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Torque das Maquinas CC, Manuais, Projetos, Pesquisas de Máquinas Elétricas

Aborda a respeito do torque das maquinas de corrente continua

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

2020

Compartilhado em 15/12/2020

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Engenharia Eléctrica
4oAno – 7o Semestre
Trabalho de Máquinas Eléctricas II
Torque em Máquinas de Corrente Contínua
Discentes: Docente:
Alex Chaquibo M. O. Aboo Eng.o Martinho Gafur
Francisco Marcos Cumbane
Manuel da Graça Guirrengane
Songo, Março de 2018
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Engenharia Eléctrica

o

Ano – 7

o

Semestre

Trabalho de Máquinas Eléctricas II

Torque em Máquinas de Corrente Contínua

Discentes: Docente:

Alex Chaquibo M. O. Aboo Eng.

o

Martinho Gafur

Francisco Marcos Cumbane

Manuel da Graça Guirrengane

Songo, Março de 2018

Engenharia Eléctrica

o

Ano – V Semestre

Trabalho de Máquinas Eléctricas II

Torque em Máquinas de Corrente Contínua

Discentes: Docente:

Alex Chaquibo M. O. Aboo Eng.

o

Martinho Gafur

Francisco Marcos Cumbane

Manuel da Graça Guirrengane

Songo, Março de 2018

Trabalho elaborado pelos estudantes de

Curso de Engenharia Eléctrica do

Instituto Superior Politécnico de Songo

Para disciplina de Máquinas Eléctricas II,

para fins de avaliação.

Lista de figuras

Figura 1: Produção de torque numa bobina de uma única espira;

Figura 2 : Torque útil para Rotação;

Figura 3: Necessidade da Comutação em motores CC;

Figura 4: Reversão da corrente do condutor requerido para produzir rotação contínua;

Figura 5 : Conexões esquemáticas de dispositivos de partida de motores shunt, série e

compostos;

Figura 6: Comparação das características torque-carga para uma dada máquina CC;

Figura 7: Comparação da característica carga-velocidade de uma máquina CC;

Figura 8: Comparação das características de torque e velocidade-carga com corrente nominal;

Figura 9: Inversão do sentido dos motores compostos longos e curto.

Índice

Conteúdo Página

1.1. Objectivos e metodologia.......................................................................................iv

  1. Máquinas Eléctricas.......................................................................................................v

2.1. Princípio de Funcionamento das máquinas de corrente Contínua.........................v

2.2. Torque em Máquinas de Corrente Contínua.........................................................vii

Assim, quanto maior a percentagem da fcem com relação à tensão aplicada a

armadura, maior a eficiência do motor. Mais ainda, para uma dada corrente de carga, é

evidente que, quando a fcem for máxima, o motor desenvolverá a máxima potência

para aquele valor da corrente da armadura ( I a

)..............................................................xii

  1. Conclusão....................................................................................................................xx
  2. Bibliografia...................................................................................................................xxi
  3. Anexos.......................................................................................................................xxiii

Uma máquina elétrica é uma máquina capaz de converter energia mecânica em energia elétrica

(gerador) ou energia elétrica em mecânica (motor). No presente trabalho que tem como tema:

Torque em máquinas de corrente contínua , aborda sobre as relações de torque das máquinas

de corrente contínua e as características do motor CC como meio de produzir um torque

electromagnético.

A obtenção de torque em máquinas elétricas rotativas, devido à conversão eletromecânica de

energia (elétrica em mecânica ou vice-versa), se dá pela interação dos fluxos de estator e do

rotor, e nesse trabalho denomina-se como torque eletromagnético.

Este trabalho foi elaborado principalmente na base de Livros em formato físico e de algumas

pesquisas online em arquivos em PDF e em páginas de internet , sendo na bibliografia

apresentadas os respectivos links , e autores dos Livros.

2. Máquinas Eléctricas

As máquinas CC são geradores que convertem a energia mecânica em energia elétrica CC e

motores que convertem a energia elétrica CC em energia mecânica.

