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O Papel Importante do Brincar na Aprendizagem e Desenvolvimento Infantil, Trabalhos de Pedagogia

Este documento discute o papel crucial do brincar na aprendizagem e desenvolvimento de crianças. Ele explica como o jogo facilita a construção da reflexão, autonomia e criatividade, e contribui para o desenvolvimento de habilidades importantes como a atenção, memória, imitação e imaginação. O autor também destaca a importância do jogo simbólico na criação de uma zona de desenvolvimento proximal e na internalização de normas sociais.

Tipologia: Trabalhos

2014

Compartilhado em 18/09/2014

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UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ
CURSO DE PEGAGOGIA
DEBORA AUGUSTA SAMUEL DE CARVALHO
A Importância do Brincar na Educação Infantil
CABO FRIO
2014
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UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ

CURSO DE PEGAGOGIA

DEBORA AUGUSTA SAMUEL DE CARVALHO

A Importância do Brincar na Educação Infantil

CABO FRIO

1 – APRESENTAÇÃO DO TEMA

Brincar é uma importante forma de comunicação, é por meio deste ato que a criança

pode reproduzir o seu cotidiano. O ato de brincar possibilita o processo de

aprendizagem da criança, pois facilita a construção da reflexão, da autonomia e da

criatividade, estabelecendo, desta forma, uma relação estreita entre jogo e

aprendizagem.

Para definir a brincadeira infantil, ressaltamos a importância do brincar para o

desenvolvimento integral do ser humano nos aspectos físico, social, cultural, afetivo,

emocional e cognitivo. Para tanto, se faz necessário conscientizar os pais,

educadores e sociedade em geral sobre à ludicidade que deve estar sendo

vivenciada na infância, ou seja, de que o brincar faz parte de uma aprendizagem

prazerosa não sendo somente lazer, mas sim, um ato de aprendizagem. Neste

contexto, o brincar na educação infantil proporciona a criança estabelecer regras

constituídas por si e em grupo, contribuindo na integração do indivíduo na

sociedade. Deste modo, à criança estará resolvendo conflitos e hipóteses de

conhecimento e, ao mesmo tempo, desenvolvendo a capacidade de compreender

pontos de vista diferentes, de fazer-se entender e de demonstrar sua opinião em

relação aos outros. É importante perceber e incentivar a capacidade criadora das

crianças, pois esta se constitui numa das formas de relacionamento e recriação do

mundo, na perspectiva da lógica infantil.

Neste sentido, o objetivo central deste estudo é analisar a importância do brincar na

Educação Infantil, pois, segundo os autores pesquisados, este é um período

fundamental para a criança no que diz respeito ao seu desenvolvimento e

aprendizagem de forma significativa.

As implicações do ato de brincar no desenvolvimento infantil

Brincar, segundo o dicionário Aurélio (2003), é "divertir-se, recrear-se, entreter-se,

distrair-se, folgar", também pode ser "entreter-se com jogos infantis", ou seja, brincar

é algo muito presente nas nossas vidas, ou pelo menos deveria ser.

Segundo Oliveira (2000) o brincar não significa apenas recrear, é muito mais,

caracterizando-se como uma das formas mais complexas que a criança tem de

Portanto, a brincadeira é de fundamental importância para o desenvolvimento infantil

na medida em que a criança pode transformar e produzir novos significados. Nas

situações em que a criança é estimulada, é possível observar que rompe com a

relação de subordinação ao objeto, atribuindo-lhe um novo significado, o que

expressa seu caráter ativo, no curso de seu próprio desenvolvimento.

A importância do brincar no universo lúdico (jogos, brincadeiras e brinquedos)

O ato de brincar acontece em determinados momentos do cotidiano infantil, neste

contexto, Oliveira (2000) aponta o ato de brincar, como sendo um processo de

humanização, no qual a criança aprende a conciliar a brincadeira de forma efetiva,

criando vínculos mais duradouros. Assim, as crianças desenvolvem sua capacidade

de raciocinar, de julgar, de argumentar, de como chegar a um consenso,

reconhecendo o quanto isto é importante para dar início à atividade em si.

