




























Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Prepare-se para as provas
Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Prepare-se para as provas com trabalhos de outros alunos como você, aqui na Docsity
Encontra documentos específicos para os exames da tua universidade
Prepare-se com as videoaulas e exercícios resolvidos criados a partir da grade da sua Universidade
Responda perguntas de provas passadas e avalie sua preparação.
Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
O explicações sobre a area de atuação do técnico em Edificações.
Tipologia: Notas de estudo
1 / 36
Esta página não é visível na pré-visualização
Não perca as partes importantes!





























A ·rea de ConstruÁ„o Civil abrange todas as atividades de produÁ„o de obras. Est„o incluÌdas nesta ·rea as atividades referentes ‡s funÁıes planejamento e projeto, execuÁ„o e manutenÁ„o e restauraÁ„o de obras em diferentes segmentos , tais como edifÌcios, estradas, portos, aeroportos, canais de navegaÁ„o, t˙neis, instalaÁıes prediais, obras de saneamento, de fundaÁıes e de terra em geral, estando excluÌdas as atividades relacionadas ‡s operaÁıes, tais como a operaÁ„o e o gerenciamento de sistemas de transportes, a operaÁ„o de estaÁıes de tratamento de ·gua, de barra- gens, etc. O tÈcnico da ·rea de ConstruÁ„o Civil atua, assim, no planejamento e projeto, na execuÁ„o e na manutenÁ„o de obras. Na fase de planejamento e projeto , o tÈcnico atua no levantamento de informaÁıes cadastrais, tÈcnicas e de custos, que ir„o subsidiar a elaboraÁ„o do projeto ou compor o seu estudo de viabilidade. Ainda nesta fase, o tÈcnico desenvolve os projetos arquitetÙnicos e de instalaÁıes, dando a eles a forma gr·fica adequada e detalhando as informaÁıes necess·rias ‡ exe- cuÁ„o da obra. TambÈm aqui est„o incluÌdas as atividades de planejamento da obra, tais como com- posiÁ„o de custos e orÁamentos, processos licitatÛrios e licenciamento de obras. Na fase de execuÁ„o , o tÈcnico implanta e gerencia o canteiro de obras, fazendo a locaÁ„o da obra, executando instalaÁıes provisÛrias, assegurando o fluxo de insumos para o andamento da obra, contratando trabalhadores, desenvolvendo treinamentos, fiscalizando a execuÁ„o dos serviÁos, implantando programas de qualidade e apropriando custos. Para executar as obras, o tÈcnico atua em equipe e segue os projetos desenvolvidos na fase anterior. Na fase de manutenÁ„o e restauraÁ„o de obras, o tÈcnico atua na execuÁ„o de restauraÁıes arquitetÙnicas e estruturais, reforÁo de estruturas e reformas em geral. TambÈm nesta fase est„o incluÌdas as atividades de manutenÁ„o preventiva de obras. Nesta, o tÈcnico tem competÍncias simi- lares ‡s da fase de execuÁ„o, porÈm com tecnologias bastante distintas. A ·rea de ConstruÁ„o Civil tem interfaces com diversas outras ·reas profissionais. AlÈm da nÌtida interface com a ·rea de Gest„o, claramente presente nas atividades de gerenciamento da execuÁ„o e da manutenÁ„o de obras, devem ser ressaltadas as relaÁıes com as ·reas de Transportes, Geom·tica, MineraÁ„o, QuÌmica, Meio Ambiente, Agropecu·ria, Artes, Design, Sa˙de, Inform·tica
s„o de uso corrente, por exemplo, entre pintores e escultores. AlÈm disso, de modo geral, a criaÁ„o de projetos de construÁ„o civil envolve uma vis„o estÈtica, o que determina sua relaÁ„o tambÈm com a ·rea de Design, particularmente com o segmento de decoraÁ„o de ambientes. A Geom·tica interage com a ·rea de ConstruÁ„o Civil no posicionamento e no anteprojeto de grandes obras, como barragens, estradas, canais, etc. A utilizaÁ„o de bancos de dados georreferenciados possibilita a prevenÁ„o e o controle de riscos ambientais, definindo as obras ne- cess·rias e as formas de execuÁ„o destas. A interaÁ„o da ConstruÁ„o Civil com a ·rea de TelecomunicaÁıes ocorre na definiÁ„o do projeto de instalaÁıes, possibilitando a definiÁ„o de posicionamentos em conson‚ncia com o projeto elÈtrico, de modo a n„o interferir nos sinais que circulam atravÈs da rede. A utilizaÁ„o de conheci- mentos em TelecomunicaÁıes, especialmente quanto ‡s especificidades de ductos, cabos e conectores, definir· as obras necess·rias e as formas de execuÁ„o. Por fim, existe, tambÈm, uma interface da ·rea de ConstruÁ„o Civil com a de MineraÁ„o. Esta interface se d· pela definiÁ„o e pelo controle dos produtos de interesse para a construÁ„o civil, tais como areias, pedras, argilas, terras e outros produtos minerais. N„o se pode deixar de lembrar que È preciso levar em conta a interaÁ„o com a EducaÁ„o B·sica, da qual devem vir competÍncias primordiais, entre tantas outras as de ler e interpretar, redigir textos, calcular, assim como as bases cientÌficas necess·rias ‡ construÁ„o das competÍncias tÈcnicas.
