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Exercícios sobre Tecnologia de Processos e Produto da Universidade Federal de Pernambuco, Exercícios de Engenharia de Processos

Documento contendo uma lista de exercícios para a disciplina de teoria do trabalho da universidade federal de pernambuco (ufpe), no centro acadêmico do agreste, com foco em tecnologia de processos e produto. Definições, exemplos e questões relacionadas a tecnologia de processos e produto.

Tipologia: Exercícios

2021

Compartilhado em 14/06/2021

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UFPE – UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNABUCO
CAA – CENTRO ACADÊMICO DO AGRESTE
NÚCLEO DE TECNOLOGIA
LISTA DE EXERCÍCIO 2
Discente: Laerty Keverson dos Santos Gomes
Disciplina: Teoria do trabalho
CARUARU-PE
2018
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UFPE – UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNABUCO

CAA – CENTRO ACADÊMICO DO AGRESTE

NÚCLEO DE TECNOLOGIA

LISTA DE EXERCÍCIO 2

Discente: Laerty Keverson dos Santos Gomes Disciplina: Teoria do trabalho CARUARU-PE 2018

Lista de exercício 2 1) Alternativa B. 2) Alternativa A. 3) Alternativa E. 4) Alternativo E. 5) Alternativa B. 6) Tecnologia de processos são as máquinas, equipamentos e dispositivos que ajudam a produção a transformar materiais, informações e consumidores de forma a agregar valor e atingir os objetivos estratégicos da produção. Já a tecnologia do produto é o resultado final do esforço produtivo, é a materialização do desejo do consumidor, a razão da existência da empresa. Exemplos: Tecnologia de processos: Equipamentos e peças que compõe o vídeo cassete. Tecnologia do produto: O filme na TV. Portanto a Tecnologia de processos é um mecanismo utilizado para gerar ou transformar tecnologia, já a Tecnologia de produto refere-se ao resultado da tecnologia. 7) a) Máquinas-ferramentas de CN: São máquinas-ferramentas que usam computadores para controlar ações no lugar do controle manual. Essa substituição dá mais acurácia, precisão e repetitividade ao processo. b) Robótica: Os robôs são "manipuladores automáticos multifunção reprogramáveis, tendo diversos graus de liberdade, capazes de manusear materiais, peças, ferramentas ou dispositivos especializados por meio de movimentos programados variáveis, para desempenho de uma variedade de tarefas". c) FMS: Os sistemas flexíveis de manufatura são configurações controladas por computador de estações de trabalho semi-independentes, conectadas por manuseio de materiais e carregamento de máquinas automatizados. Portanto, FMS não é uma tecnologia única como tal, mas um conjunto de várias tecnologias integradas como "estações de trabalho" CNC, instalações de

compreenda alguns passos, são eles  Análise do tempo que cada operação exige. Dessa forma, incentiva-se a premiação justa de cada funcionário, evitando desmotivação entre os mesmos.  Os tempos analisados devem significar que as operações foram executadas na forma mais coesa, dentro dos métodos mais adequados.  Deve ocorrer análise constante sobre a qualidade do produto.  Os custos com matéria-prima devem ser equilibrados.  O ambiente deve estar rodeado de condições favoráveis para que seja evitado greves e/ou desavenças. b) O sistema DTM, fornece condições favoráveis que geram uma elevação da produtividade: aperfeiçoamento técnico, upgrade do método o que gera lucros maiores a longo prazo, já o SI aumenta à curto prazo a produção fazendo com que os custos fixos se distribuam por maior número de unidades, fornecendo maiores lucros a curto prazo. Atualmente, acredita-se que se pode obter um aumento maior da produtividade, via upgrades de métodos do que pelo esforço do operário via incentivo. c) No SI o operário que possui maior rendimento recebe mais, entretanto o que possui menor rendimento recebe menos, estando cada funcionário decidir sobre como trabalhar, nesse sistema o mestre não se responsabiliza. Já no DTM o rendimento do subordinado é de total responsabilidade de seu mestre. O rendimento de cada subordinado ou de cada seção continua a ser medida semanalmente, não para recompensá-los com premiações, mas para controle da organização sobre os chefes de produção. d) O sistema DTM seria aplicável enquanto à fábrica se não atingisse um nível organizacional suficiente e o SI (Sistema de incentivos) se adequaria perfeitamente às empresas organizadas. Defensores de ambos sistemas são opostos sobre essa conclusão. 11 ) As 7 perdas da produção são ótimos norteadores para chegar a um processo de produção de excelência, com menos desperdício, mais eficiência e, consequentemente, melhores resultados para a empresa. Nem sempre é tão fácil fazer este mapeamento, mas contar com profissionais especializados na engenharia de produção pode encurtar caminhos. São elas:

  1. Perda por superprodução: É quando são produzidos mais itens do que a demanda exige, que podem causar dois tipos de perdas: de lucro, não sendo vendidos em momento algum, ou de espaço em estoque, sendo vendidos a muito

longo prazo. O principal erro que leva a esta perda costuma ser de planejamento. A maneira mais adequada de reduzir ou eliminar a superprodução é adequando o planejamento conforme a demanda.

  1. Perda por tempo de espera: Refere-se ao excesso de tempo despendido entre uma etapa e outra da produção, deixando produtos em espera para serem finalizados. Geralmente, esta perda é causada por grandes gaps entre os processos, e é uma das que mais causam impactos em termos de desperdício. Mas, pode ser remediada a partir da análise e busca do equilíbrio em cada processo.
  2. Perda por transporte: Acontece quando produtos são transportados de maneira não programada, desnecessariamente ou a partir de sistemas inadequados. Para eliminar o desperdício com o transporte das mercadorias, é necessário adequar a logística de maneira inteligente e, em se tratando de movimentações dentro da organização, também levar em conta melhorias nos layouts.
  3. Perda por excesso de processamento: Este tipo de perda acontece quando o processo de produção contém etapas desnecessárias, as quais poderiam ser eliminadas sem que houvesse comprometimento do produto. Em geral, estão relacionadas a equívocos de projetos e de dimensionamento de recursos. Para combater esta perda, é preciso aprofundar a análise sobre os processos, para chegar a um melhor entendimento das demandas e, assim, trabalhar em cima de necessidades reais.
  4. Perda por inventário: Acontece quando há acúmulo de estoque de materiais e produtos, gerando gastos desnecessários com insumos, produção e espaço físico. É comum que esta perda seja resultado de erro de cálculo de insumos e desequilíbrio entre produção e demanda (superprodução). Um planejamento mais preciso da produção, bem como eliminação de estoque obsoleto são algumas das soluções.
  5. Perda por movimento: Refere-se a movimentações desnecessárias dos colaboradores nos