica
  • Feita em betoneira, que proporciona a mistura por tombamento do material. A máquina gira em tomo de um eixo e o material é misturado por aletas internas. Existem betoneiras de eixo inclinado, ver�cal e de eixo em espiral como os caminhões betoneira
  • Operação de grande importância > homogeneidade do concreto e seu desempenho, principalmente com relação à resistência mecânica, podendo influenciar sobre a durabilidade.
  • O início do processo de mistura > materiais são colocados na betoneira, com uma correta ordem de carregamento. Assim, melhor será a mistura ou menor será o tempo demandado para esse fim.
  • A betoneira normalmente empregada em obra é, segundo classificação de Petrucci (1998), intermitente, de gravidade e eixo Inclinado.
  • As tradicionais betoneiras de tambor com maior capacidade podem ser fornecidas com carregador, que consiste em uma caçamba dosadora despeja os materiais no interior da betoneira.
  • Essas betoneiras impõem um movimento circular aos materiais, com tendência à formação de pelotas quanto menor o volume de material em mistura e quanto mais seco o concreto.
  • Na maioria dos casos em que o concreto produzido tem uma plas�cidade (slump > 8 cm), a tendência com a con�nuidade do processo de mistura é que ocorra o desmanche de qualquer grumo que tenha sido formado.
  • Betoneiras não providas de caçamba de carregamento
  • Deve ser man�da uma ordem de carregamento que minimize a formação dessas pelotas, conforme sugerido a seguir:
  • em primeiro lugar , deve ser colocado no tambor o agregado graúdo com a maior parte da água de amassamento, para re�rar qualquer material que tenha ficado aderido às pás ou à própria super�cie interna da cuba;
  • em segundo lugar, deve ser colocado o cimento para que os grãos do agregado graúdo possam agir como corpos moedores, numa analogia com moinhos de bolas, desfazendo qualquer aglomeração de cimento e permi�ndo seu contato com a água;
  • por fim, é introduzido o agregado miúdo na betoneira, quando Betoneiras não providas de caçamba de carregamento também é colocado o restante da água.
  • Betoneiras com carregador
  • É aconselhável colocar os materiais na seguinte ordem:
  • 100% dos agregados graúdos, 100% do cimento e 100% dos agregados miúdos, formando um sanduíche de cimento para impedir que este voe pelo vento e a água adicionada ao tambor.
  • Recebimento
  • A realização do slump test é importante para verificar a consistência do concreto, ou seja, se a quan�dade de água existente é compa�vel com as especificações.
  • Neste ensaio, colocamos uma massa de concreto dentro de uma fôrma tronco-cônica, em 3 camadas igualmente adensadas, cada uma com 25 golpes. Re�ramos o molde lentamente, levantando-o ver�calmente e medimos a entre a altura do molde e a altura da massa de concreto depois de assentada.
  • Transporte dentro da obra
  • A ABNT NBR 14931:2004 recomenda que o intervalo transcorrido entre o instante em que a água de amassamento entra em contato com o cimento e o final da concretagem não ultrapasse 2 horas e 30 minutos, salvo condições específicas ou influências de condições climá�cas ou de composições do concreto.