Os geradores e motores de corrente contínua apresentam basicamente a mesma constituição,

diferindo apenas no que diz respeito a aplicação.

Os motores e os geradores de CC podem ser divididos em duas partes, uma estacionária e a

outra girante. A parte fixa é conhecida como estator e a parte móvel é chamada de rotor.

2.1. Princípio de Funcionamento das máquinas de corrente Contínua

Operando como gerador de corrente Contínua

Quando se trata de um gerador, a energia mecânica é tirada pela aplicação de um torque e da

rotação do eixo da máquina. Uma fonte de energia mecânica pode ser por exemplo, uma Turbina

Hidráulica, eólica, etc.

A fonte de energia mecânica tem papel de produzir o movimento relativo entre os condutores

eléctricos dos enrolamentos da armadura e o campo magnético produzido pelo enrolamento de

campo e desse modo, provocar uma variação temporal da intensidade do mesmo, e assim pela lei

de faraday induzir uma tensão entre os terminais do condutor.

Desta forma, a energia mecânica fornecida ao eixo, é armazenada no campo magnético da

máquina para ser transmitida para alimentar alguma carga conectada a máquina.

Operando como motor de corrente Contínua

No caso de motores, o funcionamento é inverso: a energia eléctrica é fornecida aos

condutores do enrolamento da armadura pela aplicação de uma tensão eléctrica em seus

terminais pelo anel comutador (colector), fazendo com que se circule uma corrente eléctrica

nesse enrolamento que produz um campo magnético no enrolamento da armadura.

Como o corpo do estator é constituído por matérias ferromagnéticos, ao aplicarmos tensão nos

terminais do enrolamento de campo da máquina temos uma intensificação de Campo magnético

no mesmo e, portanto, a produção de polos magnéticos, (norte e sul) espalhados por toda

extensão do estator.

Pela actuação do anel comutador que tem como função alterar o sentido da circulação da

corrente no enrolamento da armadura, quando aplicamos uma tensão no comutador com a

máquina parada, a tensão é transferida ao enrolamento da armadura fazendo com que circule

uma corrente pelo mesmo o que produz um campo magnético e outros pares de polos no

enrolamento da armadura.

A orientação desse campo, ou seja, a posição do polo norte e sul permanece fixa,

simultaneamente temos uma tensão eléctrica aplicada no enrolamento do campo no estator

assim, ao termos a interação entre os campos magnéticos da armadura no rotor e do campo de

estator, os mesmos tentaraõ se alinhar ou seja, o polo norte de um dos campos tentará se

aproximar do polo sul do outro.

Como o eixo da máquina pode girar, caso os campos da armadura e do estator não sejam

alinhado, surgira um binário de forças que produzirá um torque no eixo fazendo o mesmo girar.

Ao girar o eixo, gira o anel comutador que é montado sobre o eixo, e ao girar o anel comutador

muda o sentido de aplicação da tensão, o que faz com que a corrente circule no sentido contrário

mudando o sentido do campo magnético produzido.

Fig.2. ( Torque útil para Rotação)

A distinção entre a força desenvolvida nos vários condutores da armadura e o torque útil

desenvolvido por estes condutores para produzir rotação é vista na fig.2.

Nota-se que todos os condutores que possuem corrente circulando numa mesma direção

desenvolvem uma mesma força. Isto porque eles carregam a mesma corrente e permanecem

perpendiculares no mesmo campo. Mas, como o torque é definido como o produto de uma força

e de sua distância perpendicular ao eixo, podemos ver que a componente útil da força

desenvolvida é:

f = Fsenθ

Onde F é a força em cada condutor, e θ é o complemento do ângulo criado pela força

desenvolvida no condutor e a força f útil tangencial à periferia da armadura; e, assim, o torque

desenvolvido por qualquer condutor,

T

c

, na superfície da armadura é:

T

c

= f. r =( F. senθ ). r

Onde:

f é a força em perpendicular a

r ,

r é a distância radial ao eixo de rotação.