O mundo do trabalho est· sofrendo transformaÁıes r·pidas e profundas, determinadas, espe- cialmente, pelos avanÁos tecnolÛgicos, apontando, entre outras, para a extinÁ„o e a criaÁ„o de novas profissıes, assim como para a mudanÁa nos processos de trabalho. Para fazer frente a estas mudan- Áas, h· que se reformular conceitos e modelos educacionais, mais particularmente os que vÍm inspi- rando a educaÁ„o profissional. A formaÁ„o baseada em competÍncias, a partir de currÌculos centrados na aprendizagem ativa, flexÌveis e n„o predeterminados, visa, justamente, ao desenvolvimento de cidad„os e trabalhadores capazes de antever e de responder, pronta e autonomamente, a essas trans- formaÁıes. De forma geral, o mundo produtivo vem apresentando reduÁ„o sensÌvel dos postos de trabalho, em praticamente todos os setores. Esta reduÁ„o no nÌvel de emprego est· estreitamente ligada ao crescente grau de automaÁ„o nos processos de produÁ„o. Observa-se que demanda crescente vem ocorrendo apenas em alguns segmentos de serviÁos, particularmente os pessoais, de lazer, turismo, alimentaÁ„o, entretenimento, etc. Contrariando a tendÍncia geral, a ·rea de ConstruÁ„o Civil n„o tem apresentado acentuado grau de automaÁ„o e modernizaÁ„o. O uso de m·quinas na construÁ„o È restrito a grandes obras, ‡ chamada construÁ„o pesada. Entretanto, diversas modificaÁıes est„o surgindo nos sistemas cons- trutivos, de forma a torn·-los mais simples. O uso de componentes industrializados, como as arga- massas e concretos, È crescente. Por conta disso e, certamente, por razıes ligadas ‡ conjuntura polÌtica e econÙmica, a construÁ„o tambÈm passa por uma reduÁ„o nos postos de trabalho. Esta reduÁ„o È pequena, porÈm sensÌvel. O Brasil È um paÌs grande e carente de infra-estrutura. A maior parte desta depende de obras como redes de esgoto e ·gua, estradas, ferrovias, edifÌcios especializados. N„o se pode deixar de fora a construÁ„o de moradias, que È o maior dÈficit da ·rea. Portanto, configura-se um mercado expansÌvel e de grande potencial. H·, porÈm, um pessimismo na ·rea, alimentado pela falta de investimentos em obras p˙blicas de grande porte. O contingente de empres·rios, trabalhadores e m·quinas, concentrado anterior- mente naquelas, tem se deslocado para obras privadas de menor porte, entre as quais destacam-se os
Os cursos tÈcnicos da ·rea de ConstruÁ„o Civil tÍm oferecido uma formaÁ„o ampla e generalista. Isto, por um lado, È positivo, pois o tÈcnico tem uma vis„o completa da obra, desde a sua concepÁ„o atÈ a sua conclus„o. Por outro lado, t„o grande amplitude de formaÁ„o tem inconvenientes: as cargas hor·rias dos cursos acabam sendo muito extensas e os currÌculos n„o se adequando rapida- mente ‡s transformaÁıes tecnolÛgicas da produÁ„o. Na grande maioria das escolas, pensa-se em adequar a formaÁ„o do tÈcnico ‡ demanda por tecnologia, por meio da ampliaÁ„o de carga hor·ria^1. Isto È, busca-se um maior detalhamento ou a inserÁ„o de novos conte˙dos. AlÈm disso, busca-se equipar as escolas com m·quinas, equipamentos e laboratÛrios sofisticados, como se isto pudesse modernizar a obra e o ensino. Cursos t„o longos s„o pouco acessÌveis aos trabalhadores, caros para os mantenedores e ina- dequados para as demandas do setor