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terapia hormonal, Notas de estudo de Enfermagem

terapia hormonal

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 23/12/2010

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A INFLUÊNCIA DA IDADE E DA REPOSIÇÃO
HORMONAL SOBRE A MODULAÇÃO AUTONÔMICA
DO CORAÇÃO E O LIMIAR DE ANAEROBIOSE
Valéria Ferreira
Dissertação apresentada ao Programa de
Pós-Graduação Interunidades em
Bioengenharia - Escola de Engenharia de
São Carlos / Faculdade de Medicina de
Ribeirão Preto / Instituto de Química de
São Carlos da Universidade de São Paulo,
para obtenção do título de Mestre em
Bioengenharia.
ORIENTADORA: Profa. Dra. Ester da Silva
São Carlos
2003
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A INFLUÊNCIA DA IDADE E DA REPOSIÇÃO

HORMONAL SOBRE A MODULAÇÃO AUTONÔMICA

DO CORAÇÃO E O LIMIAR DE ANAEROBIOSE

Valéria Ferreira

Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação Interunidades em Bioengenharia - Escola de Engenharia de São Carlos / Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto / Instituto de Química de São Carlos da Universidade de São Paulo, para obtenção do título de Mestre em Bioengenharia.

ORIENTADORA: Profa. Dra. Ester da Silva

São Carlos

2003

Investigação conduzida no Núcleo de Pesquisa em Exercício Físico do Laboratório de Fisioterapia Cardiovascular do Departamento de Fisioterapia da Universidade Federal de São Carlos e no Laboratório de Fisiologia do Exercício da Divisão de Cardiologia do Departamento de Clínica Médica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo. Apoio Financeiro: CAPES, FAPESP e CNPq.

Dedicatória

Aos meus pais, Ariovaldo e Terezinha “ in memorian ”,

que muitas vezes renunciaram seus sonhos para realizarem os meus.

Às minhas irmãs, Ana Paula “ in memorian ” e Teca, por

serem pessoas tão maravilhosas e exemplos de superação.

Às minhas avós, Ermelinda e Rosa “ in memorian ”, pelo

apoio e incentivo em todos os momentos da minha vida.

Ao meu noivo, Marcelo, pelo privilégio de ter você ao

meu lado, sempre carinhoso, compreensivo, amoroso...

À Profa. Dra. Ester da Silva, minha orientadora e

amiga, pelo apoio, sugestões e críticas que muito

contribuíram para minha formação científica e para o

desenvolvimento deste trabalho.

Agradecimentos

  • A Deus, sempre presente em minha vida, iluminando o meu caminho e dando-me força e serenidade para superar os obstáculos.
  • À minha família, pelo carinho e compreensão das ausências destes

anos.

  • Ao Prof. Dr. Lourenço Gallo Júnior, por ter me dado a oportunidade de realizar os experimentos em seu laboratório e partilhar comigo os

seus conhecimentos.

  • À Profa. Dra. Aparecida Maria Catai, pela disponibilidade, críticas e contribuições valiosas no transcorrer deste trabalho, que com certeza

foram de extrema relevância para o enriquecimento desta dissertação.

  • Ao Prof. Dr. José Carlos Pereira, pelas críticas e sugestões durante o exame de qualificação, que contribuíram para o aprimoramento deste trabalho.
  • Ao Prof. Dr. Marcos Felipe Silva de Sá, pelo apoio e incentivo para a realização deste trabalho.
  • À amiga Tatiane Flores Ribeiro, pela amizade e por ter partilhado

comigo seus dados.

  • Ao Prof. Dr. George Dantas, por suas sugestões e pela ajuda indispensável na triagem das voluntárias.
  • A todos os funcionários do HCFMRP-USP que de alguma forma

contribuíram para esta pesquisa.

  • Ao Prof. Dr. Jorge Oishi, por ter acreditado em mim e me incentivado

para que seguisse os caminhos da pesquisa científica.

  • À amiga Patrícia Driusso, por sua amizade e pela paciência em me

ouvir em momentos difíceis da minha vida.

