Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


tese jeniffer, Exercícios de Engenharia Civil

Tese de Mestrado

Tipologia: Exercícios

2017

Compartilhado em 22/01/2017

jeniffer-barreto-8
jeniffer-barreto-8 🇧🇷

4.3

(4)

22 documentos

1 / 116

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
Julho de 2016
Jeniffer Costa Barreto
Licenciado em Engenharia Civil
Modelação da interação lateral
balastro-travessa em vias-férreas
Dissertação para obtenção do Grau de Mestre
em Engenharia Civil - Perfil Geotecnia
Orientador: Professor Doutor José Nuno Varandas Ferreira,
Professor Auxiliar, FCT/UNL
Júri:
Presidente: Professor Doutor Armando Manuel Sequeira Nunes Antão
Arguente: Doutor André Luís Marques Paixão
Vogal: Professor Doutor José Nuno Varandas Ferreira
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
pf14
pf15
pf16
pf17
pf18
pf19
pf1a
pf1b
pf1c
pf1d
pf1e
pf1f
pf20
pf21
pf22
pf23
pf24
pf25
pf26
pf27
pf28
pf29
pf2a
pf2b
pf2c
pf2d
pf2e
pf2f
pf30
pf31
pf32
pf33
pf34
pf35
pf36
pf37
pf38
pf39
pf3a
pf3b
pf3c
pf3d
pf3e
pf3f
pf40
pf41
pf42
pf43
pf44
pf45
pf46
pf47
pf48
pf49
pf4a
pf4b
pf4c
pf4d
pf4e
pf4f
pf50
pf51
pf52
pf53
pf54
pf55
pf56
pf57
pf58
pf59
pf5a
pf5b
pf5c
pf5d
pf5e
pf5f
pf60
pf61
pf62
pf63
pf64

Pré-visualização parcial do texto

Baixe tese jeniffer e outras Exercícios em PDF para Engenharia Civil, somente na Docsity!

Julho de 2016

Jeniffer Costa Barreto

Licenciado em Engenharia Civil

Modelação da interação lateral

balastro-travessa em vias-férreas

Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em Engenharia Civil - Perfil Geotecnia

Orientador: Professor Doutor José Nuno Varandas Ferreira,

Professor Auxiliar, FCT/UNL

Júri: Presidente: Professor Doutor Armando Manuel Sequeira Nunes Antão Arguente: Doutor André Luís Marques Paixão Vogal: Professor Doutor José Nuno Varandas Ferreira

Agradecimentos

Primeiramente, agradeço a Deus, por me guiar, auxiliar e permitir estar onde estou. Agradeço a minha minha mãe e minha irmã pela paciência, pelo amor e carinho, pela paciência e por todo o apoio que me foi dedicado ao longo de toda a minha vida. Ao meu marido, pelas longas viagens e espera até à faculdade, pelas refeições na escrivaninha, pelo amor, paciência e compreensão. A minha madrinha, que tem me ajudado vezes sem conta, que me aconselha, por todo o amor e dedicação. Ao meu sogrinho, pelo carinho e disposição, por todo o trabalho a imprimir todos aqueles livros. Aos meus amigos íntimos tão íntimos que mais são como família, ao Peter, à Déia, ao Tomás e agora a nossa pequena Mariana, ao Jorge, à Sâmela e à Melissandra. Ao meu colega de curso, André Francisco, pela paciência e por toda ajuda, sem ele não teria escrito um texto tão bonito em Latex. Agradeço aqueles, que de alguma forma passaram pela minha vida durante este percurso, meus colegas da universidade, que me auxiliaram, que com paciência ajudaram-me em trabalhos escolares, que perderam tempo a explicar-me coisas, que me fizeram rir e aproveitar essa fase. Agradeço aos meus professores, que a cada dia despertaram mais e mais em mim o desejo de aprender, de ser engenheira, dentre eles alguns em especial : Ana Alves de Sá, que me fez adorar cálculo e aprender de verdade!; Ildi Cismasiu, pela paciência, carinho e dedicação, pela oportunidade de fazer uma treliça de massa e aprender com criatividade como funciona a distribuição de forças; Valter Lúcio por me ensinar com tanta devoção o funcionamento do betão, por exigir que saibamos e não apenas decoremos; e a todos os outros professores, que à sua maneira, me ensinaram e dedicaram o seu tempo a minha aprendizagem. Por fim, quero agradecer especialmente ao meu orientador, o Professor Investigador José Varandas, que aceitou orientar-me, e que ao longo desses 5 anos me ajudou em diversas disciplinas, quero agradecer-lhe pelo tempo despendido em reuniões, pelos longos debates, pela paciência mesmo quando eu teimava em não perceber o óbvio, pelo respeito e dedicação, por me incentivar e estimular e despertar em mim a curiosidade de querer saber mais sobre esse tema, de querer ir avante. A todos, a minha eterna gratidão.