  • Se a temperatura ambiente for elevada, ou apresentar condições que contribuam para acelerar a pega do concreto esse intervalo deve ser menor, a não ser que sejam u�lizados adi�vos retardadores de pega.
  • Sempre que for possível, o sistema de transporte deve possibilitar que o concreto seja lançado diretamente nas formas, evitando o emprego de depósitos intermediários.
  • Quando não há equipamentos misturadores, o concreto deve ser transportado no percurso entre produção e o local de lançamento > evitar segregação e perda de umidade.
  • Betoneira > transporte após a descarga do concreto pela betoneira.
  • Transporte manual: caixas ou padiolas com peso máx. de 70 kg 2 pessoas.
  • São também usados baldes que podem ser içados por cordas facilitando o transporte ver�cal > Produção muito baixa, para obras pequenas.
  • Transporte em carrinhos e jericas
  • Existem diversos �pos *. Deve-se ter caminhos sem rampas acentuadas.
  • Os equipamentos de transp. horizontal, deverão ter pneus minimizar efeitos de vibração e evitar segregação e perda do material
  • Transporte horizontal do concreto também pode ser realizado por carrinhos motorizados ou minitratores transportadores (dumpersdistâncias < 300 m).
  • Transporte ver�cal (> altura) deve ser efetuado por elevadores, guinchos, ou caçamba e grua. O transporte inclinado pode ser realizado por calhas, esteiras rolantes ou sistema similar.
  • Transporte com gruas, caçambas e guindastes
  • São caçambas especiais para concreto com descarga de fundo acionadas hidraulicamente. Estas caçambas são transportadas por gruas ou guindastes e o tempo de aplicação depende da carga, transporte e descarga. Um dos limitadores é a capacidade da grua tanto na altura como na carga.
  • Transporte por esteiras
  • É feito pelo deslocamento de esteiras sobre roletes transportado à diversas distâncias. As esteiras ar�culáveis permitem o transporte para diversos pontos.
  • Podem ser inclinadas com ângulos pouco inclinados. Na descarga deve haver um aparador para evitar a perda de material assim como um funil que permite uma remistura dos agregados.
  • Cuidados com relação velocidade permite um maior contato com o ar aumentando assim a evaporação. A Temperatura ambiente pode afetar a qualidade do concreto transportado.
  • Bombeamento
  • Transporte por meio de tubulações sob efeito de algum �po de pressão que pode ser por ar comprimido, tubos deformáveis (sistema + demorado) ou pistão (sistema + u�lizado). As maneiras mais eficientes são a primeira e a úl�ma.
  • O sistema por ar comprimido tem uma perda significa�va nas juntas das tubulações o que pode afetar a produ�vidade.
  • Cuidados na execução do concreto: diâmetro do agregado não deve ser maior que 1/3 do diâmetro do tubo.
  • O concreto deve ter slump de 8 a 10 cm com no mínimo 60% de argamassa.
  • O concreto desloca-se dentro da tubulação de forma constante, devendo haver uma película lubrificante entre a tubulação e a massa, que é ob�da com a introdução na tubulação de uma nata de cimento antes do início da concretagem.
  • Lançamento
  • • Colocação do concreto nas fôrmas Implica em três operações fundamentais:

I) Preparação das formas

  • Fôrmas resistentes (pressão do concreto)

  • limpas

  • estanques

  • saturadas com água (plas�ficada ou impermeabilizada)

II) Colocação do material transportado no local de aplicação

  • Evitar segregação
  • Plano de início e término
  • Cuidados em locais de altas taxas de armadura

III) Maneiras de colocação

  • Para receber adensamento (compactação)
  • Espessura das camadas
  • O principal cuidado é evitar que o material se separe. Logo:
  • Deve-se evitar o arrasto a distâncias muito grandes para não provocar a perda de materiais durante o arrasto.
  • Evitar o lançamento de grandes alturas também p/evitar a segregação.

*arrasto é a força que faz resistência ao movimento de um objeto sólido através de um fluido (líquido).

  • Tempo de Lançamento
  • O agregado graúdo vai chegar primeiro à super�cie, encontrará uma camada de argamassa, que o absorverá, evitando a formação do defeito “ninho de pedra”, que é cons�tuído de agregado com pouca ou nenhuma argamassa para ligá-lo, formando o concreto.
  • quando ocorrem os “ninhos de agregados” deve-se recuperar o concreto, recompondo a peça com as mesmas caracterís�cas e propriedades do concreto original.
  • Plano de concretagem
  • A ABNT NBR 14931:2004 recomenda que, no PC, seja prevista a relação entre as operações de lançamento e adensamento, sendo a concretagem executada em altura suficientemente alta para evitar a formação de juntas frias, e baixa o necessário para evitar sobrecarga no sistema de fôrmas e escoramento.
  • Deve ser elaborado a par�r do volume a ser concretado e da capacidade de produção do equipamento disponível.
  • Considerando o volume de concreto que pode ser produzido em uma jornada de trabalho e a capacidade da equipe em lançar, adensar e dar acabamento desejado às peças concretadas, poderão ser dimensionadas as etapas de concretagem e estabelecidas as paradas programadas.
  • Em sistemas de fôrmas suficientemente rígidos, as interrupções de concretagem podem não apresentar riscos à segurança. No entanto, se houver mais de uma etapa de concretagem, a interrupção deverá ser procedida de maneira que sempre as peças sejam completadas.
  • Thomaz (2005) > planejamento e projeto da produção de concreto, baseado no fornecimento do concreto, �pos de fôrmas e cimbramentos, armaduras e a forma de transporte do concreto.
  • É necessário intenso planejamento das operações de concretagem e deve-se considerar:
  • Caso haja previsão para concretagens no período noturno, não deve ser esquecido o sistema de iluminação;
  • Devem ser verificadas as condições de vizinhança e a legislação vigente quanto aos serviços ruidosos;
  • Deve-se garan�r que as equipes sejam suficientes e o provimento de todos os recursos operacionais (água, energia, vibradores, pás, enxadas, réguas, etc.),
  • Deve-se priorizar ou reservar unicamente para a concretagem os equipamentos necessários para o transporte do concreto;
  • Deve-se estabelecer um plano alterna�vo caso venha a ocorrer falta de energia ou falha mecânica dos equipamentos,
  • Devem-se considerar questões de segurança do trabalho, protegendo convenientemente áreas de concretagem em pavimentos altos, etc.
  • A interrupção da concretagem e consequente formação de “junta fria” (junta de concretagem) deve ocorrer em locais previstos no projeto estrutural, nas seções com menores esforços de cisalhamento.
  • A ABNT NBR 14931:2003 recomenda algumas precauções para garan�r a ligação do concreto novo ao concreto já endurecido:
  • O concreto deve ser bem adensado até a super�cie da junta, onde se u�liza fôrmas temporárias, �po “pente” no local da interrupção;
  • Antes de iniciar a nova concretagem, deve-se remover a nata de cimento e limpar a super�cie da junta, re�rando todos os detritos;
  • A nata superficial pode ser removida imediatamente após o fim de pega do concreto com água sob pressão (“corte verde”) - se não for possível, para a obtenção da aderência entre o concreto existente e a camada a ser lançada, deve-se apicoar a super�cie da junta, deixando o agregado graúdo aparente;
  • Na retomada da concretagem, deve-se lavar a super�cie com jato de água sob pressão;
  • Deve-se aplicar argamassa sobre a super�cie do concreto com a mesma composição da argamassa do concreto, a fim de evitar a formação de vazios;
  • Lançar o concreto novo, adensar novamente.
  • Plano de concretagem
  • Todas as concretagens devem ser precedidas de um estudo, unindo:
  • Calculista da estrutura e Proje�sta (arquitetônico)
  • Engenheiro executor e Engenheiro Tecnologista de concreto e aço – comportamento dos materiais
  • Este estudo conjunto estabelecerá o PC, prazos e planos de re�rada das fôrmas, colocação de ferragem adicional nos locais de paragem forçada da concretagem na estrutura baseando-se em duas condições:

Esté�ca (arquitetônica) e Estrutural (resistência)

  • Esté�ca : alcançar os obje�vos esté�cos.

Ex: concreto aparente.

