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Princípios Básicos da Experimentação e Análise de Variância, Manuais, Projetos, Pesquisas de Matérias técnicas

Este documento aborda os princípios básicos da experimentação, como repetição, casualização e controle local, e a análise de variância, uma ferramenta utilizada para análise e interpretação de dados experimentais. Além disso, é apresentada a técnica de análise de variância, que permite a decomposição do grau de liberdade e da soma de quadrados total em somas de quadrados correspondentes às fontes de variação previamente definidas no planejamento do experimento.

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

2020

Compartilhado em 16/11/2020

felipechaackk
felipechaackk 🇧🇷

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Os princípios básicos da experimentação
Um trabalho chamado de experimento com um objetivo de comparar tratamentos e findar
sobre um comportamento dos mesmos com uma margem de erro conhecida, tem de seguir
alguns princípios básicos :Repetição e casualização. Segundo alguns autores a forma de
casualização pode resultar em um terceiro principio que seria o controle local.Deste modo
um experimento sera valido estatisticamente se tiver repetição e casualização dos
tratamentos.A repetição é nada mais que aplicação do mesmo tratamento sobre duas ou
mais UE,a casualização refere-se a aplicação desses tratamentos em uma forma aleatória
sobre as UE,isso na pratica é sorteando a UE que ganhara um determinado tratamento em
cada repetição.Não é apenas qual indicação de tratamento ira receber cada UE,tem que
saber a ordem que ira executar o trato cultural ou avaliação que sera realizada no
experimento solicita casualização. (Storck L; Lopes J S; Lúcio A D .2004)
Referencias : UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE CIÊNCIAS RURAIS
DEPARTAMENTO DE FITOTECNIA EXPERIMENTAÇÃO II Prof. Tit. Dr. Lindolfo Storck Prof. Adj.
Dr. Sidinei José Lopes Prof. Adj. Dr. Alessandro Dal´Col Lúcio
A experimentação moderna tem em forma de regra vários princípios básicos que não podem
ser indispensáveis para validar a conclusão alcançada. Segundo a teoria há maior precisão em
estimativas definidas sobre um número maior de repetições e não pode estimar a variação
com base de uma amostra com uma única observação(Silva & Silva, 1999).
Fisher(1951) elaborou uma técnica com uma vasta repercussão na pesquisa científica.
A técnica em questão chamou-se de análise de variância e representa na decomposição dos
graus de liberdade e da variância total de uma material heterogêneo em porções atribuídas a
causas conhecidas e independentes e a uma porção residual de origem desconhecida e de
natureza aleatória.Essa técnica de análise de variância em outras palavras nos permite fazer
partições dos grau de liberdade e somas dos quadrados, e cada uma dessas partes obtém os
resultados de estimativa de variância.
Uma das partes posteriores a análise de variância de nomeia-se teste F, de Snedecor(1967).A
finalidade do teste é de comparar estimativas de variância dos tratamentos. E através desse
teste que pode se detectar a o menos se duas médias de tratamento diferem entre si.
Esse teste exclusivamente indica se há uma diferença significativa entre duas médias de
tratamento, mas não indica onde se encontram essas diferenças. Por esse motivo, se o
resultado for significativo, recomenda-se aplicar um teste de comparação de médias para
descobrir quais médias que discordam uma das outras.
O método Scheffé, Tukey, Dunnett, Duncan e Scott-Knott (Chew, 1977) é usado para
comparação de médias ou melhor classificar as médias. O método de Duncan e Tukey possui
como característica comparar as médias duas a duas, podendo ocorrer sobreposição entre
grupos de médias encontrados, em melhor um mesmo tratamento pode relacionar-se a dois
grupos de tratamento.
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Os princípios básicos da experimentação

Um trabalho chamado de experimento com um objetivo de comparar tratamentos e findar sobre um comportamento dos mesmos com uma margem de erro conhecida, tem de seguir alguns princípios básicos :Repetição e casualização. Segundo alguns autores a forma de casualização pode resultar em um terceiro principio que seria o controle local.Deste modo um experimento sera valido estatisticamente se tiver repetição e casualização dos tratamentos.A repetição é nada mais que aplicação do mesmo tratamento sobre duas ou mais UE,a casualização refere-se a aplicação desses tratamentos em uma forma aleatória sobre as UE,isso na pratica é sorteando a UE que ganhara um determinado tratamento em cada repetição.Não é apenas qual indicação de tratamento ira receber cada UE,tem que saber a ordem que ira executar o trato cultural ou avaliação que sera realizada no experimento solicita casualização. (Storck L; Lopes J S; Lúcio A D .2004) Referencias : UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE CIÊNCIAS RURAIS DEPARTAMENTO DE FITOTECNIA EXPERIMENTAÇÃO II Prof. Tit. Dr. Lindolfo Storck Prof. Adj. Dr. Sidinei José Lopes Prof. Adj. Dr. Alessandro Dal´Col Lúcio A experimentação moderna tem em forma de regra vários princípios básicos que não podem ser indispensáveis para validar a conclusão alcançada. Segundo a teoria há maior precisão em estimativas definidas sobre um número maior de repetições e não pode estimar a variação com base de uma amostra com uma única observação(Silva & Silva, 1999). Fisher(1951) elaborou uma técnica com uma vasta repercussão na pesquisa científica. A técnica em questão chamou-se de análise de variância e representa na decomposição dos graus de liberdade e da variância total de uma material heterogêneo em porções atribuídas a causas conhecidas e independentes e a uma porção residual de origem desconhecida e de natureza aleatória.Essa técnica de análise de variância em outras palavras nos permite fazer partições dos grau de liberdade e somas dos quadrados, e cada uma dessas partes obtém os resultados de estimativa de variância. Uma das partes posteriores a análise de variância de nomeia-se teste F, de Snedecor(1967).A finalidade do teste é de comparar estimativas de variância dos tratamentos. E através desse teste que pode se detectar a o menos se duas médias de tratamento diferem entre si. Esse teste exclusivamente indica se há uma diferença significativa entre duas médias de tratamento, mas não indica onde se encontram essas diferenças. Por esse motivo, se o resultado for significativo, recomenda-se aplicar um teste de comparação de médias para descobrir quais médias que discordam uma das outras. O método Scheffé, Tukey, Dunnett, Duncan e Scott-Knott (Chew, 1977) é usado para comparação de médias ou melhor classificar as médias. O método de Duncan e Tukey possui como característica comparar as médias duas a duas, podendo ocorrer sobreposição entre grupos de médias encontrados, em melhor um mesmo tratamento pode relacionar-se a dois grupos de tratamento.