produtivo. Em raz„o disso, as empresas tÍm suprido as suas necessidades mediante a oferta de programas internos de capacitaÁ„o em serviÁo. Estes, contudo, ao atender aos interesses mais especÌficos e imediatos das empresas que os oferecem, podem limitar as possibilidades de engajamento do trabalhador em outros contextos de produÁ„o. Durante a formaÁ„o dos profissionais da ·rea de ConstruÁ„o Civil, È restrita a oportunidade de direcionamentos diferenciados, que atendam ‡s preferÍncias dos estudantes. Como os cursos tratam da obra como um todo, o aluno sÛ escolhe sua especialidade durante o est·gio, tardiamente realizado, em geral, no final do curso. AlÈm disso, os atuais cursos tÈcnicos na ·rea est„o focados, principalmente, na construÁ„o de edifÌcios, estradas e obras de saneamento. Os cursos da ·rea est„o bem distribuÌdos por todo o Brasil e s„o, em sua maioria, oferecidos pelas escolas das redes do sistema federal e do SENAI. Considerando o elevado custo de implanta- Á„o de salas ambiente e a necessidade de um grande n˙mero de horas de trabalhos pr·ticos, estes cursos s„o muito pouco oferecidos por outras instituiÁıes. Entretanto, no nÌvel b·sico È grande a oferta de cursos da ·rea, promovidos por empresas e, sobretudo, contemplados em programas so- ciais de Ûrg„os p˙blicos, entidades sindicais e organizaÁıes comunit·rias.
Isso indica, em sÌntese, a necessidade de que a ampliaÁ„o da oferta de educaÁ„o profissional se dÍ preponderantemente no sentido da diversificaÁ„o para atender aos m˙ltiplos segmentos que a ·rea apresenta, com o redimensionamento e a reconfiguraÁ„o da vis„o, demasiadamente ampla e restritamente segmentada, que vem inspirando os currÌculos. Para tanto recomenda-se: ÿ AdoÁ„o de desenhos curriculares e de alternativas metodolÛgicas inovadoras, din‚micas, que substituam o modelo centrado nas aulas tradicionais, de forma quase que exclusiva ou com Ínfase absoluta, por um ambiente pedagÛgico caracterizado por ìaulas operatÛriasî, por workshops e oficinas nas quais os alunos trabalhem em projetos concretos e experimen- tais caracterÌsticos da ·rea, por oferecer espaÁos de discuss„o fundamentada do que est· fartamente disponÌvel para ser ouvido, visto e lido no mundo fora do espaÁo escolar, por semin·rios e palestras com profissionais atuantes, por visitas culturais e tÈcnicas. ÿ A busca de alternativas de gest„o de recursos educacionais, tais como acordos, convÍnios, patrocÌnios ou parcerias, que viabilizem constante renovaÁ„o ou atualizaÁ„o tecnolÛgica, condiÁ„o essencial para que a educaÁ„o profissional n„o faÁa da efetiva realidade do pro- cesso de produÁ„o da ·rea uma ficÁ„o. ÿ O estudo e a implantaÁ„o de formas mais flexÌveis de organizaÁ„o do trabalho escolar e de estabelecimento de vÌnculos contratuais com professores, de maneira a possibilitar a con- tribuiÁ„o de profissionais efetivamente engajados na atividade produtiva, atualizados e respons·veis por produÁıes reconhecidas pela sua qualidade, cuja disponibilidade e inte- resse n„o se ajustam aos esquemas pedagÛgicos e administrativos convencionais.
O quadro abaixo representa a organizaÁ„o do processo de produÁ„o na ·rea de ConstruÁ„o Civil. Nele, s„o apresentadas as funÁıes e suas respectivas subfunÁıes.