Os condutores que se encontram na região interpolar na figura 2. Desenvolvem teoricamente

uma força idêntica á dos condutores que se encontram directamente sob superfície polar; mas

que a componente útil da força

f , tangencial á armadura é zero. Alem disso se a bobina da fig 2 é

livre para girar no sentido do torque desenvolvido sem que haja comutação, os sentidos nos

condutores permanecem inalterados, mas a força neles desenvolvida sofrera uma reversão (fig.

A necessidade da comutação para reverter a corrente num condutor à medida que se

move sob um pólo de polaridade oposta é tão fundamental para um motor de CC. Finalmente,

como nenhum torque útil é produzido por condutores que se encontram na região interpolar,

pouco torque é perdido pelos condutores que estão em comutação (fig. 4), onde as componentes

da força útil e suas magnitudes são indicadas, bem como a reversão de corrente requerida para

produzir rotação uniforme e contínua.

O Torque desenvolvido pela armadura de qualquer máquina pode ser computado em função do

número de polos, caminhos, condutores e fluxo por pólo concatenando os condutores da

armadura.

T =0,

P

a

Z I

a

Φ × 10

− 8

lbf. pé

P é o número de Pólos

a é o número de caminhos

Z

é o numero de condutores ativos na superfície da armadura, cada um produzido um torque

médio útil

I

a

é a corrente total que penetra na armadura

Φ é o fluxo por pólo concatenando os condutores

Para qualquer máquina CC, contudo, o número de caminhos, pólos e condutores na armadura é

fixo ou constante e, portanto, a equação para o torque eletromagnético desenvolvido para uma

dada armadura pode ser escrito apenas em função de suas possíveis variáveis como:

T = k I

a

Φ lbf. pé

Onde:

k =0,

P

a

Z × 10

− 8

É de realçar que o torque electromagnético se opõe a rotação num gerador e auxilia (atua no

mesmo sentido) a rotação num motor. Como o torque é função do fluxo e da corrente da

armadura, é independente da velocidade do motor ou do gerador. Ou seja, a velocidade do motor,

depende do torque.

1.1.5. Equação fundamental de torque

Sendo esta a equação fundamental da velocidade do motor CC, pois permite predizer

rapidamente a performance de um motor CC. Por exemplo, se fluxo polar é enfraquecido

consideravelmente, o motor tende a disparar. Se o denominador

k ∅ tende a zerro, a velocidade

se aproxima do infinito. Do mesmo modo, se a corrente e o fluxo são mantidos constantes,

enquanto a tensão aplicada através da armadura é aumentada, a velocidade aumenta na mesma

proporção. Finalmente, se o fluxo polar e a tensão aplicada nos terminais da armadura

permanecem fixos e a corrente da armadura aumenta por acréscimo de carga, a velocidade do

motor cairá numa mesma proporção com o decréscimo da fcem.

A

fcem a plena carga é menor que a

fcem para cargas mais leves. Como função da tensão

aplicada na armadura, a fcem a plena carga vária desde aproximadamente 80%, nos pequenos

motores, ate 95% da tensão aplicada, nos motores maiores.

A fcem ,

E

c

, Como percentagem da tensão da armadura,

V

a

, é um dado importante na

determinação da eficiência relativa e da potência mecânica desenvolvida por uma dada

armadura.

Quando a potência electrica ,

V

a

I

a

, é suprida ao circuito da armadura do motor para produzir

rotação, uma certa parcela da potência é dissipada nos vários componentes que constituem o

circuito da resistência da armadura; esta dissipação é denominada perda no cobre da armadura

I

a

2

R

a

. A potência remanescente,

E

c

I

a

, é requerida pela armadura para produzir o torque interno

ou densevolvimento.

