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Toxicologia cocaina, Notas de estudo de Bioquímica

conceito básicos para esclarecimentos de duvidas decorentes sobre Cocaina

Tipologia: Notas de estudo

2013

Compartilhado em 29/09/2013

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maiane-goncalves-ferreira-santos-5 🇧🇷

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Cocaína
Elenice Lopes, Fernanda Brigida, Francilene Teles,
Maiane Gonçalves, Sergio Bezerra, Rosineia Brito
Diretoria da Saúde, Faculdade de Farmácia, Campus Memorial
Nome Científico:
Cocaína, Benzoilmetilecgonina ou ester
do ácido benzóico.
Planta de Origem :
Erythroxylon coca ou coca boliviana.
A cocaína pode ser administrada por diversas vias, sendo estas intranasal na forma de
cloridrato de cocaína (aspiração do pó), respiratória (na forma de base livre sendo uma
mistura com bicarbonato de sódio e outras substâncias conhecida popularmente como
Crack, por meio de combustão/fumada) e intravenosa. Por apresentar diversas formas de
consumo a sua absorção é pela via sanguínea até alcançar a barreira hematoencefálica, e
rapidamente é distribuída pelo sistema nervoso central (SNC). No SNC, a cocaína estimula
os seguintes neutransmissores (monoaminas) nas quais a dopamina, a noradrenalina e a
serotonina.
A cocaína atua bloqueando os canais de sódio e a recaptação imediata destes
neurotransmissores potencializando a atividade, estado de alerta, euforia e bem estar. Sua
excreção principal é pela via renal na forma de metabólitos.
Tratamento
MARQUES, A.C.P.R. et al. Abuso e dependência: crack, Rev. Assoc.
Med. Brasileira, v.58,n.2,p.141-153,Agosto,2012
ARAUJO, D. R. et al. Anestésicos locais: inte-ração com membranas
biológicas e com o canal de sódio voltagem-dependente, Quím. Nova,
v.31, n.7, p.1775-1783, Setembro,2008
GAZONI, F. M . et al. Complicações cardiovasculares em usuário de
cocaína: relato de caso, Rev. bras. ter. intensiva, v.18, n.4, p. 427-432,
Outubro,2006.
SILVA, M.I.G. et al. Cocaína – história, ações neurobiológicas do vício e
recaída e perspectivas terapêuticas, Acta Med. Port., v. 23, n.2, p.247-
258,2010
Cunha, P.J. at al. Alterações neuropsicológicas em dependentes de
cocaína, Rev. Bras. Psiquiatria, v.26, n.2, p.103-106, 2004
SCHEFFER, M. et al. Dependência de Álcool, Cocaína e Crack e
Transtornos Psiquiátricos,Psicologia: Teoria e Pesquisa, v.26, n. 3, p.
533-541,Jul-Set 2010
Agudos - Arritmias, trombose coronária
com enfarte do miocárdio, trombose cerebral
com AVC e outras hemorragias cerebrais
devidas à vasoconstri-ção simpática,
necrose cerebral, Insufi-ciência renal,
Insuficiência cardíaca, hipertermia com
coagulação disseminada potencialmente fatal.
Crônicos - Perda de memória, perda da capacidade de
concentração mental, perda da capacidade analítica, falta de
ar permanente, ansiedade, perturbação no sono (insônias
intensas) trauma pulmonar, dores torácicas, destruição total
do septo nasal (se inalada). Perda de peso até níveis de
desnutrição, cefaléias, sínco-pes (desmaios), distúrbios dos
nervos periféricos, silicose
Usuário crônico - primeiramente o paciente passa pela fase
desintoxicação (afastamento da substancia), tratamento
farmacotera-péutico administra-se substancias como
Topiramatono redução da liberação de dopamina,
Dissulfiram sistema dopaminérgico, inibindo a conversão de
dopamina em noradrenalina por meio do bloqueio das
enzimas, e Modafinil bloqueia a recaptação monoaminas
assim como a cocaína porem evitando recaídas.
Overdose - para o suporte de convulsão
administra-se Benzodiaze-pinicos (BZD),
contribuirá para diminuição na agitação e
taquicardia, acidose metabólica será
controlada com a administração de
Bicarbonato de Sódio (fazer monitoramento
do paciente). Caso apresente hipertemia
indica-se a administração de Dantroleno.
Referencias Bibliográficas
Efeitos tóxicos

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Cocaína

Elenice Lopes, Fernanda Brigida, Francilene Teles,

Maiane Gonçalves, Sergio Bezerra, Rosineia Brito

Diretoria da Saúde, Faculdade de Farmácia, Campus Memorial

Nome Científico:

Cocaína, Benzoilmetilecgonina ou ester

do ácido benzóico.