O brincar se torna importante no desenvolvimento da criança de maneira que as

brincadeiras e jogos que vão surgindo gradativamente na vida da criança desde os

mais funcionais até os de regras. Estes são elementos elaborados que

proporcionarão experiências, possibilitando a conquista e a formação da sua

identidade. Como podemos perceber, os brinquedos e as brincadeiras são fontes

inesgotáveis de interação lúdica e afetiva. Para uma aprendizagem eficaz é preciso

que o aluno construa o conhecimento, assimile os conteúdos. E o jogo é um

excelente recurso para facilitar a aprendizagem, neste sentido, Carvalho (1992,

p.14) afirma que:

(...) desde muito cedo o jogo na vida da criança é de fundamental importância, pois quando ela brinca, explora e manuseia tudo aquilo que está a sua volta, através de esforços físicos se mentais e sem se sentir coagida pelo adulto, começa a ter sentimentos de liberdade, portanto, real valor e atenção as atividades vivenciadas naquele instante.

Carvalho (1992, p.28) acrescenta, mais adiante:

(...) o ensino absorvido de maneira lúdica, passa a adquirir um aspecto significativo e afetivo no curso do

desenvolvimento da inteligência da criança, já que ela se modifica de ato puramente transmissor a ato transformador em ludicidade, denotando-se, portanto em jogo.

As ações com o jogo devem ser criadas e recriadas, para que sejam sempre uma

nova descoberta e sempre se transformem em um novo jogo, em uma nova forma

de jogar. Quando a criança brinca, sem saber fornece várias informações a seu

respeito, no entanto, o brincar pode ser útil para estimular seu desenvolvimento

integral, tanto no ambiente familiar, quanto no ambiente escolar.

É brincando também que a criança aprende a respeitar regras, a ampliar o seu

relacionamento social e a respeitar a si mesma e ao outro. Por meio da ludicidade a

criança começa a expressar-se com maior facilidade, ouvir, respeitar e discordar de

opiniões, exercendo sua liderança, e sendo liderados e compartilhando sua alegria

de brincar. Em contrapartida, em um ambiente sério e sem motivações, os

educandos acabam evitando expressar seus pensamentos e sentimentos e realizar

qualquer outra atitude com medo de serem constrangidos. Zanluchi (2005, p.91)

afirma que “A criança brinca daquilo que vive; extrai sua imaginação lúdica de seu

dia-a-dia.”, portanto, as crianças, tendo a oportunidade de brincar, estarão mais

preparadas emocionalmente para controlar suas atitudes e emoções dentro do

contexto social, obtendo assim melhores resultados gerais no desenrolar da sua

vida.

Entretanto, Vygotsky (1998) toma como ponto de partida a existência de uma

relação entre um determinado nível de desenvolvimento e a capacidade potencial de

aprendizagem. Defende a ideia de que, para verificar o nível de desenvolvimento da

criança, temos que determinar pelo menos, dois níveis de desenvolvimento. O

primeiro deles seria o nível de desenvolvimento efetivo, que se faz através dos

testes que estabelecem a idade mental, isto é, aqueles que a criança é capaz de

realizar por si mesma, já o segundo deles se constituiria na área de desenvolvimento

potencial, que se refere a tudo aquilo que a criança é capaz de fazer com a ajuda

dos demais, seja por imitação, demonstração, entre outros. O que a criança pode

fazer hoje com a ajuda dos adultos ou dos iguais certamente fará amanhã sozinha.

Assim, isso significa que se pode examinar, não somente o que foi produzido por

dos adultos. Neste brincar a criança age em um mundo imaginário, regido por regras

semelhantes ao mundo adulto real, sendo a submissão às regras de comportamento

e normas sociais a razão do prazer que ela experimenta no brincar.