  • A todos os amigos do Laboratório de Fisiologia do Exercício do

Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto -

USP: Júlio, Renata, Ana Cláudia, Michele, Cleide e Valéria Papa, pela amizade, apoio e disponibilidade em ajudar na realização dos

experimentos deste trabalho.

  • A todos os amigos do Laboratório de Fisioterapia Cardiovascular da

Universidade Federal de São Carlos: Lílian, Ana Paula, Robison, Luciana, Fabrício, Daniel, Albaíza, Vera, Fernanda, Cristiano, Karla,

Pozzi, Lucas, Liliana, pela convivência, amizade e apoio irrestritos.

  • Ao amigo Lucien, pela amizade e pela paciência e disponibilidade em

ensinar a utilizar os aplicativos de aquisição e análise dos dados.

  • Aos amigos da Bioengenharia, especialmente à Carla, à Angélica e à

Elizete, pela amizade e carinho.

  • Aos professores do Programa de Pós-Graduação em Bioengenharia,

em especial ao professor Orivaldo Lopes da Silva, pela colaboração, apoio e amizade.

  • À secretária Janete da Bioengenharia, pela atenção, carinho e

presteza nos atendimentos.

  • Aos órgãos de fomento CAPES, FAPESP e CNPq, pelo apoio

financeiro que possibilitou a realização deste trabalho.

3.7.5. Análise da variabilidade da freqüência cardíaca na determinação do limiar de anaerobiose por meio dos índices de RMSSD dos intervalos R-R..........................................................

3.8. Metodologia Estatística.....................................................................

4. RESULTADOS ..........................................................................................

4.1. Idade, características antropométricas e clínicas das voluntárias estudadas.......................................................................

4.2. Análise descritiva da freqüência cardíaca e de sua variabilidade.....................................................................................

4.3. Análise da freqüência cardíaca e de sua variabilidade durante o repouso.............................................................................

4.4. Análise da variação da freqüência cardíaca e do tempo na fase inicial do exercício físico............................................................

4.5. Análise da resposta da freqüência cardíaca e de sua variabilidade durante o teste de esforço físico dinâmico descontínuo do tipo degrau......................... .....................................

4.6. Análise da determinação do limiar de anaerobiose pelo modelo matemático e estatístico semiparamétrico, e pelo índice de RMSSD dos intervalos R-R...............................................

4.7. Análises de correlação.....................................................................

4.7.1. Análise de correlação entre os índices de RMSSD dos intervalos R-R e as potências do teste de esforço físico dinâmico descontínuo do tipo degrau...............................................

4.7.2. Análise de correlação entre os índices de RMSSD dos intervalos R-R nos níveis de potência do limiar de anaerobiose determinado pelo modelo matemático e estatístico semiparamétrico e pela análise estatística dos índices de RMSSD............................................................................

5. DISCUSSÃO .............................................................................................

5.1. Características das voluntárias........................................................

5.2. Análise da resposta da freqüência cardíaca e de sua variabilidade durante o repouso nas posições supina e sentada.............................................................................................

5.3. Análise da resposta da freqüência cardíaca e de sua variabilidade ao exercício físico dinâmico........................................

5.4. Identificação do limiar de anaerobiose pelo modelo matemático e estatístico semiparamétrico e pela variabilidade da freqüência cardíaca................................................

    1. CONCLUSÃO ...........................................................................................
  • REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ............................................................
  • APÊNDICES .............................................
  • Apêndice 1 ..................................................................................................
  • Apêndice 2 ..................................................................................................
  • Apêndice 3 ..................................................................................................

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FIGURA 7. Resposta da freqüência cardíaca, em bpm, obtida batimento a batimento, em tempo real, durante 60 segundos em repouso, 240 segundos em exercício físico na potência de 35 Watts e 60 segundos em recuperação, de uma das voluntárias jovens estudadas (RTK)........................................................................................