E

c

I

a

= V

a

I

a

− I

2

a

R

a

A relação entre a potência desenvolvida e a potência suprida á armadura,

E

c

I

a

/ V

a

I

a

, é a mesma

que

E

c

/ V

a

. Assim, quanto maior a percentagem da fcem com relação a tensão aplicada a

armadura, maior a eficiência do motor. Mais ainda para uma dada corrente de carga, é evidente

que, quando a fcem for máxima, o motor desenvolverá a máxima potência para aquele valor da

corrente da armadura,

I

a

1.1.7. fcem e potência mecânica desenvolvida pela armadura do motor

Assim, quanto maior a percentagem da fcem com relação à tensão aplicada a armadura, maior

a eficiência do motor. Mais ainda, para uma dada corrente de carga, é evidente que, quando a

fcem for máxima, o motor desenvolverá a máxima potência para aquele valor da corrente da

armadura ( I a

Estudando melhor as equações

N =¿

e

T = k I

a

Referentes as equações fundamentais da

Velocidade e torque, respectivamete.

O Torque é definido como uma força tendendo a produzir a rotação e de acordo com a equação

referente ao torque com o aumento do fluxo polar haverá uma tendência de aumentar o torque e

(possivelmente) a velocidade. Por outro lado olhando a equação da velocidade, o aumento do

fluxo polar reduzira a velocidade. Existe ai uma inconsistência e é possível reconciliar as duas

equações.

Explanação qualitativa que ocorre quando o fluxo polar é reduzido

 O fluxo polar de um motor-shunt é reduzido pelo decrescimento da corrente de campo

A fcem,

E

c

= k ∅ N , cai instantaneamente (a velocidade permanece constante como resultado da

inércia da armadura grande e pesada).

 O decréscimo em

E

c

, Provoca um aumento na corrente da armadura,

I

a

Segundo a

equação (

I

a

=( V

a

− E

c

)/ R

a

), Assim como uma pequena redução no fluxo polar

 Segundo

T = k I

a

Uma pequena redução do fluxo é mais do que contrabalançado por

um grande incremento na corrente da armadura. Note se que o incremento no torque é

superior á redução no fluxo

 Este aumento no torque produz um aumento de velocidade.

Desde que a velocidade de uma máquina em operação é determinada pelo torque desenvolvido,

aparece a seguinte questão: é possível aumentar o fluxo polar e, ao mesmo tempo, aumentar a

velocidade? A resposta é possível, mas apenas se a corrente da armadura for mantida constante (

T = k I

a

. Ou seja quando a armadura é ligada a uma fonte de corrente contínua. Quando uma

tensão CC é aplicada ao campo, desenvolve-se um pequeno torque e a armadura gira lentamente

e de acordo com a equação

T = k I

a

, Como a corrente é constante, o torque e a velocidade são,

portanto, proporcionais apenas ao fluxo polar.

1.1.8. Relação entre Torque e velocidade do Motor

Na prática, a corrente de partida é limitada a um valor mais alto que o da corrente nominal, para

desenvolver um grande torque de partida, especialmente nos grandes motores, que possuem

grande inércia e custam a acelerar.

Fig 5. (Conexões esquemáticas de dispositivos de partida de motores shunts, série e compostos)

Para controlar a partida nos motores, o terminal que liga a resistência ao motor é

deslocado contínuamente de forma a reduzir a resistência à medida que a

fcem aumenta. Se o

terminal não for deslocado, a velocidade se estabilizaria num valor bem abaixo do valor nominal.

Logo, o terminal é deslocado até que a velocidade seja a nominal e o sistema não precise de uma

resistência em série na armadura.

A figura abaixo mostra um gráfico comparativo entre os tipos de motores CC, contendo uma

relação entre corrente na armadura e torque do motor.

1.1.10. Torque em Cada Tipo de Motor CC

Fig 6. (Comparação das características torque-carga para uma dada máquina CC)

Durante a partida e funcionamento normal, a corrente no circuito do campo-shunt, é

essencialmente constante para um valor estabelecido para o reóstato de campo e o fluxo é

também essencialmente constante. Aumentando-se a carga mecânica, a velocidade diminui,

causando uma diminuição na fcem e um aumento na corrente da armadura.