III

Resumo

A estabilidade lateral da via-férrea e sua importância para o comportamento adequado da mesma é um fator determinante nos caminhos de ferro. Deste modo, o presente estudo visa, numa primeira parte, introduzir o leitor ao assunto disponibilizando de forma sucinta e clara informações sobre a via férrea em geral e a estabilidade lateral da mesma, obtidas através de uma extensa revisão bibliográfica. Ao longo da investigação, com base no estudo da literatura existente, foi elaborada uma tabela com valores para resistência lateral em alguns tipos de casos. Numa fase posterior, foi elaborada a modelação e análise da via férrea com recurso ao programa de elementos finitos Pegasus que permite a introdução de cargas dinâmicas e um modelo constitutivo para o comportamento resiliente do balastro não linear, visando sempre o comportamento lateral da via. Com esse estudo, pretende-se auxiliar os desenvolvimentos futuros de modelos mais simples que utilizem molas e amortecedores, fornecendo uma aproximação para os valores de rigidez a adoptar nessas molas.

PALAVRAS-CHAVE: Via-férrea, resistência lateral, rigidez lateral, tensão no balastro, modelação numérica, comportamento não linear.

V

Índice de Matérias

Copyright I

Agradecimentos III

Resumo V

Abstract VII

Índice de Figuras XIII

Índice de Tabelas XIX

Lista de símbolos e abreviaturas XXI

1 Introdução 1 1.1 Enquadramento............................. 1 1.2 Objetivo.................................. 2 1.3 Estrutura do documento......................... 3

2 Interação lateral travessa-balastro- Revisão da Literatura 5 2.1 Considerações Gerais.......................... 5 2.2 Principais componentes da via balastrada.............. 5 2.3 Vantagens e desvantagens da via balastrada............. 7 2.4 Comportamento do balastro....................... 7 IX

 - 2.4.1 Descrição geral do comportamento - 2.4.2 Modelo Não Linear K-θ 
  • 2.5 Forças laterais que atuam na via-férrea
    • 2.5.1 Forças Laterais no carril
    • 2.5.2 Força Lateral na via
  • 2.6 Resistência lateral da via
    • 2.6.1 Fórmula de Prud’Homme
    • 2.6.2 Determinação experimental
    • 2.6.3 Resumo
  • travessa-balastro 3 Métodos de modelação numérica da interação lateral
  • 3.1 Evolução de modelos de via-férrea
    • 3.1.1 Modelo de winkler
    • 3.1.2 Modelo Dinâmico
  • 3.2 Modelos de via-férrea com interação lateral - através de sistema de mola-amortecedor 3.2.1 Modelo simplificado da via com representação do terreno
    • 3.2.2 Modelo com utilização de elementos discretos
    • 3.2.3 Modelo 3D com utilização do MEF
  • 4 Estudo numérico sobre a rigidez lateral da via-férrea
    • 4.1 Descrição do modelo
      • 4.1.1 Malha de elementos finitos
      • 4.1.2 Geometria do Modelo
      • 4.1.3 Estudos preliminares de definição do domínio
      • 4.1.4 Descrição de testes
    • 4.2 Análises numéricas
      • 4.2.1 Modelo linear do balastro
      • 4.2.2 Modelo não linear do balastro ÍNDICE DE MATÉRIAS XI
      • 4.2.3 Linear x Não Linear
  • 5 Estudo sobre a distribuição de tensões no balastro
    • 5.1 Testes realizados
    • 5.2 Análise de resultados
  • 6 Conclusões e desenvolvimentos futuros
    • 6.1 Conclusões
    • 6.2 Desenvolvimentos futuros
  • Bibliografia