FIGURA 8. Ajuste do modelo matemático e estatístico semiparamétrico ao conjunto de dados de freqüência cardíaca no período de 120 a 300 segundos de exercício físico, mostrando tendências positivas de inclinação da reta, na potência de 35 Watts do teste de esforço físico dinâmico descontínuo do tipo degrau, realizado por uma das voluntárias jovens estudadas (RTK)....................................................................

FIGURA 9. Relatório da análise do ajuste do modelo matemático e estatístico semiparamétrico, aos dados de freqüência cardíaca obtidos durante teste de esforço físico dinâmico descontínuo do tipo degrau na potência de 35 Watts, de uma das voluntárias jovens estudadas (RTK)....................................................................

FIGURA 10. Gráfico de probabilidade normal dos resíduos da série de dados de freqüência cardíaca ajustados pelo modelo matemático e estatístico semiparamétrico, no período de 120 a 300 segundos de exercício físico, na potência de 35 Watts do teste de esforço físico dinâmico descontínuo do tipo degrau, de uma das voluntárias jovens estudadas (RTK).....................................

FIGURA 11. Análise dos valores absolutos dos intervalos R-R para a potência de 45 Watts de uma das voluntárias pós- menopausa com reposição hormonal estudada quanto à distribuição dos dados. Em A, estão representados os valores observados em relação aos esperados e em B, estão representados a Curva de Gauss e o Histograma do número de observações...............

FIGURA 12. Resposta da freqüência cardíaca em batimentos por minuto (bpm), batimento a batimento, em tempo real, durante 360 segundos (s) em repouso, nas posições supina e sentada e durante 60 s em repouso pré- esforço, 240 s de esforço físico dinâmico com potências progressivas de 15, 20, 25, 30, 35, 40, 45 e 50 Watts (W) e 60 s após o esforço, de uma das voluntárias jovens estudada (CCESO)...................................

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FIGURA 13. Resposta da freqüência cardíaca em batimentos por minuto (bpm), batimento a batimento, em tempo real, durante 360 segundos (s) em repouso, nas posições supina e sentada e durante 60 s em repouso pré- esforço, 240 s de esforço físico dinâmico com potências progressivas de 15, 20, 25, 30, 35, 40 e 45 Watts (W) e 60 s após o esforço, de uma das voluntárias pós-menopausa sem reposição hormonal estudada (DBS)......................................................................

FIGURA 14. Resposta da freqüência cardíaca, em batimentos por minuto (bpm), batimento a batimento, em tempo real, durante 360 segundos (s) em repouso, nas posições supina e sentada e durante 60 s em repouso pré- esforço, 240 s de esforço físico dinâmico com potências progressivas de 15, 20, 25, 30, 35, 40 e 45 Watts (W) e 60 s após o esforço, de uma das voluntárias pós-menopausa com reposição hormonal estudada (ESV).....................................................

FIGURA 15. Valores de freqüência cardíaca, em batimentos por minuto (bpm), para o grupo de voluntárias jovens (n=10), pós-menopausa sem reposição hormonal (PMSRH) (n=13) e pós-menopausa com reposição hormonal (PMCRH) (n=9), durante o repouso, nas posições supina e sentada. Nível de significância de α=0,05....................................................................................

FIGURA 16. Valores dos índices de RMSSD dos intervalos R-R, em milissegundos (ms), para o grupo de voluntárias jovens (n=10), pós-menopausa sem reposição hormonal (PMSRH) (n=13) e pós-menopausa com reposição hormonal (PMCRH) (n=9), durante o repouso, nas posições supina e sentada. Nível de significância de α=0,05.........................................................

FIGURA 17. Em A, valores do tempo de variação da freqüência cardíaca, em segundos (s) e em B, valores de variação da freqüência cardíaca, em batimentos por minuto (bpm), na potência de 15 Watts do teste de esforço físico dinâmico descontínuo do tipo degrau, para o grupo de voluntárias jovens (n=10), pós- menopausa sem reposição hormonal (PMSRH) (n=13) e pós-menopausa com reposição hormonal (PMCRH) (n=9). Nível de significância de α=0,05.................