De acordo com Vygotsky (1998), ao discutir o papel do brinquedo, refere-se

especificamente à brincadeira de faz-de-conta, como brincar de casinha, brincar de

escolinha, brincar com um cabo de vassoura como se fosse um cavalo. Faz

referência a outros tipos de brinquedo, mas a brincadeira faz-de-conta é privilegiada

em sua discussão sobre o papel do brinquedo no desenvolvimento. No brinquedo, a

criança sempre se comporta além do comportamento habitual, o mesmo contém

todas as tendências do desenvolvimento sob forma condensada, sendo ele mesmo

uma grande fonte de desenvolvimento.

A criança se torna menos dependente da sua percepção e da situação que a afeta

de imediato, passando a dirigir seu comportamento também por meio do significado

dessa situação, Vygotsky (1998, p.127) relata que “ No brinquedo, no entanto, os

objetos perdem sua força determinadora. A criança vê um objeto, mas age de

maneira diferente em relação àquilo que vê. Assim, é alcançada uma condição em

que a criança começa a agir independentemente daquilo que vê.” No brincar, a

criança consegue separar pensamento, ou seja, significado de uma palavra de

objetos, e a ação surge das ideias, não das coisas.

Segundo Craidy & Kaercher (2001) Vygotsky relata novamente que quando uma

criança coloca várias cadeiras uma através da outra e diz que é um trem, percebe-

se que ela já é capaz de simbolizar, esta capacidade representa um passo

importante para o desenvolvimento do pensamento da criança. Brincando, a criança

exercita suas potencialidades e se desenvolve, pois há todo um desafio, contido nas

situações lúdicas, que provoca o pensamento e leva as crianças a alcançarem níveis

de desenvolvimento que só as ações por motivações essenciais conseguem. Elas

passam a agir e esforça-se sem sentir cansaço, não ficam estressadas porque estão

livres de cobranças, avançam, ousam, descobrem, realizam com alegria, sentindo-se

mais capazes e, portanto, mais confiantes em si mesmas e predispostas a aprender.

Conforme afirma Oliveira (2000, p. 19):

O brincar, por ser uma atividade livre que não inibe a fantasia, favorece o fortalecimento da autonomia da criança e contribui para a não formação e até quebra de estruturas defensivas. Ao brincar de que é a mãe da boneca, por exemplo, a menina não apenas imita e se identifica com a figura materna, mas realmente vive intensamente a situação de poder gerar filhos, e de ser uma mãe boa, forte e confiável.

Nesse caso, a brincadeira favorece o desenvolvimento individual da criança, ajuda a

internalizar as normas sociais e a assumir comportamentos mais avançados que

aqueles vivenciados no cotidiano, aprofundando o seu conhecimento sobre as

dimensões da vida social.

Segundo Vygotsky, Luria & Leontiev (1998, p. 125) O brinquedo “(...) surge a partir

de sua necessidade de agir em relação não apenas ao mundo mais amplo dos

adultos.”, entretanto, a ação passa a ser guiada pela maneira como a criança

observa os outros agirem ou de como lhe disseram, e assim por diante. À medida

que cresce, sustentada pelas imagens mentais que já se formou, a criança utiliza-se

do jogo simbólico para criar significados para objetos e espaços.

Assim, seguindo este estudo os processos de desenvolvimento infantil apontam que

o brincar é um importante processo psicológico, fonte de desenvolvimento e

aprendizagem. De acordo com Vygotsky (1998), um dos principais representantes

dessa visão, o brincar é uma atividade humana criadora, na qual imaginação,

fantasia e realidade interagem na produção de novas formas de construir relações

sociais com outros sujeitos, crianças e/ou adultos. Tal concepção se afasta da visão

predominante da brincadeira como atividade restrita à assimilação de códigos e

papéis sociais e culturais, cuja função principal seria facilitar o processo de

socialização da criança e a sua integração à sociedade.