FUN«’ES SUBFUN«’ES
Preliminarmente, cabe ressaltar que os currÌculos da ·rea dever„o, necessariamente, possibi- litar o desenvolvimento das competÍncias profissionais gerais determinadas pelas Diretrizes Curriculares Nacionais para a EducaÁ„o Profissional de NÌvel TÈcnico - Parecer CNE/CEB n∫16/ e ResoluÁ„o CNE/CEB no^ 04/99, a saber: ÿ Aplicar normas, mÈtodos, tÈcnicas e procedimentos estabelecidos visando ‡ qualidade e produtividade dos processos construtivos e de seguranÁa dos trabalhadores. ÿ Analisar interfaces das plantas e especificaÁıes de um projeto, integrando-as de forma sistÍmica, detectando inconsistÍncias, superposiÁıes e incompatibilidades de execuÁ„o. ÿ Propor alternativas de uso de materiais, de tÈcnicas e de fluxos de circulaÁ„o de materiais, pessoas e equipamentos, tanto em escritÛrios quanto em canteiros de obras, visando ‡ melhoria contÌnua dos processos de construÁ„o. ÿ Elaborar projetos arquitetÙnicos, estruturais e de instalaÁıes hidr·ulicas e elÈtricas, com respectivos detalhamentos, c·lculos e desenho para edificaÁıes, nos termos e limites regu- lamentares. ÿ Supervisionar a execuÁ„o de projetos, coordenando equipes de trabalho. ÿ Elaborar cronogramas e orÁamentos, orientando, acompanhando e controlando as etapas da construÁ„o. ÿ Controlar a qualidade dos materiais, de acordo com as normas tÈcnicas. ÿ Coordenar o manuseio, o preparo e o armazenamento dos materiais e equipamentos. ÿ Preparar processos para aprovaÁ„o de projetos de edificaÁıes em Ûrg„os p˙blicos. ÿ Executar locaÁıes e demarcaÁıes de terrenos e auxiliar trabalhos de levantamentos topo- gr·ficos. ÿ Acompanhar a execuÁ„o de sondagens e realizar suas mediÁıes. ÿ Realizar ensaios tecnolÛgicos de laboratÛrio e de campo. ÿ Elaborar representaÁ„o gr·fica de projetos. As matrizes de referÍncia apresentadas a seguir resultam de uma an·lise na qual, para cada subfunÁ„o ou componente significativo do processo de produÁ„o na ·rea de ConstruÁ„o Civil, foram
no Artigo 11 do Decreto n∫ 2.208, por meio de procedimentos, certamente ·geis, eficientes e desburocratizados, a serem implementados pelos sistemas e estabelecimentos de ensino. Finalmente, È importante que se diga que as matrizes devem representar fontes inspiradoras de currÌculos modernos e flexÌveis, que permitam que se experimentem novos modelos e alternativas de trabalho pedagÛgico na educaÁ„o profissional. Com o intuito de contribuir para a definiÁ„o das habilitaÁıes pretendidas e dos perfis profissi- onais correspondentes, bem como para subsidiar a elaboraÁ„o de currÌculos, s„o apresentadas, a seguir, matrizes que identificam as competÍncias, habilidades e bases tecnolÛgicas distinguidas em cada uma das subfunÁıes que caracterizam o processo de produÁ„o na ·rea profissional de Constru- Á„o Civil.
ÿ Identificar, selecionar e classificar material bibliogr·fico pertinente ao assunto pesquisado. ÿ Interpretar metodologias de pesquisas tÈcnicas, socioeconÙmicas e de impacto ambiental. ÿ Analisar preliminarmente material coletado. ÿ Elaborar textos tÈcnicos, planilhas, formul·rios, esquemas e gr·ficos. ÿ Interpretar legislaÁ„o e normas tÈcnicas. ÿ Interpretar projetos e cartas. ÿ Desenvolver estudos preliminares de projetos, custos e prazos. ÿ Selecionar mÈtodos de avaliaÁ„o e levantamento. ÿ Selecionar processo de execuÁ„o de levantamento. ÿ Selecionar convenÁıes de desenho tÈcnico. ÿ Organizar em formato gr·fico esboÁos e anteprojetos. ÿ Identificar especificaÁıes tÈcnicas de materiais e serviÁos. ÿ Classificar preÁos de materiais, equipamentos e serviÁos. ÿ Dimensionar equipes de trabalho. ÿ Estruturar equipes de trabalho. ÿ Apropriar e correlacionar conceitos de produÁ„o e produtividade.