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FIGURA 22. Em A, valores do tempo de variação da freqüência cardíaca, em segundos (s) e em B, valores de variação da freqüência cardíaca, em batimentos por minuto (bpm), na potência de 40 Watts do teste de esforço físico dinâmico descontínuo do tipo degrau, para o grupo de voluntárias jovens (n=10), pós- menopausa sem reposição hormonal (PMSRH) (n=11) e pós-menopausa com reposição hormonal (PMCRH) (n=8). Nível de significância de α=0,05.................

FIGURA 23. Em A, valores do tempo de variação da freqüência cardíaca, em segundos (s) e em B, valores de variação da freqüência cardíaca, em batimentos por minuto (bpm), na potência de 45 Watts do teste de esforço físico dinâmico descontínuo do tipo degrau, para o grupo de voluntárias jovens (n=10), pós- menopausa sem reposição hormonal (PMSRH) (n=8) e pós-menopausa com reposição hormonal (PMCRH) (n=7). Nível de significância de α=0,05..................................

FIGURA 24. Em A, valores de freqüência cardíaca, em batimentos por minuto (bpm) e em B, dos índices de RMSSD dos intervalos R-R, em milissegundos (ms), para o grupo de voluntárias jovens (n=10), na condição de repouso na posição sentada e durante as potências de 15 a 50 Watts (W) do teste de esforço físico dinâmico descontínuo do tipo degrau. Nível de significância de α=0,05....................................................................................

FIGURA 25. Em A, valores de freqüência cardíaca, em batimentos por minuto (bpm) e em B, dos índices de RMSSD dos intervalos R-R, em milissegundos (ms), para o grupo pós-menopausa sem reposição hormonal (PMSRH) (n=13), na condição de repouso na posição sentada e durante as potências de 15 a 35 Watts (W) do teste de esforço físico dinâmico descontínuo do tipo degrau Nível de significância de α=0,05...........................................

FIGURA 26. Em A, valores de freqüência cardíaca, em batimentos por minuto (bpm) e em B, dos índices de RMSSD dos intervalos R-R, em milissegundos (ms), para o grupo de voluntárias pós-menopausa com reposição hormonal (PMCRH) (n=9), na condição de repouso na posição sentada e durante as potências de 15 a 35 Watts (W) do teste de esforço físico dinâmico descontínuo do tipo degrau. Nível de significância de α=0,05....................................................................................

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FIGURA 27. Valores dos índices de RMSSD dos intervalos R-R, em milissegundos (ms), para o grupo de voluntárias jovens (n=10), pós-menopausa sem reposição hormonal (PMSRH) (n=13) e pós-menopausa com reposição hormonal (PMCRH) (n=9), durante a potência de 15 Watts do teste de esforço físico dinâmico descontínuo do tipo degrau. Nível de significância de α=0,05..........................................................

FIGURA 28. Valores dos índices de RMSSD dos intervalos R-R, em milissegundos (ms), para o grupo de voluntárias jovens (n=10), pós-menopausa sem reposição hormonal (PMSRH) (n=13) e pós-menopausa com reposição hormonal (PMCRH) (n=9), durante a potência de 20 Watts do teste de esforço físico dinâmico descontínuo do tipo degrau. Nível de significância de α=0,05..........................................................

FIGURA 29. Valores dos índices de RMSSD dos intervalos R-R, em milissegundos (ms), para o grupo de voluntárias jovens (n=10), pós-menopausa sem reposição hormonal (PMSRH) (n=13) e pós-menopausa com reposição hormonal (PMCRH) (n=9), durante a potência de 25 Watts do teste de esforço físico dinâmico descontínuo do tipo degrau. Nível de significância de α=0,05..........................................................

FIGURA 30. Valores dos índices de RMSSD dos intervalos R-R, em milissegundos (ms), para o grupo de voluntárias jovens (n=10), pós-menopausa sem reposição hormonal (PMSRH) (n=13) e pós-menopausa com reposição hormonal (PMCRH) (n=9), durante a potência de 30 Watts do teste de esforço físico dinâmico descontínuo do tipo degrau. Nível de significância de α=0,05..........................................................