Ensino-aprendizagem através do brincar na infância

Na educação de modo geral, e principalmente na Educação Infantil o brincar é um

potente veículo de aprendizagem experiencial, visto que permite, através do lúdico,

Aprendizagem é o processo pelo qual o indivíduo adquire informações, habilidades, atitudes, valores, etc. a partir de seu contato com a realidade, o meio ambiente, as outras pessoas. É um processo que se diferencia dos fatores inatos (a capacidade de digestão, por exemplo, que já nasce com o indivíduo) e dos processos de maturação do organismo, independentes da informação do ambiente (a maturação sexual, por exemplo). Em Vygotsky, justamente por sua ênfase nos processos sócio-históricos, a idéia de aprendizado inclui a interdependência dos indivíduos envolvidos no processo. (...) o conceito em Vygotsky tem um significado mais abrangente, sempre envolvendo interação social.

Com isso, é possível entender que o brincar auxilia a criança no processo de

aprendizagem. Ele vai proporcionar situações imaginárias em que ocorrerá no

desenvolvimento cognitivo e facilitando a interação com pessoas, as quais

contribuirão para um acréscimo de conhecimento.

A essas ideias associamos nossas convicções sobre o brincar como prática

pedagógica, sendo um recurso que pode contribuir não só para o desenvolvimento

infantil, como também para o cultural. Brincar não é apenas ter um momento

reservado para deixar a criança à vontade em um espaço com ou sem brinquedos e

sim um momento que podemos ensinar e aprender muito com elas. A atividade

lúdica permite que a criança se prepare para a vida, entre o mundo físico e social.

Observamos, deste modo que a vida da criança gira em torno do brincar, é por essa

razão que pedagogos têm utilizado a brincadeira na educação, por ser uma peça

importante na formação da personalidade, tornando-se uma forma de construção de

conhecimento.

Finalizando Gonzaga (2009, p. 39), aponta:

(...) a essência do bom professor está na habilidade de planejar metas para aprendizagem das crianças, mediar suas experiências, auxiliar no uso das diferentes linguagens,

realizar intervenções e mudar a rota quando necessário. Talvez, os bons professores sejam os que respeitam as crianças e por isso levam qualidade lúdica para a sua prática pedagógica.

Importante para o desenvolvimento, físico, intelectual e social, o jogo vem ampliando

sua importância deixando de ser um simples divertimento e tornando-se ponte entre

a infância e a vida adulta. Vygotsky (1998) afirma que o jogo infantil transforma a

criança, graças à imaginação, os objetivos produzidos socialmente. Assim, seu uso

é favorecido pelo contexto lúdico, oferecendo à criança a oportunidade de utilizar a

criatividade, o domínio de si, à firmação da personalidade, e o imprevisível.

De acordo com Kishimoto (2002) o jogo é considerado uma atividade lúdica que tem

valor educacional, a utilização do mesmo no ambiente escolar traz muitas vantagens

para o processo de ensino aprendizagem, o jogo é um impulso natural da criança

funcionando, como um grande motivador, é através do jogo obtém prazer e realiza

um esforço espontâneo e voluntário para atingir o objetivo, o jogo mobiliza

esquemas mentais, e estimula o pensamento, a ordenação de tempo e espaço,

integra várias dimensões da personalidade, afetiva, social, motora e cognitiva.

O desenvolvimento da criança e seu consequente aprendizado ocorrem quando

participa ativamente, seja discutindo as regras do jogo, seja propondo soluções para

resolvê-los. É de extrema importância que o professor também participe e que

proponha desafios em busca de uma solução e de participação coletiva, o papel do

educador neste caso será de incentivador da atividade. A intervenção do professor é

necessária e conveniente no processo de ensino-aprendizagem, além da interação

social, ser indispensável para o desenvolvimento do conhecimento.