O método de Duncan proporciona resultados mais trabalhosos sendo mais rigoroso que o método de Tukey (Banzatto e Kronka, 1995). 20 Revista Brasileira de Agrocomputação, v.1 n.2, p.18-24, Dez.2001 SASM-agri-sistema para análise e separação de médias em experimentos agrícolas pelos métodos Scott-Knott, Tukey Referencias: SILVA, I.P., SILVA, J.A.A. Métodos estatísticos aplicados à pesquisa científica: uma abordagem para profissionais da pesquisa agropecuária. Recife: UFRPE, 1999. 305 p. FISHER, R.A. The design of experiments. 6a ed. Nova York: Hafner, 1951. 245 p. SNEDECOR, G.W., COCHRAN, W.G. Statistical Methods. 6. ed. Ames: Iowa State College Press,

  1. 192 p. DUNCAN, D.B. Multiple range and multiple F tests. Biometrics, v.11, p.1-42, 1955. BANZATTO, D.A., KRONKA, S.N. Experimentação agrícola. 3.ed. Jaboticabal:FUNEP, 1995. 275 p. A Estatística Experimental é a ciência que tem como objetivo estudar experimentos (ensaios), englobando etapas como o planejamento, execução, coleta e análise dos dados experimentais e interpretação dos resultados obtidos.Ela foi proposta inicialmente na área de ciências biológicas por Ronald A. Fisher em 1919. Fisher propôs o uso da análise de variância (ANAVA) como ferramenta para análise e interpretação de dados. A ANAVA permite a decomposição do grau de liberdade e da soma de quadrados total em somas de quadrados correspondentes às fontes de variação previamente definidas no planejamento do experimento. A fase de planejamento do experimento merece considerável atenção por parte do pesquisador pois dela dependerá o sucesso da análise e interpretação dos resultados sendo, portanto, recomendável uma consulta a um estatístico antes da instalação do experimento. O planejamento envolve etapas como: a) Formulação de hipóteses A hipótese estatística formulada é denominada hipótese de nulidade e é simbolizada por Ho. b) Escolha dos fatores e seus respectivos níveis Fatores (ou tratamentos) são aqueles que o pesquisador tem interesse em estudar o seu efeito sobre as variáveis respostas(COSTA, J. R.

COSTA, J. R. Técnicas experimentais aplicadas às ciências agrárias. Seropédica: Embrapa Agrobiologia, 2003. 102 p. (Embrapa Agrobiologia. Documentos, 163) Os princípios que norteiam a experimentação visam:  Garantir a estimativa da variação individual evitando outros fatores que possam infiltrar durante a condução do experimento.  São eles, com igual importância: 1. Princípio da repetição 2. Princípio da casualização 3. Princípio do controle local  A observação desses princípios básicos definirá um ensaio mais eficiente e sensível por resultar em valor mais realístico da variação individual.

das condições experimentais. Ele é frequentemente utilizado em experimentos de laboratório, onde as condições experimentais podem ser facilmente controladas. Causas de Variação Graus de Liberdade (𝑮𝑳) Tratamento 𝑛𝑡𝑟𝑎𝑡𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 − 1 = 6 − 1 = 5 Resíduo 𝐺𝐿𝑡𝑜𝑡𝑎𝑙 − 𝐺𝐿𝑡𝑟𝑎𝑡𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 = 29 − 5 = 24 Total 𝑛𝑡𝑟𝑎𝑡𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 × 𝑛𝑟𝑒𝑝𝑒𝑡𝑖çõ𝑒𝑠 − 1 = 6 × 5 − 1 = 30 − 1 = 29 Em um experimento inteiramente casualizado, com 6 tratamentos e cada um dos quais foi repetido 5 vezes, teremos o seguinte esquema de análise de variância. PRINCÍPIOS BÁSICOS VS. DELINEAMENTOS • Quando não há homogeneidade entre as parcelas, devemos utilizar o princípio do controle local, estabelecendo os blocos (grupos de parcelas homogêneas.

  • Neste caso, o delineamento a ser utilizado é o Delineamento em Blocos Casualizados (DBC). Quando necessitamos controlar 2 tipos de heterogeneidade, devemos utilizar o Delineamento em Quadrado Latino (DQL). • Neste delineamento utiliza-se um duplo controle local, sendo os tratamentos dispostos em linhas e colunas.( Perticarrari M P L A.) Referencias: EXPERIMENTAÇÃO ZOOTÉCNICA Profa. Dra. Amanda Liz Pacífico Manfrim Perticarrari PRINCÍPIOS BÁSICOS DA EXPERIMENTAÇÃO 2004)