  • Estrutural : cuidados com a união entre o concreto velho e o novo, e com armaduras para absorver tensões extras que possam aparecer.
  • Neste Plano de Concretagem devem ser definidos:
  • Equipamentos (betoneira, vibradores, etc.)
  • Materiais componentes do concreto
  • Início e término da concretagem (tempo e local)
  • Pessoal
  • Prazos e planos de re�rada de fôrmas e escoramento
  • Emendas
  • Quando se pretende concretar um pavimento deve-se concretar antes os pilares até o nível do fundo das vigas, e em seguida colocar as armaduras de vigas e lajes, para prosseguir a concretagem:
  • elimina-se, assim, falhas nos pilares;
  • alta taxa de armadura;
  • O adensamento deve ser realizado criteriosamente para que não ocorra a segregação dos materiais ou a formação de ninhos, evitando a vibração da armadura e consequentes prejuízos na aderência do concreto ao aço.
  • A ABNT NBR 14931:2004 recomenda que se estabeleça a altura das camadas de lançamento do concreto e o processo mais adequado de adensamento. Em peças com elevada densidade de armadura, atenção especial deve ser dada ao processo de adensamento para que o concreto seja adequadamente distribuído em todo o volume da peça.
  • Adensamento manual
  • Pode ser feito com peças de madeira ou barras de aço que atuam como soquete e empurram o concreto para baixo expulsando o ar incorporado e eliminando os vazios.
  • Um cuidado especial se dá no enchimento de peças de grande altura como pilares e cor�nas. Nestes casos se deve acompanhar o enchimento com ba�das de martelo na fôrma de modo a escutar onde possam ter ficado espaços vazios. É um processo que só deve ser usado em casos de emergência ou em locais de pouca importância devido à dificuldade de um correto acabamento.
  • Adensamento mecânico
  • É o processo com vibradores que são imersos na massa de concreto espalhando-o.
  • A agulha é uma peça metálica fixada na extremidade de uma mangueira flexível, dentro da qual gira um eixo ligado à uma ponteira de aço dentro da agulha provocando a vibração.
  • Os vibradores têm um raio de ação, ou seja, ele só provoca o adensamento com eficiência se agir em camadas subseqüentes e adjacentes. . Tipos de vibradores
  • Além da plas�cidade do concreto, a eficácia de um vibrador está condicionada também pela massa de concreto a ser adensada e pelas dimensões da peça. A mais baixa frequência e a maior amplitude determinam agulhas, no caso de vibradores de imersão, de maior diâmetro. A alta frequência e a menor amplitude > agulhas de menor diâmetro, condicionando o emprego de cada �po de vibrador às dimensões das fôrmas a serem preenchidas.
  • De uma maneira geral vibradores de alta frequência podem ser empregados para o adensamento de qualquer �po de concreto.
  • Concretos preparados com mais elevados teores de argamassa e com agregados graúdos de pequenas dimensões (“brita 0” de dim. máx. carac. de 9,5 mm), são empregados em fábricas de artefatos de cimento assim como tubos, peças para pavimentação e blocos para alvenaria, ou peças pré-moldadas por extrusão como lajes do �po “Roth”, em que o concreto adequado é extremamente seco, deverão ser necessariamente adensados a par�r de fontes de alta frequência e pequena amplitude.
  • Nesse �po de concreto, são usados vibradores externos, mesas vibratórias ou vibradores de super�cie que promovem a fluidificação do concreto a par�r da matriz de argamassa.
  • Vibradores de imersão
  • Composto por três partes dis�ntas: a fonte de energia (pneumá�ca, motor elétrico ou a gasolina), a agulha vibrante (cabeça) e a mangueira.
  • NBR 14931: 2004: espessura da camada de concreto a ser adensada com vibradores de imersão deve ser igual a 3/4 do comprimento da agulha, sempre considerando que o vibrador deve penetrar em torno de 10 cm na camada subjacente de concreto.
  • Cuidados a serem observados:
  • u�lizar o vibrador de preferência na posição ver�cal;
  • vibrar o maior número possível de pontos ao longo da peça, promovendo um adensamento uniforme de toda a massa de concreto, com atenção aos cantos e arestas para evitar a formação de vazios;
  • introduzir e re�rar lentamente o vibrador, mantendo-o ligado, para que a cavidade formada pela agulha se feche naturalmente;
  • não deixar o vibrador entrar em contato com a fôrma, a fim de evitar a formação de bolhas de ar na super�cie da peça;
  • não vibrar além do necessário, mudando o vibrador de posição quando a super�cie apresentar- se brilhante.

• Cura

  • A cura do concreto é uma operação que pretende evitar a retração hidráulica nas primeiras idades do concreto quando sua resistência ainda é pequena.
  • A perda de água ocorre por vários mo�vos tais como exposição ao sol, vento, exsudação, etc, e provocam um processo cumula�vo de fissuração.
    • De um modo geral pode-se dizer que a contenção das retrações hidráulica e térmica podem minimizar o efeito da primeira. A térmica é controlada pela d iminuição da Temperatura e a hidráulica pela perda de água do concreto.
  • O cuidado com proteções nos primeiros dias permite um aumento na capacidade resistente do concreto neste período, e conseqüentemente uma diminuição na retração do material.
    • A cura de um concreto obje�va:
  • garan�r a con�nuidade das reações de hidratação do cimento
    • minimização dos efeitos da retração
    • Tipos de cura
  • água - molhagem direta (mangueiras, aspersores, regadores, etc), molhar super�cie exposta diversas vezes nos primeiros dias após a concretagem; ou indireta (mantas de feltro, sacos de aniagem ou geotêxteis)- proteção com tecidos umedecidos;
  • produtos químicos - formadores de película (película de cura) que impermeabilizam a super�cie do concreto.
  • cobertura do concreto (lonas impermeáveis - lonas plás�cas que evitem a evaporação evitando-se a cor preta);