XIV ÍNDICE DE FIGURAS

2.16 (a) Relação entre H/V e os deslocamentos laterais no teste apenas com o balastro de base; (b)Aumento da resistência lateral com a introdução do balastro entre travessas; (c) Aumento da resistência com a introdução e variação do balastro da zona do prisma lateral;. 22 2.17 Componentes da resistência lateral.................. 23 2.18 Conceito da resistência lateral dinâmica................ 23 2.19 Modelo tri-linear............................. 24 2.20 Coeficiente de atrito balastro-travessa em função da força vertical. 25 2.21 Formas das travessas ensaiadas por Koike.............. 26 2.22 Esquema de Ensaios : STPT e TLPT respectivamente........ 27 2.23 Contribuição da resistência de base,Rb,final, Rf , e lateral,Rl.... 28 2.24 Efeitos de fronteira no teste TLPT................... 28 2.25 Efeito do trafego no comportamento da carga lateral/deslocamento das travessas............................... 29 3.1 Viga numa fundação elástica...................... 32 3.2 Vários modelos dinâmicos........................ 34 3.3 Corte e vista lateral do modelo 3D respetivamente.......... 35 3.4 Modelo não linear para representação da resistência lateral e longitudinal através de molas...................... 36 3.5 Técnica de modelação geométrica................... 36 3.6 Modelo constitutivo para o comportamento lateral do balastro.... 37 3.7 Modelo constitutivo para o comportamento lateral do balastro completo, com influência de carga vertical............... 38 3.8 Modo de implementação do modelo constitutivo no programa CWERRI................................. 38 3.9 Modelo 3D da travessa mergulhada no balastro............ 39 3.10 Influência da geometria do balastro na força de reação (N) em função do deslocamento lateral (m) combinado com uma carga vertical Fy................................. 40 3.11 Modelo utilizado que alcançou maiores deslocamentos laterais... 41 3.12 Passos do programa Pegasus...................... 42

ÍNDICE DE FIGURAS XV

3.13 Modelo 3D Pegasus........................... 43 3.14 Sistemas distintos via e balastro/solo.................. 43 3.15 Modelo de elemento finito explícito da via............... 43 3.16 Interação balastro-travessa vista na direção longitudinal....... 45 3.17 Sistema de eixos para o contacto vertical............... 46 3.18 Vista na direção transversal da travessa da interação travessa-balastro............................. 46 4.1 Malhas de elementos finitos estudadas em Varandas (2013).... 49 4.2 Malha utilizada.............................. 50 4.3 Geometria do modelo em estudo.................... 51 4.4 Posição dos elementos em estudo................... 51 4.5 Variação do número de travessas.................... 53 4.6 Variação do comprimento lateral, Ly.................. 53 4.7 Deslocamento lateral (uy) para diversos testes variando o carregamento............................... 57 4.8 Deslocamento vertical (uz ) para diversos testes variando o carregamento............................... 57 4.9 Tensão deviatórica,q, em função da tensão média,p, nos elementos 1, 2, 3, 4, 5 e 6 para o teste D6..................... 58 4.10 Tensão deviatórica,q, em função da tensão média,p, calculada no elemento 5, para os diversos testes.................. 59 4.11 Tensão deviatórica,q, em função da tensão média,p, calculada no elemento 1, para os diversos testes.................. 59 4.12 Relação Fz - Ky, regressão linear................... 60 4.13 Deslocamento lateral (uy) para diversos testes variando o solo de fundação................................. 61 4.14 Deslocamento vertical (uz ) para diversos testes variando o solo de fundação................................. 61 4.15 Tensão deviatórica,q, em função da tensão média,p, nos elementos 1, 2, 3, 4, 5 para o teste D9....................... 61

ÍNDICE DE FIGURAS XVII

4.34 Tensão σz no teste D9 para o caso Linear e Não Linear respectivamente............................. 73 4.35 Comparação da tensão deviatórica para o teste D9 no caso linear e não linear................................. 73 5.1 Tensões segundo a direção y e z em função do tempo em vários elementos para o teste 5........................ 76 5.2 σy nos elementos 1, 2, 3 e 6 para os diversos testes......... 77 5.3 σz nos elementos 1, 2, 3 e 6 para os diversos testes......... 78 5.4 Distribuição de tensão σy para os testes 1, 4, 5 e 7 respetivamente. 79 5.5 Distribuição de tensão σz para os testes 1, 4, 5 e 7 respetivamente. 80