ÿ Aplicar pesquisas tÈcnicas, socioeconÙmicas e de impacto ambiental. ÿ Fazer vistoria tÈcnica para avaliaÁıes. ÿ Dimensionar estudos preliminares de projetos, custos e prazos. ÿ Conduzir e orientar equipes.
ÿ Simbologias e convenÁıes tÈcnicas. ÿ Etapas de desenvolvimento de projeto. ÿ RepresentaÁıes gr·ficas. ÿ RepresentaÁıes em perspectiva. ÿ PrÈ-dimensionamento de projetos. ÿ Custo unit·rio b·sico (CUB). ÿ OrÁamentos estimativos. ÿ Problemas ambientais de origem antrÛpica. ÿ Estudos de impacto ambiental (EIA). ÿ RelatÛrio de impacto ambiental (RIMA). ÿ CÛdigo de obras. ÿ Leis e posturas locais. ÿ Normas tÈcnicas. ÿ LegislaÁ„o Profissional (Lei n∫ 5.194/66, dispıe sobre a profiss„o do Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro AgrÙnomo, e Lei n∫ 5.524/68 dispıe sobre a profiss„o do TÈcnico Indus- trial).
SUBFUN«√O 1.3: ElaboraÁ„o de planejamento de obras.
ÿ Interpretar projetos, especificaÁıes b·sicas, legislaÁ„o e normas tÈcnicas. ÿ Interpretar mÈtodos de levantamentos quantitativos. ÿ Avaliar propriedades de materiais. ÿ Interpretar sistemas construtivos. ÿ Construir cronograma fÌsico-financeiro. ÿ Elaborar memoriais, especificaÁıes e projetos executivos. ÿ Interpretar projetos executivos. ÿ Elaborar planilhas de orÁamentos, lista de materiais e equipamentos, custos unit·rios e orÁamentos quantitativos. ÿ Classificar fornecedores. ÿ Avaliar materiais, equipamentos e serviÁos. ÿ Organizar bancos de dados de materiais, equipamentos e serviÁos. ÿ Organizar banco de dados de fornecedores. ÿ Interpretar orÁamentos de obra. ÿ Interpretar editais de licitaÁ„o e cronograma fÌsico-financeiro. ÿ Compor c·lculo de preÁo de obra. ÿ Elaborar carta proposta comercial. ÿ Selecionar projetos e documentaÁ„o para licenciamento de obra. ÿ Identificar processos de tramitaÁ„o para aprovaÁ„o de projeto. ÿ Identificar processos de tramitaÁ„o para licenciamento de obra. ÿ Organizar processo de licenciamento para execuÁ„o e uso de obra.
ÿ Desenvolver memoriais, especificaÁıes e projetos executivos. ÿ Desenvolver orÁamento de obra. ÿ Desenvolver cronograma fÌsico-financeiro de obra.
ÿ Redigir propostas tÈcnicas. ÿ Conduzir processos de licenciamento para execuÁ„o e uso de obra.
ÿ EspecificaÁıes de m·quinas e equipamentos. ÿ Sistemas e processos construtivos. ÿ ComposiÁ„o de orÁamento quantitativo e fÌsico-financeiro. ÿ ComposiÁ„o de BDI (BonificaÁıes e Despesas Indiretas). ÿ ComposiÁ„o de cronograma fÌsico-financeiro. ÿ RepresentaÁ„o gr·fica. ÿ CÛdigo de obras. ÿ Leis e posturas locais. ÿ Normas tÈcnicas. ÿ Lei n∫ 5.524/68 e Decreto n∫ 90.922/85 e outros dispositivos legais vigentes.
ÿ Interpretar legislaÁ„o e normas tÈcnicas. ÿ Interpretar projetos. ÿ Interpretar especificaÁıes de obra. ÿ Interpretar projetos executivos. ÿ Interpretar orÁamentos de obra. ÿ Avaliar caracterÌsticas de rendimentos de m·quinas e equipamentos. ÿ Conceber a organizaÁ„o do trabalho em canteiros. ÿ Dimensionar espaÁos fÌsicos e instalaÁıes. ÿ Organizar espaÁos, instalaÁıes e construÁıes provisÛrias. ÿ Avaliar propriedades de materiais. ÿ Selecionar materiais, m·quinas, equipamentos e instalaÁıes provisÛrias necess·rias ‡ im-