De acordo com o Referencial Curricular Nacional da Educação Infantil (BRASIL,

1998, p. 23, v.01):

Educar significa, portanto, propiciar situações de cuidado, brincadeiras e aprendizagem orientadas de forma integrada e que possam contribuir para o desenvolvimento das capacidades infantis de relação interpessoal de ser e estar

ensino-aprendizagem. E quando o educador dá ênfase às metodologias que

alicerçam as atividades lúdicas, percebe-se um maior encantamento do aluno, pois

se aprende brincando.

Santos (2002) refere-se ao significado da palavra ludicidade que vem do latim ludus

e significa brincar. Onde neste brincar estão incluídos os jogos, brinquedos e

divertimentos, tendo como função educativa do jogo o aperfeiçoamento da

aprendizagem do indivíduo.

Assim, a ludicidade tem conquistado um espaço na educação infantil. O brinquedo é

a essência da infância e permite um trabalho pedagógico que possibilita a produção

de conhecimento da criança. Ela estabelece com o brinquedo uma relação natural e

consegue extravasar suas angústias e entusiasmos, suas alegrias e tristezas, suas

agressividades e passividades.

Ainda Santos (2002, p. 12) relata sobre a ludicidade como sendo:

“(...) uma necessidade do ser humano em qualquer idade e não pode ser vista apenas como diversão. O desenvolvimento do aspecto lúdico facilita a aprendizagem, o desenvolvimento pessoal, social e cultural, colabora para uma boa saúde mental, prepara para um estado interior fértil, facilita os processos de socialização, comunicação, expressão e construção de conhecimento.”

Ao assumir a função lúdica e educativa, a brincadeira propicia diversão, prazer,

potencializa a exploração e a construção do conhecimento. Brincar é uma

experiência fundamental para qualquer idade, principalmente para as crianças da

Educação Infantil.

Dessa forma, a brincadeira já não deve ser mais atividade utilizada pelo professor

apenas para recrear as crianças, mas como atividade em si mesma, que faça parte

do plano de aula da escola. Pois, de acordo com Vygotsky (1998) é no brinquedo

que a criança aprende a agir numa esfera cognitiva. Porque ela transfere para o

mesmo sua imaginação e, além disso, cria seu imaginário do mundo de faz de

conta.

Portanto, cabe ao educador criar um ambiente que reúna os elementos de

motivação para as crianças. Criar atividades que proporcionam conceitos que

preparam para a leitura, para os números, conceitos de lógica que envolve

classificação, ordenação, dentre outros. Motivar os alunos a trabalhar em equipe na

resolução de problemas, aprendendo assim expressar seus próprios pontos de vista

em relação ao outro.

Oliveira (1997, p. 61) afirma que:

A implicação dessa concepção de Vygotsky para o ensino escolar é imediata. Se o aprendizado impulsiona o desenvolvimento, então a escola tem um papel essencial na construção do ser psicológico adulto dos indivíduos que vivem em sociedades escolarizadas. Mas o desempenho desse papel só se dará adequadamente quando, conhecendo o nível de desenvolvimento dos alunos, a escola dirigir o ensino não para as etapas de desenvolvimento ainda não incorporados pelos alunos, funcionando realmente como um motor de novas conquistas psicológicas. Para a criança que freqüenta a escola, o aprendizado escolar é elemento central no seu desenvolvimento.

O processo de ensino e aprendizagem na escola deve ser construído, então,

tomando como ponto de partida o nível de desenvolvimento real da criança, num

dado momento e com sua relação a um determinado conteúdo a ser desenvolvido, e

como ponto de chegada os objetivos estabelecidos pela escola, supostamente

adequados à faixa etária e ao nível de conhecimentos e habilidades de cada grupo

de crianças. O percurso a ser seguido nesse processo estará demarcado pelas

possibilidades das crianças, isto é, pelo seu nível de desenvolvimento potencial.

Enfim, estar ao lado do aluno, acompanhando seu desenvolvimento, para levantar

problemas que o leve a formular hipóteses. Brinquedos adequados para idade, com

objetivo de proporcionar o desenvolvimento infantil e a aquisição de conhecimentos

em todos os aspectos.

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