Planta de Origem :

Erythroxylon coca ou coca boliviana.

A cocaína pode ser administrada por diversas vias, sendo estas intranasal na forma de cloridrato de cocaína (aspiração do pó), respiratória (na forma de base livre sendo uma mistura com bicarbonato de sódio e outras substâncias conhecida popularmente como Crack, por meio de combustão/fumada) e intravenosa. Por apresentar diversas formas de consumo a sua absorção é pela via sanguínea até alcançar a barreira hematoencefálica, e rapidamente é distribuída pelo sistema nervoso central (SNC). No SNC, a cocaína estimula os seguintes neutransmissores (monoaminas) nas quais a dopamina, a noradrenalina e a serotonina. A cocaína atua bloqueando os canais de sódio e a recaptação imediata destes neurotransmissores potencializando a atividade, estado de alerta, euforia e bem estar. Sua excreção principal é pela via renal na forma de metabólitos. Tratamento MARQUES, A.C.P.R. et al. Abuso e dependência: crack, Rev. Assoc. Med. Brasileira, v.58,n.2,p.141-153,Agosto, ARAUJO, D. R. et al. Anestésicos locais : inte-ração com membranas biológicas e com o canal de sódio voltagem-dependente, Quím. Nova, v.31, n.7, p.1775-1783, Setembro, GAZONI, F. M. et al. Complicações cardiovasculares em usuário de cocaína : relato de cas o, Rev. bras. ter. intensiva, v.18, n.4, p. 427-432, Outubro,2006. SILVA, M.I.G. et al. Cocaína – história, ações neurobiológicas do vício e recaída e perspectivas terapêuticas, Acta Med. Port., v. 23, n.2, p.247- 258, Cunha, P.J. at al. Alterações neuropsicológicas em dependentes de cocaína, Rev. Bras. Psiquiatria, v.26, n.2, p.103-106, 2004 SCHEFFER, M. et al. Dependência de Álcool, Cocaína e Crack e Transtornos Psiquiátricos, Psicologia: Teoria e Pesquisa, v.26, n. 3, p. 533-541,Jul-Set 2010 Agudos - Arritmias, trombose coronária com enfarte do miocárdio, trombose cerebral com AVC e outras hemorragias cerebrais devidas à vasoconstri-ção simpática, necrose cerebral, Insufi-ciência renal, Insuficiência cardíaca, hipertermia com coagulação disseminada potencialmente fatal. Crônicos - Perda de memória, perda da capacidade de concentração mental, perda da capacidade analítica, falta de ar permanente, ansiedade, perturbação no sono (insônias intensas) trauma pulmonar, dores torácicas, destruição total do septo nasal (se inalada). Perda de peso até níveis de desnutrição, cefaléias, sínco-pes (desmaios), distúrbios dos nervos periféricos, silicose Usuário crônico - primeiramente o paciente passa pela fase desintoxicação (afastamento da substancia), tratamento farmacotera-péutico administra-se substancias como Topiramatono redução da liberação de dopamina, Dissulfiram sistema dopaminérgico, inibindo a conversão de dopamina em noradrenalina por meio do bloqueio das enzimas, e Modafinil bloqueia a recaptação monoaminas assim como a cocaína porem evitando recaídas. Overdose - para o suporte de convulsão administra-se Benzodiaze-pinicos (BZD), contribuirá para diminuição na agitação e taquicardia, acidose metabólica será controlada com a administração de Bicarbonato de Sódio (fazer monitoramento do paciente). Caso apresente hipertemia indica-se a administração de Dantroleno. Referencias Bibliográficas Efeitos tóxicos