FIGURA 31. Valores dos índices de RMSSD dos intervalos R-R, em milissegundos (ms), para o grupo de voluntárias jovens (n=10), pós-menopausa sem reposição hormonal (PMSRH) (n=13) e pós-menopausa com reposição hormonal (PMCRH) (n=9), durante a potência de 35 Watts do teste de esforço físico dinâmico descontínuo do tipo degrau. Nível de significância de α=0,05..........................................................

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FIGURA 36. Valores do índice RMSSD dos intervalos R-R (IRR), em milissegundos (ms), nas potências do teste de esforço físico dinâmico descontínuo do tipo degrau em que foi determinado o limiar de anaerobiose pelo modelo matemático e estatístico semiparamétrico (SPM) e nas potências em que ocorreu significância estatística dos índices de RMSSD, para o grupo de voluntárias pós-menopausa sem reposição hormonal (PMSRH) (n=13). Nível de significância de α=0,05...............

FIGURA 37. Valores do índice RMSSD dos intervalos R-R (IRR), em milissegundos (ms), nas potências do teste de esforço físico dinâmico descontínuo do tipo degrau em que foi determinado o limiar de anaerobiose pelo modelo matemático e estatístico semiparamétrico (SPM) e nas potências em que ocorreu significância estatística dos índices de RMSSD, para o grupo de voluntárias pós-menopausa com reposição hormonal (PMCRH) (n=9). Nível de significância de α=0,05.................

FIGURA 38. Associação dos índices de RMSSD dos intervalos R- R, em milissegundos (ms), com as potências do teste de esforço físico dinâmico descontínuo do tipo degrau realizado pelas voluntárias jovens (n=10). Nível de significância de α = 0,05........................................................

FIGURA 39. Associação dos índices de RMSSD dos intervalos R- R, em milissegundos (ms), com as potências do teste de esforço físico dinâmico descontínuo do tipo degrau realizado pelas voluntárias pós-menopausa sem reposição hormonal (PMSRH), sendo que nas potências de 15 a 35 Watts: n=13, de 40 Watts: n= e em 45 Watts: n=8. Nível de significância de α = 0,05........................................................................................

FIGURA 40. Associação dos índices de RMSSD dos intervalos R- R, em milissegundos (ms), com as potências do teste de esforço físico dinâmico descontínuo do tipo degrau realizado pelas voluntárias pós-menopausa com reposição hormonal (PMCRH), sendo que nas potências de 15 a 35 Watts: n=9, de 40 Watts: n=8 e em 45 Watts: n=7. Nível de significância de α = 0,05............

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FIGURA 41. Associação dos índices de RMSSD dos intervalos R- R, em milissegundos (ms), com as potências do teste de esforço físico dinâmico descontínuo do tipo degrau realizado pelas voluntárias jovens (n=10), pós- menopausa sem reposição hormonal (PMSRH) (n=13) e pós-menopausa com reposição hormonal (PMCRH) (n=9), sendo que na potência de 40 Watts, PMSRH: n=11 e PMCRH: n=8; e em 45 Watts: PMSRH: n=8 e PMCRH: n=7. Nível de significância de α = 0,05.............................................................................

FIGURA 42. Associação entre os valores dos índices de RMSSD dos intervalos R-R, em milissegundos (ms), nos níveis de potência do teste de esforço físico dinâmico descontínuo do tipo degrau, em que ocorreu o limiar de anaerobiose, pelo modelo matemático e estatístico semiparamétrico (SPM) no eixo X e em Y, no nível de potência em que ocorreu significância estatística dos índices RMSSD, para as voluntárias jovens (n=10), pós-menopausa sem reposição hormonal (PMSRH) (n=13) e pós-menopausa com reposição hormonal (PMCRH) (n=9), sendo que na potência de 40 Watts, PMSRH: n=11 e PMCRH: n=8; e em 45 Watts: PMSRH: n=8 e PMCRH: n=7. Nível de significância de α = 0,05.............................................................................