Dessa forma, o torque pode ser expresso como uma relação linear de

I

a

T = k '. I

a

No motor-série, a corrente da armadura e a corrente do campo-série são as mesmas

(ignorando os efeitos da resistência shunt de controle), e o fluxo produzido pelo campo-série é,

em todo o instante, proporcional à corrente da armadura,

I

a

. A equação para o torque do motor-

série é:

T = k

' '

. I

a

2

Desde que o núcleo polar seja não-saturado, a relação entre o torque do motor-série e a

corrente de carga é exponencial. Para cargas extremamente leves, o torque do motor-série é

menor que o torque do motor-shunt, porque desenvolve menor fluxo. Para uma mesma corrente

numa armadura a plena carga, o seu torque é maior.

Quando se combinam enrolamentos de campo série e shunt o efeito de campo-série

poderá ser composto cumulativo ou diferencial. No composto cumulativo, o fluxo do campo-

série se soma ao fluxo do campo-shunt e, no caso do motor composto diferencial, há um

antagonismo entre os campos. A corrente no circuito campo-shunt e o fluxo polar, durante a

partida ou funcionamento normal, são constantes. A corrente no campo-série é uma função da

corrente de carga solicitada pela armadura.

Para o motor cumulativo, a equação para o troque é:

T = k.

f

s

. I

a

1.1.11. Motor-shunt

1.1.12. Motor-série

1.1.13. Motores compostos

Quando uma carga mecânica é aplicada ao eixo do motor, a fcem decresce e a velocidade cai

proporcionalmente. Mas, como a fcem desde a vazio até a plena carga sofre uma variação de

20 % (ou seja de

0,95. V

a

a

0,75. V

a

), a velocidade do motor é essencialmente constante, como se

vê na figura abaixo.

Fig 7. (Comparação da característica carga-velocidade de uma máquina CC)

2.2.1.2. Motor-série

A equação básica da velocidade, modificada para o motor-série é:

N =

V

a

− I

a

. ( R

a

+ R

s

k .∅

Onde:

V

a

é a tensão aplicada aos terminais do motor; e, como o fluxo no entreferro produzido

pelo campo-série é proporcional apenas à corrente da armadura, a velocidade pode ser escrita

como:

N = k '

V

a

− I

a

. ( R

a

+ R

s

I

a

A equação nos dá uma indicação da característica carga-velocidade de um motor-série.

2.2.1.3. Motores compostos

Os motores Compostos podem ser: comulativo e diferencial

2.2.1.3.1. Motor Composto Cumulativo

A equação básica da velocidade para um motor composto cumulativo pode ser escrita como:

N = K. ¿

Ainda mais simplificada para:

N = k.

E

f

s

Com a aplicação de carga a velocidade de um motor composto cumulativo cairá numa razão

mais elevada do que a velocidade de um motor-shunt.

2.2.1.3.2. Motor composto diferencial

A equação básica da velocidade para um motor composto diferencial será:

N = k.

E

f

s

= k.

[

V

a

− I

a

( R

a

+ R

s

f

s

]

Com o aumento da carga e de

I

a

, o numerador da fração da equação acima decresce um pouco,

mas o denominador decresce mais rapidamente. A velocidade pode cair ligeiramente para cargas

leves; mas, com o aumento da carga, a velocidade aumenta. Esta condição estabelece uma

instabilidade dinâmica. Com o aumento da velocidade, a maioria das cargas mecânicas aumenta

automaticamente causando um aumento na corrente, um decréscimo no fluxo total e uma

velocidade mais elevada, produzindo-se assim mais carga. Devido a esta instabilidade inerente,

os motores compostos diferenciais são raramentes usados em aplicações práticas.

A figura abaixo mostra as relações torque-carga e velocidade-carga para motores CC suportando

sua carga nominal.

Fig 8. (Comparação das características de torque e velocidade-carga com corrente nominal)